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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Quanto mais caro o eleitor, mais corrupto o político! Sobre a indústria da compra do voto!



Como disse, as eleições no Brasil acontecem todos os anos em detrimento das más práticas adotadas pelos políticos e apoiadas pelos cidadãos. A campanha voto não tem preço soma-se a do Ministério Público. E, graças a Deus tem dado resultado, lento mais já é possível as rádios divulgarem. É preciso expandir, vemos, por exemplo, Joelma de Souza sensibilizando seus ouvintes em razão da prática delituosa.
As crises políticos são exemplos de uma inconsequência no modus operandi, ou seja, na forma errônea de fazer política. Ineptocracia, palavra grega que significa instituições  regidas por pessoas incapazes, neologismo para governo, que de alguma forma é beneficiada com à política do toma lá da cá.
Fisiologismo: similar à ineptocracia é a troca de favores dentre outros benefícios privados em detrimento do bem-comum. Uma prática adotada pelo governo. Em razão disso, a máquina não anda, o país não cresce.
Cleptocracia: é um governo de ladrões, simboliza os desvios e desmandos, envolve as três esferas, federal, estadual e à gestão pública, municípios quebrados em razão das más práticas somadas ainda ao clientelismo e a pior de todas, a compra de votos.

Quanto mais caro o eleitor, mais corrupto o político, essa indústria perpetuará por algum tempo. Resume-se na frase, “À alienação das massas é a principal força dos governantes. O interesse da coletividade passa longe, cada vez mais à política tem sido sinônimo de negociata. A meritocracia fica em segundo plano e os analfabetos funcionais exercendo o poder. Que cada um se examine, governantes e governados precisam e devem falar a mesma língua. O pais que temos e o país que queremos depende de cada um de nós.  
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