domingo, 10 de março de 2019

Policiais, professores, médicos, acionem seus SINDICATOS contra o projeto dos Deputados na ALRN! #VetaFatima

Pagamentos de 13º a deputados estaduais do RN agora depende de sanção da governadora Fátima Bezerra. Foto: ALRN




Os Sindicatos dos Servidores do Estado do RN devem mobilizar e protestar contra os Deputados Estaduais da Assembleia do RN que aprovaram o projeto para receberem o 13° salário, inclusive retroativo a 2015. Quem perdeu as eleições também tem direito. 

Atualmente, um deputado estadual ganha R$ 25.322,25. Por ano, cada parlamentar recebe R$ 303.867 em salários. Ao todo, os 24 deputados ganham por ano R$ 7.292.808,00. Caso as férias anuais sejam pagas, cada deputado passará a contar com um terço de salário. Isso é R$ 8.440,75 a mais. No caso do 13º, cada um levará mais R$ 25.322,25. O total para cada parlamentar ficará em R$ 33.763,00.
Multiplicando isso para os 24 deputados, o total é de R$ 810.312,00. Pelo projeto, cuja íntegra foi publicada dia 19 de fevereiro no boletim da ALRN, os pagamentos devem passar a valer a partir das 61ª legislatura. Uma legislatura dura quatro anos. Atualmente, a Assembleia está na 62ª legislatura. Ou seja: o 13º e as férias – caso o projeto passe a valer – serão pagos retroativos ao ano de 2015. Mas naquele ano, a Assembleia já pagou 13º aos deputados.
A informação está no portal da Transparência do legislativo. O presidente da Casa, por exemplo, recebeu R$ 50.644,50; o que equivale aos R$ 25 mil por ser deputado mais os R$ 25 mil por estar na presidência do Legislativo. Agora, caso os pagamentos sejam realmente aprovados, o pagamento por parlamentar deve ser de pelo menos R$ 101.289, referente aos anos de 2016, 2017 e 2018. Se isso for pago a 24 deputados, o total será de R$ 2.430.936.
Absurdo, enquanto o estado do RN vive um caos administrativo com salários ainda atrasados, o visível balcão de negócios, décadas de corrupção no citado órgão, descrença nos políticos faz com que desperte no povo um sentimento de desaprovação e indignação. Só zoar na internet não vale, é preciso unir todas as classes para reivindicar direitos. Povo nas ruas, urgente!

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