Anuncie (+5584) 98844-3297, Carlos, moderador do blog Livre Voz do Povo e guia de turismo carlosrn31@yahoo.com.br. Em consonância com à democracia, caso queira reclamar ou direito de resposta estamos às ordens. Divulgue o blog nas redes sociais.
A defesa do deputado cassado Eduardo Cunha(PMDB-RJ), avisou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que ele vai delatar, finalmente. A informação foi publicada na coluna Radar, da revista Veja.
Os advogados de Cunha, segundo a publicação, saíram da reunião com os procuradores dizendo que agora começarão a colher as informações que o ex-deputado tem para entregar.
Ele foi condenado pelo juiz Sérgio Moro em março deste ano a 15 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem e evasão de divisas no caso que envolve a compra do campo petrolífero de Benin, na África, pela Petrobras, em 2011.
A compra do campo foi feita por 34,5 milhões de dólares, dos quais o peemedebista teria recebido 1,5 milhão de dólares. O negócio foi capitaneado pela Diretoria Internacional da estatal.
O ex-deputado também é alvo de outros inquéritos e sua delação à Polícia Federal é bastante aguardada porque deve envolver nomes importantes do governo do presidente Michel Temer.
A PF (Polícia Federal) abrirá um processo disciplinar contra o agente Lucas Valença, conhecido o Hispter da Federal, por dar entrevistas sem autorização da corporação, o que desrespeita normas da PF. A informação é da Revista Época.
O agente participou do programa Encontro com Fátima Bernardes. Ele ficou conhecido após escoltar o ex-deputado Eduardo Cunha para o embarque no avião da PF que pousou em Curitiba.
Segundo a revista, Valença afirmou que não podia dar detalhes sobre seu trabalho durante o programa de Fátima, mas confirmou com a cabeça que acompanhou Cunha no voo.
Pelas regras da PF, é proibido dar declarações relacionadas ao trabalho no órgão sem consentimento da instituição.
O agente também posou e deu entrevistas para o Ego.
JÁ FOI AFASTADO
O agente já havia sido afastado do Comando de Operações Táticas (COT), a força de elite da instituição, por ter utilizado uma lancha sem o aval de seus superiores.
Ele responde por um processo administrativo em razão desse episódio.
Significado da palavra Hipster!
O que é Hipster:
Hipster é uma palavra inglesa usada para descrever um grupo de pessoas com estilo próprio e que habitualmente inventa moda, determinando novas tendências alternativas.
O termo deriva de “hip”, um adjetivo inglês usado desde a década de 1940 com o significado de “descolado” ou “inovador”, designando os jovens brancos e ricos que imitavam o estilo dos negros do jazz.
No início de 2000, a palavra surgiu para classificar um grupo de pessoas que na maior parte das vezes tem entre 15 e 25 anos, geralmente de classe média, que combina peças de roupa de estilo moderno e vintage, compondo um look original.
Para criar o estilo extravagante, os hipsters resgataram alguns acessórios antigos como chapéus fedora e óculos escuros modelo wayfarer. As calças skinny, poá e alguns padrões de xadrez são destaque em suas roupas.
Normalmente os hipsters têm um gosto musical bastante distinto, não gostando de bandas e músicas muito comerciais. Normalmente gostam de ouvir Tom Waitts, Bob Dylan e bandas de rock alternativas. Têm preferência por filmes antigos e adoram frequentar brechós, feirinhas, galerias de arte e museus.
Gostam de contrariar as convenções sociais, têm antipatia pela cultura comercial dominante e procuram resgatar as culturas populares locais. São contra aquilo que é descrito em inglês como mainstream, palavra que descreve os costumes, tendências e modas mais populares e seguidas pela maioria.
Se para alguns, os hipsters se vestem de um jeito inusitado e autêntico, para outros são classificados como cafonas, com visual afetado e criadores de combinações desastrosas.
Fontes: Matéria Yahoo Notícias com informações adicionais SIGNIFICADOS
O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi preso nesta quarta-feira (19), em Brasília, segundo aGloboNews. A previsão da Polícia Federal (PF) é a de que Cunha chegue a Curitiba no fim desta tarde. A prisão dele é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado.
A decisão foi tomada no processo em que Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. Na segunda-feira (17), Moro intimou Cunha e deu 10 dias para que os advogados protocolassem defesa prévia.
O G1 tenta contato com a defesa do ex-presidente da Câmara.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), em liberdade, Cunha representa risco à instrução do processo e à ordem pública. Além disso, os procuradores argumentaram que "há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior" e da dupla nacionalidade – Cunha tem passaporte italiano.
Para embasar o pedido de prisão do ex-presidente da Câmara, a força-tarefa da Operação Lava Jato listou atitudes, que conforme os procuradores, foram adotadas por Cunha para atrapalhar as investigações.
Entre elas, a convocação pela CPI da Petrobras da advogada Beatriz Catta Preta, que atuou como defensora do lobista e colaborador da Lava Jato Julio Camargo, responsável pelo depoimento que acusou Cunha de ter recebido propina da Petrobras.
O peemedebista perdeu o mandato de deputado federal em setembro, após ser cassado pelo plenário da Câmara. Com isso, ele perdeu o foro privilegiado, que é o direito de ser processado e julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).
Como o STF já havia aceitado a denúncia, Moro apenas vai continuar o julgamento do caso, a partir de onde o processo parou na Suprema Corte.
O processo foi transferido para a 13ª Vara da Justiça Federal no Paraná após Cunha perder o mandato de deputado federal.
Junto com o cargo, ele também perdeu o direito à prerrogativa de foro - o chamado foro privilegiado, que lhe garantia a possibilidade de ser julgado apenas pelo STF.
Agora, toda a ação penal contra o ex-deputado deverá correr nos trâmites normais do Judiciário para qualquer cidadão. Isso significa que o julgamento contra Cunha poderá passar por todas as instâncias até que seja definida uma condenação.
No despacho em que recebeu a denúncia, Moro fez questão de lembrar que o MPF retirou a acusação de crime eleitoral contra Eduardo Cunha. O motivo, segundo o juiz, foi o fato de que a Justiça Federal não poderia julgar crimes eleitorais. Isso cabe apenas à Justiça Eleitoral.
Na Justiça Federal do Paraná, Cunha já responde a uma ação civil de improbidade administrativa, também movida no âmbito da Operação Lava Jato, que alega a formulação de um esquema entre os réus visando o recebimento de vantagem ilícita proveniente de contratos da Petrobras. A ação corre na 6ª Vara Cível.
Além de Cunha, são requeridos na ação civil a mulher dele, o ex-diretor da estatal Jorge Luiz Zelada, o operador João Henriques e o empresário Idalécio Oliveira.
Os advogados de Cláudia Cruz pediram, no dia 11 de outubro, que a Justiça rejeite ação civil pública de improbidade administrativa a que ela responde. O pedido da defesa diz respeito especificamente a ela.
Na manhã desta sexta-feira, integrantes da alta cúpula do PMDB no Congresso acordaram de cabelo em pé com a nova fase da operação Lava-Jato. Por volta das 6h, delegados e agentes da Polícia Federal bateram à porta da casa de dois supostos operadores do partido: o doleiro Lúcio Bolonha Funaro, ligado ao presidente afastado da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e preso preventivamente, e o lobista Milton Lyra, amigo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Tanto um como outro já estavam na mira dos investigadores. A suspeita principal é que eles operavam um esquema de pagamentos de propinas para parlamentares do PMDB em troca da liberação de dinheiro público para diversas empresas.
De acordo com documentos obtidos por VEJA, Eduardo Cunha e o ex-ministro e deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República num inquérito sigiloso. Os dois peemedebistas foram acusados de terem participação "na implantação e no funcionamento do esquema de corrupção e lavagem de dinheiro relacionado à Caixa Econômica Federal", entre 2011 e 2015. A fraude, segundo os investigadores, consistia na cobrança de propinas de empresários para a liberação de investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), administrado pela Caixa.
Além de Cunha e Henrique Alves, também foram denunciados como integrantes do esquema o doleiro Lúcio Funaro, o ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto e seu sócio Alexandre Margotto. Em sua delação premiada, Cleto admitiu que foi cooptado por Funaro e Cunha, com o aval de Henrique Alves, para atuar com a missão de direcionar os repasses de recursos do FI-FGTS para empresas escolhidas por Cunha. Estima-se que ao menos 6 bilhões de reais em projetos foram destravados mediante pagamentos de propinas. Um deles foi a aquisição pelo FI-FGTS de títulos de dívida no valor de cerca de 1 bilhão de reais emitidos pela fabricante de papel e celulose Eldorado, controlada pela holding J&F, dono do frigorífico JBS. Com a operação, tanto Cunha como Funaro e Cleto teriam embolsado dinheiro sujo.
O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou nesta tarde o pedido de cassação do mandato do presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por quebra de decoro parlamentar.
Por 11 votos a nove, os deputados acataram o parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO) que afirma que Cunha quebrou o decoro ao mentir sobre ter contas no exterior durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras.
Segundo o relator, Cunha é o dono de pelo menos quatro contas nna Suíça: Köpek; Triumph SP, Orion SP e Netherton. Ao pedir a cassação de Cunha, Rogério disse que as contas são verdadeiros “laranjas de luxo”. “Estamos diante do maior escândalo que este colegiado já julgou, não se trata apenas de omissão, de mentira, mas de uma trama para mascarar a evasão de divisas, a fraude fiscal", disse Rogério. “Estamos diante de uma fraude, de uma simulação de empresas de papel, de laranjas de luxo criadas para esconder a existência de contas no exterior”, acrescentou.
Cunha nega a propriedade das contas, mas admitiu ter o usufruto de ativos geridos por trustes estrangeiros.
O processo de Cunha no Conselho de Ética é considerado o mais longo no colegiado e foi marcado por inúmeras manobras que protelaram a decisão dessa terça-feira. A representação contra Cunha foi entregue pelo PSOL e Rede à Mesa Diretora da Câmara, no dia 13 de outubro de 2015. A Mesa, comandada por Cunha, levou o prazo máximo de 14 dias para realizar a tarefa de numerar a representação e enviá-la ao Conselho de Ética, o que retardou o início dos trabalhos do colegiado. O processo só foi instaurado quase um mês depois da representação, em 3 de novembro de 2015.
Agora o processo contra Cunha precisa ser analisado em plenário. Para que Cunha tenha o mandato cassado, é preciso pelo menos 257 votos, a maioria absoluta dos 513 deputados.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki determinou nesta quinta-feira (5) o afastamento do presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato de deputado federal.
Relator da Lava Jato, o ministro concedeu uma liminar em um pedido de afastamento feito pela Procuradoria-Geral da República e apontou pelo menos 11 situações que comprovariam o uso do cargo pelo deputado para “constranger, intimidar parlamentares, réus, colaboradores, advogados e agentes públicos com o objetivo de embaraçar e retardar investigações”.
Ver as imagens
Na peça, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chegou a classificar o peemedebista de “delinquente”.O peemedebista foi transformado em réu no STF pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro sob a acusação de integrar o esquema de corrupção da Petrobras, tendo recebido neste caso US$ 5 milhões em propina de contratos de navios-sonda da estatal
Na Lava Jato, o deputado é alvo de outra denúncia, de mais três inquéritos na Corte e de outros três pedidos de inquéritos que ainda aguardam autorização de Teori para serem abertos.
As investigações apuram o recebimento de propina da Petrobras e o uso do mandato para supostas práticas criminosas. “Ante o exposto, defiro a medida requerida, determinando a suspensão, pelo requerido, Eduardo Cosentino da Cunha, do exercício do mandato de deputado federal e, por consequência, da função de Presidente da Câmara dos Deputados”, diz trecho da decisão. Cunha será substituído por outro investigado na Lava Jato, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA).
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fez hoje (8) críticas diretas a deputados que optarem por se ausentar da decisão do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, quando ocorrer a votação no plenário. Segundo ele, a ausência desses parlamentares gerará “suspeição e dúvidas sobre o caráter”.
“Acho muito pouco provável que algum parlamentar queira ficar para a história como ausente, sob suspeição por não participar de um processo desse. Dificilmente ele conseguirá explicar a seus eleitores por que esteve ausente. Aqueles que têm sua posição vão exercê-la aqui, seja para um lado ou para outro. ”, disse Cunha.
Segundo ele, os deputados que, por vontade própria, não estejam presentes, “não estarão exercendo o mandato como deveriam exercer, e vão responder perante os eleitores”, afirmou. “Vamos entender que quem está ausente é porque está votando pelo não acolhimento à denúncia. Ausência e voto contrário são a mesma coisa”, completou.
Tramitação
O presidente da Câmara explicou como pretende dar andamento ao processo em tramitação na Comissão Especial do Impeachment. Ele disse que, uma vez votado o parecer na comissão especial, será lido na sessão ordinária imediatamente seguinte. Após sua leitura, será publicado no Diário Oficial do dia seguinte e, 48 horas depois, será colocado em pauta.
“Esse é o rito estabelecido, que será cumprido, caia no dia em que cair. Tem de ser lido em uma sessão ordinária, não em extraordinária. E só pode ser lido no expediente. Ou seja, será lido na terça-feira, no expediente.”
Ele negou que esteja conduzindo o processo de forma a que a votação ocorra no fim de semana, na busca pelo apoio de manifestantes nos arredores do Congresso Nacional. “Não sou favorável, nem contrário. A adesão popular acontecerá no dia em que houver votação e em qualquer circunstância. Não vejo isso como estímulo ou desestimulo, mas como consequência natural de um processo que precisa ser encerrado”.
Para Cunha, a discussão tenderá a ser lenta. “O impeachment do Collor foi feito em dois dias. São 513 parlamentares, o que pode resultar em oito horas de votação. Prevejo no mínimo três dias de sessão. Não quer dizer que vá acabar no domingo. Pode acabar na segunda. Isso já aconteceu várias vezes na Casa”.
Reiterou que não acredita na judicialização do processo porque o rito que está sendo adotado é o que foi definido pelo Supremo Tribunal Federal. “Se ficamos paralisados aguardando até o julgamento dos embargos foi para que não se tivesse nenhum tipo de dúvida. Demos sequencia imediatamente após o julgamento dos embargos, mesmo sem o acórdão dos embargos, que ainda não foi publicado, nós estamos seguindo o rito”.
Temer
Sobre a liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, determinando que a Câmara dos Deputados dê prosseguimento ao processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer, Eduardo Cunha disse que, caso essa determinação seja acatada, ela terá de ser aplicada, também, a dezenas de outros pedidos pendentes, o que resultaria na instalação imediata de dezenas de comissões especiais. Fonte:Yahoo Notícias
Cada vez mais o país está envolto a escândalos de corrupção.
O Deputado Federal Eduardo Cunha, (PMDB-RJ) é um parlamentar ou para-lamentar
extremamente inteligente. Está envolvido em escândalos desde 1990 (TELERJ) e
agora teve o nome envolvido na operação ZELOTES com contas na Suíça.
Entenda, desde quando a presidente Dilma foi eleita que o
PSDB vem articulando o IMPEACHMENT juntamente com uma oposição ao Estado
Democrático e de Direito. Em seus discursos, parlamentares do citado partido já
articulavam a possibilidade de eliminar a presidente em detrimento a desastrosa
política econômica e o nível baixo de popularidade. O então presidente da
Câmara, Eduardo Cunha passou de aliado a adversário político. Contou de lambuja
com a mídia golpista como se a solução do país se resolvesse, como num passe de
mágica com a prisão do “pai” e a saída da fera...Roteiro do filme “A bela e a
fera.”
Em 1992 milhões de jovens forma às ruas com o movimento
intitulado de “Caras Pintadas” incentivadas pela Globo e finalmente cassaram
Fernando Collor de Melo. A grande máxima é que, os meandros da política, a
forma de governo e governabilidade virou sinônimo de fisiologismo. Quem seria a
figura ilibada naquele congresso capaz de cassar a presidente Dilma?
Moral da história, é preciso desconstruir toda essa forma de
política e punir os culpados, entretanto, o caos político e generalizado,
suprapartidário é decorrente do modo de uma sociedade aquisitiva,
patrimonialista onde corruptos e corruptores falam a mesma língua. É hora de
promover uma mudança na forma de enxergar o poder.
O Conselho de Ética decidiu nesta terça-feira manter o processo contra Eduardo Cunha. O presidente da Câmara dos Deputados é acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falso testemunho.
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela abertura de ação penal contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e a ex-deputada federal e atual prefeita de Rio Bonito (RJ), Solange Almeida. Seguindo o voto do relator, ministro Teori Zavacki, os demais ministros entenderam que há indícios de que Cunha recebeu US$ 5 milhões de propina por um contrato de navios-sondas da Petrobras.
Até o momento, seis dos 11 ministros da Corte aceitaram a denúncia contra Cunha e Solange.
Os ministros Edson Fachin, Luiz Roberto Barroso, Marco Aurélio e Cármen Lúcia acompanharam voto do relator, ministro Teori Zavascki. O ministro votou pelo recebimento parcial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, por entender que há indícios de que o presidente da Câmara pressionou um dos delatores da Lava Jato para receber propina.
A sessão foi suspensa e será retomada amanhã (2), com os votos dos demais ministros que compõem a Corte. Se o resultado for mantido, Cunha e Solange passarão à condição de réus no processo.
*André Richter - Repórter da Agência Brasil / Edição: Carolina Pimentel
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, informou que autoriza a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ele afirmou que, dos sete pedidos que restavam para ele analisar, um fez com que ele desse prosseguimento ao processo.
O pedido que aguardava a análise e foi aprovado por Cunha é o formulado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior. Esse pedido inclui as chamadas “pedaladas fiscais” do governo em 2015. A prática era a se atrasar repasses a bancos públicos a fim de cumprir metas parciais.
“Quanto ao pedido mais comentado por vocês proferi a decisão com o acolhimento da denúncia. Ele traz a edição de decretos editados em descumprimento com a lei. Consequentemente mesmo a votação do PLN 5 não supre a irregularidade”, afirmou Cunha em coletiva.
A decisão acontece exatamente no mesmo dia em que a bancada do PT, partido da presidente Dilma, anunciou na Câmara que votará pela continuidade do processo de cassação de Cunha. Ele tratou desses assuntos em seu gabinete com deputados de PP, PSC, PMDB, DEM, PR e SD.
“Não falei com ninguém do Palácio. É uma decisão de muita reflexão, de muita dificuldade. Não quis ocupar a presidência da Câmara para ser o protagonista da aceitação de um pedido de impeachment. Não era esse o meu objetivo. Mas, repito, nunca, na história de um mandato houve tantos pedidos de impeachment como neste mandato”, ressaltou Cunha.
Aos que acham que a solução do país é tirar a presidente,
sendo assim, os desmandos do PT seriam resolvidos com a entrada de um outro
presidente. Falácia, é trocar seis por meia dúzia. O problema está no modo de
fazer política. O presidente da câmara, Eduardo Cunha (PMDB) é alvo de
investigações, a segunda contra o parlamentar e poderá também sofrer o
IMPEACHMENT.
Uma sociedade corrompida como a nossa não poderia ter
representantes a altura. Pergunte como essas figuras chegaram ao poder? Ignorância,
alienação, compra de votos e um país mergulhado em corrupção. Devemos apoiar à
campanha anticorrupção do Ministério Público, denunciar toda e qualquer más
prática na política, as crises são geradas e temos uma sociedade que colabora
para isso. Não esperem mudanças por parte dos políticos, fomentar o IMPEACHMENT
da Dilma é dá um tiro no pé, apoiar INTERVENÇÃO MILITAR é coisa de quem não tem
memória ou faltou as aulas de história, como se os militares fizeram um
trabalho memorável. Acorda, Brasil, vamos continuar lutando contra essa
pandemia, mas, respeitando o estado democrático e de direito. Por fim, por que será que as contas
irregulares do Cunha só apareceram agora?
O alinhavo e conchavo da reforma ministerial da presidente apenas empurrou debaixo do tapete, as estruturas políticas, os cargos continuam praticamente do mesmo jeito e o PMDB mamando, aliás, é uma característica deste partido fisiologista. Eita Brasil velho de guera.
Eduardo Cunha (PMDB-RJ), atual presidente da Câmara dos Deputados
De acordo com informações do jornal O Globo, os presidentes da Câmara, deputado Eduardo Cunha, e o presidente do Senado, senador Renan Calheiros, ambos do PMDB, foram informados que estarão na lista de envolvidos com a operação Lava Jato que Rodrigo Janot, procurador-geral da República, enviará ao STF.
O Globo cita que Renan dava desde a semana passada sinais de irritação relativos ao tema — inclusive, teria declinado jantar com a presidente Dilma Rousseff na última segunda (2) por conta disso. Já Cunha não teria reagido publicamente à suposta presença de seu nome na lista.
Janot deverá entregar o documento ao STF nesta terça-feira (3). A partir de então, o ministro Teori Zavascki irá divulgar os nomes investigados — ele o pretende fazer de uma vez, não em conta-gotas. O ministro entende que, desta forma, evita que os primeiros nomes divulgados corram risco de ter juízo na sociedade e na imprensa maior que os outros.
Em sua conta no Twitter, Eduardo Cunha diz que peemedebistas são desrespeitados pelo PT e anuncia que vai sugerir que a convenção marcada para definir apoio do partido à reeleição seja antecipada.
Reprodução
Eduardo Cunha critica Rui Falcão e diz que PMDB na Câmara não vai indicar mais ninguém para o ministério
O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), defendeu, nesta terça-feira (4), o rompimento da aliança de seu partido com o PT, da presidenta Dilma Rousseff. Em sua conta no Twitter, Eduardo Cunha reclamou de falta de respeito por parte dos petistas, disse que a bancada na Câmara não vai indicar nenhum nome para o ministério e disparou contra o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, o deputado estadual Rui Falcão (PT-SP).
“A cada dia que passo me convenço mais que temos de repensar esta aliança, porque não somos respeitados pelo PT”, escreveu. Segundo ele, Rui Falcão age de “má-fé” ou de maneira equivocada ao propagar que deputados ligados a ele estão dificultando as votações no Congresso para conseguir liberação de emendas ou cargos.
“Não me compare com o que o partido dele fazia no RJ, doido atrás de boquinhas. Aliás, por onde passa o Rui Falcão, mais difícil fica a aliança”, emendou.