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quarta-feira, 29 de abril de 2015

DESTAQUES: PREFEITO SÉRGIO EDUARDO E EQUIPE DA SECRETARIA DE TURISMO DE CARNAÚBA PARTICIPARAM DA 23ª REUNIÃO DO POLO

Haroldo, Setur, Wallace, Colina dos Flamboyeants, Haniere, Turismólogo, Célio SEBRAE-CURRAIS NOVOS, Damião Carlos, Guia Regional/Coordenador de Turismo, Dean Carvalho, Condutor de local de turismo, Secretário de Turismo do Estado do RN, Rui Gaspar, Sérgio Eduardo, prefeito de Carnaúba e Cirilo Carlos, Secretário de Cultura. 

Na manhã de hoje, (29) a prefeitura municipal, através  da equipe da Secretaria de Turismo de Carnaúba dos Dantas se fez presente na 23ª reunião ordinária do Polo Seridó, que realizou nas dependências do CDL em Currais Novos. Na ocasião, sem prometer o Secretário destacou à importância da interiorização/regionalização do turismo, fortalecendo e consolidando o destino Natal, porta de entrada e o marketing do turismo no Estado do RN. Em sua fala, o prefeito Sérgio Eduardo destacou o turismo como principal atividade econômica do Estado do RN e disse que depois da Saúde e Educação investirá no turismo, sobretudo fomentando e incentivando os empresários ligados ao trade. O discurso dos conselheiros foram unânimes falando a mesma língua no que concerne a união dos municípios em torno do polo. O destaque foi o projeto idealizado pelo professor/geólogo Doutor Marcos Nascimento, "O GEOPARK SERIDÓ," que abrange toda à geodiversidade e particularidade da região. Participaram os prefeitos Vilton Cunha, Currais Novos e João Maria, Lagoa Nova. 

Apesar do descaso do governo Rosalba, após quase dois anos sem reunião o auditório do CDL estava lotado, apenas confirmando o compromisso dos conselheiros do polo e, sem dúvida, um alento e um norte para que o sonho da consolidação da região do Seridó seja de fato uma realidade. 

Secretário do Turismo do Estado do RN, Ruy Gaspar apresentando as ações da SETUR e EMPROTUR

Secretário de Turismo Carlos Alberto, Carlinhos de Parelhas, foto Katiane, reprodução Facebook
Temilson, SENAC/Natal ao lado do professor Universitário e guia regional José da Paz


domingo, 28 de setembro de 2014

Pessoas ‘morrem’ nas redes sociais para protestar contra homofobia

Na última semana, vários usuários de redes sociais começaram a compartilhar a notícia da própria morte, decorrente de crimes relacionados à homofobia. As imagens, na verdade, fazem parte de uma campanha, batizada #eSEfosseEu. Qualquer um pode fazer uma montagem com alguma notícia sobre o assassinato um gay, de uma lésbica ou de uma travesti e usar a hashtag. A ideia é de dois amigos de São Paulo, Caio Locci e Gabriel Colombo, que querem chamar atenção para os assassinatos da população LGBT.
— Nas últimas semanas várias notícias de homofobia pularam no meu feed, e uma delas mexeu comigo, que foi o caso do cara que levou facadas no terminal Jabaquara, aqui em SP. Pensei: “Caramba, essa foi perto! Poderia ter acontecido comigo”. Imaginei como seria a reação das pessoas que me conhecem ao saberem que algo assim teria acontecido. Resolvi fazer a montagem com a minha foto e publiquei com um texto — conta Caio, de 28 anos.
Foto: Reprodução/Facebook
A foto pegou muita gente de surpresa. Algumas acreditaram que Caio tivesse morrido e outras acreditaram que era uma piada de mau gosto. Ao ver a imagem e a repercussão no perfil do amigo, Gabriel procurou Caio e criaram juntos a hashtag e a página do movimento.
— Mostrei a elas que a intenção era chamar a atenção pra algo que ignoramos no dia a dia, pelo simples fato de não ter sido com algum conhecido ou parente. Então começaram a entender e a gostar da ideia. Quando eu publico meus textos e notícias sobre homofobia, nem todo mundo dá atenção, mas essa foto foi assunto do dia. O mais interessante foi ver que, no geral, todo mundo se assusta com a notícia de um conhecido morto por homofobia, e isso é o que queremos, que as pessoas comecem a pensar que, se nada for feito, essa imagem pode um dia ser real!
Foto: Reprodução/Facebook
Caio não fala de uma realidade distante. Homossexual assumido, o analista de eventos conta que sempre sofreu agressões por conta de sua orientação sexual. Na escola, era vítima de bullyng e violência física por parte dos colegas. Ele conta que a afirmação de sua sexualidade ajudou a impor respeito, mas até hoje sofre com o preconceito.
— Durante minha infância e adolescência, sempre sofri o que hoje chamam de bullying, por ser mais delicado que os meninos, por brincar com meninas, por não gostar das mesmas coisas que os meninos. Depois de me assumir, ganhei mais respeito. Mas os xingamentos e piadas nunca terminam. Na minha época de escola, os meninos me empurravam, me davam esbarrões e viviam querendo que eu brigasse com eles, me xingando de bicha, viadinho, boiola, baitola, gayzinho. Pichavam os muros com “Caio gay” ou “Caio bicha” — relata o jovem.
Argentina participa da campanha
Argentina participa da campanha Foto: Reprodução/Facebook
Criada no dia 16 de setembro, a página já tem mais de 2.300 curtidas. Além de gays e lésbicas, heterossexuais também estão apoiando o movimento, que já tem contribuição até da Argentina.
— Todo dia morre um LGBT só por ser LGBT. Queremos que a homofobia seja criminalizada, e não vamos parar até conseguirmos. Já temos os haters, mas eles só mostra que estamos fazendo barulho e que viemos pra ficar. Ninguém vai nos parar. Hoje, pouco mais de uma semana do início do movimento, já somos mais de 2300 pessoas, no Brasil e no mundo, homossexuais, héteros, trans, casais, cristãos, ateus, evangélicos, enfim, todo mundo que quer um basta nessa violência descabida.




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