sábado, 16 de dezembro de 2017

PT, governo de pobres? Banqueiros ou ditadores?


Depois do “gopi” Venezuela, Nicarágua e Equador se apressaram em romper relações diplomáticas com o Brasil. Estes escândalos não vem de agora, de 1998 pra cá os investimentos fora do país não pararam. A postagem a seguir foi extraída do portal Poder 360 e detalha o rombo. Confira o trecho da matéria e tire as conclusões! Será mesmo que o pobre foi prioridade ou foi usado para chegar o poder? Ainda não foi aberta a caixinha de pandora, entenda que a corrupção destruiu nosso país e algo tem que ser feito, por isso, antes de falar mal da lava-jato veja o montante que foi devolvido até agora entenda por que o governo Temer insiste em fazer o desmonte, com o indiciamento de desembargadores e gente grande envolvida junto com políticos. Desfazendo os mantras, elite, panela, etc. 

Odebrecht foi a principal beneficiada pelo BNDES em empreendimentos no exterior
Reprodução/Site Odebrecht
atualizado: 01.fev.2017 (quarta-feira) - 9h16
O BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) financiou R$ 14 bilhões para as principais empreiteiras brasileiras realizarem obras no exterior de 1998 a 2015. Do total, R$ 8,23 bilhões foram na gestão de Dilma Rousseff. O levantamento contou os valores nominais envolvidos, ou seja, sem corrigir a inflação do período.
Poder360 apurou os empréstimos concedidos a Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão no modelo pós-embarque, denominação do BNDES para os financiamentos na área de exportação. O montante faz parte do total aprovado. Os recursos são desembolsados de acordo com o cronograma de cada obra. financiamento-bndes
Constam da base de dados do banco transações feitas desde 1998. Antes de 2003, porém, elas eram menos significativas tanto em quantidade quanto em valores. Apenas Odebrecht e Andrade Guitierrez tiveram acesso a esses recursos no período. Emprestaram do BNDES, respectivamente, R$ 402,5 milhões e R$ 129 milhões.
A partir de 2003, as quantias se avolumaram, aumentando principalmente no governo Dilma.
A Odebrecht foi a maior beneficiada, com R$ 9,78 bilhões em empréstimos. De 2003 a 2010, foram cerca de R$ 3,15 bilhões em financiamento. Com Dilma no Planalto, a cifra chegou a R$ 5,7 bilhões. A empresa atuou em 9 países: Angola, Argentina, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Peru, República Dominicana e Venezuela.
Com informações: PODER 360

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