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sábado, 18 de junho de 2016

Governo Temer paga Bolsa Família sem reajuste anunciado por Dilma

a dona de casa helena goes franco 69 com o neto wallace 5 mostra o cartao do beneficio do bolsa famlia a dona de casa francisca pedro da silva 59 mostra o cartao do beneficio do bolsa faO governo interino do presidente e Michel Temer não concedeu o reajuste de 9% previsto para este mês aos beneficiários do Bolsa Família.
A informação foi confirmada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, responsável pela gestão do programa, que atende 13,9 milhões de famílias no país –sendo metade delas no Nordeste.
O anúncio do reajuste aos beneficiários foi feito pela presidente Dilma Rousseff durante ato no dia 1º de maio, em São Paulo, poucos dias antes de ser afastada pelo Senado. “O governo Dilma ficou dois anos sem dar reajuste no Bolsa Família. Estamos fazendo uma avaliação nos cortes promovidos pelo governo anterior, que chegam a R$ 1,6 bilhão, para poder conceder o reajuste”, informou o ministério em nota aoUOL. O texto diz ainda que não há data para a conclusão de estudos sobre as possibilidades de reajuste do benefício.
Apesar da promessa da promessa de reajuste feita enquanto ainda exercia o cargo, Dilma não editou decreto autorizando e determinando o reajuste no benefício. O presidente interino, Michel Temer também não editou decreto nesse sentido.
O pagamento do benefício do mês de junho começou nesta sexta-feira (17), contemplando as famílias com número final de inscrição “1”. Ao todo, o pagamento do programa social ocorre em dez datas diferentes. Este mês, o calendário oficial vai até o dia 30 de junho, quando são pagos os beneficiários com número final “0”.
Quando anunciou a medida, Dilma explicou que a proposta estava prevista na proposta de orçamento enviada para o Congresso, em 2015. “Essa proposta estava prevista, e diante do quadro atual, tomamos medidas que garantem aumento na receita neste ano e nos próximos para viabilizar esse aumento no Bolsa Família. Tudo isso sem comprometer o cenário fiscal”, afirmou a então presidente.
Em Recife, a presidente afastada Dilma Rousseff comentou o não pagamento do reajuste e disse que se trata de “mesquinharia”.
“Não pagaram o reajuste do Bolsa Família, de 9%, que nós tínhamos deixado os recursos e aprovado direitinho, todas as condições para ser pago. Aí vocês vejam, quanto custa isso? Custa menos de R$ 1 bilhão, mas ao mesmo tempo vão e aumentam o deficit e dão aumento para todos que lhe interessam, que montam na casa de R$ 56 bilhões. Para o povo pobre, R$ 1 bilhão é muito; para os ricos, R$ 56 bilhões é pouco. É esse o governo da desigualdade, da mesquinharia com o nosso povo. Não pagar o reajuste do Bolsa Família é uma mesquinharia com o povo pobre desse país”, disse em discurso em ato em defesa pela democracia.
Ela ainda pediu mobilização para cobrar o seu retorno à Presidência. “Essa decisão e mostra a verdadeira alma, o verdadeiro intuito, o verdadeiro objetivo desse governo provisório, ilegítimo e interino, que é reduzir o máximo que puderem dos direitos conquistados, dos direitos sociais, dos direitos de cada um dos brasileiros, principalmente daqueles mais pobres. Nós vamos responder a isso dizendo ‘não’ a esse governo provisório, ilegítimo e usurpador.”
A reportagem do UOL entrou em contato na noite desta sexta-feira (17) com assessores do presidente Temer e do Palácio do Planalto para repercutir o discurso da presidente afastada, não houve retorno até as 20h
Segundo o professor de Economia da Universidade Federal de Alagoas e estudioso de programas sociais, Cícero Péricles, a suspensão do reajuste já era esperada e que terá um impacto negativo para os Estados do Nordeste, onde quase metade das famílias recebem o benefício.
“Os assessores deles já falavam em ‘focalização’ do programa, faziam críticas à malversação desses recursos. Era um claro discurso político preparatório para que o programa tivesse perdas reais. Essa suspensão tem um impacto regional forte. Não é verdade que o Bolsa Família que o Bolsa Família custe caro para o Brasil, ele significa apenas 0,5% do PIB [Produto Interno Buto] e ajuda quase 20% da população. É um custo-benefício muito bom para o país”, diz.
Via Montanhas em ação

sábado, 6 de fevereiro de 2016

PROPOSTA DE VEREADOR PAULISTA OBRIGARÁ O GOVERNO A DISTRIBUIR ABSORVENTES GRATUITOS PARA MULHERES DE BAIXA RENDA!

Uma nova proposta, do vereador paulista Laércio Benko, obrigará o governo a distribuir absorventes gratuitamente a mulheres de baixa renda. Em enquete recente promovida pelo Vote na Web, quase oitenta por cento da população apoia a medida. Essa visão sobre como deve funcionar o Estado é um dos maiores problemas do Brasil. Não adianta reclamarmos da política, enquanto a maioria da população ainda tiver certas crenças tão distorcidas sobre como as coisas realmente funcionam.
Em primeiro lugar, esclarecemos que o Ranking dos Políticos obviamente não é contra mulheres de baixa renda ter acesso a absorventes. É condição fundamental para a dignidade feminina que elas possam contar com esses produtos. No entanto, nos entristece ver que ainda não entendemos claramente que obrigar o governo a distribuir coisas é uma das piores formas de se fazer valer esse direito. É mais uma demonstração da expectativa das pessoas de que o Estado deve ser uma grande babá. Vai transar? Vale-camisinha. Menstruou? Vale-absorvente. Vai ao cinema? Meia-entrada. Morreu? Auxílio-funeral.
Na hora de comprar e distribuir coisas, o Estado é especialmente incompetente, vide todos os escândalos recentes envolvendo compras da Petrobras e de tantos outros órgãos públicos. Sem dúvida o mesmo ocorrerá na compra de absorventes. Na prática, acabarão sendo comprados produtos de péssima qualidade, a preços de produto de luxo. Boa parte do material será perdido, roubado ou estragado. A maioria dos postos de distribuição ficará sem produto, como ocorre hoje com tantos suprimentos essenciais deixados a cargo do governo.
E tudo isso não cai do céu. O produto será pago por todos, especialmente as mulheres mais pobres, que pagam impostos altíssimos, embutidos em tudo que elas compram.

A forma mais digna de se garantir acesso a absorventes para as mulheres de baixa renda é através do emprego criado pelo crescimento econômico. É ter renda para, de cabeça erguida, uma família poder comprar o que quiser, sem depender da sociedade. E isso só vem quando conseguirmos nos livrar da insanidade de obstáculos e bloqueios que o governo coloca pelo caminho. Nesse meio tempo, haverá muita gente sem condições, claro. Mas a melhor forma de ajudá-los não é criando mais um caro, confuso e ineficiente programa. O bolsa família é um sucesso e ajuda milhões de pessoas. Melhor aumentar um pouco o valor do que já existe e então as mulheres mais pobres do Brasil terão um dinheirinho a mais para comprarem o que elas realmente estiverem necessitando, sejam absorventes ou um pouco mais de feijão na mesa dos filhos. Elas sabem bem melhor do que o governo o que é mais importante para suas famílias.
Texto: extraído da página do Facebook RANKING DOS POLÍTICOS

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Polícia investiga máfia do Bolsa Família

A Polícia Federal deflagrou uma operação para reprimir a máfia que retém cartões do Bolsa Família nas cidades do Alto Solimões, no Amazonas.
Um grupo de 20 agentes recolheu, ao longo da semana passada, cartões de beneficiários indígenas do programa social que estavam em poder de nove comerciantes de Atalaia do Norte, município a 1.350 quilômetros por via fluvial de Manaus. O número de documentos apreendidos ainda está sendo contabilizado. A polícia recolheu também anotações de vendas, registros de senhas, cadernos de apontamentos de dívidas, comprovantes de saque e extratos bancários.
O mandado de busca e apreensão dos cartões foi expedido pela Justiça Federal em Tabatinga. Nos próximos dias, o delegado federal Vinícius Ferreira, coordenador da operação, ouvirá os comerciantes envolvidos no esquema. Eles poderão ser indiciados e responder a processos por crimes de apropriação indébita, estelionato em detrimento de instituições financeiras e furto. As investigações continuam em outros municípios com predomínio da população indígena. “A Polícia Federal vai coibir essa prática que desvirtua a proposta do programa social do governo”, afirmou Vinícius Ferreira. O delegado pretende ouvir ainda os indígenas que foram vítimas do grupo.
ctv-8wd-favela-amazonia dida-sampaio: Maria Kanamari conseguiu resgatar seu cartão
© Fornecido por Estadão Maria Kanamari conseguiu resgatar seu cartão

A operação foi posta nas ruas após semanas de investigação em Atalaia do Norte. A polícia já tem indícios de que o crime de reter os cartões ocorre também nas demais cidades amazonenses da região da tríplice fronteira do Brasil com a Colômbia e o Peru. As famílias entregam inclusive as senhas para os comerciantes. Eles mesmos vão à casa lotérica retirar o dinheiro do benefício e fazem o acompanhamento da movimentação das contas.
‘Sistema do barracão’
As dívidas das famílias beneficiadas pelo programa, porém, só aumentam. Varney da Silva Tavares Kanamari, presidente da Associação dos Kanamaris do Vale do Javari, afirma que os comerciantes inflam os preços dos produtos alimentícios para garantir o controle dos “parentes” que moram nas aldeias. Os comerciantes, por sua vez, argumentam que retêm os cartões como garantia de pagamento de dívidas. É o velho “sistema do barracão” do começo do século XX: o dono de seringal fornecia alimentos e outros produtos para seus empregados que, diante do aumento da dívida, não podiam deixar o trabalho sob pena de tortura e morte.
A história da máfia dos cartões do Bolsa Família em Atalaia do Norte foi contada no caderno especial e em multimídia para a internet Favela Amazônia, um novo retrato da floresta, publicado em 5 de julho pelo Estado. Por meio de textos, vídeos, fotografias e áudios, o jornal mostrou comerciantes que retinham cartões do Bolsa Família e da Previdência. O município tem o terceiro pior Índice de Desenvolvimento Humano do País e apresenta elevados índices de desnutrição e morte de crianças. Famílias vítimas do esquema relataram que não acompanham a movimentação da conta do benefício. A máfia tinha apoio de casas lotéricas.
Antes da publicação da reportagem, o jornal apresentou três vídeos de comerciantes que retinham cartões para a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello. Responsável pelo programa Bolsa Família, ela demonstrou indignação com o “crime” praticado pelo comércio do município e encaminhou a denúncia e apurações feitas depois por sua equipe para a Polícia Federal, em Brasília. 
Migração
No País, 133.161 famílias indígenas recebem o Bolsa Família. O programa levanta polêmicas no Alto Solimões. Beto Marubo, do movimento indígena da região, avalia que o benefício incentiva a migração de famílias do Território Indígena do Vale do Javari, área do tamanho do Estado de Santa Catarina, para a região urbana em Atalaia do Norte. “Os programas sociais do governo não entram nas aldeias”, ressalta. Ele observa que para sacar o dinheiro do Bolsa Família, os índios precisam fazer viagens de canoa de até duas semanas até o centro da cidade. Depois, não têm dinheiro para pagar o combustível da volta. 
Alguns índios conseguiram recuperar o cartão, como o casal Maria Rodrigues e Raimundo Kanamari, de Atalaia do Norte.
A partir da reportagem, o ministério aumentou o prazo de saque dos cartões de três para seis meses, permitindo que as famílias façam menos viagens ao ano. Técnicos do ministério avaliam outras propostas para evitar fraudes.
Fonte: Estadão/MSN

sábado, 27 de junho de 2015

DEPUTADO DEFENDE BOLSA EX-GAY PARA QUEM DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE

Durante audiência pública Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara para ouvir depoimento de pessoas que se classificam como ex-gays, o pastor e deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ) defendeu a concessão de um benefício mensal às pessoas que “deixaram a homossexualidade”.
ex-gay bolsa cura Sóstenes CavalcanteO deputado disse que iria apresentar um projeto de lei sugerindo a concessão do benefício que, na visão dele, seria nos moldes do Bolsa Família. Para ele, a assistência visa ajudar no auxílio psicológico das pessoas que “deixaram a homossexualidade”.
Os parlamentares integrantes da bancada evangélica também criticaram a Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que proíbe os psicólogos de colaborar com serviços voltados ao tratamento e à cura da homossexualidade.
A Câmara arquivou em julho de 2013 o projeto sobre tratamento da homossexualidade (Projeto de Decreto Legislativo 234/11), de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO). “Sustentei que o CFP diminuía o profissional de Psicologia com a norma. Não cabe ao conselho limitar o livre exercício da profissão”, afirmou Campos. Ele defendeu as instituições religiosas por acolher pessoas que deixaram de ser gays, por estarem “de portas abertas” enquanto instituições técnicas.
Para o autor do requerimento de realização da audiência pública, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), muitas pessoas que se declaram ex-homossexuais não teriam sido bem atendidas por psicólogos, pelo receio desses profissionais de ter o registro profissional cassado pelo CFP. “Por que o Estado ampara cirurgia de troca de sexo e não ampara quem quer deixar de ser [homossexual]?”, disse o deputado Marcos Rogério (PDT-RO).

Divergência

Durante as audiências, os chamados “ex-gays” ouvidos afirmaram que tornaram-se homossexuais porque foram abusados sexualmente na infância. O deputado Adelmo Carneiro Leão (PT-MG) criticou a tese. “Dizer que ninguém nasce homossexual não é uma verdade absoluta. Não podemos ousar dizer que o testemunho de todos vocês possa ser o parâmetro e o paradigma dos demais”, afirmou.
Leão também afirmou que o abuso sexual é um mal a ser combatido, assim como o preconceito. “Dizer que o homossexual é um doente é uma atitude preconceituosa”, afirmou. A declaração do deputado também foi muito aplaudida, por militantes em defesa da comunidade LGBT.
Fontes: Congresso em Foco (Wilson Lima) e Agência Câmara
Matéria extraída do blog PRAGMATISMO POLÍTICO

terça-feira, 3 de março de 2015

Câmara revoga “bolsa-patroa”, passagem aérea para cônjuge de deputado

Com a revogação, a utilização da cota volta a ser permitida para a emissão de bilhetes aéreos somente para os deputados e seus assessores de gabinete

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou hoje que a Mesa Diretora revogou a autorização de compra de passagens aéreas para cônjuges de deputados, apelidada nas redes sociais de “bolsa-patroa”.

- Quero informar a vocês que a Mesa Diretora se reuniu e, por unanimidade, decidiu revogar o ato que autorizou a concessão de passagens aéreas aos cônjuges - disse Cunha, após reunião para tratar exclusivamente da questão. A Mesa Diretora é o órgão responsável pela direção dos trabalhos da cCasa legislativa.

A permissão para compra de passagens tinha sido aprovada na semana passada. A decisão da Mesa Diretora autorizava os deputados a usar o valor da cota para pagar a passagem aérea do seu cônjuge, desde que o trajeto fosse entre o estado de origem e Brasília.

A autorização causou indignação e mobilizou as redes sociais. Um abaixo-assinado virtual, promovido pela Avaaz - organização não-governamental que defende causas sociais - já contava, até o fim da semana, com mais de 200 mil assinaturas.

- A sociedade demonstrou a sua contrariedade - disse Cunha.

Após a aprovação da permissão, quatro partidos (PT, PSDB, PSoL e PPS) já tinham anunciado que abririam mão do uso da verba para cônjuges. O Ministério Público Federal também chegou a entrar com um pedido de ação civil pública contra a iniciativa.

- Não podemos fechar os olhos ao entendimento que a sociedade teve e resolvemos revogar - completou.

Com a revogação, a utilização da cota volta a ser permitida para a emissão de bilhetes aéreos somente para os deputados e seus assessores de gabinete. De acordo com o presidente da Casa, eventuais excepcionalidades serão analisadas pela Mesa Diretora, “caso a caso, se assim alguém requerer”.

Cunha citou como exemplo a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) que, em virtude de ser tetraplégica, conseguiu autorização para que a cota também fosse utilizada na compra de passagens para acompanhante.

Em virtude da repercussão da medida, Cunha havia anunciado ontem a possibilidade de a Mesa Diretora recuar da decisão do último dia 25, quando também foi anunciado o reajuste de diversas verbas parlamentares, incluindo a de gabinete, que passa de R$ 78 mil para R$ 92.053 mensais. O auxílio-moradia subiu de R$ 3,8 mil para R$ 4,2 mil.

Além desses, o chamado cotão (verba indenizatória) teve reajuste de 8%, passando de R$ 27.977,26 para R$ 30.215,44, o menor valor recebido por deputados, no caso os do Distrito Federal. O maior é destinado aos deputados de Roraima e passará de R$ 41.612,80 para R$ 44.941,62.

FONTE: Agência Brasil/ Extraída do blog NP Oficial

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Consolo para mulheres traídas: Projeto no Senado cria a “Bolsa Amante”

Grasielle Castro
Correio Braziliense
A possibilidade de incluir o relacionamento extraconjugal no rol de responsabilizações de uma pessoa e, por consequência, reconhecer juridicamente o (a) amante tem ajudado a levantar a discussão em torno do Projeto de Lei nº 470/13, que altera o Código Civil e cria o Estatuto das Famílias. A proposta, de autoria da senadora Lídice da Mata (PSB-BA), estabelece que as pessoas integrantes da entidade familiar têm o dever recíproco de assistência, amparo material e moral, sendo obrigadas a concorrer, na proporção de suas condições financeiras e econômicas, para a manutenção da família. Mas acrescenta que “a pessoa casada, ou que viva em união estável, e que constitua relacionamento familiar paralelo com outra pessoa, é responsável por esses mesmos deveres, e, se for o caso, por danos materiais e morais”.
Só de ouvir falar em dar direito às amantes ou aos amantes, o casal formado pela bancária Bruna Medeiros, 19 anos, e pelo estudante, Lucas Vinícius, 21 anos, responde de bate-pronto que são contra. O argumento sustentado pelos dois é o mesmo usado por boa parte das pessoas que não concordam com a alteração na legislação: “A amante acaba com a vida de várias pessoas, da esposa, dos filhos e ainda vai ser amparada? Não acho justo”, explica Bruna.
A situação, na opinião do casal, fica mais delicada se levar em conta a diferença de papéis do cônjuge titular e do paralelo. “A amante só divide os momentos bons. Quem ampara e dá suporte nas horas difíceis é a esposa. É ela quem está lá todos os dias dando suporte e ajudando a construir o patrimônio do casal. Ela não deveria ter direito sobre isso”, alerta Lucas. Para Bruna, o momento compartilhado com a amante é, na verdade, em que a confiança do casal se perde. “Não tem parte boa. Há uma ameaça à família”, emenda.
DESESTÍMULO À POLIGAMIA
O advogado Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), alerta para a responsabilização de cada um. Segundo ele, o projeto desestimula o relacionamento fora do casamento. “Hoje, é fácil ter mais de uma família. Um homem que tem uma amante, por exemplo, não tem dever nenhum com ela e acaba levando vantagem com isso. Se ele tiver a consciência de que estará construindo outra família e terá que arcar com isso e dividir o patrimônio, ele pensará duas vezes”, explica.
De acordo com ele, a ideia não é legitimar a poligamia, mas abrir os olhos para uma situação comum no país. “Hoje, a amante não tem direito a nada, tem gente que tem outra família por anos e essa família paralela tem sido condenada a uma invisibilidade moral e jurídica. Isso é negar uma realidade que já existe. Quem faz parte desses relacionamentos precisa ser responsabilizado”, acrescenta.
Extraído do blog MONTANHAS EM AÇÃO

domingo, 4 de janeiro de 2015

UTILIDADE PÚBLICA: BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA TEM ATÉ DIA 16 PARA ATUALIZAR CADASTRO

Beneficiários do Bolsa Família que receberam aviso no extrato de pagamento devem atualizar os dados no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal até o dia 16 de janeiro. A atualização deve ser feita com documentos pessoais e dos demais integrantes da família.
Quem recebeu o aviso e não atualizar as informações poderá ter o beneficio bloqueado a partir de fevereiro. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome, até novembro, dos 1,2 milhão de beneficiários que devem recadastrar os dados, 709,7 mil haviam procurado os gestores do programa para a atualização.
A revisão é feita todos os anos com foco nos beneficiários que não atualizam os dados no Cadastro Único há mais de dois anos. Quem não recebeu o aviso no extrato de pagamento está com as informações em dia.
Todos os beneficiários do programa devem atualizar o cadastro voluntariamente a cada dois anos ou a cada vez que nascer um filho, houver mudança de escola, alteração no endereço residencial ou qualquer informação relevante.
Além do Bolsa Família, a falta de atualização do cadastro implica perda de outros benefícios, como a tarifa social de energia elétrica.

sábado, 30 de agosto de 2014

ATENÇÃO CARNAÚBA: A Polícia Federal continua as investigações em busca de beneficiários que receberam indevidamente os recursos do Bolsa Família.

Vale salientar que a Polícia Federal continua as investigações em busca de beneficiários que receberam indevidamente os recursos do Bolsa Família.

 

A Prefeitura de Cajazeiras e Secretaria de Cidadania e Promoção Social comunica que a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, através do Departamento de Operação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome realizou uma auditoria para investigar os casos de famílias que estavam recebendo o Bolsa Família indevidamente na cidade de Cajazeiras.

Mediante apuração dessas irregularidades, o MDS determinou, através de condenação judicial, que estas famílias devolvam todo o dinheiro que receberam durante o período que estavam sendo beneficiadas pelo programa.

A SENARC/MDS já enviou toda a documentação para a sede local do Bolsa Família com as devidas instruções para que estas famílias sejam comunicadas e efetuem a devolução de todo o dinheiro ou estarão sujeitas as penalidades no rigor da lei.

Vale salientar que a Política Federal continua as investigações em busca de beneficiários que receberam indevidamente os recursos do Bolsa Família.

O papel da Prefeitura de Cajazeiras e Secretaria de Cidadania e Promoção Social é colaborar com as investigações e contribuir para a lisura do programa na cidade de Cajazeiras.

A Secretaria de Cidadania e Promoção Social esclarece também, que o processo de apuração de irregularidades e cortes no Bolsa Família está sendo realizado diretamente pelo MDS que aperfeiçoou e aprimorou o sistema de investigação.

Segundo consta no relatório oficial do MDS, estas famílias que estão sendo condenadas a devolver recursos foram inseridas de forma irregular nos anos de 2011 e 2012 no Bolsa Família de Cajazeiras.

FONTE: Diário do Sertão/Extraído do blog SABUGI EM DESTAQUE

domingo, 1 de junho de 2014

A demagogia de Aécio com Bolsa-Família


Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

A Ministra Teresa Campelo dá no Blog do Planalto uma série de explicações sobre a inconveniência do projeto do senador Aécio Neves que estende por seis meses o benefício do Bolsa-Família aos beneficiários que obtiverem uma fonte de renda, independentemente de seu valor.

Ao final, reproduzo o vídeo da Ministra.

Mas há algo que precisa ser mostrado para que as pessoas entendam como o projeto de Aécio é ruim e tem, apenas, o objetivo de apresentá-lo como “amigo” do Bolsa-Família e dos pobres.

É que receber o Bolsa-Família nada tem a ver com o fato de a pessoa estar ou não desempregada.

Não é um seguro-desemprego.

Tem a ver com a renda por pessoa da família ser inferior a R$ 140 por mês.

Um trabalhador de salário-mínimo com mulher desempregada e três filhos, por exemplo, tem direito ao Bolsa-Família porque a renda da família (R$724) dividida pelos seus membros (5) é R$ 144,80, menos que o limite de R$ 154 per capita do programa.

Mas se aquele cidadão conseguir um emprego de R$ 1.000, perde o benefício?

Não, o beneficio continua por mais dois anos – e não os seis meses previstos no projeto de Aécio.

Hoje, existem1,26 milhão de família que se beneficiam desta regra, chamada de “regra de permanência, como você pode ver no quadro acima) e 80% delas não teriam direito caso a permanência fosse universal, como previsto no projeto, por seis meses apenas.

Agora imaginemos que o mesmo trabalhador conseguisse um emprego de R$ 1,.900.

Aí, sim, ele pararia de receber o Bolsa-Família, porque este salário (com a renda per capita de meio salário mínimo) não é mais considerado dentro de um universo de pobreza no Brasil.

Mas ele não vai ficar com medo de aceitar o emprego, ser demitido pouco tempo depois e ficar sem o Bolsa-Família?

Não, porque existe o Desligamento Voluntário/Retorno Garantido um possibilita que as famílias que tiveram aumento de renda peçam o desligamento voluntário do programa, mas que possa voltar imediatamente, no caso de sua renda voltar a variar para baixo.

Pelo projeto de Aécio, em tese, seria possível uma família ter renda de 3, 4, 5 mil reais ou ainda mais poderiam receber por seis meses ainda o dinheiro do Bolsa-Família, numa situação inconcebível para qualquer um que leve a sério programas de transferência de renda.

Quanto a exigir curso de qualificação profissional para todos os adultos que estiverem recebendo Bolsa-Família, é uma sandice sem tamanho. São 20 milhões de pessoas e onde se vai achar vaga para qualificar tanta gente, perto de suas casas (sem gerar, portanto, gasto de transporte), com compatibilidade de curso e horário. Sem falar nas pessoas que querem os curtos oferecidos agora no Pronatec e que não estão entre os beneficiários do Bolsa-Família, os desempregados que já tem de cursar para manter o seguro desemprego, etc…

Falta seriedade ao Senador, que pratica sua ojeriza aos programas sociais com aquela máxima do tempo da minha avó: o melhor inimigo do bom é o ótimo…



Extraído do blog do Miro

domingo, 12 de janeiro de 2014

SENADO APROVA BOLSA DE 2 MIL PARA GARROTAS DE PROGRAMAS

É verdade que o governo irá pagar um auxílio no valor de R$ 2.000,00 para as garotas de programa? Descubra tudo sobre essa notícia aqui!
A história apareceu na web na segunda quinzena de maio de 2013 e afirma que uma proposta de autoria da senadora Maria Rita – do Partido dos Trabalhadores – teria sido aprovada por maioria de votos para que se fosse criada uma bolsa mensal no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para garotas de programa em todo país.
Muitos sites e blogs, além de diversos usuários do Facebook, publicaram a notícia e teve gente contra e a favor da criação do benefício.
De acordo com a notícia, “O objetivo da bolsa é dar a essas mulheres a possibilidade de terem uma vida mais digna, pois o dinheiro deve ser prioritariamente utilizado com prevenção de doenças” e que o dinheiro ajudaria a “disponibilizar pra clientela um serviço de melhor qualidade, já que as meninas poderão se cuidar melhor, pagar tratamentos estéticos, frequentar academias etc.”.
Senado aprova o Bolsa Garota de Programa! Verdadeiro ou falso? (foto: Divulgação)
Senado aprova o Bolsa Garota de Programa! Verdadeiro ou falso? (foto: Divulgação)

Verdadeiro ou falso?

Como já mostramos muitas vezes aqui no E-farsas, todo boato virtual possui algumas características bem peculiares como, por exemplo:
  • Não é datado
    • O texto que circula por aí afirma apenas que o tal projeto da senadora teria sido aprovado “essa tarde”
  • Cita nomes de pessoas com cargos importantes para dar mais credibilidade ao texto
    • No caso, foi usado o nome da senadora Ana Rita (em algumas versões, o nome foi trocado para “Maria Rita”)
Além disso, o “artigo” trata de um assunto que interessa bastante gente, ainda mais na ocasião em que muito se falou a respeito do boato do fim do auxílio Bolsa Família…

Essa história é falsa e, inclusive, já foi desmentida pela própria senadora em seu blog. Em nota, a assessoria de imprensa da senadora Ana Rita diz que:
[...] O referido projeto não é de sua autoria, além de nunca ter tramitado no Senado Federal. Informamos, ainda, que a senadora já tomou as devidas providências junto à Procuradoria Geral do Senado, a Polícia do Senado e à Polícia Federal. Em caso de dúvidas, solicitamos acesso à relação dos Projetos de Lei apresentados pela senadora, conforme consta no link abaixo:

Origens

Essa história de “Bolsa Garota de Programa” foi publicada no dia 10 de maio de 2013 pelo blog de notícias humorísticas do Joselito Muller! Logo no topo da publicação há um aviso de que o que há ali nada mais é do que humor… O próprio texto deixa indícios de que tudo não passou de mais uma brincadeira do blogueiro.
Reprodução da matéria no blog humorístico Joselito Muller
Reprodução da matéria no blog humorístico Joselito Muller
Acontece que outros blogs e sites republicaram o artigo e, fora de contexto, muita gente passou a acreditar e espalhar a “notícia”. Nascia aí mais um boato da web!
Uma semana depois, o autor da brincadeira publicou uma nota de esclarecimento onde ele explica que tinha certeza de que “seus leitores iriam perceber que o texto referido é uma sátira ao que vem acontecendo hoje no país” e que ele admite que errou ao colocar o nome da senadora Ana Rita, por isso, mudou o nome da senadora em seu post.

Conclusão

O Senado não aprovou nenhum auxílio para garotas de programa no Brasil. Tudo não passou de um artigo bem-humorado em um blog humorístico.



CRÉDITOS: E-FARSAS

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

VERGONHA! MAIS DE 2 MIL POLÍTICOS ELEITOS EM 2012 FLAGRADOS RECEBENDO BOLSA FAMÍLIA


Um total de 2.168 políticos eleitos no ano passado e que assumiram cargos de prefeito e vereador no início do ano foram flagrados pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) como beneficiários do programa Bolsa Família, do governo federal, no primeiro semestre deste ano. Após detectar esses casos, o governo bloqueou o benefício de todos eles.


Pela primeira vez, o ministério fez o cruzamento da folha de pagamentos do programa de transferência de renda com a base de dados de uma eleição municipal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa verificação durou aproximadamente um semestre. Segundo a pasta, a iniciativa visava evitar que “políticos eleitos empossados estivessem na condição de beneficiários do Bolsa Família”.

Apesar de tentar vetar a prática, o governo reconhece que houve pagamentos a políticos com cargo eletivo no início do ano. Todos os 2,1 mil políticos flagrados pelo Ministério do Desenvolvimento Social foram obrigados a ressarcir os cofres públicos, conforme informações do ministério.

De acordo com o artigo 25 do decreto 5.209/04, que regulamenta o Bolsa Família, o beneficiário do programa perde o direito ao recebimento quando ocorre “posse em cargo eletivo remunerado, de qualquer uma das três esferas de governo”. O Ministério do Desenvolvimento Social não divulgou informações detalhadas sobre o cancelamento de benefícios por cidade ou estado.

Li no blog ICEM CARAÚBAS

sexta-feira, 12 de julho de 2013

BOLSA FACEBOOK, JÁ RECEBEU SEU BOLETO?



Na rede rola tudo, então já acabaram de inventar o BOLSA FACEBOOK e acredite, tem gente interessada em receber esta bolada. Copie, curta e compartilhe, nada melhor de dar umas boas risadas. Já saquei o meu, e você, está esperando o que!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Após boato, Caixa totaliza R$ 152 mi em 900 mil saques do Bolsa Família


Beneficiários correram a agências após boato de que programa iria acabar.
Governo desmentiu boatos, e Polícia Federal abriu inquérito para apurar.


A Caixa Econômica Federal informou nesta segunda (20) que foram efetuados no sábado e no domingo cerca de 900 mil saques de benefícios do Bolsa Família, que contabilizaram R$ 152 milhões.
Rumores sobre a suspensão de pagamentos do Bolsa Família e também sobre um inexistente bônus pelo Dia das Mães levaram milhares de beneficiários a procurar no final de semana agências da Caixa Econômica Federal, o que gerou filas e tumultos em pontos de saque em 12 estados.
Nesses estados, beneficiários correram às lotéricas e agências após o boato de que o recebimento de valores do programa só seria feito até este sábado. Foram registradas longas filas e tumultos em diversos pontos de saque, principalmente em cidades do Nordeste e do Norte.
A origem dos boatos ainda é desconhecida – a Polícia Federal abriu inquérito para apurar o caso.
Para este ano, o Ministério do Desenvolvimento Social destinou R$ 24 bilhões para o pagamento de benefícios do programa Bolsa Família.
Nesta segunda, em Pernambuco, a presidente Dilma Rousseff classificou como "desumano" e "criminoso" o autor dos boatos.
Via G1 Portal de Notícias

domingo, 19 de maio de 2013

Falsa notícia do fim do Bolsa Família leva centenas de pessoas à Caixa Econômica de Caicó


Centenas de pessoas “correram” para a agência da Caixa Econômica Federal de Caicó neste domingo (19). Todos queriam sacar o benefício do Bolsa Familia enquanto era tempo. O tumulto foi causado após a divulgação de uma falsa notícia de que o beneficio do Governo Federal seria suspenso por tempo indeterminado. Como nem todos estão conseguindo sacar o dinheiro, alguns chegaram a praticar desordens dentro do local destinado aos terminais da agência. Três guarnições da PM permanecem no local tentando acalmar os ânimos.
Veja a noticia que desmente o fim do Bolsa-Família
Ministra disse que está mantido o calendário normal de pagamentos
O falso boato sobre a suspensão dos pagamentos do Bolsa Família chegou a pelo menos 12 estados, segundo informou neste domingo (19) o Ministério do Desenvolvimento Social, responsável pelo programa. A falsa informação, já desmentida pelo governo, se espalhou em várias regiões do país e gerou tumulto, com beneficiários correndo às agências da Caixa para sacar dinheiro do programa.
Até por volta de 14h50 deste domingo, a pasta havia contabilizado problemas em ao menos 113 agências da Caixa, sendo o Ceará o estado mais afetado. Houve registro de tumulto em 9 agências em Alagoas, 15 na Bahia, 14 em Pernambuco, 18 na Paraíba, 34 no Ceará, 8 no Piauí e 13 no Maranhão. Também foram afetadas agências de Sergipe e Rio Grande do Norte, mas o número ainda não foi fechado. Apesar de ter confirmado incialmente casos no Amazonas, Pará e Rio de Janeiro, até a última atualização desta reportagem o ministério não tinha o número de locais por onde o boato se espalhou nesses estados.
Em entrevista à imprensa, a ministra da Desenvolvimento Social, Tereza Campello, reiterou neste domingo (19) que "não existe qualquer possibilidade" de suspensão do programa Bolsa Família. “Não existe qualquer possibilidade de suspensão ou de alteração do Bolsa Família. O bolsa família está sendo e continuará sendo pago em dia, segundo o calendário”, declarou a ministra.

Ministra pede que população siga o calendário de saques do Bolsa Família Clique AQUI.