Anuncie (+5584) 98844-3297, Carlos, moderador do blog Livre Voz do Povo e guia de turismo carlosrn31@yahoo.com.br. Em consonância com à democracia, caso queira reclamar ou direito de resposta estamos às ordens. Divulgue o blog nas redes sociais.
Clique e assine AQUI, divulgue para seus contatos.
É dever do STF promover a pacificação da sociedade por meio de decisões que garantam a aplicação da Justiça, sobretudo no combate à corrupção que devasta o País, o que deploravelmente não tem ocorrido, retirando dessa Corte a legitimidade e o respeito que deveria naturalmente receber do povo brasileiro.
É chegado o momento histórico do Supremo retomar o seu papel fundamental, o que passa necessariamente pela eleição do seu próximo Presidente. A profunda divisão da sociedade demanda que o comando daquela casa, quebrando a rotina da eleição por antiguidade, recaia num Ministro que possa trazer a pacificação interna e a confiança plena da sociedade na sua mais alta Corte, para o que não está dotado o Ministro Dias Toffoli, pelas razões conhecidas por todos.
Exmos. Ministros, esse é o pleito que a nação brasileira lhes faz, em favor da paz social ameaçada e da restauração da respeitabilidade do próprio Supremo, agora posto mais uma vez a prova na escolha de seu Presidente, em setembro próximo.
Através do SiteChange.org brasileiros pedem o Impeachment do juiz do STF, Gilmar Mendes. O jurista Doutor Modesto Carvalhosa também pediu o afastamento do citado juiz. Decisões que envergonham o país e a Suprema Corte que causou revolta no magistrado, aguardar o desfecho dessa situação.
Para assinar cliqueAQUIe repasse compartilhando nas redes sociais.
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou questão de ordem na sessão plenária desta terça-feira (12) para que seja dado encaminhamento aos pedidos de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes recebidos pelo Senado. Ele destacou o pedido formulado em abril pelo jurista e professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Modesto Carvalhosa.
Randolfe leu uma lista com nove razões apresentadas pelo jurista que fundamentam o pedido de impeachment para demonstrar que Gilmar Mendes “sistemática e reiteradamente abusa do cargo e das funções que exerce, cometendo inúmeras vezes os crimes de responsabilidade”.
— Eu acho que a responsabilidade de dar uma resposta, em especial a essa denúncia apresentada pelo doutor Modesto Carvalhosa, é de todos nós membros do Senado da República. Não me refiro ao presidente ou à Mesa, mas ao conjunto do Plenário do Senado e para que seja dado o encaminhamento que requer a Constituição, a Lei 1079 [de 1950] e o Regimento do Senado — disse Randolfe.
Clamor
Em complementação à questão de ordem, o senador Lasier Martins (PSD-RS), que já havia se pronunciado sobre o tema na semana passada, voltou a criticar a condição de relator assumida por Gilmar Mendes em matéria na qual, segundo o parlamentar, o ministro deveria se declarar impedido. Trata-se do julgamento da suspensão do voto impresso nas eleições de outubro, uma vez que o ministro já foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Lasier também destacou a “série inconcebível de libertações de presos” promovidas por Gillmar Mendes e pediu mais esclarecimentos sobre o encaminhamento das denúncias.
— Essa questão de ordem se justifica porque há um clamor com relação às decisões do ministro Gilmar Mendes. Nós sabemos que há uma série de pedidos de impeachmentna Mesa do Senado, mas não sabemos qual é o conteúdo e quais os despachos que vêm sendo recebidos. E queremos saber se a decisão cabe ao presidente do Senado ou à Mesa do Senado, com possibilidade de recurso.
Apoio
O senador João Capiberibe (PSB-AP) manifestou apoio à questão de ordem em razão do “questionamento que se faz na sociedade brasileira sobre esse comportamento” dos ministros do Supremo.
— Esse é um caso que se debate publicamente e quem tem a responsabilidade de coibir esse tipo de comportamento é esta Casa, é o Senado da República, é a política que deve dar a condução. E nós fomos eleitos para isso — afirmou.
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Os procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio solicitaram à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que seja pedido o impedimento do ministro Gilmar Mendes para analisar casos que envolvam o ex-presidente da Fecomércio, Orlando Diniz.
O empresário, preso em março na Operação Jabuti, foi beneficiado por um habeas corpus concedido pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) na última quinta-feira (31).
As investigações do MPF-RJ identificaram que a Fecomércio, quando presidida por Diniz, patrocinou eventos do Instituto Brasiliense de Direito Público, que tem o ministro como um dos sócios-fundadores.
Foi identificado na quebra de sigilo fiscal da entidade o pagamento de R$ 50 mil ao instituto, além de exposição de patrocínio em outros dois eventos. Num deles, Diniz e Mendes estiveram juntos no palco.
Este é o segundo pedido de suspeição feito pela Procuradoria federal do Rio contra Mendes.
O primeiro, em casos envolvendo o empresário Jacob Barata Filho, chegou a ser enviado pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot ao STF. Dodge, contudo, pediu a devolução da peça para analisar melhor o caso. Ela não se pronunciou sobre o assunto desde setembro do ano passado.
Diniz foi denunciado sob acusação de lavagem de dinheiro, corrupção e participação em organização criminosa com o ex-governador Sérgio Cabral (MDB). Entre as acusações está a contratação de funcionários fantasmas no Senac, Senai e Fecomércio a pedido do emedebista, que geraram um custo de R$ 3 milhões entre 2007 e 2014.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A defesa de Dilma Rousseff vai usar as declarações de Lucio Funaro em sua delação premiada para reforçar o pedido de anulação do impeachment que a tirou do cargo, em 2016.
Segundo o ex-operador do PMDB, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha recebeu R$ 1 milhão para comprar votos a favor do afastamento da petista.
O próprio Funaro teria providenciado os recursos, que teriam sido usados para Cunha ir pagando os compromissos que ele tinha assumido com os parlamentares que votaram contra Dilma.
Desde o início do processo de impeachment, a defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff tem sustentado que o processo que a afastou da Presidência da República é nulo, diz o ex-ministro e advogado da petista, José Eduardo Cardozo.
Agora, na delação premiada do senhor Lúcio Funaro, ficou demonstrado que o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do impeachment, segue Cardozo, em nota.
Ele afirma que a defesa de Dilma irá requerer, nesta terça-feira, 17 de outubro, a juntada dessa prova nos autos do mandado de segurança, ainda não julgado pelo STF, em que se pede a anulação da decisão que cassou o mandato de uma presidente legitimamente eleita.
Leia, abaixo, a íntegra da nota de Cardozo.
1. Desde o início do processo de impeachment, a defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff tem sustentado que o processo de impeachment que a afastou da Presidência da República é nulo, em razão de decisões ilegais e imorais tomadas pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e por todos os parlamentares que queriam evitar a sangria da classe política brasileira.
2. Agora, na delação premiada do senhor Lúcio Funaro, ficou demonstrado que o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do impeachment.
3 - A defesa de Dilma Rousseff irá requerer, nesta terça-feira, 17 de outubro, a juntada dessa prova nos autos do mandado de segurança, ainda não julgado pelo STF, em que se pede a anulação da decisão que cassou o mandato de uma presidenta legitimamente eleita.
4. Entendemos que na defesa da Constituição e do Estado Democrático de direito, o Poder Judiciário não poderá deixar de se pronunciar a respeito, determinando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, por notório desvio de poder e pela ausência de qualquer prova de que tenha praticado crimes de responsabilidade.
Quem quer respeito, se dar o respeito! Lembram dos jovens que foram responsáveis pelo IMPEACHMENT do ex-presidente Fernando Color de Melo? Os Caras Pintadas? Precisamos da participação ativa da juventude, o país que queremos anda longe de ser esse desenhado pelos parlamentares brasileiros. O povo tem vergonha de vocês! O limiar de um novo tempo começa com o cidadão na rua! Não podemos mais se tornar escravos de um sistema de governo, pagando impostos e sustentando esse povo. A ineptocracia é um modelo de governo aonde os incapacitados estão governando os homens de inteligência! Só o povo nas ruas para impor limites, parece que estão anestesiados. Avante, em busca de um país melhor!
A defesa da então Presidenta da República Dilma Vana Rousseff, a cargo do competente e combativo advogado José Eduardo Cardozo, argumentou que houve por parte do Presidente da Câmara dos Deputados desvio de finalidade ou desvio de poder no recebimento da denúncia do impeachment, por inúmeras vezes: i) perante a Comissão de impeachment da Câmara contra a denúncia recebida pelo então Presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha; ii) diante do Senado Federal no julgamento do impeachment, e iii) no Supremo Tribunal Federal, nas vezes em que questionou a legalidade e legitimidade do processo.
Segundo a defesa de Dilma, o Presidente da Câmara, conforme amplamente divulgado na imprensa, recebeu a denúncia contra a Presidenta Dilma como uma forma de retaliação ao Partido dos Trabalhadores, cuja bancada votou favoravelmente à abertura de processo contra Eduardo Cunha na Comissão de Ética da Câmara. Em alegações finais em defesa da Presidenta da República Dilma Vana Rousseff apresenta ao Presidente do Supremo Tribunal Federal e ao Presidente do Senado Federal, protocolizada no dia 28 de junho de 2016, o ex-ministro da Justiça e eminente advogado José Eduardo Cardozo, no que diz respeito ao desvio de finalidade ou desvio de poder, em breve síntese, sustentou:
VII.2.2. A decisão de abertura do processo de “impeachment” como vingança e como forma de buscar a destituição do governo da Presidenta Dilma Rousseff para que outro mais “maleável” pudesse assumir.
A continuidade da operação “Lava Jato”, sem que o governo fizesse qualquer intervenção para proteger quem quer que seja do mundo político, agravava ainda mais a situação do Deputado Eduardo Cunha. Novos inquéritos foram abertos para investigá-lo. E a cada nova acusação que lhe era dirigida, ele reiterava a sua versão, renovando as ameaças:
(…)
Diante da gravidade dos fatos que o envolviam e da pressão da opinião pública para que fosse aberto na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados um processo para a cassação do seu mandato, o Presidente Eduardo Cunha começou a navegar de forma cautelosa e ardilosa entre dois mares revoltos. Para a oposição, acenava com a possibilidade de aceitar a denúncia por crime de responsabilidade, desde que recebesse o apoio necessário para obstar o andamento do processo de cassação do seu mandato. Para o governo, enviava emissários que diziam que ele não abriria o processo de impeachment solicitado pela oposição, desde que fosse garantido que os Deputados do Partido dos Trabalhadores não votariam contra ele na abertura do processo de cassação.
(…)
O processo de impeachment era, assim, encarado pelo Presidente Eduardo Cunha como a sua verdadeira “tábua de salvação”, em face do processo de cassação do seu mandato.
(…)
Diante da gravidade das acusações que atingem o Sr. Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a Sra. Presidenta da República Dilma Rousseff não fez, naturalmente, nenhuma gestão para que o seu partido e os deputados que o representavam no Conselho de Ética votassem a favor da imoral e pouco republicana intenção do Presidente da Câmara. A proposta, revestida da condição de uma verdadeira chantagem, era, para qualquer governante honrado, inaceitável. E mesmo sabendo dos tormentos que seguiriam a abertura do processo de impeachment, pelo aproveitamento retórico que dele fariam setores da oposição que nunca seconformaram com a derrota nas urnas, a posição da Sra. Presidenta da República foi firme e inabalável. Entendeu que um governo que se curva a chantagens não honra os votos que democraticamente recebeu.
(…)
No dia 2 de dezembro de 2015, o Sr. Presidente da Câmara, Deputado Eduardo Cunha, veio a cumprir a sua ameaça imoral. Logo após os nobres Deputados petistas Zé Geraldo, Leo de Britto e Valmir Prascidelli, integrantes do Conselho de Ética, manifestarem de público, em nome do seu partido (PT), o seu firme propósito de votar favoravelmente a instauração de processo na Comissão de Ética contra o Presidente Eduardo Cunha, o Presidente da Câmara, sem mesmo mascarar ou dissimular suas intenções, veio a aceitar parcialmente a denúncia ofertada por cidadãos vinculados a setores oposicionistas contra a Presidenta da República, em clamoroso desvio da sua competência legal”.
O fato, negado por aqueles que tinham interesse no impeachment da Presidenta, inclusive pela grande mídia, é agora um ano depois admitido pelo atual ocupante do Palácio do Planalto em entrevista à “Band” ao vivo no último sábado. A fala de Michel Temer trata-se de uma verdadeira “confissão” de que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha – do mesmo PMDB de Michel Temer – recebeu a denúncia por “vingança”.
Agora, vem alume, como já vinha sustentando a defesa da Presidenta Dilma, que o real motivo do impeachment – golpe parlamentar – foi Dilma não ceder à chantagem de Eduardo Cunha.
Portanto, diante dos fatos admitidos em rede nacional por um dos protagonistas do golpe, não resta alternativa ao Supremo Tribunal Federal que não anular o impeachment, caso não queira entrar definitivamente para história como aliado ao golpe que culminou com a retirada do poder da Presidenta eleita com mais de 54 milhões de votos, sem que ela tenha praticado crime de responsabilidade atentatório a Constituição da República.
Espera-se, no momento de grave crise institucional, que o respeito à Constituição da República prevaleça, acima de interesses políticos, econômicos e outros. O Estado de direito compreende o “Império da Lei” e não, como outrora, a vontade dos homens.
Leonardo Isaac Yarochewskyé advogado e Doutor em Ciências Penais.
Waldir Maranhão anulou processo de impeachment a pedido da AGU
O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9) anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, ocorrida no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.
O deputado do PP, que substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa, marcou uma nova votação do pedido impeachment para daqui a 5 sessões do plenário da Câmara.
Em nota divulgada à imprensa, Maranhão diz que a petição da AGU ainda não havia sido analisada pela Casa e que, ao tomar conhecimento dela, resolveu acolher. Na decisão, ele argumenta “ocorreram vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão em questão”.
Para Maranhão, os partidos políticos não poderiam ter fechado questão a favor ou contra o impeachment. Quando há o chamado fechamento de questão, os deputados devem seguir a orientação partidária sob pena de punição, como expulsão da legenda.
“Não poderiam os partidos políticos terem fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votassem de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente”, destacou o presidente em exercício da Câmara na decisão.
Maranhão argumenta ainda que os deputados não poderiam ter anunciado suas posições antes da sessão da Câmara que decidiu dar continuidade ao processo de afastamento da presidente Dilma. Ele também afirma que a defesa de Dilma deveria ter tido o direito de falar durante a votação do impeachment.
“Não poderiam os senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado publicamente seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do mesmo modo, não poderia a defesa da senhora Presidente da República ter deixado de falar por último no momento da votação, como acabou ocorrendo”, afirma.
A comissão no Senado que analisa o processo de impeachment de Dilma Rousseff recebeu, na quinta-feira (28), dois juristas autores do pedido de afastamento da presidente. Apesar do foco nos discursos, o vazamento de um áudio roubou a cena e deixou um clima constrangedor no local.
A "saia justa" aconteceu no momento em que o senador Cássio Cunha (PSDB/PB) fazia o seu pronunciamento que analisava a defesa do pedido, feito por Janaina. O áudio misterioso vazou do celular de alguém que estava na sessão, o parlamentar pediu então para que os segundos perdidos com o surgimento do áudio fossem compensados: "Peço que desconte do meu tempo o choro do bebê", disse Cássio Cunha.
Mesmo com a fala de Cássio, visivelmente se percebe que o áudio se trata de um gemido, apontado por muitos como um daqueles conteúdos espalhados em redes sociais e no WhatsApp disfarçados em links encurtados. Assim, ao abrir o link, a pessoa é surpreendida pelo áudio constrangedor.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fez hoje (8) críticas diretas a deputados que optarem por se ausentar da decisão do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, quando ocorrer a votação no plenário. Segundo ele, a ausência desses parlamentares gerará “suspeição e dúvidas sobre o caráter”.
“Acho muito pouco provável que algum parlamentar queira ficar para a história como ausente, sob suspeição por não participar de um processo desse. Dificilmente ele conseguirá explicar a seus eleitores por que esteve ausente. Aqueles que têm sua posição vão exercê-la aqui, seja para um lado ou para outro. ”, disse Cunha.
Segundo ele, os deputados que, por vontade própria, não estejam presentes, “não estarão exercendo o mandato como deveriam exercer, e vão responder perante os eleitores”, afirmou. “Vamos entender que quem está ausente é porque está votando pelo não acolhimento à denúncia. Ausência e voto contrário são a mesma coisa”, completou.
Tramitação
O presidente da Câmara explicou como pretende dar andamento ao processo em tramitação na Comissão Especial do Impeachment. Ele disse que, uma vez votado o parecer na comissão especial, será lido na sessão ordinária imediatamente seguinte. Após sua leitura, será publicado no Diário Oficial do dia seguinte e, 48 horas depois, será colocado em pauta.
“Esse é o rito estabelecido, que será cumprido, caia no dia em que cair. Tem de ser lido em uma sessão ordinária, não em extraordinária. E só pode ser lido no expediente. Ou seja, será lido na terça-feira, no expediente.”
Ele negou que esteja conduzindo o processo de forma a que a votação ocorra no fim de semana, na busca pelo apoio de manifestantes nos arredores do Congresso Nacional. “Não sou favorável, nem contrário. A adesão popular acontecerá no dia em que houver votação e em qualquer circunstância. Não vejo isso como estímulo ou desestimulo, mas como consequência natural de um processo que precisa ser encerrado”.
Para Cunha, a discussão tenderá a ser lenta. “O impeachment do Collor foi feito em dois dias. São 513 parlamentares, o que pode resultar em oito horas de votação. Prevejo no mínimo três dias de sessão. Não quer dizer que vá acabar no domingo. Pode acabar na segunda. Isso já aconteceu várias vezes na Casa”.
Reiterou que não acredita na judicialização do processo porque o rito que está sendo adotado é o que foi definido pelo Supremo Tribunal Federal. “Se ficamos paralisados aguardando até o julgamento dos embargos foi para que não se tivesse nenhum tipo de dúvida. Demos sequencia imediatamente após o julgamento dos embargos, mesmo sem o acórdão dos embargos, que ainda não foi publicado, nós estamos seguindo o rito”.
Temer
Sobre a liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, determinando que a Câmara dos Deputados dê prosseguimento ao processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer, Eduardo Cunha disse que, caso essa determinação seja acatada, ela terá de ser aplicada, também, a dezenas de outros pedidos pendentes, o que resultaria na instalação imediata de dezenas de comissões especiais. Fonte:Yahoo Notícias
Antes de começar a escrever este artigo digo-lhes, queridos
leitores (as) que não votei na presidente exatamente por não acreditar no
modelo socioeconômico e nas propostas de seu governo. Entretanto, não apoio a
forma em que a oposição contra o estado democrático de direito vem se
comportando, entenda:
Mal perdeu as eleições, o Senador Aécio Neves (PSDB-MG)
começou a articular junto a outros partidos o IMPEACHMENT da Dilma. De fato, as
reformas prometidas não surtiram efeitos, ao contrário, o PMDB maior partido da
base aliada saiu lucrando com mais de 1.500 cargos. Onerar os empresários e à
sociedade, definitivamente não foi uma boa ideia. O modelo até então adotado
parou o país, fábricas quebrando e provocando uma desordem, ou catástrofe
mundial impulsionada por outros mercados.
Entretanto, não é com o IMPEACHMENT que à crise
político-financeira retomará o crescimento de um país que nunca deixou de
crescer, apenas na visão de uma mídia golpista e tendenciosa. Entenda 1992
quando o então presidente Fernando Collor de Mello recebeu o IMPEACHMENT,
liderado pela então toda poderosa Rede Globo. 24 anos depois incentivado por
revistas tendenciosas e uma sociedade manipulada pelos veículos de comunicações
poderá se repetir.
Em face a isto, o apoio deve ser incondicional à Polícia
Federal na operação Lava à jato, Zelotes e escândalos dos mais diversos
envolvendo políticos de todos os partidos. É preciso que os senhores Senadores
e Deputados Federais e os Ministros do STF usem o bom senso. com a prisão do
ex-presidente Lula e o Impeachment da Dilma o país retomará o seu crescimento?
Os males do dito Estado Democrático e de Direito
Às más práticas na política, o Clientelismo, Fisiologismo,
Ineptocracia, fraudes em licitação, peculato, improbidade administrativa,
compra de votos são apenas a ponta do iceberg. A responsabilidade de retomar o
crescimento do país é de todos os brasileiros, as manifestações são
demonstrações que o povo começa a despertar como cidadãos politizados que lutam
por um país melhor, entretanto, o IMPEACHMENT não será a solução para retomar o
crescimento econômico do país.
O jornal O Dia, do Rio de janeiro, registrou um discurso do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), feito no plenário da Câmara em que ele pede a militares que “sitiem” o Congresso Nacional no dia da votação do impeachment de Dilma Rousseff (PT).
Segundo ele, em discurso feito para policiais miluitares e bobeiros, seria preciso colocar mais de 50 mil pessoas do lado de fora da Câmara para que o deputado que votar contra o impeachment “tenha problemas”.
Procurada pelo jornal, a assessoria de Bolsonaro disse que era apenas uma “força de expressão”.
Veja o texto do que Bolsonaro disse:
“No dia da votação do impeachment aqui, no final de abril, vocês todos têm que sitiar o Congresso Nacional e botar lá fora 50 mil pessoas ou mais. Aquele Parlamentar que, porventura, não votar pela saída dessa impostora e corrupta, Dilma Rousseff, vai ter problemas para sair do Congresso. Então, estejam todos aqui no final de abril para votar o impeachment de Dilma Rousseff.”
O Conselho de Ética decidiu nesta terça-feira manter o processo contra Eduardo Cunha. O presidente da Câmara dos Deputados é acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falso testemunho.
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela abertura de ação penal contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e a ex-deputada federal e atual prefeita de Rio Bonito (RJ), Solange Almeida. Seguindo o voto do relator, ministro Teori Zavacki, os demais ministros entenderam que há indícios de que Cunha recebeu US$ 5 milhões de propina por um contrato de navios-sondas da Petrobras.
Até o momento, seis dos 11 ministros da Corte aceitaram a denúncia contra Cunha e Solange.
Os ministros Edson Fachin, Luiz Roberto Barroso, Marco Aurélio e Cármen Lúcia acompanharam voto do relator, ministro Teori Zavascki. O ministro votou pelo recebimento parcial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, por entender que há indícios de que o presidente da Câmara pressionou um dos delatores da Lava Jato para receber propina.
A sessão foi suspensa e será retomada amanhã (2), com os votos dos demais ministros que compõem a Corte. Se o resultado for mantido, Cunha e Solange passarão à condição de réus no processo.
*André Richter - Repórter da Agência Brasil / Edição: Carolina Pimentel
O presidente da Escola de Samba Unidos do Peruche, Sidney de Moraes, conhecido como Ney, disse que a performance da modelo Ju Isen, que tirou a roupa durante o desfile, "fez a diferença" e prejudicou a escola. Mesmo assim, a Peruche escapou de ser rebaixada, terminando em 12º lugar. Pérola Negra e X-9 Paulistana caíram.
"Provavelmente, tivemos muitas notas baixíssimas referentes ao quesito fantasia, ou seja, eu acho, que a peladona fez a diferença e nos derrubou muito nesse quesito", disse Ney.
Entrevistada pelo EGO, Ju Isen rebateu: "Estou super aliviada, graças a Deus não tive culpa de nada. Meu protesto foi questão de quinze segundos, consegui mandar meu recado sem prejuducar a escola, Estou aliviada, feliz e contente. Não queria que a escola fosse rebaixada", declarou.
Segundo Ney, a modelo assinou um termo com a escola em que se comprometia a não prejudicar a escola e a "não causar nenhum tipo de desconforto" na avenida. O documento, segundo ele, prevê multa e responsabilização caso algo acontecesse.
"Ela prejudicou milhares de pessoas que estão comprometidas com o carnaval". A jovem tirou a fantasia durante o desfile, ficando com os seios à mostra, e foi expulsa do Sambódromo do Anhembi.
"A gente trabalhou bastante e eu acredito que tem um Deus que olhou por mim e por esse motivo nós ficamos [no grupo especial]. Mas isso não quer dizer que não tivemos erros, e eu gostaria de contar com a comunidade, o ano que vem estejam com a gente novamente", continuou o presidente.
Ju Isen tira a roupa e é expulsa pelos diretores da Unidos da Peruche (Foto: Reprodução/TV Globo)
O G1 tentou contato com a passista e com o seu assessor de imprensa diversas vezes para questionar sobre o documento. Em nenhuma delas recebeu retorno.
"A atitude dela não é uma atitude legal, não condiz com o carnaval. Nós temos muitas pessoas que deixaram suas casas e perderam dias e noites se empenhando com a única finalidade de fazer um carnaval especial para a escola. E vem uma mulher dessas, sem comprometimento nenhum, unicamente pensando em si, e comete uma atitude infeliz", afirmou Ney.
O carnavalesco teme possíveis punições por causa do incidente na madrugada deste domingo (7). "O que ela fez é inadmissível, prejudicou centenas de milhares de pessoas envolvidas com o carnaval e comprometidas com a Unidos do Peruche. O que ela demonstrou foi ter comprometimento nenhum."
O presidente do Peruche diz que já temia alguma coisa desde que, durante um ensaio técnico no Anhembi, Ju Isen tirou parte da alegoria para mostrar uma crítica ao governo federal nas costas. "Nós ficamos muito preocupados por ela ter feito aquilo."
Ney irá se reunir com os diretores da escola de samba para definir que atitude será tomada.
Ele também aguarda a posição oficial da Liga Independente das Escolas da Samba para ver se a agremiação perderá pontos diante da ação da passista. "Se, por acaso, tivermos uma perda de pontos, aí vamos acabar processando sim", disse.
"Ela desrespeitou não só a escola, mas famílias, pais e filhos que estavam assistindo, verdadeiros amantes do carnaval. Não foi um ato digno de uma sambista", acrescentou.
Ju Isen, conhecida por ter ido quase nua em um dos protestos a favor do impeachment de Dilma Rousseff, se revoltou durante o desfile da Unidos do Peruche na segunda noite de desfiles do Carnaval paulistano. Impedida pela agremiação de usar um tapa-sexo polêmico com desenho da presidente, a musa resolveu prejudicar a escola na avenida. (Foto: Futura Press)
A Musa do Impeachment esperou o momento em que estaria bem em frente aos jurados no Sambódromo do Anhembi para tirar a parte de cima da fantasia. (Foto: Futura Press)
Intervenção militar, Impeachment e outros movimentos
anti-PT, ou seja, contra a corrupção política partidária. Não que justifique
tantos escândalos, desvios e desmandos que povoam à mídia brasileira. Temos uma
democracia fragilizada, uma sociedade conivente com as más prática da política
que já foi deveras supracitada por este blog. O que fazer para continuar
crescendo, afinal o país nunca deixou de ser rico, apenas desigual, a riqueza
caminhando lado a lado com a pobreza, à ignorância e a corrupção
suprapartidária.
À ignorância das massas é a principal força dos governantes,
esse clichê nunca foi tão atual e dói saber que perpetuará em forma das velhas
práticas imoral e ilegal da política. Não obstante tem se lutado contra todo
tipo de desmando. É preciso fazer com o cidadão entenda que à ganância é a
principal aliada deste processo degenerativo, desta célula cancerígena que
corrompe os princípios, a moral e à ética.
À democracia é fragilizada em detrimento do comportamento de
uma sociedade patrimonialista, que insiste em tirar vantagem em tudo,
individualista e responsável pelo estado de cleptocracia generalizado. Um país
desgovernado por ladrões e um povo conivente com os desvios.
À Educação de qualidade é o principal víeis para combater a ignorâncias
das massas, reduzir à miséria e fazer do Brasil um país rico e promover à
justiça em todos os níveis sociais. Por conseguinte, todos nós somos responsáveis para soerguer
este país e fazer do Brasil uma nação rica e fraterna.