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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Origem da família Dantas, nada a ver com anta!

O sobrenome Dantas não está entre os mais populares no Brasil, mas não chega a ser um sobrenome estranho ou raro. Com uma história bastante parecida com a da maioria dos sobrenomes, este tem origem que se difere apenas pelo fato de que é derivado de um outro sobrenome. Confira logo abaixo a história de origem do sobrenome Dantas, informações sobre o brasão da família, curiosidades e mais.

Origem da Família Dantas

O sobrenome Dantas é português e de origem toponímica, ou seja, origem geográfica. Ele foi dado através da região de Antas em Portugal. Inicialmente, o sobrenome era Antas ou de Antas. Passado o tempo, a família foi se ramificando e o sobrenome evoluiu para Dantas (D’Antas). Mesmo um sobrenome sendo a evolução do outro, dos dois possuem características diferentes na família, como o modelo de brasão, que é parecido, mas não igual.
No Brasil a família Dantas tem tradição na região Seridó do Rio Grande do Norte. Por lá fundaram a cidade de Carnaúba dos Dantas. Os Dantas ainda possuem alguns representantes da família original nas regiões sul e sudeste do país.

Curiosidades do sobrenome Dantas

Os sobrenomes toponímicos têm, em grande parte das vezes, o prefixo “de”, que significa que a família veio de algum lugar, que são provenientes de alguma região. No caso dos Dantas este prefixo se juntou ao que antes era a região de Antas, dando assim um novo rumo a família.

Variantes do sobrenome Dantas

Não existem variantes conhecidas para Dantas desde que o sobrenome foi estabelecido como tal. Antes do surgimento e reconhecimento, pode se encontrar sobrenomes como “D’Antas”, “Antas” ou “De Antas”. Depois do surgimento de Dantas, o sobrenome passou a ser espalhado dessa forma em todos os cantos do mundo”

Brasão da Família Dantas

O brasão das armas oficial da família Dantas é feito de um escudo vermelho com seis losangos prateados colocados em cruz, quatro em pala e três em faixa. De cada lado do escudo tem-se um leão dourado, em duas patas segurando uma espada que passa entre os braços da cruz.
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Os Dantas em Portugal[editar | editar código-fonte]

São originários de Portugal mais propriamente da província do Minho. Dizem alguns genealogistas que procedem da família de Fernão Mendes de Antas (ou D’antas), pai de D. Fernão Mendes de Bragança o bravo senhor de Bragança. Mem Fernandes Antas ou D. Fernão Mendes de Bragança foi um fidalgo e cavaleiro medieval português, foi Governador de Bragança e alferes do 1º rei de Portugal D. Afonso I (que reinou nos anos de 1143 a 1185). Era filho de Fernão Mendes de Antas e de N…?? Afonso de Leão. D. Afonso I - Primeiro rei de Portugal Casou com Sancha Viegas de Baião, filha de Egas Gosendes de Baião e de Unisco Viegas de quem teve os filhos:
1 - D. Fernão Mendes, senhor de Bragança (1095 -1160) casado por duas vezes, a primeira com Teresa Soares da Maia e a segunda com D. Sancha Henriques, infanta de Portugal, filha de Henrique de Borgonha, conde de Portucale (região portuária) e de Teresa de Leão. Infanta era um titulo dado para as filhas dos reis de Portugal ou da Espanha, mas que não eram as herdeiras das coroas. O casamento com D. Sancha revela a alta linhagem de D. Fernão Mendes.
2 - Rui Mendes.
3 - Urraca Mendes casada por duas vezes, a primeira com Diogo Gonçalves Cête e a segunda com Soeiro Pais Mouro.
4 - Nuno Mendes de Caria casado com Dórdia Mendes de Riba Douro.

sábado, 18 de junho de 2016

Governo Temer paga Bolsa Família sem reajuste anunciado por Dilma

a dona de casa helena goes franco 69 com o neto wallace 5 mostra o cartao do beneficio do bolsa famlia a dona de casa francisca pedro da silva 59 mostra o cartao do beneficio do bolsa faO governo interino do presidente e Michel Temer não concedeu o reajuste de 9% previsto para este mês aos beneficiários do Bolsa Família.
A informação foi confirmada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, responsável pela gestão do programa, que atende 13,9 milhões de famílias no país –sendo metade delas no Nordeste.
O anúncio do reajuste aos beneficiários foi feito pela presidente Dilma Rousseff durante ato no dia 1º de maio, em São Paulo, poucos dias antes de ser afastada pelo Senado. “O governo Dilma ficou dois anos sem dar reajuste no Bolsa Família. Estamos fazendo uma avaliação nos cortes promovidos pelo governo anterior, que chegam a R$ 1,6 bilhão, para poder conceder o reajuste”, informou o ministério em nota aoUOL. O texto diz ainda que não há data para a conclusão de estudos sobre as possibilidades de reajuste do benefício.
Apesar da promessa da promessa de reajuste feita enquanto ainda exercia o cargo, Dilma não editou decreto autorizando e determinando o reajuste no benefício. O presidente interino, Michel Temer também não editou decreto nesse sentido.
O pagamento do benefício do mês de junho começou nesta sexta-feira (17), contemplando as famílias com número final de inscrição “1”. Ao todo, o pagamento do programa social ocorre em dez datas diferentes. Este mês, o calendário oficial vai até o dia 30 de junho, quando são pagos os beneficiários com número final “0”.
Quando anunciou a medida, Dilma explicou que a proposta estava prevista na proposta de orçamento enviada para o Congresso, em 2015. “Essa proposta estava prevista, e diante do quadro atual, tomamos medidas que garantem aumento na receita neste ano e nos próximos para viabilizar esse aumento no Bolsa Família. Tudo isso sem comprometer o cenário fiscal”, afirmou a então presidente.
Em Recife, a presidente afastada Dilma Rousseff comentou o não pagamento do reajuste e disse que se trata de “mesquinharia”.
“Não pagaram o reajuste do Bolsa Família, de 9%, que nós tínhamos deixado os recursos e aprovado direitinho, todas as condições para ser pago. Aí vocês vejam, quanto custa isso? Custa menos de R$ 1 bilhão, mas ao mesmo tempo vão e aumentam o deficit e dão aumento para todos que lhe interessam, que montam na casa de R$ 56 bilhões. Para o povo pobre, R$ 1 bilhão é muito; para os ricos, R$ 56 bilhões é pouco. É esse o governo da desigualdade, da mesquinharia com o nosso povo. Não pagar o reajuste do Bolsa Família é uma mesquinharia com o povo pobre desse país”, disse em discurso em ato em defesa pela democracia.
Ela ainda pediu mobilização para cobrar o seu retorno à Presidência. “Essa decisão e mostra a verdadeira alma, o verdadeiro intuito, o verdadeiro objetivo desse governo provisório, ilegítimo e interino, que é reduzir o máximo que puderem dos direitos conquistados, dos direitos sociais, dos direitos de cada um dos brasileiros, principalmente daqueles mais pobres. Nós vamos responder a isso dizendo ‘não’ a esse governo provisório, ilegítimo e usurpador.”
A reportagem do UOL entrou em contato na noite desta sexta-feira (17) com assessores do presidente Temer e do Palácio do Planalto para repercutir o discurso da presidente afastada, não houve retorno até as 20h
Segundo o professor de Economia da Universidade Federal de Alagoas e estudioso de programas sociais, Cícero Péricles, a suspensão do reajuste já era esperada e que terá um impacto negativo para os Estados do Nordeste, onde quase metade das famílias recebem o benefício.
“Os assessores deles já falavam em ‘focalização’ do programa, faziam críticas à malversação desses recursos. Era um claro discurso político preparatório para que o programa tivesse perdas reais. Essa suspensão tem um impacto regional forte. Não é verdade que o Bolsa Família que o Bolsa Família custe caro para o Brasil, ele significa apenas 0,5% do PIB [Produto Interno Buto] e ajuda quase 20% da população. É um custo-benefício muito bom para o país”, diz.
Via Montanhas em ação

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Polícia investiga máfia do Bolsa Família

A Polícia Federal deflagrou uma operação para reprimir a máfia que retém cartões do Bolsa Família nas cidades do Alto Solimões, no Amazonas.
Um grupo de 20 agentes recolheu, ao longo da semana passada, cartões de beneficiários indígenas do programa social que estavam em poder de nove comerciantes de Atalaia do Norte, município a 1.350 quilômetros por via fluvial de Manaus. O número de documentos apreendidos ainda está sendo contabilizado. A polícia recolheu também anotações de vendas, registros de senhas, cadernos de apontamentos de dívidas, comprovantes de saque e extratos bancários.
O mandado de busca e apreensão dos cartões foi expedido pela Justiça Federal em Tabatinga. Nos próximos dias, o delegado federal Vinícius Ferreira, coordenador da operação, ouvirá os comerciantes envolvidos no esquema. Eles poderão ser indiciados e responder a processos por crimes de apropriação indébita, estelionato em detrimento de instituições financeiras e furto. As investigações continuam em outros municípios com predomínio da população indígena. “A Polícia Federal vai coibir essa prática que desvirtua a proposta do programa social do governo”, afirmou Vinícius Ferreira. O delegado pretende ouvir ainda os indígenas que foram vítimas do grupo.
ctv-8wd-favela-amazonia dida-sampaio: Maria Kanamari conseguiu resgatar seu cartão
© Fornecido por Estadão Maria Kanamari conseguiu resgatar seu cartão

A operação foi posta nas ruas após semanas de investigação em Atalaia do Norte. A polícia já tem indícios de que o crime de reter os cartões ocorre também nas demais cidades amazonenses da região da tríplice fronteira do Brasil com a Colômbia e o Peru. As famílias entregam inclusive as senhas para os comerciantes. Eles mesmos vão à casa lotérica retirar o dinheiro do benefício e fazem o acompanhamento da movimentação das contas.
‘Sistema do barracão’
As dívidas das famílias beneficiadas pelo programa, porém, só aumentam. Varney da Silva Tavares Kanamari, presidente da Associação dos Kanamaris do Vale do Javari, afirma que os comerciantes inflam os preços dos produtos alimentícios para garantir o controle dos “parentes” que moram nas aldeias. Os comerciantes, por sua vez, argumentam que retêm os cartões como garantia de pagamento de dívidas. É o velho “sistema do barracão” do começo do século XX: o dono de seringal fornecia alimentos e outros produtos para seus empregados que, diante do aumento da dívida, não podiam deixar o trabalho sob pena de tortura e morte.
A história da máfia dos cartões do Bolsa Família em Atalaia do Norte foi contada no caderno especial e em multimídia para a internet Favela Amazônia, um novo retrato da floresta, publicado em 5 de julho pelo Estado. Por meio de textos, vídeos, fotografias e áudios, o jornal mostrou comerciantes que retinham cartões do Bolsa Família e da Previdência. O município tem o terceiro pior Índice de Desenvolvimento Humano do País e apresenta elevados índices de desnutrição e morte de crianças. Famílias vítimas do esquema relataram que não acompanham a movimentação da conta do benefício. A máfia tinha apoio de casas lotéricas.
Antes da publicação da reportagem, o jornal apresentou três vídeos de comerciantes que retinham cartões para a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello. Responsável pelo programa Bolsa Família, ela demonstrou indignação com o “crime” praticado pelo comércio do município e encaminhou a denúncia e apurações feitas depois por sua equipe para a Polícia Federal, em Brasília. 
Migração
No País, 133.161 famílias indígenas recebem o Bolsa Família. O programa levanta polêmicas no Alto Solimões. Beto Marubo, do movimento indígena da região, avalia que o benefício incentiva a migração de famílias do Território Indígena do Vale do Javari, área do tamanho do Estado de Santa Catarina, para a região urbana em Atalaia do Norte. “Os programas sociais do governo não entram nas aldeias”, ressalta. Ele observa que para sacar o dinheiro do Bolsa Família, os índios precisam fazer viagens de canoa de até duas semanas até o centro da cidade. Depois, não têm dinheiro para pagar o combustível da volta. 
Alguns índios conseguiram recuperar o cartão, como o casal Maria Rodrigues e Raimundo Kanamari, de Atalaia do Norte.
A partir da reportagem, o ministério aumentou o prazo de saque dos cartões de três para seis meses, permitindo que as famílias façam menos viagens ao ano. Técnicos do ministério avaliam outras propostas para evitar fraudes.
Fonte: Estadão/MSN

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Câmara acelera projeto que proíbe adoção por gays

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criou uma comissão especial para acelerar a tramitação da proposta que define como família o casamento ou união estável entre um homem e uma mulher e seus descendentes. O chamado Estatuto da Família também restringe a adoção de crianças apenas a casais heterossexuais. Apoiado por parlamentares evangélicos, como o próprio Eduardo Cunha, o projeto enfrenta resistência de deputados que defendem o direito dos homossexuais de também adotarem crianças e constituírem famílias legalmente.
O texto, de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE), da bancada evangélica, havia sido arquivado com o encerramento da legislatura. Mas foi retirado da gaveta e voltará a tramitar onde parou, ou seja, na comissão especial criada especificamente para analisá-lo. Como a proposta tramita em caráter conclusivo, o colegiado substituirá o plenário da Câmara caso não seja aprovado um recurso para que todos os 513 deputados se pronunciem sobre o assunto. Caberá agora aos líderes partidários indicar seus representantes na comissão. A tendência é que a relatoria continue com o deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), pastor da Assembleia de Deus.
O projeto só não foi aprovado no ano passado por causa do esvaziamento da Câmara no final do ano e por questões regimentais, como mostrou o Congresso em Foco. Mas os defensores da proposta eram maioria entre os integrantes do colegiado. Uma tendência que deve se repetir este ano dado o perfil mais conservador da nova legislatura e a saída de parlamentares que defendiam a causa LGBT no Congresso.
“Faz necessário diferenciar família das relações de mero afeto, convívio e mútua assistência; sejam essas últimas relações entre pessoas de mesmo sexo ou de sexos diferentes, havendo ou não prática sexual entre essas pessoas”, diz Ronaldo Fonseca em seu parecer (leia a íntegra).
Segundo o relator, crianças só devem ser adotadas por casais heterossexuais. “É importante asseverar que apenas da família, união de um homem com uma mulher, há a presunção do exercício desse relevante papel social que a faz ser base da sociedade”, defende o pastor.
A ex-deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) apresentou voto em separado, ou seja, um relatório paralelo, em que contesta os argumentos do religioso e reconhece o direito dos homossexuais em constituir legalmente uma família. O voto de Manuela foi pela inconstitucionalidade da proposta.
“O substitutivo é inconstitucional e injurídico e no mérito não merece aprovação”, rebateu a ex-parlamentar. Para ela, o projeto é homofóbico e busca discriminar cidadãos brasileiros. “A lei não pode se basear na vontade de uma maioria representada para humilhar e estigmatizar a minoria que não se identifica com as práticas de afetividade predominantes”, contestou. Manuela deixou a Câmara na virada do ano. É deputada estadual no Rio Grande do Sul (leia o voto dela).
Além do não reconhecimento das uniões homoafetivas e do veto à adoção por casais gays, o estatuto também prevê a criação dos Conselhos da Família e estabelece a Semana Nacional de Valorização da Família (21 de outubro) e o atendimento multidisciplinar para vítimas de violência.
A comissão especial designada por Eduardo Cunha será composta por 27 titulares e outros 27 suplentes. Além dessa, o presidente da Câmara determinou a instalação de outros seis comissões especiais ontem. Elas são criadas para examinar propostas de emenda à Constituição e projetos complexos, como estatutos e códigos, que passariam pelo crivo de quatro ou mais colegiados permanentes.
Foram recriadas outras duas comissões encerradas no final do ano passado com o fim da legislatura: a Comissão Especial do Piso Salarial de Vigilantes (PL 4238/12) e a Comissão do Código Comercial (PL 1572/11). Também foi criado um colegiado para discutir as propostas do Executivo apensadas ao PL 2412/07, do ex-deputado Regis de Oliveira, com novas regras para a cobrança da dívida ativa da União e estados. Outra comissão vai examinar mais de 250 propostas que regulamentam o consumo de bebidas, inclusive a que torna crime a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos.
Uma Lei Orgânica da segurança pública em nível nacional, reunindo as discussões sobre o funcionamento das polícias estaduais, também será discutida por uma comissão especial. Por fim, a proposta de emenda à Constituição do Senado que altera a tramitação das medidas provisórias (PEC 70/11) será analisada por comissão especial, informa a Agência Câmara.
Crédito da foto: Marcelo Casal Jr. Ag/Br

domingo, 4 de janeiro de 2015

UTILIDADE PÚBLICA: BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA TEM ATÉ DIA 16 PARA ATUALIZAR CADASTRO

Beneficiários do Bolsa Família que receberam aviso no extrato de pagamento devem atualizar os dados no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal até o dia 16 de janeiro. A atualização deve ser feita com documentos pessoais e dos demais integrantes da família.
Quem recebeu o aviso e não atualizar as informações poderá ter o beneficio bloqueado a partir de fevereiro. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome, até novembro, dos 1,2 milhão de beneficiários que devem recadastrar os dados, 709,7 mil haviam procurado os gestores do programa para a atualização.
A revisão é feita todos os anos com foco nos beneficiários que não atualizam os dados no Cadastro Único há mais de dois anos. Quem não recebeu o aviso no extrato de pagamento está com as informações em dia.
Todos os beneficiários do programa devem atualizar o cadastro voluntariamente a cada dois anos ou a cada vez que nascer um filho, houver mudança de escola, alteração no endereço residencial ou qualquer informação relevante.
Além do Bolsa Família, a falta de atualização do cadastro implica perda de outros benefícios, como a tarifa social de energia elétrica.

sábado, 30 de agosto de 2014

ATENÇÃO CARNAÚBA: A Polícia Federal continua as investigações em busca de beneficiários que receberam indevidamente os recursos do Bolsa Família.

Vale salientar que a Polícia Federal continua as investigações em busca de beneficiários que receberam indevidamente os recursos do Bolsa Família.

 

A Prefeitura de Cajazeiras e Secretaria de Cidadania e Promoção Social comunica que a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, através do Departamento de Operação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome realizou uma auditoria para investigar os casos de famílias que estavam recebendo o Bolsa Família indevidamente na cidade de Cajazeiras.

Mediante apuração dessas irregularidades, o MDS determinou, através de condenação judicial, que estas famílias devolvam todo o dinheiro que receberam durante o período que estavam sendo beneficiadas pelo programa.

A SENARC/MDS já enviou toda a documentação para a sede local do Bolsa Família com as devidas instruções para que estas famílias sejam comunicadas e efetuem a devolução de todo o dinheiro ou estarão sujeitas as penalidades no rigor da lei.

Vale salientar que a Política Federal continua as investigações em busca de beneficiários que receberam indevidamente os recursos do Bolsa Família.

O papel da Prefeitura de Cajazeiras e Secretaria de Cidadania e Promoção Social é colaborar com as investigações e contribuir para a lisura do programa na cidade de Cajazeiras.

A Secretaria de Cidadania e Promoção Social esclarece também, que o processo de apuração de irregularidades e cortes no Bolsa Família está sendo realizado diretamente pelo MDS que aperfeiçoou e aprimorou o sistema de investigação.

Segundo consta no relatório oficial do MDS, estas famílias que estão sendo condenadas a devolver recursos foram inseridas de forma irregular nos anos de 2011 e 2012 no Bolsa Família de Cajazeiras.

FONTE: Diário do Sertão/Extraído do blog SABUGI EM DESTAQUE

terça-feira, 1 de julho de 2014

Beijo gay de ‘Em Família’ divide opiniões

O primeiro beijo de Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller) foi ao ar na última segunda-feira (30) e dividiu opiniões nas redes sociais. Apesar da Globo ter antecipado a cena através da divulgação de uma foto, a expectativa dos fãs do casal lésbico de “Em Família” era grande.
Uma prova disso é que antes mesmo do capítulo começar, a hashtag “Beijo Clarina Vencendo O Preconceito” já estava entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil. A própria emissora usou a tag criada pelos fãs: “Pedido de casamento e um SIM como resposta! S2 Beijo Clarina Vencendo O Preconceito”, postou o perfil oficial @rede_globo na rede social.
Rede Globo usa tag criada por fãs de Clara e Marina
Na sequência, a fotógrafa mostra uma aliança que comprou para a namorada, afirmando que já está usando uma igual. O beijo, na verdade, um selinho, acontece após Clara, emocionada, dizer que aceita se casar com Marina.
Alguns comemoraram a primeira demonstração concreta de que existe um relacionamento amoroso entre Clara e Marina e consideraram o momento romântico, assim como houve quem achou o beijo rápido demais. “Eu tô chorando igual criança. Que cena linda”, escreveu um internauta. “Um beijo meio tímido, mas tá valendo”, comentou outro. Porém, nem todos aprovaram a cena: “Que nojo! Nunca deveria ter este tipo de beijo em novelas”, opinou uma internauta.
Opiniões pessoais à parte, a tão esperada cena não alavancou a audiência da trama das nove. O capítulo em questão registrou índices similares aos que a novela já vinha registrando ultimamente (abaixo da meta de 35 pontos).
Vale lembrar que Manoel Carlos prometeu dois beijos entre as personagens. “Um tímido e outro para valer”.
Enquanto o segundo beijo não acontece, dê sua opinião: o que você achou do primeiro beijo de Clara e Marina?

Fonte: Yahoo TV/NOTAS Vanessa Paes Barreto

domingo, 1 de junho de 2014

A demagogia de Aécio com Bolsa-Família


Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

A Ministra Teresa Campelo dá no Blog do Planalto uma série de explicações sobre a inconveniência do projeto do senador Aécio Neves que estende por seis meses o benefício do Bolsa-Família aos beneficiários que obtiverem uma fonte de renda, independentemente de seu valor.

Ao final, reproduzo o vídeo da Ministra.

Mas há algo que precisa ser mostrado para que as pessoas entendam como o projeto de Aécio é ruim e tem, apenas, o objetivo de apresentá-lo como “amigo” do Bolsa-Família e dos pobres.

É que receber o Bolsa-Família nada tem a ver com o fato de a pessoa estar ou não desempregada.

Não é um seguro-desemprego.

Tem a ver com a renda por pessoa da família ser inferior a R$ 140 por mês.

Um trabalhador de salário-mínimo com mulher desempregada e três filhos, por exemplo, tem direito ao Bolsa-Família porque a renda da família (R$724) dividida pelos seus membros (5) é R$ 144,80, menos que o limite de R$ 154 per capita do programa.

Mas se aquele cidadão conseguir um emprego de R$ 1.000, perde o benefício?

Não, o beneficio continua por mais dois anos – e não os seis meses previstos no projeto de Aécio.

Hoje, existem1,26 milhão de família que se beneficiam desta regra, chamada de “regra de permanência, como você pode ver no quadro acima) e 80% delas não teriam direito caso a permanência fosse universal, como previsto no projeto, por seis meses apenas.

Agora imaginemos que o mesmo trabalhador conseguisse um emprego de R$ 1,.900.

Aí, sim, ele pararia de receber o Bolsa-Família, porque este salário (com a renda per capita de meio salário mínimo) não é mais considerado dentro de um universo de pobreza no Brasil.

Mas ele não vai ficar com medo de aceitar o emprego, ser demitido pouco tempo depois e ficar sem o Bolsa-Família?

Não, porque existe o Desligamento Voluntário/Retorno Garantido um possibilita que as famílias que tiveram aumento de renda peçam o desligamento voluntário do programa, mas que possa voltar imediatamente, no caso de sua renda voltar a variar para baixo.

Pelo projeto de Aécio, em tese, seria possível uma família ter renda de 3, 4, 5 mil reais ou ainda mais poderiam receber por seis meses ainda o dinheiro do Bolsa-Família, numa situação inconcebível para qualquer um que leve a sério programas de transferência de renda.

Quanto a exigir curso de qualificação profissional para todos os adultos que estiverem recebendo Bolsa-Família, é uma sandice sem tamanho. São 20 milhões de pessoas e onde se vai achar vaga para qualificar tanta gente, perto de suas casas (sem gerar, portanto, gasto de transporte), com compatibilidade de curso e horário. Sem falar nas pessoas que querem os curtos oferecidos agora no Pronatec e que não estão entre os beneficiários do Bolsa-Família, os desempregados que já tem de cursar para manter o seguro desemprego, etc…

Falta seriedade ao Senador, que pratica sua ojeriza aos programas sociais com aquela máxima do tempo da minha avó: o melhor inimigo do bom é o ótimo…



Extraído do blog do Miro

domingo, 23 de março de 2014

Segunda edição da "Marcha da Família" foi um fiasco: O povo de bem acredita no Brasil e prefere a Democracia.


Foto: G1

Texto: Professor César Amorim

Um país que tem problemas estruturais relacionados à segurança pública, saúde, educação (todos nós sabemos disso)...  não pode ser acometido pela idealização do caos, de que tudo está totalmente perdido e as instituições não podem resolver mais nada.
A “Marcha da Família” protagonizada neste  dia 22 de março de 2014 é um atentado ao Estado de Direito, ao Regime Democrático e as instituições. Só mesmo seres desconhecedores da história ou/beneficiados por aquele sistema sanguinário, desumano, “endividador” e corrupto que foi a ditadura militar de 64 , para apoiar ( e diga-se , alguns redatores de sites e blogs ) e espalhar esse ato como heroico.
Em pleno século 21, depois do conhecimento apurado de todas as mazelas que “as ditaduras” recentes trouxeram para a América Latina, tentar derrubar governos legitimados pela soberania popular e,  em contrapartida   clamarem pela volta daquele regime autoritário, através de uma intervenção das forças armadas, é no mínimo insano.
A sociedade brasileira sabe o que quer ( e também o que não quer).
Uma manifestação pedindo a volta do regime militar, além de um atentado ao Estado de Direito, é um perigo ao Brasil, por  isso, a pouca adesão popular, porque o povo sabe e muitos sentiram na pele o que foi a Ditadura Militar e o que representou a “Marcha da Família com Deus Pela Liberdade”, em resposta ao grande comício de Jango, pouco antes do golpe de 64, que ironicamente completa 50 anos.
O Brasil está no caminho certo, viva a democracia, viva o povo de bem deste país e abaixo toda forma de apoio a Ditadura. Vale a máxima de que, antes a pior democracia, do que a melhor das ditaduras.
Todo esse alvoroço que tem surgido agora próximo as eleições de 2014 tem um motivo: Falsa pregação do caos pela grande mídia,  como "corrupção como nunca houve no Brasil"; tentativa de associar negociatas entre grandes estatais,  diretamente a atual chefe do executivo federal; falta de controle e harmonia com o legislativo e judiciário; supostos problemas e declínios  na economia etc; enfim... Tudo isso tem um fator: Qual seja?! Por todas as pesquisas realizadas,  a Presidente Dilma tem grandes chances de ganhar a disputa e dar continuidade a sua gestão em um segundo mandato, ainda no primeiro turno das eleições deste ano.
Cesar Amorim

Marcha da Família reúne nove pessoas em Natal

Grupo sugere mudanças na política nacional para combater a corrupção.
Encontro durou meia hora e acabou com abraço simbólico a unidade militar.

Do G1 RN

Marcha da Família reuniu nove pessoas neste sábado (22) em Natal (Foto: Fred Carvalho/G1)Marcha da Família reuniu nove pessoas neste sábado (22) em Natal (Foto: Fred Carvalho/G1)
Nove pessoas participaram da Marcha da Família com Deus pela Liberdade na tarde deste sábado (22) em Natal. O grupo se reuniu após convites feitos por redes sociais. Atos semelhantes ocorrerem em outras cidades do país.
Os nove homens - oito militares da reseva do Exército e um estudante de medicina de uma universidade particular - se reuniram em frente à 24ª Circunscrição de Serviço Militar, no bairro da Ribeira, zona Leste da cidade. O encontro durou cerca de meia hora e foi encerrado com um abraço simbólico à unidade militar.
"Sei que o número é inexpressivo, mas estamos aqui para mostrar que estamos insatisfeitos com a atual política do governo brasileiro. O país passa por uma crise constitucional, com o aumento da violência e da corrupção. O que queremos é que o Brasil seja moralizado", falou o segundo-tenente da reserva do Exército Luis Klinger, de 55 anos.
Luis Klinger organizou encontro em Natal (Foto: Fred Carvalho/G1)
Luis Klinger organizou encontro em Natal
(Foto: Fred Carvalho/G1)
Para ele, a "moralização" se daria a partir de intervenções das Forças Armadas em áreas estratégicas. "Na minha opinião, não é preciso que se volte ao regime militar. Mas sou favorável que os militares controlem as áreas estratégicas de educação, saúde e segurança. É a única forma de fazer o país crescer com ordem", opinou.
O capitão Arlindo Vital, de 77 anos, disse que o Brasil hoje está "desarticulado em todos os sentidos". "A nossa situação não é fácil. Há corrupção nos três poderes. A única solução que enxergo é que o país seja governado por um homem de bem, de boa índole, de boa reputação. Na minha opinião, só Joaquim Barbosa [presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)] e o general Augusto Heleno [ex-comandante militar da Amazônia] têm esse perfil", afirmou.
O estudante de medicina Silvestre Cabral Neto, de 23 anos, se disse contrário à volta dos miliatres ao poder. "Os militares já tiveram a vez deles, mas infelizmente não obtiveram resultados muito positivos. Mas as Forças Armadas têm a obrigação constitucional de fazer valer a lei. O país é governado por um partido político que visa exclusivamente formar um bloco com aliados no continente americano, como é o caso de Cuba e da Venezuela. Hoje já há interferência internacional na política brasileira. É preciso que se evite a continuidade desse ato ilegal", frisou.
Mulheres e crianças não participaram da Marcha em Natal. "Minha mulher e meus filhos não vieram porque estavam com medo de haver algum ato contra nós. Infelizmente estamos vivendo um momento em que as pessoas d ebem estão presas atrás de grades em casa e a bandidagem toma conta das ruas. Ainda dá tempo de retomarmos a ordem nesse país", disse Luis Klinger.
Segundo Klinger, um novo encontro deve ser marcado nos próximos dias. "Estamos apenas iniciando o movimento para organizar o Brasil. É uma caminhada longa, mas vamos conseguir vencer", concluiu.
Marcha da Família, como foi em 1964 (Foto: Arte/G1)
Saiba como foi a Marcha da Família original, em 1964
A “Marcha da Família Com Deus pela Liberdade” ocorreu em 19 de março de 1964 e reuniu cerca de 500 mil pessoas. O ato começou na Praça da República e terminou na Praça da Sé, percorrendo no caminho a Rua Barão de Itapetininga, Praça Ramos de Azevedo, Viaduto do Chá, Praça do Patriarca e Rua Direita. A marcha foi convocada como uma resposta ao comício que o presidente João Goulart fez na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, em 13 de março, quando defendeu suas reformas de base para um público de 200 mil pessoas. Os manifestantes eram contra o governo de João Goulart, pois temiam a implantação de um regime comunista no Brasil, e favoráveis ao golpe militar.

Ela  foi organizada pela União Cívica Feminina, um grupo de mulheres com ligação com empresários paulistas. Segundo a historiadora Heloísa Starling, da Comissão Nacional da Verdade, a Marcha  teve ainda apoio de setores da Igreja Católica e acabou se tornando o modelo para manifestações que começaram a ocorrer em diversas outras cidades. Para a historiadora, a Marcha da Família com Deus pela Liberdade foi a “face mais espetaculosa dos golpistas” em 1964.   O ato e as manifestações em outras cidades que se seguiram fizeram parte de uma grande “frente social” que teve ainda participações de setores do comércio, imprensa e estudantes. “Era necessária essa mobilização popular para legitimar o golpe”, segundo Heloísa.
Quase duas semanas depois da Marcha, em 31 de março, o Exército mobiliza tropas e começa a tomada do poder. Em 11 de abril, o general Castello Branco é nomeado o primeiro presidente do período de ditadura, que durou 20 anos. O regime de exceção durou no país até o começo de 1985, quando o governo do general João Baptista de Oliveira Figueiredo foi sucedido por José Sarney (PMDB). À época, Sarney era vice de Tancredo Neves, eleito pelo Colégio Eleitoral após o movimento Diretas Já. Durante a ditadura, opositores do regime foram exilados, presos, torturados e assassinados.  Em 2012, a Comissão Nacional da Verdade foi instalada pela presidente Dilma Rousseff  para apurar as violações aos direitos humanos cometidos entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar. A comissão tem até 16 de dezembro de 2014 para concluir os trabalhos
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

VERGONHA! MAIS DE 2 MIL POLÍTICOS ELEITOS EM 2012 FLAGRADOS RECEBENDO BOLSA FAMÍLIA


Um total de 2.168 políticos eleitos no ano passado e que assumiram cargos de prefeito e vereador no início do ano foram flagrados pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) como beneficiários do programa Bolsa Família, do governo federal, no primeiro semestre deste ano. Após detectar esses casos, o governo bloqueou o benefício de todos eles.


Pela primeira vez, o ministério fez o cruzamento da folha de pagamentos do programa de transferência de renda com a base de dados de uma eleição municipal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa verificação durou aproximadamente um semestre. Segundo a pasta, a iniciativa visava evitar que “políticos eleitos empossados estivessem na condição de beneficiários do Bolsa Família”.

Apesar de tentar vetar a prática, o governo reconhece que houve pagamentos a políticos com cargo eletivo no início do ano. Todos os 2,1 mil políticos flagrados pelo Ministério do Desenvolvimento Social foram obrigados a ressarcir os cofres públicos, conforme informações do ministério.

De acordo com o artigo 25 do decreto 5.209/04, que regulamenta o Bolsa Família, o beneficiário do programa perde o direito ao recebimento quando ocorre “posse em cargo eletivo remunerado, de qualquer uma das três esferas de governo”. O Ministério do Desenvolvimento Social não divulgou informações detalhadas sobre o cancelamento de benefícios por cidade ou estado.

Li no blog ICEM CARAÚBAS

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Famílias de Ingrid e Lodewijk ficam arrasadas com descoberta de corpos


A família de Ingrid Visser e seu namorado, Lodewijk Severein, ficou "arrasada" após receber a notícia da descoberta, no final da noite de ontem, de dois corpos sem vida de um homem e uma mulher em uma região de hortas da região da Murcia, informou à Agência Efe seu porta-voz, Miriam Van de Velde.
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A Polícia Nacional avisou de madrugada aos parentes da ex-jogadora de vôlei e de seu namorado, que continuam à espera, na Holanda, da confirmação oficial da identidade dos cadáveres.
Enquanto isso, os familiares divulgaram um comunicado no site que criaram após o desaparecimento do casal em que confirmam o contato mantido com a polícia espanhola.
Em sua breve carta, os parentes afirmam que, apesar de que não há ainda confirmação oficial, estão "comovidos" pela notícia.
Ingrid Visser e Lodewijk Severein viajaram para a Múrcia no dia 13 de maio procedentes do aeroporto de Alicante e o alerta sobre seu desaparecimento foi dada pela família na quarta-feira 15 de maio, dia em que tinham voo de volta a seu país, ao não haver podido ligar com eles nesse tempo.
O carro alugado em que chegaram à capital desde Alicante foi localizado em 22 de maio estacionado na Avenida Juan Carlos I, sem sinais de ter sido forçado, e as câmaras de segurança da zona do achado do turismo recolheram imagens do casal na tarde em que chegaram a Múrcia.
A Polícia Nacional localizou no final da noite de ontem os cadáveres semienterrados em um limoeiro do vilarejo Casas de Campo, a cerca de 12 quilômetros da cidade de Múrcia, e os levou ao instituto de medicina legal para a prática da autópsia.
Fonte: Yahoo Esporte Interativo

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Após boato, Caixa totaliza R$ 152 mi em 900 mil saques do Bolsa Família


Beneficiários correram a agências após boato de que programa iria acabar.
Governo desmentiu boatos, e Polícia Federal abriu inquérito para apurar.


A Caixa Econômica Federal informou nesta segunda (20) que foram efetuados no sábado e no domingo cerca de 900 mil saques de benefícios do Bolsa Família, que contabilizaram R$ 152 milhões.
Rumores sobre a suspensão de pagamentos do Bolsa Família e também sobre um inexistente bônus pelo Dia das Mães levaram milhares de beneficiários a procurar no final de semana agências da Caixa Econômica Federal, o que gerou filas e tumultos em pontos de saque em 12 estados.
Nesses estados, beneficiários correram às lotéricas e agências após o boato de que o recebimento de valores do programa só seria feito até este sábado. Foram registradas longas filas e tumultos em diversos pontos de saque, principalmente em cidades do Nordeste e do Norte.
A origem dos boatos ainda é desconhecida – a Polícia Federal abriu inquérito para apurar o caso.
Para este ano, o Ministério do Desenvolvimento Social destinou R$ 24 bilhões para o pagamento de benefícios do programa Bolsa Família.
Nesta segunda, em Pernambuco, a presidente Dilma Rousseff classificou como "desumano" e "criminoso" o autor dos boatos.
Via G1 Portal de Notícias