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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Artigo de Jacó Jácome: “Educar é direcionar o desenvolvimento”


Crédito da foto: Assessoria de Comunicação
 
A Educação é um direito fundamental de todos, que ajuda não só no desenvolvimento de um país, mas também de cada cidadão. Por meio da Educação, garantimos ampliação social, econômica e cultural. Neste cerne, desenvolver diretrizes educacionais eficazes torna-se essencial a nação. O Plano Nacional da Educação, e seus desmembramentos estaduais e municipais, foi elaborado e passa pelas votações nas Casas Legislativas com essa finalidade.

Mas é preciso atenção para que o planejamento educacional de um país não seja desvirtuado e acabe como ferramenta de doutrinamentos de grupos políticos ou sociais. Como parlamentar, me preocupei em contribuir com emendas que evitassem dar ao Plano Estadual de Educação do Rio Grande do Norte, contextos subliminares, afinal, cabe ao Legislativo trabalhar pela propositura correta ao Executivo.

Muito está em jogo em um plano, como orçamentos, materiais, estruturas hierárquicas e organizacionais de profissionais e prioridades. Nesse conteúdo mora o perigo da deturpação. Vejamos o exemplo das abordagens sobre a sexualidade e gênero dos materiais formatados pelo Governo Federal, que buscam implementar tais nuances nos âmbitos regionais.

Um olhar mais atento revela nos projetos dos Planos Estaduais da Educação a meta de inserir a Ideologia de Gênero, seja de maneira clara ou disfarçada em diretrizes genéricas. Meu mandato é contrário a tal ideologia por entender, entre outras coisas, que incorporar às propostas pedagógicas esta identificação é impor a tarefa de estimular educacionalmente as crianças para que refreiem suas disposições biológicas em nome de teorias sociológicas, não consensuais e sem suficiente base científica.

Além de permitir estratégias perigosas que confundam a identificação de gênero de indivíduos ainda em formação (crianças e adolescentes), a ideologia pode ter desmembramentos que coloquem em risco inclusive a integridade física de estudantes, em meio a total falta de classificação dos mesmos. Sobretudo em um país em que gênero e sexualidade se confundem constantemente, a verdadeira relevância que o Plano deve ter é sobre o Sistema Público de Educação do nosso país, e não a polêmica desta identidade.

A educação é a chave para completar a compreensão sobre nós mesmos, sobre as pessoas, suas ações sobre o mundo ao seu redor e culmina na formação de uma nação e, por conseguinte, de seu pensamento. Por isso é tão importante ser cauteloso com as políticas educacionais.

A relevância de educar está além de fomentar as chances empregatícias ou de renda. Sobre isso, como deputado e autor de projetos na área da educação, constantemente assimilo informações junto aos agentes educacionais e a sociedade, objetivando trabalhar e me posicionar com a responsabilidade e eficiência que o tema demanda. Nenhuma sociedade se constitui em boas bases sem os princípios educacionais.
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