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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Eleições 2016 e o dilema da corrupção

A poucos meses das eleições, muitos dos cidadãos se perguntam em quem votar, quem será o candidato, quem pode ser candidato, etc. Muitas são as dúvidas que permeiam a sociedade, em meio a insegurança política, que vivenciamos. Essas indagações se devem ao enrijecimento da norma jurídica eleitoral com o advento da lei 13.165/2015 (minirreforma política) e, a lei complementar 135/10 (lei da ficha limpa), dentre outras.
Não há o que se desvencilhar dos questionamentos e perguntas soltas sem uma resposta e em relação ao pleito eleitoral que se aproxima, sendo quase impossível não se questionar quanto aos candidatos ou ao pleito em si.
É notório afirmar que os políticos perderam a credibilidade perante a sociedade brasileira. Outrossim, não era de se esperar outra atitude de um povo aguerrido! Os representantes/políticos esqueceram o verdadeiro sentido da política, de ser escolhido democraticamente e servir a coletividade. Instalou-se uma cultura vergonhosa de querer por querer, sem imaginar nas consequências desastrosas geradas da incompetência de gestão pública plantada por nossos representantes.
Talvez essa termologia “nossos representantes” não soe bem no atual momento, em que se desfaz os princípios da administração e a Constituição é absurdamente desrespeitada, sem nenhuma cerimônia. Então como acreditar nos políticos? Pasmem, esta é apenas mais uma das indagações que fica sem reposta ao se tratar de gestor público em nosso País.
Nossa democracia está contaminada por uma cultura de corrupção, o que sem similar dúvida é doloroso afirmar. A sociedade é totalmente esquecida e, entra em cena os interesses pessoais e empresariais dos políticos, que da forma mais absurda prevalecem sobre os interesses públicos. Onde vamos parar?
Nós, povo brasileiro, somos apenas espectadores de cenas estarrecedoras com dinheiro público, com o nosso dinheiro. Entretanto, reafirmo como em texto passados, que só nós podemos mudar essa triste realidade, podemos deixar de ser espectadores e passarmos a ser atuantes de forma direta e mudar esse cenário, já estamos tendo vertentes para isso.
O povo não pode ser amordaçado e apenas assistir ao filme da corrupção brasileira. Mais um capítulo se aproxima, é a hora de recomeçar! Como dito são muitas as indagações, contudo devemos acreditar em nossa democracia e acima de tudo solidificá-la para que assim possamos voltar a ser o nosso Brasil de grandes perspectivas políticas e econômicas.
Votar consciente faz parte da mudança! Vender o voto é crime.
Autor da postagem: Alexsandro Alves é Estudante de Direito e colaborador do novoeleitoral.com.
Fonte da Matéria: NOVO ELEITORAL
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