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terça-feira, 10 de abril de 2018

STF marca para dia 17 julgamento de denúncia contra Aécio Neves

Fátima Meira/Futura Press
Fátima Meira/Futura Press

O presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, marcou para o dia 17 deste mês o julgamento sobre a recebimento da denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) em um dos inquéritos resultantes da delação do empresário Joesley Batista, da JBS.
O relator do caso é o ministro Marco Aurélio Mello, que integra a Primeira Turma junto com Moraes, Luiz Fux, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso.
Segundo a denúncia, apresentada há mais de 10 meses, Aécio solicitou a Joesley Batista, em conversa gravada pela Polícia Federal (PF), R$ 2 milhões em propina, em troca de sua atuação política. O senador foi acusado pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, dos crimes de corrupção passiva e tentativa de obstruir a Justiça.
Após contestações da defesa de Aécio, a denúncia foi reiterada no fim do mês passado pela atual procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para quem a “o senador vilipendiou de forma decisiva o escopo de um mandato eletivo e não poupou esforços para, valendo-se do cargo público, atingir seus objetivos espúrios”.
Aécio Neves já negou diversas vezes qualquer irregularidade no pedido feito a Joesley Batista, alegando que a quantia dizia respeito a um empréstimo pessoal, sem nenhuma contrapartida em favor do empresário.
Também são alvos da mesma denúncia a irmã do senador, Andrea Neves, o primo dele, Frederico Pacheco, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrella (PMDB-MG) flagrado com dinheiro vivo. Todos foram acusados de corrupção passiva.
Defesa de Aécio
Em nota divulgada nesta terça-feira, o advogado Alberto Toron, que representa Aécio Neves, disse que o senador foi "vítima de uma situação forjada, arquitetada por criminosos confessos que, sob a orientação do então procurador Marcelo Miller, buscavam firmar um acordo de delação premiada fantástico".
Toron fez referência ao ex-procurador da República Marcelo Miller, suspeito de ter orientado indevidamente Joesley Batista na negociação do acordo de delação premiada do empresário.
"As provas revelam que o empréstimo pessoal feito ao senador não envolvia dinheiro público ou, como reconheceu a própria PGR, qualquer contrapartida. Assim, inexiste crime ou ilegalidade na conduta do senador Aécio", acrescenta o texto escrito pelo advogado.
Fonte: Felipe Pontes/Agência Brasil/Yahoo Notícias

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Recado ao congresso: vocês transformaram o estado democrático numa organização criminosa!



Teremos duas eleições importantes, de um lado um político que poderá ser salvo da cassação, o Senador Aécio Neves, que poderá ser absorvido de vez, já que o STF não cumpriu com seu dever. Que cada senador reflita, pense bem no que vão fazer, o país vive um estopim para que o povo retorne às ruas. A segunda será a votação pela continuidade da denúncia contra o presidente Michel Temer, por formação de quadrilha. Em resumo, a forma de fazer política neste país levou ao povo brasileiro ao descrédito, falta dinheiro para investir em saúde, educação e segurança pública, por outro lado, sobra recursos para "comprar deputados". Quanto custa está no poder? Resumindo, não tenho corruptos, tão pouco fã clube, a solução é fazer uma faxina geral em 2018!


Leia mais em  ÚLTIMO SEGUNDO


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Mensalão mineiro volta à pauta e assombra o senador Aécio Neves

Após prestar depoimento à Polícia Federal sobre o ‘mensalão tucano’, Aécio Neves foi também citado em outro escândalo. A Lista de Furnas

Por Redação – de Belo Horizonte e Brasília
Alvo de denúncias, vazamentos, suspeitas e indiciações em crimes como receptação de propina, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, o presidente nacional do PSDB e candidato derrotado à Presidência da República, em 2014, senador Aécio Neves (MG), volta à linha de tiro da Justiça. Ele integra o processo conhecido como ‘mensalão tucano’.
Nesta quinta-feira, publicada a decisão no Diário Oficial da Justiça, o ex-governador mineiro Eduardo Azeredo teve seus bens bloqueados.
Líder nacional do PSDB, o senador Aécio Neves foi, novamente, citado como beneficiário de um esquema de corrupção em Furnas
Líder nacional do PSDB, o senador Aécio Neves foi, novamente, citado como beneficiário de um esquema de corrupção em Furnas
Azeredo responde à ação de improbidade administrativa referente ao repasse de R$ 3 milhões para agências de publicidade. As empresas que receberam os valores pertenciam a Marcos Valério de Souza. Trata-se do réu, condenado no julgamento da Ação Penal 470 do Supremo Tribunal Federal (STF), a perto de 50 anos de cadeia.
Valério recebeu os valores desviados de estatais mineiras, para viabilizar economicamente o governo de Azeredo.
A sentença do desembargador Jair Varão, da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça mineira, está embasada na acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os procuradores encontraram indícios suficientes para sustentar a denúncia. Esta versa sobre o esquema de arrecadação ilegal de recursos para a campanha de reeleição de Azeredo, em 1998.
No mesmo processo, Neves figura como suspeito de integrar o esquema.

Aécio e o esquema

Varão atendeu a um recurso do Ministério Público Federal. O ato jurídico era contra uma sentença do juiz de primeira instância Adriano de Mesquita Carneiro, da 5.ª Vara de Fazenda Pública e Autarquias. Esta determinou o bloqueio de bens de Marcos Valério, do ex-senador e ex-vice-governador de Minas, Clésio Andrade (PMDB). Há, ainda, outros oito investigados no mensalão mineiro.
Em sua decisão, o desembargador aponta que Azeredo foi “o maior beneficiário da campanha eleitoral”. O magistrado não crê que Azeredo, já “ocupante do cargo de governador do Estado à época, não estava a par da origem dos recursos destinados à sua própria campanha eleitoral”.
O advogado Castellar Guimarães Neto, que defende Azeredo, afirmou não haverem indícios de irregularidades e que no julgamento do mérito da ação, os desembargadores confirmem a decisão do juiz de peimrra instância que manteve o tucano fora da ação de improbidade.
Azeredo já foi condenado anteriormente a 20 anos e dez meses de prisão em ação penal do ‘mensalão mineiro’. Foi considerado culpado pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Mas recorre da sentença, em liberdade.

Delação premiada

Aécio segue presente também na delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral. No documento, de 254 páginas, Neves é citado 17 vezes. A principal acusação feita por Amaral contra o senador mineiro envolve ainda um desdobramento do ‘mensalão tucano’.
Trata-se da lista de Furnas, divulgada em 2006. O texto traz uma relação de 156 políticos que, nas eleições de 2002, teriam recebido dinheiro de caixa 2 da Furnas Centrais Elétricas. É a empresa de capital misto subsidiária da Eletrobras, com participação acionária do governo mineiroi.
No depoimento de Amaral aos procuradores da força-tarefa, “um dos beneficiários dos valores ilícitos (de Furnas), sem dúvida, foi Aécio Neves”. Calcula-se que R$ 5,5 milhões tenham irrigado sua campanha para o Governo de Minas. O ex-senador também acusa o tucano de ter agido para atrasar investigações da CPI dos Correios, de 2005.
Neves já foi chamado a depor sobre a acusação, que visa elucidar o mensalão tucano, até então apontado como o embrião do mensalão petista.
Amaral também destacou em sua delação os laços de amizade entre Aécio e o presidente de Furnas, suposto operador do esquema de corrupção. Revela, assim, uma indicação a mais na evidência que o tucano recebeu dinheiro ilícito. “Dimas (Toledo, então presidente de Furnas( possui vínculo muito forte com Aécio Neves”, disse Amaral, em juízo.

‘Roubando muito’

Delcídio Amaral lembrou que, durante uma viagem a Campinas à bordo do avião presidencial, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva indagou-lhe sobre quem era Dimas. “É um profissional do setor elétrico, por que o senhor quer saber?”, teria respondido o então senador petista.
Na sequência, Lula disse que “o Janene (José Janene, ex-líder do PP na Câmara, morto em 2010) veio me pedir pela permanência dele. Depois o Aécio e até o PT, que era contra, já virou a favor da permanência. (Dimas) Deve estar roubando muito!”.
Na interpretação de Amaral, a frase de Lula indica que “seria necessário muito dinheiro para manter três grandes frentes de pagamentos (de propina) a três partidos”.
Além da lista de Furnas, o ex-senador implica Aécio Neves em um esquema para abafar a divulgação dos dados do Banco Rural. À época da CPI dos Correios, em 2005, o banco foi citado. Integraria o objetivo de ocultar “que a gênese do mensalão teria ocorrido em Minas Gerais”, diz trecho da delação.

Mensalão tucano

O chamado ‘mensalão tucano’ foi um esquema de corrupção. Nele, o qual o Banco Rural financiava, de forma fraudulenta, a campanha de Eduardo Azeredo (PSDB) nas eleições de MG em 1998.
Durante a CPI, Amaral era presidente da comissão, que havia aprovado a quebra do sigilo do banco.
“Curiosamente, quando foi feito este pedido de quebra dos sigilos do Banco Rural começou a surgir um certo incômodo por parte do PSDB”. O trecho consta da delação premiada. Mais à frente, ele afirma que “o então governador Aécio Neves era uma dessas pessoas incomodadas com essa quebra (…). Aécio Neves enviou emissários para que os prazos de entrega das quebras de sigilo fossem delongados”.
A desculpa apresentada pelo tucano foi a de que “não haveria tempo hábil para preparar essas respostas”.

Paraíso fiscal

Amaral também afirma ter ouvido de Janene que “Aécio Neves era beneficiário de uma fundação sediada em um paraíso fiscal, da qual ele seria dono ou controlador de fato”. O ex-petista prossegue, dizendo que a empresa seria sediada num paraíso fiscal de Liechtenstein, e estaria em nome de Aécio ou de sua mãe.
“Essa operação financeira teria sido estruturada por um doleiro do Rio de Janeiro”, diz o senador na delação, fazendo a ressalva de que “não sabe afirmar se há relação entre essa fundação e o mensalão mineiro ou a maquiagem do Banco Rural” disse Amaral, em depoimento a que teve acessa a reportagem do Correio do Brasil.
Aécio Neves classificou as citações, em nota, como mentirosas “que não se sustentam na realidade e se referem apenas a ‘ouvir dizer’ de terceiros”. E que “o PSDB não atuou na CPI dos Correios com o objetivo de proteger ninguém”. O texto também afirma que a Lista de Furnas “é falsa”.
Leia, adiante, a íntegra da nota do senador, expedida após as denúncias feitas em março do ano passado:
O senador Delcídio do Amaral citou o nome do senador Aécio Neves em três circunstâncias, todas elas falsas: São citações mentirosas que não se sustentam na realidade e se referem apenas a “ouvir dizer” de terceiros.
1 – Delcídio do Amaral se refere a uma fundação que a mãe do senador planejou criar no exterior. Trata-se de assunto requentado já amplamente divulgado nas redes petistas na internet e, inclusive, já investigado e arquivado pela Justiça e pelo Ministério Público Federal há vários anos.
O assunto em questão foi devidamente analisado e arquivado, há mais de cinco anos, em 2010. O arquivamento ocorreu após a Justiça Federal e o MPF do Rio de Janeiro constatarem a inexistência irregularidades. Não houve sequer abertura de ação penal.
Ano passado, membros do PT reuniram material divulgado na internet e voltaram a apresentar a mesma falsa denúncia à Procuradoria Geral da República. Após o fornecimento das informações, o assunto foi novamente arquivado. Desta vez pela PGR, mais uma vez constada a inexistência de qualquer irregularidade.

Contato

Em 2001, a mãe do senador Aécio Neves cogitou vender alguns imóveis e aplicar os recursos no exterior. No entanto, o projeto foi suspenso em função da doença do marido dela. E a fundação não chegou a ser implementada de fato.
Para o projeto, ela buscou a assessoria de um profissional que havia sido durante anos representante oficial de instituição financeira internacional, legalmente constituída no Brasil, sr. Norbert Muller. À época do contato, não existia qualquer razão para se duvidar da idoneidade profissional do representante.
Durante os seis anos em que o projeto ficou em suspenso (período entre assinatura dos primeiros documentos e o cancelamento definitivo do projeto, em 2007, em função do agravamento do estado de saúde de seu marido), a responsável fez dois pagamentos, em moeda nacional, e no Brasil, ao sr.
Muller, referentes a despesas cobradas por ele. Esses valores corresponderam a uma média anual de cerca de US$ 5 mil.

Imposto de Renda

Esses valores foram transferidos pelo representante para uma conta e corresponderam à totalidade dos depósitos realizados que foram integralmente consumidos em pagamentos de taxas e honorários. A conta nunca foi movimentada.
A criação da fundação foi devidamente declarada no Imposto de Renda da titular.
2 – Sobre a menção ao nome do senador Aécio com relação a Furnas, Delcídio repete o que vem sendo amplamente disseminado há anos pelo PT que tenta criar falsas acusações envolvendo nomes da oposição.
É curioso observar a contradição na fala do delator já que ao mesmo tempo em que ele diz que a lista de Furnas é falsa, ele afirma que houve recursos destinados a políticos.
3 – O delator relaciona o nome do senador Aécio ao Banco Rural no contexto da CPMI dos Correios. O senador jamais tratou com o delator Delcídio de nenhum assunto referente à CPMI dos Correios. Também jamais pediu a ninguém que o fizesse.

Investigações

Nunca manteve qualquer relação com o Banco Rural, teve conta corrente na instituição ou solicitou empréstimos.
É fácil demonstrar que o PSDB não atuou na CPMI dos Correios com o objetivo de proteger ninguém. Pelo contrário, pode ser comprovado o posicionamento do PSDB na CPMI em favor do aprofundamento das investigações de todas as denúncias feitas durante os trabalhos da Comissão, incluindo aquelas relacionadas a nomes de integrantes do partido.
Clique aqui para acessar  cópia da nota divulgada à época sobre o relatório final dos trabalhos da CPMI dos Correios, no qual é sugerido o indiciamento de integrantes do PSDB envolvidos.
Por fim, e ainda sobre esse assunto, é fácil demonstrar que Delcídio do Amaral não está falando a verdade. Ele diz que foi a Minas tratar com o então governador Aécio de assunto referente à CPMI. É mentira. O relatório final da CPMI data de abril de 2006. E a viagem de Delcídio a Minas ocorreu dois meses depois, no dia 7 de junho de 2006.
O que demonstra que ele não poderia ter tratado de assunto da CPMI já encerrada. Na verdade, o encontro ocorrido foi a pedido dele para tratar do apoio partidário a seu nome nas eleições estaduais, em 2006, quando ele pretendia ser candidato no Mato Grosso do Sul.
Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves

segunda-feira, 14 de março de 2016

O lado positivo das manifestações, Alckmin e Aécio foram expulsos dos protestos!

Os paladinos da moral e da ética tiveram que passar maus bocados durante as manifestações ontem (13) no movimento pró-impeachment contra a presidente Dilma. Foram hostilizados pelos manifestantes e os internautas não perdoaram, virou memes. No Rio Grande do Norte o Senador José Agripino do DEM também participou dos protestos. Agripino foi indiciado pela operação Sinal Fechado. Enfim, as máscaras estão caindo, isso demonstra que os movimentos são apartidários, entretanto, os problemas do país vão além do que à mídia marrom tem mostrado. Relembrando 1992 por muito menos do que isso Fernando Collor foi cassado, milhões de brasileiros induzidos pela toda PODEROSA conclamou a juventude a irem às ruas. Leia a matéria na íntegra do jornal O DIA

Eles foram hostilizados com gritos de 'bundões' e 'oportunistas'

O DIA
Rio - A irritação dos paulistas com a corrupção não se restringiu ao governo petista no protesto deste domingo. O governador de São Paulo Geraldo Alckmin e o senador por Minas Gerais, Aécio Neves, ambos do PSDB, ficaram apenas meia hora na manifestação na Avenida Paulista, no centro de São Paulo. Eles foram hostilizados com gritos de 'bundões'  e 'oportunistas'. 

Aécio Neves foi hostilizado e teve de deixar o protesto na Avenida Paulista
Foto: Efe

Ao estender a mão para cumprimentar um rapaz, Aécio passou por uma grande saia justa. O jovem disparou para o senador: "Ladrão! Você sabe que também é ladrão!".
Aécio e Alckmin desistiram de subir no carro de som do Movimento Brasil Livre (MBL), um dos organizadores do protesto, e foram embora escoltados por um grande grupo de seguranças.

Fonte: O DIA

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Terra da resistência, Mossoró também realiza ato de apoio a Aécio Neves

Depois de Natal realizar uma grande carreata em apoio a candidatura de Aécio Neves (PSDB) para presidente da República no último sábado (11), neste domingo (12) foi a vez de Mossoró, a terra da resistência, se unir em torno da “Onda Azul”. Centenas de veículos ocuparam às ruas da capital do Oeste para se manifestar a favor do tucano, também após um adesivaço com grande adesão popular.

Crianças, jovens, adultos, famílias inteiras trocaram o conforto do lar na noite deste domingo para mostrar a sociedade que também estão a favor da mudança com responsabilidade. Mais uma vez, os adesivos distribuídos pelo diretório municipal do PSDB, presidido pelo vereador Tassyo Mardonny, foram insuficientes para o tamanho da demanda espontânea.

Esta semana, novas ações estão sendo organizadas por voluntários em todas as regiões do Rio Grande do Norte. De terça-feira (07) até o último sábado (11), foram distribuídos no estado 100 mil adesivos para carros e 3 mil bandeiras de Aécio Neves. Quem desejar, pode pegar o seu na sede do PSDB em Natal, que fica na rua Cícero Azevedo, 28, Lagoa Seca.

BARCO D PT AFUNDANDO, O PRIMEIRO QUE ABANDONA SÃO OS RATOS, PMDB COMEÇA A DEIXAR O PARTIDO.

Indubitavelmente o PMDB é um partido que sempre estar à frente, entra e sai presidentes e lá está o partido. Pois bem, as divisões começam e a eminência de uma possível vitória do presidenciável Aécio Neves já começa uma migração de apoios. Uma parte com Dilma e outra com Aécio. Semelhantemente comparado à parábola. "Quando um barco está à deriva, próximo a naufragar os primeiros que fogem são os ratos. 




Fonte imagem: Blog do Aquiles/Texto: Voz do Povo

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Em Natal, Aécio Neves promete retomar o crescimento do Brasil

O candidato à presidência da República pelo PSDB, senador Aécio Neves, fez uma passagem por Natal nesta quinta-feira (21) marcada por bastante entusiasmo dos eleitores. Em visita à fábrica Guararapes, onde foi recebido pelo proprietário Nevaldo Rocha e seu filho Flávio Rocha, o presidenciável foi ovacionado pelos funcionários.
Ao lado do senador e coordenador da campanha, José Agripino Maia (DEM), e dos candidatos a deputado federal Rogério Marinho (PSDB) e Felipe Maia (DEM), Aécio conheceu as instalações da Guararapes, a maior indústria têxtil do Brasil, e reafirmou o compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento do país.
“Minha visita hoje ao Rio Grande do Norte é para reafirmar o compromisso do nosso governo com a retomada do crescimento do Brasil. Estivemos em uma indústria que é exemplo não apenas para o Brasil, mas também para fora do país. O grupo Guararapes demonstra que é possível, sim, competir no Brasil mesmo não tendo o governo condições de oferecer logística e a competitividade necessária para que sejamos cada vez mais competitivos”, afirmou Aécio Neves durante entrevista coletiva realizada na sede do PSDB no RN.
Segundo Aécio, o crescimento do Brasil virá “com a simplificação do sistema tributário”. “Quero também assumir o compromisso com um choque de logística e infraestrutura no Brasil, em especial na região Nordeste, para que quem produza aqui possa ter melhores condições de competir com quem produz em outras regiões do Brasil”.
A fábrica Guararapes é a maior empresa parceira do Pró-Sertão, projeto idealizado por Rogério Marinho enquanto secretário estadual de Desenvolvimento Econômico. O Pró-Sertão visa transformar a economia têxtil no RN, através da criação de facções no interior do Estado produzindo para empresas âncoras. Ao todo já são 35 facções distribuídas na região do Seridó.
Em entrevista à imprensa, Rogério destacou que a visita de Aécio Neves à Natal provou que o Rio Grande do Norte deu uma demonstração do desejo de mudança. “Essa foi apenas a primeira visita de Aécio ao Estado. O povo potiguar ainda terá outras oportunidades de conhecer melhor o único candidato capaz de recolocar o país no rumo do desenvolvimento”, afirmou.










Fotos: Alexandre Lago/PSDB-RN 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Aécio Neves volta à Natal quinta-feira (21)

O candidato à presidência da República pelo PSDB, senador Aécio Neves, confirmou uma nova visita à capital potiguar na próxima quinta-feira, 21. Aécio volta ao Rio Grande do Norte para cumprir a agenda que estava programada no dia 13 de agosto, mas foi cancelada após o tucano tomar conhecimento da queda do avião em que estava o presidenciável Eduardo Campo (PSB).
“O eleitor potiguar terá oportunidade de conhecer de perto o único candidato à presidência da República capaz de mudar o Brasil, e o Rio Grande do Norte com certeza dará sua contribuição para que o país retome o caminho do desenvolvimento”, destacou Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB-RN e candidato a deputado federal.
Conforme planejado anteriormente, a passagem de Aécio Neves por Natal irá contemplar uma visita à fábrica Guararapes, em Extremoz, coletiva de imprensa na sede do diretório estadual do PSDB no RN e caminhada pelo bairro do Alecrim.

Programação

12h50 – Visita à fábrica Guararapes, onde será recebido pelos empresários Nevaldo Rocha e Flávio Rocha (Rodovia RN-160, km 3 – Extremoz)
15h30 – Entrevista coletiva na sede do PSDB-RN (Rua Vereador Cícero Azevedo, nº 28 – Lagoa Seca, próximo ao Juvino Barreto)
16h30 – Caminhada no Bairro Alecrim e visita ao camelódromo (Saída na Avenida Amaro Barreto e chegada na Avenida Coronel Estevam)


Assessoria de Rogério Marinho/PSDB

quarta-feira, 22 de maio de 2013

TJMG confirma: Aécio Neves é réu e será julgado por desvio de R$4,3 bilhões da saúde

Antes de começar a ler, a notícia abaixo foi postada em 2013 e começou a viralizar como hoax, dessa forma, recomendo que você leia e divulgue esta aqui: http://livrevozdopovo.blogspot.com.br/2014/10/compartilhem-boataria-petista-os.html 

COMPARTILHEM: BOATARIA PETISTA, OS MILHÕES DESVIADOS POR AÉCIO E OUTROS BABADOS QUENTES ESPALHADOS PELA MILITÂNCIA



Governador de Minas Gerais é acusado de não cumprir o piso constitucional do financiamento do SUS entre 2003 e 2008 
Do site do deputado Rogério Correia 

Desembargadores negaram recurso da defesa de Aécio Neves e mantiveram ação por improbidade administrativa (Foto: Governo de Minas Gerais / Leo Drumond / Flickr)
Por três votos a zero, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu que o senador Aécio Neves continua réu em ação civil por improbidade administrativa movida contra ele pelo Ministério Público Estadual (MPE).
Aécio é investigado pelo desvio de R$ 4,3 bilhões da área da saúde em Minas e pelo não cumprimento do piso constitucional do financiamento do sistema público de saúde no período de 2003 a 2008, período em que ele foi governador do estado. O julgamento deverá acontecer ainda esse ano. Se culpado, o senador ficará inelegível.
Desde 2003, a bancada estadual do PT denuncia essa fraude e a falta de compromisso do governo de Minas com a saúde no estado. Conseqüência disso é o caos instaurado no sistema público de saúde, situação essa que tem se agravado com a atual e grave epidemia de dengue.
Recurso
Os desembargadores Bitencourt Marcondes, Alyrio Ramos e Edgard Penna Amorim negaram o provimento ao recurso solicitado por Aécio Neves para a extinção da ação por entenderem ser legítima a ação de improbidade diante da não aplicação do mínimo constitucional de 12% da receita do Estado na área da Saúde. Segundo eles, a atitude do ex-governador atenta aos princípios da administração pública já que “a conduta esperada do agente público é oposta, no sentido de cumprir norma constitucional que visa à melhoria dos serviços de saúde universais e gratuitos, como forma de inclusão social, erradicação e prevenção de doenças”.
A alegação do réu (Aécio) é a de não ter havido qualquer transferência de recursos do estado à COPASA para investimentos em saneamento básico,  já que esse teria sido originado de recursos próprios. Os fatos apurados demonstram, no entanto, a utilização de valores provenientes de tarifas da COPASA para serem contabilizados como investimento em saúde pública, em uma clara manobra para garantir o mínimo constitucional de 12%. A pergunta é: qual foi a destinação dada aos R$4,3 bilhões então?
Fonte: Revista Forum

terça-feira, 11 de setembro de 2012

SUGESTÃO - Aécio Neves: "Rogério está preparado para enfrentar problemas de Natal"


SUGESTÃO DE PAUTA
Natal, 11 de setembro de 2012

Aécio Neves: “Rogério está preparado
para enfrentar problemas de Natal”


  
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) saiu em apoio à candidatura do deputado federal Rogério Marinho (PSDB) a prefeito de Natal. O parlamentar mineiro, pré-candidato a presidência da República em 2014, foi um dos destaques do programa eleitoral de Rogério, que foi exibido nesta segunda-feira (10).

Em sua participação, Aécio destacou a qualidade de Rogério para administrar a capital potiguar. “Rogério está preparado mais que qualquer outro para enfrentar os problemas de Natal e colocar a cidade no rumo de um novo ciclo de desenvolvimento”, garantiu o senador.

Durante o programa, Rogério também apresentou o programa “Poupança de Incentivo ao Aprender”. A proposta é premiar 20% dos alunos com boa frequência e as melhores notas no ensino fundamental com uma poupança anual de meio salário mínimo.

“Está provado. Juntar educação e distribuição de renda melhora a vida das pessoas”, disse Rogério, ressaltando a viabilidade do projeto. “O custo total das poupanças será de R$ 1,7 milhão, menos de 1% do orçamento da Prefeitura para a educação”, revelou.

Rogério ainda destacou que mesmo sendo da oposição ao governo federal, não terá problemas para conseguir recursos federais ou estaduais caso seja eleito prefeito de Natal.

“Para bons projetos sempre existem recursos. Veja o Metrópole Digital, projeto que criei e a UFRN adotou. Foi feito com os recursos das minhas emendas no orçamento da união e esta aí, firme e forte, criando oportunidades para os jovens na área de ciência e tecnologia”, finalizou.


Texto: Leandro Leite

Mais informações:
Danilo Sá 
Assessoria de comunicação de Rogério Marinho