terça-feira, 26 de março de 2019

Corrupção, tolerância zero!





1964 passou, deveríamos chamar de Estado Democrático de Direito, mas de quem são os direitos? Direitos de corruptos roubarem, serem apadrinhados e o povo ficar calado. Denegrir imagem, caluniar, ameaçar de morte, nada disso é legítimo, mas, ser investigado pela Polícia Federal nas contas do Twitter, derrubá-las por fazer crítica a ministros que supostamente estão envolvidos em corrupção é abusar da boa vontade do povo brasileiro.
Instituições fragilizadas e ingerência colocam em risco o desenvolvimento do país.

Embora tenhamos homens de bem misturados aos ratos do congresso, o preço é alto demais, o povo alheio ao que de fato é corrupção. O que deveria ser amplamente debatido emperra no radicalismo, direita e esquerda ainda não abaixaram as bandeiras e uma reforma da previdência necessita de votos de ambos os partidos. Especialistas como Paulo Paim não pode continuar come essa patologia do Lula-livre, aliás, nenhum.

Seja a favor ou contra, mas, as articulações não podem continuar sendo sinônimas de propinoduto, a moeda oficial do Congresso Nacional. Um pacto desenvolvimento envolve o funcionamento das três casas, STF, Câmara e Senado. Há um legítimo interesse por parte de alguns que tentam a todo custo acabar com a operação Lava-jato. Uma investigação profunda envolvendo os citados se faz necessária, afinal, os ditos “guardiões da Constituição” se transformaram em apadrinhados de políticos corruptos, basta só investigar e abrir a CPI Lava-TOGA.

Nada pessoal com nenhum deles, mas, custear uma casa de horrores que custa horrores de dinheiro não dá. Para cada ministro, 240 servidores, 2.440 funcionários para envergonhar o país. Desse tipo de resistência é que precisamos, atue como mediador, procure o Deputado e Senador para que vote pelo país, os interesses pessoais não podem sobrepor ao da coletividade.
Enquanto prefeituras, estados e municípios pagam uma conta alta, bilhões são gastos para atender interesses que não são da coletividade. Articulação deve ser sinônimo de debates. A reforma da previdência é necessária para a retomada do crescimento do país. Quanto a investigação, particularmente não há o que temer, afinal, todos somos iguais perante à Lei, pelo menos é o que reza à Constituição Federal.

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