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domingo, 12 de junho de 2016

Se o ex-presidente Lula é tão ruim como à mídia prega, como explicar a liderança nas pesquisas eleitorais para 2018?

Parafraseando Nicolau Maquiável, “fale mal ou bem de mim, mas, fale.” Essa frase histórica se aplica aos discursos de alguns políticos. No caso do ex-presidente Lula, à mídia não consegue deixa-lo fora do poder, tanto é que as pesquisas para a corrida presidencial o aponta como favorito na disputa. Ainda sobre Maquiável, o critério do certo e errado é o êxito.
Sem defender à corrupção, é pertinente afirmar os acertos do governo Lula, como também os escândalos de corrupção que marcaram seu governo. Durante o governo Sarney, para andar de avião era um grupo seleto, os ditos pistolões, pobre não tinha acento, tão pouco acesso. Por falar em acesso, entrar numa universidade não era uma tarefa tão simples, hoje, com o ENEM, o SISU ficou mais simplificado.
O que justifica a popularidade do ex-presidente? À alienação das massas? Ou, um governo que beneficiou os mais pobres?

Confira os escândalos durante o governo de Fernando Henrique Cardoso entenda que o problema do país não se resolve com uma simples alternância, mas, com reformas políticas e com a mudança de governar o país. Um congresso corrupto como o nosso não tem o poder de decidir o futuro de um país, eleições já!

Operação Navalha
A investigação da Polícia Federal, que começou em 2004 na Bahia, apontou a existência de um sofisticado grupo organizado voltado a obtenção ilícita de lucros por meio da contratação e execução de obras públicas. Diversos crimes autônomos teriam sido praticados, como fraude a licitações, peculato, corrupção ativa e passiva, crimes contra o sistema financeiro nacional e outros. O suposto esquema teve início no Poder Executivo federal. Em troca de vantagem indevida, servidores e agentes políticos de diversos ministérios direcionavam verbas da União para obras em locais onde havia atuação da construtora Gautama. Os prejuízos chegam a mais de R$ 154 milhões.

Máfia dos Sanguessugas (ou da Ambulância)
Apesar de existir desde 2001, o esquema foi deflagrado pela PF, em parceria com a CGU, em maio de 2006 e prendeu assessores e servidores públicos acusados de desviar mais de R$ 110 milhões do Orçamento destinado à saúde pública na compra de ambulâncias superfaturadas em até 120%. A propina era paga pela empresa Planam. Mais de 70 parlamentares foram denunciados como integrantes da quadrilha, que atuou durante cinco anos em Mato Grosso, Acre, Amapá, Distrito Federal, Paraná e Rio de Janeiro. O esquema ocorreu durante o período em que quatro ministros ficaram à frente da pasta: José Serra e Barjas Negri, no governo FHC, e Humberto Costa e Saraiva Felipe, do governo Lula.

Caso Furnas
O esquema levantou indícios de superfaturamento na construção de duas hidrelétricas, Batalha e Simplício, que começou em 2008, pela empresa estatal Furnas Centrais Elétricas. Na época, o Tribunal de Contas da União (TCU) levantou que o estudo de viabilidade de Batalha (na divisa entre MG e GO) orçava a obra em R$ 460 milhões. Depois, o valor pulou para R$ 868 milhões e chegou quase a R$ 1 bilhão. Analisando a relação custo da obra e do retorno, o prejuízo estimado foi de, no mínimo, R$ 177 milhões. No mesmo período, também foram levantadas irregularidades em atos administrativos praticados pela gestão da Sociedade de Propósito Específico (SPE) Serra do Facão, que ocasionou perdas financeiras de R$ 8,4 milhões.

Máfia dos Transportes
Uma série de denúncias de superfaturamento foi levantada em julho de 2011. No foco, estavam a estatal das ferrovias Valec e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), comandado por Luiz Antonio Pagot (PR). Conforme relatos apurados pela imprensa da época, o PR cobrava 4% de propina de empreiteiras interessadas em contratos com o governo. A maior parte do dinheiro ia para o caixa do partido, sob a direção do então ministro Alfredo Nascimento e do deputado Valdemar Costa Neto. O restante era destinado aos parlamentares dos estados em que as obras deveriam ser feitas. O rombo ultrapassou os R$ 23 milhões.

Fraude em licitações da Saúde Pública do Rio de Janeiro
No início de 2012, um repórter do Fantástico se infiltrou no setor de compras do Hospital Federal Infantil do Rio de Janeiro durante dois meses. A reportagem, que foi ao ar em março, revelou um poderoso esquema de fraudes em contratos e licitações, pagamentos de propinas, pagamentos sem serviços prestados ou sem cobertura contratual. Além de funcionários públicos, quatro empresas, que estão entre os maiores fornecedores do governo federal, foram investigadas. Entre elas estava a Locanty, que, em 2010, doou mais de R$ 1,4 milhão para quatro campanhas eleitorais: a do governador Sérgio Cabral (R$1,3 milhão), dos deputados estaduais Alcebíades Sabino (PSC) e Bebeto (PDT), que receberam R$ 50 mil cada, e à direção nacional do PSDB, que também recebeu contribuição de R$50 mil. O prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 22 milhões.

Fontes: NOTÍCIAS UOL/ ÉPOCA NEGÓCIOS/ LULA LIDERA PESQUISA PARA PRESIDENTE O GLOGO
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