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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

CPI recomenda proibição de vaquejadas, rinha de galo e uso de animais em rodeios

imageInstalada em agosto, a CPI dos maus-tratos animais pode encerrar seus trabalhos nesta semana. Deputados pedem a aprovação de projetos que tramitam no Congresso aumentando punições para casos de violência
Criada em agosto, a CPI dos maus-tratos animais na Câmara chega ao fim recomendando a proibição das vaquejadas, do uso de animais em rodeios e das rinhas de galo no país. Na última quarta-feira (16), os integrantes da comissão votaram o relatório final após quatro meses de trabalhos, mas os destaques ficaram para análise nesta terça-feira (22). No entanto, a expectativa é que os trabalhos sejam concluídos apenas em fevereiro do próximo ano, quando os deputados retornarem do recesso parlamentar.
A parte do relatório que atraiu mais discussões foi a recomendação, por parte da CPI, da aprovação de projetos que tratam do fim das vaquejadas, que impõem limites ao uso de animais em rodeios e também que acabam com a possibilidade de estados liberarem as rinhas de brigas de galo. "Há uma grande polêmica em relação à ocorrência ou não de maus-tratos nas manifestações populares e culturais, como a 'farra do boi', a briga de galo ('rinhas'), vaquejadas etc. (...) tais condutas configuram práticas criminosas contra os animais", escreveu o relator da CPI, Ricardo Tripoli (PSDB/SP).
A vaquejada é uma atividade muito comum no Nordeste. Consiste em vaqueiros montados em cavalos conduzirem bois até um espaço onde eles devem ser derrubado. A contestação começou no fim do século passado, quando ativistas de direitos animais começaram a afirmar que os próprios bois acabavam machucados. Já a prática da farra do boi, localizada em comunidades com origem portuguesa no litoral de Santa Catarina, prevê a soltura e perseguição do animal em grandes áreas, resultando no abate e consumo da carne.
MATÉRIA EXCLUÍDA DO BLOG MONTANHAS EM AÇÃO
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