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terça-feira, 11 de julho de 2017

Fatos que poucos sabem sobre Ernesto Che Guevara

Para muitos Che era um defensor dos menos favorecidos, um símbolo da resistência à expansão da influência dos Estados Unidos no mundo. Para muitos foi herói, mas muitos nunca leram NADA sobre o Che. O máximo que conhecem dele é da imagem de camisas e posters.
Poucos sabem o que ele fez ou deixou de fazer. Ele também é acusado de ter sido radical, arrogante e cruel com seus adversários. E seus ideais revolucionários já foram considerados fascistas e ultrapassados.

O jornalista americano Jon Lee Anderson, autor de CHE - UMA BIOGRAFIA, que descobriu, no final de 1995, o segredo, guardado há três décadas, sobre o lugar onde fora enterrado o corpo do guerrilheiro. Durante uma viagem à Bolívia para investigar os últimos dias de Che, o autor desvendou o mistério, divulgando-o numa grande reportagem no The New York Times. Anderson também conseguiu a gravação do interrogatório final a que Che foi submetido pelo falecido Coronel Andrés Selich, reproduzido no livro. Che Guevara foi capturado em 8 de outubro de 1967 (não no dia 9) e morto no dia seguinte.
O regime cubano ainda hoje homenageia Che Guevara, onde é objeto de veneração quase religiosa; as crianças nas escolas cantam: "Pioneros por el comunismo, Seremos como el Che".
Seu mausoléu em Santa Clara atrai, todos os anos, milhares de visitantes, muitos dos quais estrangeiros. Inclusive, existem pessoas que o consideram um santo e rezam a ele...Um homem que a vida toda lutou para implantar ditaduras. Para alguns historiadores essa glorificação messiânica é injustificável. Para eles, longe de ser um humanista, Che Guevara aprovou pessoalmente centenas de execuções sumárias pelo tribunal revolucionário de Havana.
Che Guevara virou grife; os maus capitalistas, aqueles que não são atraídos pelo lucro honesto, mas pelo lucro a qualquer custo no mundo todo usam a imagem dele para vender os mais diversos produtos.

Era um assassino ditador, mas isso não anula o fato de que o símbolo representa a liberdade, visto que na época em que ele foi inserido liberdade era sinônimo de se desvincular da área de influencia comercial dos EUA. As gerações precisam de ídolos, forma mais simples de implantar idéias...A figura do guerrilheiro argentino Che Guevara, ainda causa fascínio em muitas pessoas. Admiração estranha essa, por um terrorista. Porque Ernesto Guevara, um terrorista. Contaremos aqui alguma coisa de sua história, com base no "Le livre noir du communisme", o suficiente para mostrar sua face verdadeira, que esteve longe de ser "glamourosa".
Depois de viajar pela América Latina e conhecer Fidel Castro, Che abraçou a causa do atual líder cubano. Uniu-se aos "barbudos" de Sierra Maestra, visando a tomada do poder e a instalação de um regime socialista filo-soviético em Cuba.Logo depois da adesão, foi nomeado comandante de uma coluna (divisão interna dos revolucionários) e não tardou em demonstrar sua brutalidade.
Em certa ocasião, quando um subordinado de sua coluna furta comida, descobre e manda fuzilar o autor imediatamente, sem maiores formalidades, sem defesa. Que contradição! Ele que, segundo a lenda, dedicou sua vida inteira à "causa dos pobres", matando quem apenas furtara para comer? Tomado o poder em Cuba, os revolucionários partiram para a repressão e execução dos opositores do regime. Ernesto Guevara participou ativamente do "paredón", ou seja, da morte de milhares de pessoas. Entre seus colegas, sua fama de inclemente era muito forte.
Che chegou a matar um dos jovens chefes da política anti-Batista, Jesus Carreras, apenas porque era seu desafeto, recusando todos os pedidos de perdão.

Depois de ajudar na destruição de milhares de vidas, Che ficou encarregado de tomar conta do Banco Central Cubano. Como não entendia nada de economia, mas só de guerrilha e de fuzilamentos, para ajudar a frágil economia cubana, Guevara criou os "domingos de trabalho voluntário", nos quais a população era "convidada" a trabalhar no domingo. Na verdade, as pessoas eram obrigadas a isso mediante chantagens ou ameaças, fomentando assim o trabalho escravo!Foi um dos mentores, também, dos "Campos de Trabalho Corretivo" de inspiração sino-soviética. Eram campos de trabalho forçado nos quais os opositores do regime eram encarcerados em condições ultrajantes e obrigados a trabalhar para não morrer."
Tudo o que vinha dos países comunistas, Che elogiava. Dizia que a solução para os problemas do mundo estava no regime dos países da "Cortina de Ferro", principalmente na antiga URSS.
Elogiou, por exemplo, a Revolução Cultural chinesa. Ora, essa revolução comandada por Mao Tsé Tung foi sabidamente criminosa. Nela, o tirano chinês comandou a morte de milhões. Matava-se por nada. Há casos de pessoas assassinadas só porque usavam calça jeans! E Che estava apoiando Mao! Aliás, a sua paixão pelo socialismo e em especial pela URSS o levou a assinar papéis usando o nome de "Stalin II" e batizar seu filho com o nome de "Wladimir" em homenagem a Lenin.
Segundo historiadores, jornais de várias partes do mundo e depoimentos de guerrilheiros de ambos os lados da época, Che foi responsável por mais de 2 mil execuções. Casos que vieram a público:
1 - Eutímio Guerra - eliminado com um tiro na têmpora direita SUSPEITO de repassar informações.
2 - Aristídio - camponês executado depois de manifestar o desejo de abandonar a guerrilha.
3 - Echavarria - irmão de um de seus camaradas, acusado de crimes não especificados.
4 - 500 homens, militares do exército de Fulgêncio Batista, policiais, jornalistas, empresários e comerciantes - parte das 800 pessoas que estavam em La Cabana em um espaço que não cabiam mais de 300.
Sem contar as acusações de abandonar os companheiros em plena guerrilha. A fuga era realizada enquanto eles morriam frente aos exércitos, isso aconteceu na Argentina e atual República do Congo.Concluindo: usou meios ilícitos para atingir um fim macabro. Sim, porque o socialismo é macabro: é o regime que mais causou desgraças no século XX. Não o socialismo idealizado por Marx, evidente.
Esse sistema destruiu economias, matou milhões de pessoas (100 milhões, segundo a conta do "Le livre noir du communisme"), perseguiu a Igreja Católica, gays, Testemunhas de Jeová, espoliou propriedades privadas e perpetrou outros crimes. Os comunistas dizem que Che foi um mártir da justa causa do socialismo. Ora, não existe nada de nobre na defesa do erro. Defender uma doutrina condenada como o socialismo está longe de estar certo.Os que o admiram e não são comunistas sustentam aquela velha e errônea tese:
"Não importa que idéias Che possuía, o que importa é que ele as seguiu e dedicou sua vida inteira a um ideal". Se esse raciocínio fosse correto, teríamos que elogiar o monstro Hitler...
Che virou um ícone pop, uma "figura legal" ligada a alguma idéia vagamente contestadora.
Ele tem os ingredientes adequados a esse tipo de ícone: amou a revolução, morreu jovem sem ter que se colocar à prova do tempo, como aconteceu com Fidel. Mal comparando, é como James Dean, eterno gatão, enquanto Marlon Brando virou "aquilo" no fim da vida.Durante o período mais obscuro da vida deChe, quando ele foi colocado à frente de uma "comissão purificadora" de uma prisão em Havana que, entre outras funções, supervisionava execuções. Durante esse período, segundo Machover, pelo menos 180 pessoas foram fuziladas depois de ser submetidas a julgamentos sumários presididos pelo próprio Che. José Vilasuso, advogado que trabalhou com Che na prisão de La Cabaña no preparo das acusações, confirmou esse aspecto: "Os fatos eram julgados sem nenhuma consideração dos princípios de justiça". Depoimento de um ex-companheiro de guerrilha de Che, Dariel Jiménez Alarcón, que descreve a frieza mantida pelo comandante durante as execuções que presenciava.
" Che subia num muro e, deitado de costas, observava as execuções enquanto fumava um charuto", disse Jiménez.
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Frases:
“Enlouquecido com fúria irei manchar meu rifle de vermelho ao abater qualquer inimigo que caia em minhas mãos! Minhas narinas se dilatam ao saborear o odor acre de pólvora e sangue. Com as mortes de meus inimigos eu preparo meu ser para a luta sagrada e me junto ao proletariado triunfante com um uivo bestial.”
"Não posso ser amigo de quem não compartilha das mesmas idéias que eu".
"Adoro o ódio eficaz que faz do homem uma violenta, seletiva e fria máquina de matar".
"Vale milhões de vezes a vida de um único ser humano do que todo a propriedade do homem mais rico do mundo".
"Não nego a necessidade objetiva do estímulo material, mas sou contrário a utilizá-la como alavanca impulsora fundamental. Porque então ela determina por impor sua própria força às relações entre os homens."
“para mandar alguém para o pelotão de fuzilamento, as provas judiciais são desnecessárias. Esses procedimentos legais são um arcaico detalhe burguês”.Vejam a seleção do melhor de quatro matérias do escritor peruano Álvaro Vargas Llosa - filho de Mario Vargas Llosa - publicadas em julho e agosto de 2005 pelo jornal argentino El Clarin:
Filho de uma família aristocrática argentina, Ernesto Che Guevara, cometeu o erro de confiar em Fidel Castro e levou a que toda uma geração de latino-americanos, que acreditou em seus escritos e em seus exemplos, fosse dizimada em seu nome.
Embora diante do colapso político e ideológico de tudo que Che Guevara representava, por ironia da História, El Che Guevara, hoje, é uma marca essencialmente capitalista. Sua imagem com a onipresente foto com sua boina, tirada nos anos 60 por Alberto Korda, adorna jarros, chaveiros, gorros de beisebol, camisetas, lenços, jeans, etc.
Como indica seu diário de Sierra Maestra, Guevara eliminou Eutímio Guerra, suspeito de estar passando informações. Diz o diário: “Acabei com o problema dando-lhe um tiro com uma pistola de calibre 32 na têmpora direita. Seus pertences passaram a meu poder”.
Mais tarde, “justiçou” Aristídio, um camponês que manifestou o desejo de abandonar a guerrilha. Também não titubeou ao ordenar a morte de Echavarria, irmão de um de seus camaradas, acusado de crimes não especificados. “Tinha que pagar um preço”, diz o diário.Jaime Costa Vasquez, um comandante do exército revolucionário, conhecido como “El Catalan”, ainda vivo, sustenta que muitas execuções atribuídas a Ramiro Valdés, que mais tarde viria a ser Ministro do Interior de Cuba, foram responsabilidade direta de Guevara porque Valdés, nas montanhas, estava sob suas ordens. “Ante la duda, mátalo”, eram as instruções de Che.
Alguns foram fuzilados em um hotel – como escreveu Marcelo Fernández Sayas, outro ex-revolucionário que se transformou em jornalista. Entre os executados havia camponeses que se haviam unido ao exército de Batista apenas para escapar do desemprego.
Porém, a “fria máquina de matar” somente manifestou todo o seu alcance depois da queda do regime, quando Fidel Castro o designou responsável pelo cárcere de La Cabana. De uma forma que recorda Laurenti Beria, chefe da NKVD, Guevara foi responsável, durante o primeiro semestre de 1959, por um dos períodos mais obscuros da revolução.Segundo Jose Vilasuso, advogado e professor da Universidade Interamericana de Bayamón, em Porto Rico, que pertenceu ao corpo responsável pelos processos judiciais sumários em La Cabana, “minha função era legalizar profissionalmente as causas e passá-las ao ministério fiscal, sem julgamento algum. Se fuzilava de segunda à sexta. As execuções eram realizadas de madrugada, pouco depois que a sentença confirmada de forma automática pelo corpo de apelação. A noite mais sinistra que recordo 7 homens foram executados”.
Javier Arzuaga, capelão que ministrava consolo aos sentenciados à morte e que presenciou dezenas de execuções, que hoje vive em Porto Rico, deu seu testemunho: “Em La Cabana estavam 800 homens em um espaço em que não cabiam mais de 300. Eram militares do exército de Batista, policiais, jornalistas, empresários e comerciantes. O Juiz não era necessariamente um homem de leis e sim um membro do exército rebelde, como todos aqueles que serviam de juízes. Quase todas as apelações eram presididas por Che Guevara e não recordo de nenhum caso cuja sentença tenha sido revogada (...) Até o mês de maio, quando fui embora, assisti a 55 fuzilamentos. Um dos comandantes dos pelotões de fuzilamento era o americano Herman Marks, que parecia gozar quando gritava ‘Pelotão! Atención! Apunten! Fuego!’ (...) Quando me despedi, o Che me disse: ‘Se nos encararmos de novo, seremos inimigos frente a frente’”.Entre janeiro e fins de junho de 1959, quando Che deixou de chefiar La Cabana, cerca de 400 pessoas foram lá executadas. Os telegramas secretos enviados pelo embaixador dos EUA à Casa Branca falam de “mais de 500”. Segundo Jorge Castañeda - um dos biógrafos deCheGuevara – ex-Ministro das Relações Exteriores do México, falou de 700 vítimas.
Felix Rodríguez, um conhecido agente da CIA que participou da perseguição e prisão de Che Guevara na Bolívia, disse que após sua captura o interrogou sobre as “cerca de 2.000 execuções que havia sido responsável em sua vida” ele, sem questionar a cifra, respondeu que “todos eram agentes da CIA”.Em suas memórias o líder egípcio Gamal Abdel Nasser registra que CheGuevara lhe perguntou quantas pessoas haviam abandonado o país por causa das reformas. Quando Nasser lhe respondeu que ninguém havia ido embora, Che replicou, furioso, que a forma de medir a profundidade das mudanças era através do número de pessoas “que sentem que não há lugar para eles na nova sociedade”. Esse instinto predatório alcançou seu ponto mais alto em 1965, quando ele começou a falar, como se fosse Deus, do “Homem Novo” que ele e sua revolução criariam. A moçada ama o Che Guevara... e ele defendia um sistema autoritário.
Rebeldezinhos poser... nem imaginam, por exemplo, que seu herói mandou muitos homens para o paredão... afinal, a primeira coisa que os comunistas fazem ao chegar ao poder é cercear a liberdade de expressão de todo mundo, direcionando a juventude a ser uma máquina de propaganda...

Essa sua obsessão pelo controle coletivista fez com que, logo no início de 1959, ele e Fidel Castro se tornassem responsáveis pelo projeto do Estado policial cubano. Ramiro Valdés, subordinado a Che durante as guerrilhas, foi nomeado chefe do G-2, uma organização planejada segundo o modelo da Cheka, a policia secreta comunista...
O seu período à frente do Banco Nacional de Cuba, durante o qual imprimiu papel-moeda assinados por ele, foi assim resumido por Ernesto Betancourt, seu segundo nesse cargo: “Encontrei no Che uma ignorância absoluta a respeito dos princípios mais elementares da economia”. A percepção de Che sobre a economia mundial foi celebremente expressada por ele durante uma conferência hemisférica realizada em 1961 em Punta Del Leste, ao predizer um crescimento de 10% em Cuba “sem nenhum temor” e, para 1980, uma renda per-capita maior do que a dos EUA hoje”. A verdade é que em 1997, quando do trigésimo aniversário de sua morte os cubanos viviam com uma dieta de 2 quilos de arroz e meio quilo de feijão, por mês, 120 gramas de carne duas vezes ao ano, 120 gramas de pasta de soja por semana e 4 ovos por mês. Isso porque, com a reforma agrária, as terras expropriadas não foram para os camponeses, mas para os burocratas do partido único.

Guevara disse ao embaixador soviético Sergei Kudrivisey, “os contra-revolucionários jamais voltariam a levantar a cabeça”. “Contra-revolucionário” foi o termo utilizado por Guevara para designar os que se afastavam do “dogma”. O sinônimo comunista de “herege”.
Em seu início, a revolução mobilizou voluntários para construir escolas e trabalhar em portos, canaviais e fábricas. Existem fotos de Che como estivador, colhedor de cana e operário têxtil. Todavia, em pouco tempo esse trabalho voluntário tornou-se um pouco menos voluntário e logo o primeiro campo de trabalhos forçados, réplica dos Gulags soviéticos, foi organizado em Cuba, em Guanahacabibes, em fins de 1960.
Che explicou a função que exercia o campo de Guanahacabibes: “À Guanahacabibes são mandadas as pessoas que não devem ir para a prisão. As pessoas que tenham cometido faltas à moral revolucionária (...) É um trabalho duro, não um trabalho bestial”.Esse campo foi o precursor do posterior confinamento sistemático que começou em 1965 na província de Camaguey, de dissidentes, homossexuais, católicos, testemunhas de Jeová, sacerdotes afro-cubanos, sob o estandarte das Unidades Militares de Ajuda à Produção.

Mais: imediatamente após o triunfo da revolução em Cuba, Che organizou grupos guerrilheiros na Nicarágua, República Dominicana, Panamá e Haiti. Todos foram desmantelados pelos exércitos desses países. Em 1964 enviou à morte o jornalista revolucionário argentino Jorge Masseti, fundador da Prensa Latina, convencendo-o de que deveria lançar um ataque contra seu país-natal desde a Bolívia. Também desastrosa foi a expedição Che Guevara ao Congo em 1965, país que foi forçado a abandonar clandestinamente.Mais tarde, na Bolívia, Che Guevara, pela última vez, foi novamente derrotado. Em seu diário, Che Guevara escreve uma melancólica frase: “As massas camponesas não nos ajudam em nada”.

Che Guevara sem dúvida, era audaz e rápido em organizar a vida sobre uma base militar nos territórios sob seu controle, porém não era nenhum general Giap, um dos mais importantes estrategistas militares do sec XX. Seu livro “Guerra de Guerrilhas” ensina que as forças populares podem derrotar qualquer exército e que não se faz necessário aguardar as chamadas condições objetivas, porque um foco insurrecional constituído por um pequeno grupo de guerrilheiros, apartados do partido, podem criar essas condições e, ainda, que a luta se desenvolverá prioritariamente nas zonas rurais. Essa foi, em resumo, a Teoria do Foco Guerrilheiro. A verdade é que, na América Latina todos os foquistas foram reduzidos a cinzas.
Sucessos dele: Duas vitórias militares em Sierra Maestra e a criação do próprio mito!!!

Apesar de tudo isso, Frei Beto, no II Fórum Social Mundial, agora, no Século XXI, disse, em um discurso, que “A sociedade do futuro, mais livre, mais igualitária e mais solidária se define em uma só palavra: socialismo”. Pediu uma salva de palmas para Karl Marx e completou que “o homem novo deve ser filho do casamento de Ernesto Che Guevara e Santa Teresa de Jesus”.

(Che Guevara, citado por JORGE CASTAÑEDA; jornal “La Época”, do Chile, 31 Jan 97)
Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado. Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita. Se o ditado "tudo o que vai, volta" expressa bem uma situação, é esta.

"Execuções?", gritou Ernesto Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964. "É claro que executamos!", declarou, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão. "E continuaremos executando enquanto for necessário! Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!"De acordo com O Livro Negro do Comunismo, escrito por estudiosos franceses de esquerda (ou seja, dificilmente uma mera publicação "direitista" ou de "fanáticos anticastristas de Miami"), ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960. (Slobodan Milosevic, não custa lembrar, foi a julgamento por ter ordenado 8.000 execuções. A mesma ONU que aplaudiu delirantemente a orgulhosa declaração de Che Guevara condenou Milosevic por "genocídio")."
Leia mais:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=260
Apesar de já ter ele morrido em 1967, a figura do guerrilheiro argentino Che Guevara, ainda causa fascínio em muitas pessoas. Admiração estranha essa, por um terrorista.
Porque Ernesto Che Guevara não passou disso, um terrorista. Contaremos aqui alguma coisa de sua história, com base no "Le livre noir du communisme", o suficiente para mostrar sua face verdadeira, que esteve longe de ser "glamourosa".
Fonte:http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=politica&artigo=cheguevara&lang=bra

Marcelo Andrade - "Che Guevara, apenas um terrorista"
MONTFORT Associação Cultural
Esse artigo não deixa dúvidas sobre o caráter dele.
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=260

Che Guevara> anatomia de um mito
Video: Documentário sobreChe Guevara 07/04/2006Documentário expõe a verdade sobre o Che “Publicado originalmente no site do Instituto Millenium.
“Fusilamientos, sí. Hemos fusilado. Fusilamos y seguiremos fusilando mientras sea necesario.”
Assim, com a voz de Che Guevara, inicia o documentário Che: Anatomia de un Mito, que pode ser descarregado diretamente em formato WMV (Windows Media Player; o arquivo tem 71 MB).
O vídeo para o computador está muito pequeno, mas vale a pena ver ex-correligionários de Che Guevara contando a verdade sobre ele: fazia comentários racistas, anti-gay, não tomava banho, nunca hesitava em matar pessoas sob quem pesasse a mínima suspeita, e possuía uma incompetência singular no comando das guerrilhas. Não sou eu que estou dizendo. São as pessoas que conviveram com ele...
http://www.cubaliberal.org/videos/CHE_AnatomiadeunMito.wmv

Quem quiser assista pelo YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=v1-Ani0gyI4
http://veja.abril.com.br/090797/p_088.html
Folha Online
O professor de Relações Internacionais da Faculdade Rio Branco, Sérgio Gil, o compara a Cristo, por ter conquistado e empolgado a população. Ele também fala, neste videocast, sobre a imagem do líder no cenário político mundial. Sérgio explica que o líder foi "cristianizado" pela forma que encarou a luta revolucionária de guerrilha. "Ele tornou-se um símbolo cultural, político e de vanguarda", diz o professor. Gil afirma que uma das principais contribuições dele foi a idéia de alimentar uma crença que teria como objetivo a possibilidade da mudança. Um site foi criado para a ocasião e reúne fotografias, manuscritos e depoimentos a respeito do líder revolucionário.Veja o vídeo:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u412019.shtml
Precisa-se desmascarar o criminoso atras do mito. Infelizmente o filme sobre Guevara que esta nos cinemas glorifica inclusive com total ignorancia por parte de Del Toro sobre o verdadeiro papel do representado por ele.Vejam esta entrevista muito boa.
http://www.youtube.com/watch?v=IZGTV6FbBXM
Del Toro levou um susto quando o perguntaram se sabia que ele matava suas vitimas...
http://www.youtube.com/watch?v=cf3g64dYli8&feature=related
Falar que o combate a uma ditadura justifica execução é de uma canalhice infindável, substituir um sistema autoritário por outro é trocar seis por meia dúzia.
Na época que Che viveu, os direitos humanos já haviam sido declarados e eram, em certa maneira, seguidos. Os terroristas estão se mascarando de libertadores? Contra o quê e a favor de quê se luta matando? Tudo bem, eu entendo essa coisa toda de libertação do imperialismo, mas pode-se considerar libertário alguém que quer te "obrigar a ser livre"? Quanto ao Guevara, creio que ele se chocou com uma realidade que ele não conhecia, e foi buscar o que ele passou a defender (libertar a "latinoamerica" dos opressores, fosse o capitalismo americano ou a própria burguesia sul americana).
Quantos ele matou em nome da "liberdade" que tanto defendia? O genocídio e o assassinato a sangue-frio são louvados como se fossem virtudes capitais. Será que ele não se perdeu com as idéias mais radicais de Fidel? E ele foi lutar na África ena Bolívia movido por que? idealismo? loucura? Uma pessoa que se embrenha na selva para cuidar de leprosos? Possuía uma personalidade dúbia. Fiquei horrorizada quando li que Che matou um adolescente de apenas 15 anos e que ao sua mãe pedir clemencia pelo seu filho, Che atirou nela a sangue frio! Afinal, o sujeito que empunha uma arma para lutar pelos seus ideais perdeu a legitimidade de sua causa! Matar para impor seu ponto de vista é no mínimo falta de capacidade de argumentação. Sem falar que isso justificaria todo e qualquer genocídio ocorrido até hoje no mundo. O problema é que algumas pessoas levam sua "ideologia" com uma paixão quase religiosa, e entendem como uma ofensa levantar fatos não elogiosos a respeito de seus ídolos. Independente da ideologia, Che foi um assassino e isso é um fato. Se o considera herói, então justifique porque um assassino pode ser herói. O certo não pode ser duvidoso. O mal não pode ser tão simples...


Fonte: M DIVERSIDADES
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