terça-feira, 20 de outubro de 2015

Ministro Henrique Alves defende artesanato como indutor do turismo e defende à regulamentação da profissão do artesão

O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, defendeu, em Natal, a regulamentação da profissão de artesão durante a abertura do VII Congresso Brasileiros dos Trabalhadores Artesãos. Para o ministro, o artesanato tem papel fundamental no ciclo do turismo, do sonho ao retorno dos viajantes. “São as peças produzidas pelas mãos habilidosas de vocês, artesãos, que fazem o visitante lembrar com saudade dos nossos destinos”, afirmou o ministro.

Henrique Alves disse que cada escultura, pintura, bijuteria, bordado, malharia ou outro tipo de arte materializa a experiência turística vivida pelas pessoas nas nossas cidades. “É o resultado do trabalho de vocês que deixa um gostinho de quero mais no turista e desperta a curiosidade de familiares e amigos”. Alves falou para cerca de mil congressistas de todo o Brasil, reunidos em Natal.

Além de deixar a experiência mais concreta e palpável, o artesanato ajuda o setor do turismo a desempenhar algumas das suas principais funções: a inclusão social, bem como a geração de emprego e renda. Na medida em que garante ocupação para milhões de brasileiros espalhados pelo país, a atividade engrandece e garante sustentabilidade para o setor de viagens.

O VII Congresso Nacional dos Trabalhadores Artesãos (CONTRARTE) tem o apoio do Ministério do Turismo com aporte de recursos e a liberação do corpo técnico para ministrar uma palestra sobre qualificação e Pronatec Turismo. “Esse nosso apoio representa um gesto simbólico que retrata a importância que damos à atividade artesanal dentro da cadeia turística”, ressaltou o ministro. “Não poderíamos ficar de fora deste evento já que historicamente os nossos técnicos defendem a produção associada como um fator de melhoria da competitividade dos destinos nacionais”, afirmou.

No último ano, o Ministério do Turismo lançou um edital de chamada pública para apoiar projetos de produção associada nas áreas dos parques nacionais. O investimento total de quase R$ 3 milhões beneficiou a economia local, incluindo artesãos, de cidades espalhadas pelo Brasil nas proximidades dos atrativos naturais.

Além da inclusão social, dos ganhos para turistas e destinos, uma visão macro permite enxergar a contribuição do artesanato para formar e consolidar a identidade nacional. “Não tenho dúvida de que os senhores esculpem, lapidam, costuram, bordam ou pintam peças que num mosaico de cores e formas ajudam na construção da nossa brasilidade”, concluiu Alves. 

Foto: Alex Regis/
Assessoria de Imprensa
Ministério do Turismo
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