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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Bolsonaro promete 'abrir caixa-preta do BNDES' na primeira semana de governo

AFP/Evaristo
O presidente eleito Jair Bolsonaro reiterou nesta quinta-feira (8) a determinação de abrir os sigilos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tão logo assuma o governo em janeiro. Nas redes sociais, ele usou a expressão “abrir a caixa-preta”, que, segundo o presidente eleito, é um “anseio” dos brasileiros.

“Firmo o compromisso de iniciar o meu mandato determinado a abrir a caixa-preta do BNDES e revelar ao povo brasileiro o que foi feito com seu dinheiro nos últimos anos. Acredito que esse é um anseio de todos”, escreveu Bolsonaro, no Twitter.
Na quarta-feira (7), o presidente eleito afirmou que essa é uma prioridade para ele. “Vamos abrir todos os sigilos do BNDES, sem exceção. É o dinheiro do povo e nós temos que saber onde está sendo usado.”
O BNDES foi alvo de investigações da Polícia Federal, que indiciou os ex-ministros Guido Mantega e Antônio Palocci, o ex-presidente da instituição Luciano Coutinho, além do empresário Joesley Batista, da JBS, por suspeitas de operações ilícitas.
“O BNDES, da minha parte, vamos abrir todos os sigilos para vocês. Todos. Sem exceção”, disse ele a jornalistas após almoçar com o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), João Otávio Noronha.
O objetivo, segundo Bolsonaro, é tirar o sigilo dos dados do banco ainda em janeiro de 2019, logo após tomar posse.
“Na primeira semana, até para dar matéria, para vocês se preocuparem com outras coisas a não ser o presidente”, ressaltou.
O juiz Sergio Moro, futuro ministro da Justiça, viajou a Brasília e acompanhou o presidente ao evento no STJ. Ele saiu minutos antes do fim da reunião com Bolsonaro e Noronha e não respondeu a perguntas dos jornalistas.
Servidores do STJ pediram para tirar fotos com Bolsonaro quando ele chegou e saiu para a reunião. Ao término da entrevista coletiva, os funcionários aplaudiram o presidente eleito
Com Agência Brasil e Folhapress

sábado, 16 de dezembro de 2017

PT, governo de pobres? Banqueiros ou ditadores?


Depois do “gopi” Venezuela, Nicarágua e Equador se apressaram em romper relações diplomáticas com o Brasil. Estes escândalos não vem de agora, de 1998 pra cá os investimentos fora do país não pararam. A postagem a seguir foi extraída do portal Poder 360 e detalha o rombo. Confira o trecho da matéria e tire as conclusões! Será mesmo que o pobre foi prioridade ou foi usado para chegar o poder? Ainda não foi aberta a caixinha de pandora, entenda que a corrupção destruiu nosso país e algo tem que ser feito, por isso, antes de falar mal da lava-jato veja o montante que foi devolvido até agora entenda por que o governo Temer insiste em fazer o desmonte, com o indiciamento de desembargadores e gente grande envolvida junto com políticos. Desfazendo os mantras, elite, panela, etc. 

Odebrecht foi a principal beneficiada pelo BNDES em empreendimentos no exterior
Reprodução/Site Odebrecht
atualizado: 01.fev.2017 (quarta-feira) - 9h16
O BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) financiou R$ 14 bilhões para as principais empreiteiras brasileiras realizarem obras no exterior de 1998 a 2015. Do total, R$ 8,23 bilhões foram na gestão de Dilma Rousseff. O levantamento contou os valores nominais envolvidos, ou seja, sem corrigir a inflação do período.
Poder360 apurou os empréstimos concedidos a Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão no modelo pós-embarque, denominação do BNDES para os financiamentos na área de exportação. O montante faz parte do total aprovado. Os recursos são desembolsados de acordo com o cronograma de cada obra. financiamento-bndes
Constam da base de dados do banco transações feitas desde 1998. Antes de 2003, porém, elas eram menos significativas tanto em quantidade quanto em valores. Apenas Odebrecht e Andrade Guitierrez tiveram acesso a esses recursos no período. Emprestaram do BNDES, respectivamente, R$ 402,5 milhões e R$ 129 milhões.
A partir de 2003, as quantias se avolumaram, aumentando principalmente no governo Dilma.
A Odebrecht foi a maior beneficiada, com R$ 9,78 bilhões em empréstimos. De 2003 a 2010, foram cerca de R$ 3,15 bilhões em financiamento. Com Dilma no Planalto, a cifra chegou a R$ 5,7 bilhões. A empresa atuou em 9 países: Angola, Argentina, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Peru, República Dominicana e Venezuela.
Com informações: PODER 360

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Corrupção no BNDES tende a ser maior que o da Petrobras

É raro achar um político que goste de Helio Telho Corrêa Filho. Eles têm razão de não ter muita afeição pelo procurador da República: além de já passado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) deixando estragos em várias candidaturas com gastos suspeitos nas eleições de 2004 e 2006, ele não costuma “alisar” com a classe. O fato agravante é que ele usa as redes sociais para dizer o que pensa — e geralmente o que ele pensa é o antônimo do que um questionável ocupante de cargo público consideraria um elogio.
Dessa forma, ele consegue a antipatia de partidários de todas as correntes. Ser tido por tanta gente diversa como “persona non grata” não parece lhe incomodar. Pelo contrário: mostra que o alcance de seu rigor com a coisa pública é imparcial e acaba “doendo” em todos. Ao mesmo tempo em que mostra a vigilância necessária aos fatos sombrios demonstrada nas redes sociais, ele tem também um lado reservado: prefere não falar sobre questões pessoais. “Minha vida particular é muito pouco interessante”, desconversa, embora ele mesmo diga que quem o quer destratar o acusa de gostar de aparecer.
Ao receber o Jornal Opção em sua sala, Helio Telho fez questão de puxar alguns temas por conta própria — embora já estivessem também na pauta. O principal alvo foi a necessidade de uma reforma político-eleitoral adequada. “Hoje as lideranças políticas, sociais e religiosas, em sua maioria, vendem o apoio. Há até mesmo uma tabela. E a cada eleição isso está mais caro”, resume.
O escândalo da Petrobrás ganha outro nome pela boca do procurador: “petropina”, uma junção dos termos “petróleo” e “propina”. “A ‘Veja’ foi de uma criatividade sem tamanho usando o termo ‘petrolão’. O que há é a ‘petropina’, a Petrobrás estava prospectando petróleo com propina.” Mas o pior ainda está por vir, diz ele. “Nós ainda vamos ver o maior escândalo de corrupção. E será no BNDES. Se na Petrobrás havia o TCU [Tribunal de Contas da União] investigando e denunciando fraudes, do BNDES nós não temos nada, não sabemos nada”, alerta Helio Telho, que estabelece até um prazo máximo para os novos podres virem à tona: dois anos.

Clique AQUI e confira a matéria na íntegra.