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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Estado Islâmico ameaça Donald Trump em novo vídeo: "Pedimos a Alá que promova sua destruição"

Terroristas do Estado Islâmico desfilam pelas ruas do Oriente Médio. (Foto: Reuters)
Terroristas do Estado Islâmico desfilam pelas ruas do Oriente Médio. (Foto: Reuters)
A facção do grupo terrorista do Estado Islâmico na Indonésia ameaçou o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, com uma "tentativa de assassinato" em um vídeo divulgado na última quarta-feira.
O site Heavy, que relata as atividades terroristas do grupo radical islâmico, observa que o novo vídeo gravado em malaio [idioma malasiano] e intitulado "Incite os Crentes à Luta 2" apresenta imagens de agentes do Serviço Secreto que se apressam em retirar Trump de um palco em Reno, Nevada.
O incidente ocorrido em um comício de Trump [antes de ser eleito] foi exibido mostrado no vídeo da filial do Estado Islâmico ocorreu no fim de semana antes da eleição presidencial de 8 de novembro. Após um homem na platéia gritar a palavra "arma", um tumulto se iniciou, mas nenhum artefato do tipo foi descoberta no local, de acordo com a CNN.
O homem que gritou "arma" foi mais tarde identificado como Austyn Crites, que disse que estava apoiando a democrata Hillary Clinton para presidente. Nenhuma acusação foi apresentada contra ele.
Os radicais jihadistas islâmicos dizem no vídeo que querem atingir outros líderes mundiais, como Trump em "tentativas de assassinato".
O grupo terrorista lançou outro vídeo após a vitória da eleição de Trump, chamando o presidente eleito de "burro" e prevendo que ele trará a queda da América por conta própria.
"O que queremos é que seu país seja entregue a um burro como Trump, que vai destruí-lo", disseram os radicais.
Os terroristas também apontaram os cidadãos norte-americanos como seus inimigos e fizeram um tipo de 'previsão jihadista'.
"No final das contas, todos eles são nossos inimigos e só os encontraremos nos campos de batalha", disse o vídeo. "Serão eles ou nós. Pedimos a Alá que faça sua destruição, causada por seus próprios planos e sua morte entre eles mesmos".
Os militantes do Estado Islâmico, que também ameaçaram o presidente Barack Obama, em várias ocasiões, afirmaram que têm "orado a Alá" nos últimos meses da temporada eleitoral, para garantir que Trump ganhasse a eleição presidencial.
A revista 'Foreign Affairs' sugeriu em agosto que uma das razões que explicam o desejo do grupo terrorista pela vitória de Trump era a expectativa que EI tinha de que o governo do empresário levará à radicalização dos muçulmanos nos Estados Unidos e na Europa, inspirando-os a realizar mais ataques do perfil "lobo solitário".
Trump prometeu derrotar o Estado Islâmico e na véspera da eleição afirmou que o grupo terrorista desapareceria "muito rapidamente" sob sua administração.

"Eu não vou dizer-lhes onde e eu não vou dizer-lhes como. Nós devemos, como uma nação, ser mais imprevisível. Conter a propagação do islamismo radical deve ser um importante objetivo de política externa dos Estados Unidos e, de fato, do mundo", disse Trump.

Fonte: GUIAME

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Terrorista do Estado Islâmico ameaçou atacar o Brasil, diz Agência Brasileira de Inteligência

Para quem pensa que as atrocidades do grupo terrorista Estado Islâmico estão bem longe da realidade dos brasileiros, fique sabendo que a veracidade de uma mensagem ameaçadora publicada por um dos membros do grupo nas redes sociais foi confirmada pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) nesta semana.
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Maxime Hauchard é visto com frequência nos vídeos do EI. (AFP/Twitter)
“Brasil, vocês são o próximo alvo. Podemos atacar esse país de m…”, diz publicação do perfil do Twitter que tinha como dono Maxime Hauchard, de 22 anos, datada de uma semana após os atentados de Paris, em novembro do ano passado.
Na última quarta-feira (13), a Abin confirmou que a conta realmente pertence ao terrorista francês que aparece decapitando sírios em vídeos do grupo jihadista. A administração do Twitter, porém, suspendeu recentemente as atividades do perfil.
“Monitoramos e percebemos que o perfil realmente era do Maxime, um dos líderes do Estado Islâmico. A partir do momento da postagem, houve uma maior intensidade nos discursos de agressividade dos autoproclamados seguidores do grupo terrorista no Brasil”, disse o diretor de Contraterrorismo da Abin, Luiz Aberto Sallaberry, na Feira Internacional de Segurança, no Rio, em declaração reproduzida pelo jornal O Dia.
“Maxime é uma espécie de garoto-propaganda do Estado Islâmico. Saiu de um vilarejo no interior da França para a Síria, aos 18 anos, onde se integrou ao terrorismo. É o segundo na linha de comando de decapitadores e gosta de dizer que ‘é como estar no Éden’ fazer parte do grupo”, completou o diretor para uma plateia de especialistas em segurança.
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Exército brasileiro tem treinado operações de segurança no Rio de Janeiro por causa dos Jogos Olímpicos. (EFE)
Sallaberry ainda informou que há um número cada vez maior de brasileiros que se interessam em se juntar ao grupo que prega a supremacia do Islã. Com a realização das Olimpíadas na capital fluminense este ano, a preocupação com possíveis ataques é bastante real. Das delegações, dez são consideradas “alvos prováveis” para eventuais atentados, entre elas Estados Unidos, Canadá e também o anfitrião Brasil.
O diretor da Abin também garantiu que, uma vez que os brasileiros fazem o juramento do Estado Islâmico, eles estão “dispostos a cometer qualquer atentado violento em nome do grupo”, independentemente se a ordem for dada presencialmente ou via internet.  
Para evitar possíveis ataques, a agência intensificou ações junto a setores como hotelaria e transporte a fim de facilitar a identificação de terroristas. Entretanto, Sallaberry tratou de acalmar o público no fim de sua apresentação: “Não estou dizendo que vai acontecer um atentado. Estou dizendo que é a primeira vez que a probabilidade aumentou sobremaneira no nosso país”.
Fonte: Yahoo Notícias

domingo, 6 de março de 2016

Estado Islâmico Midiático! A prisão do chefe!



A corrupção política é o uso das competências legisladas por funcionários do governo para fins privados ilegítimos. Desvio de poder do governo para outros fins, como a repressão de opositores políticos e violência policial em geral. As formas de corrupção variam, mas incluem o suborno, extorsão, fisiologismo, nepotismo, clientelismo, corrupção e peculato. Embora a corrupção possa facilitar negócios criminosos como o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e tráfico de seres humanos, ela não se restringe a essas atividades.
Indo direto ao assunto, à polícia Federal é um órgão de respeito juntamente com o meritíssimo Juiz Sergio Moro. Diante dos fatos expostos e um conceito resumido sobre à corrupção é preciso dizer aos menos informados que não se trata de uma corrupção partidária.
Em face a tudo isso, a mídia marrom e suas facetas, os meandros e malandragens vai além do escândalo do PT, do mensalão único e exclusivo cujo pai chama-se Luís Inácio Lula da Silva. Talvez se entregando, já que há motivos de sobra para prender o chefe acalme o mercado. Muito bem, à justiça tem um peso e duas medidas, o escândalo da merenda escolar do governo do PSDB não merece o mesmo destaque.
Por que hoje pobre voa de avião, faz intercâmbio no programa ciência sem fronteira, é beneficiado em programas de transferência de renda, faz curso de capacitação pelo sistema “S” não seja o real motivo de tirar de vez e extinguir o partido dos trabalhadores, o partido mais corrupto do Brasil e, consequentemente o país retomará o crescimento, ironias a parte.

Lógico que o modus operandi, o estado de cleptocracia em que se transformou o país tem o dedo do povo brasileiro que adora uma gambiara, o jeitinho de se dá bem, vender o voto, tirar vantagens, os cabides de empregos, clientelismo, fisiologismo, peculato, fraudes em licitação tem transformado os mais de 5.571 municípios num grau de dificuldade. As 3 esferas estão contaminadas pelo mesmo problema, então não é apenas Lula que será a salvação da lavoura, a ansiedade dos veículos de comunicação em prender o maior presidente da história desse país acalmará o mercado mundial. Sem dúvida, o maior adversário é a mídia tendenciosa feita por intelectuais prestando um desserviço ao Brasil. Sim, trata-se do Estado Islâmico Midiático. 

sábado, 14 de novembro de 2015

ESTADO ISLÂMICO ASSUME AUTORIA DOS ATAQUES EM PARIS




Poucas horas após o fim de uma das noites mais aterrorizantes que Paris já viveu, o autor do terrorismo se identifica. E, como esperado, todo o horror vivido nas ruas parisienses foi promovido pelo Estado Islâmico.

“Oito irmão com explosivos na cintura e fuzis fizeram vítimas em lugares escolhidos previamente e que foram escolhidos minuciosamente no coração de Paris, no estádio da França, na hora do jogo entre França e Alemanha, que eram assistidas pelo imbecil François Hollande”, afirma comunicado.

Dessa forma, sabe-se que o que aconteceu na noite em Paris foi completamente planejado pelos jihadistas do Estado Islâmico. Ainda em comunicado, eles justificam a escolha da casa de shows Bataclan, local onde mais foram mortos civis por parte dos terroristas do EI.



“Escolhemos o Bataclan onde se estavam reunidos centenas de idolatras em uma festa de perversidade assim como outros alvos no 10º arrondissement e isso tudo simultaneamente. Paris tremeu sob seus pés e as ruas se tornaram estreitas para eles. O resultado é de no mínimo 200 mortos e muitos feridos. A glória e mérito pertencem a Alá”, finaliza o comunicado.

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Antes de o Estado Islâmico assumir a autoria dos ataques, Hollande, presidente francês, já havia prometido reagir ao terrorismo, que ele mesmo classificou como “um ato de guerra do Estado Islâmico à França”, segundo informação de agências internacionais.

Fonte: YAHOO NOTÍCIAS

sábado, 25 de abril de 2015

Condenado à morte por ser gay, vítima ganha abraço de executor do EI

ReproduçãoReprodução

Não foi a primeira vez que o grupo jihadista Estado Islâmico comete a barbaridade de assassinar alguém baseado na orientação sexual da pessoa. Mas chamou a atenção a cena de um condenado ganhando um abraço apertador de seu executor.

A imagem é fruto de um vídeo divulgado pelo próprio Estado Islâmico em redes sociais. Não se sabe qual o objetivo do grupo ao divulgar o abraço, mas impressiona a calma do executado e também a presença de um grande público para assistir à cena.

Sobre a calma, um desertor do grupo contou em entrevista recente que as vítimas são enganadas e nunca sabem quando vão morrer. Por acharem que se trata apenas de uma simulação, elas apresentam sempre um semblante calmo antes das execuções começarem. Esse pode ser o motivo do polêmico abraço.

Fonte: Yahoo Brasil

sábado, 7 de março de 2015

Exército sírio mata comandante do Estado Islâmico, diz imprensa estatal

BEIRUTE (Reuters) - A Força Aérea da Síria matou um comandante do Estado Islâmico em um ataque aéreo na região central do país, disse a mídia estatal no sábado. 
O comandante do Estado Islâmico, identificado como um dos governadores provinciais auto-declarados, foi morto em um ataque perto da cidade de Hamadi Omar, a 50 quilômetros da cidade de Hama. O Observatório disse que um total de 26 militantes do Estado Islâmico morreram no ataque. 
A imprensa estatal síria também disse que o ataque destruiu um comboio de veículos militares. Rami Abdulrahman, que dirige o Observatório de Direitos Humanos da Síria, disse que não estava claro se o comandante do Estado Islâmico, chamado de Abi Ammar al-Jazrawi, havia mesmo sido morto em ataques aéreos na sexta-feira e no sábado. 
Uma aliança liderada pelos EUA para bombardear alvos do Estado Islâmico na Síria e no Iraque rejeitou a ideia de parceria com o presidente Bashar al-Assad na luta contra o grupo radical, descrevendo o mandatário como parte do problema. 

(Por Tom Perry)
FONTE:  REUTERS BRASIL

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Estado Islâmico queima 43 pessoas no oeste do Iraque

(Foto: AP)(Foto: AP)

O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) queimou vivos neste sábado pelo menos 43 moradores da área de Al Bagdadiya, na província de Al-Anbar, no Iraque, que tinha sido previamente controlada pelos extremistas, informou à Agência Efe uma fonte de segurança.

Os membros do EI trancaram em uma jaula os sequestrados, em sua maioria policiais e integrantes dos Conselhos de Salvação (milícias sunitas pró-governo), antes de atear-lhes fogo, explicou a fonte.
O grupo radical havia sequestrado estas pessoas há mais de uma semana na área de Al Bagdadiya.
Este assassinato é similar ao ocorrido semanas atrás, quando o EI mostrou em um vídeo como queimou vivo o piloto jordaniano Moaz Kasasbeh, capturado na Síria em dezembro depois que seu avião caiu durante uma operação da coalizão internacional contra os jihadistas.
No último dia 17 de fevereiro, o EI executou e queimou mais de 40 pessoas nesta mesma região, em sua maioria membros da polícia e dos Conselhos de Salvação.
A província de Al-Anbar está em sua maioria sob o controle dos militantes radicais e Al Bagdadiya era uma das poucas cidades que se mantinha em poder do governo iraquiano.
Os Estados Unidos, que lideram a aliança internacional contra o EI, têm 300 militares na base de Ain al Assad, situada cerca de 15 quilômetros de distância de Al Bagdadiya e que sofreu nos últimos dias tentativas de ataque frustradas por parte do grupo extremista. Fonte: EFE
ah-mf-em/rsd

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Radicais do Estado Islâmico colocam crianças em gaiola em protesto contra ataques sírios



Torcendo para que fosse mais um hoax, um desses virais que se espalham rapidamente na internet. Entretanto, o destino dessas crianças é a morte, estupro e as barbáries que conhecemos. O mundo é um lugar inseguro, em 
nome da fé comentem-se crimes. 

Fonte: R7

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Estado Islâmico divulga vídeo onde supostamente queima refém vivo

  



O grupo Estado Islâmico (EI) publicou nesta terça-feira um vídeo de um homem sendo queimado vivo em uma cela, e afirmou tratar-se do piloto jordaniano capturado após a queda de seu caça F-16 na Síria, em 24 de dezembro.

Maaz al-Kassasbeh realizava ataques aéreos contra posições do EI como parte da coalizão internacional anti-jihadista quando foi capturado. A Reuters não pôde confirmar imediatamente as cinco imagens, que mostravam um homem queimado em uma gaiola preta, mas o vídeo parece ser legítimo, inclusive pelas reações oficiais da Jordânia.
Através da TV estatal, a Jordânia afirmou que o ato será retaliado. "O sangue de um filho da Jordânia não terá sido derramado em vão".
Um integrante da família do piloto disse depois à Reuters que o chefe das Forças Armadas da Jordânia informou à família que ele estava morto. Kasaesbeh estava sendo mantido como refém do Estado Islâmico e sua libertação estava sendo negociada entre os militantes e governos locais.
De acordo com a Al Jazeera, o governo jordaniano admite que, através de informações da sua inteligência, o piloto possa ter sido morto no último dia 3 de janeiro. Ainda de acordo com a rede de TV do Qatar, a terrorista iraquiana Sajida al-Rishawi, que seria usada como moeda de troca pelo piloto, deverá ser levada para Swaqa, única prisão da Jordânia onde são feitas execuções. Segundo fontes consultadas pela Al Jazeera, al-Rishawi deve ser executada nas próximas horas e outras retaliações podem se seguir após um evento que está escalando a tensão em toda a região.
Na Jordânia há um crescente movimento para que o país deixe a coalizão porque o Estado Islâmico não atacou o país. Contudo, a morte bárbara de al-Kassasbeh teria gerado uma revolta que poderia reverter a tendência, além do fato de que analistas militares crêem que. eventualmente, o EI deve rumar em direção às fronteiras jordanianas. Os aliados da coalizão na região agora esperarão sinais mais consistentes dos EUA no sentido de prover recursos para continuar lutando contra o EI.
Em entrevista à Al Jazeera, um analista árabe, Abdel Bari Atwan, afirmou que a execução de al-Kassabeh tem uma mensagem muito clara: impingir o terror à coalizão anti-EI. "Eles querem deixar claro que membros da coalizão terão as mortes mais terríveis de todas", afirmou, dizendo ele mesmo estar surpreso porque achava que o piloto jordaniano era um 'trunfo' para conseguir a liberdade de al-Rishawi.

Foto piloto sendo queimado, clique apenas se tiver acima de 18 anos AQUI

Vídeo: Atenção, conteúdo impróprio para menores de 18 anos, imagens fortíssimas, clique AQUI

Fonte: Com AFP e Reuters

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Grupo Estado Islâmico diz ter decapitado refém japonês Kenji Goto

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) anunciou ter decapitado o refém japonês Kenji Goto, segundo vídeo difundido este sábado, um ato "odioso" condenado com firmeza tanto pelo governo japonês, que se disse indignado com mais um ato terrorista abominável e desprezível, quanto por líderes ocidentais.
Após multiplicar as ameaças nos últimos dias, o EI divulgou o vídeo através de seu veículo de propaganda, Al Furqan, em que o jornalista japonês aparece de joelhos, vestindo um traje laranja, tendo à sua frente um homem encapuzado e todo de preto que, com uma faca na mão, responsabiliza o governo japonês por seu "martírio".
O vídeo termina com uma foto do corpo jogado no chão, com a cabeça nas costas.
Segundo o observatório de páginas de extremistas SITE, o carrasco, que parece ser o homem que ficou conhecido como 'Jihadi John', devido ao sotaque do sul da Inglaterra, dirigiu-se ao governo japonês e à coalizão ocidental que realiza ataques contra o grupo radical.
"Vocês, assim como seus tolos aliados da coalizão satânica, ainda precisam entender que nós, pela graça de Alá, somos um califado islâmico com autoridade e poder, um exército inteiro sedento de seu sangue", afirmou.
Em seguida, ele se dirigiu diretamente ao premiê japonês, Shinzo Abe.
"Por causa de sua decisão insensata de participar desta guerra invencível, esta faca não irá apenas sacrificar Kenji, mas também vai continuar a causar carnificina onde quer que seu povo esteja. Então, que comece o pesadelo para o Japão”, afirmou.
Visivelmente abalado, Abe prometeu, em declarações à imprensa, em Tóquio, "nunca perdoar os terroristas".
"Estou extremamente indignado com estes atos terroristas odiosos e desprezíveis. Nós nunca vamos perdoar os terroristas. Vamos cooperar com a comunidade internacional para fazê-los pagar por seus crimes", declarou a jornalistas, em Tóquio.
Os aliados ocidentais da coalizão não tardaram em reagir ao anúncio da morte do jornalista.
Em Washington, o presidente americano, Barack Obama, condenou, em um comunicado, o "assassinato abominável" do refém japonês.
O presidente francês, François Hollande, também repudiou "com a maior firmeza" o "assassinato brutal" do jornalista, segundo nota oficial do Palácio do Eliseu. Em Londres, o premiê David Cameron também criticou, em nota, a "desprezível"e "assustadora" execução de Goto.
Mais cedo, logo após o anúncio da execução do jornalista, o governo japonês já tinha condenado "com a maior firmeza" a execução deste segundo refém japonês, um jornalista independente, que tinha sido sequestrado na Síria no final de outubro.
"Um vídeo no qual se diz que Goto foi executado foi difundido na internet. Estamos indignados e condenamos (este ato) com a maior dureza", declarou o porta-voz do governo, Yoshihide Suga, em breve coletiva realizada às 06H00 de domingo, hora do Japão (19H00 de sábado, hora de Brasília).
"Não podemos evitar sentir ultraje extremo com a repetição de mais um ato odioso e desprezível", acrescentou o porta-voz.
"Novamente, nós condenamos fortemente [este ato]", reiterou.
Suga não fez comentários sobre a confiabilidade do vídeo, que não fez qualquer menção ao piloto jordaniano Maaz Al Kassasbeh, também feito refém e ameaçado de morte pelos jihadistas.
Esta manhã, o vice-ministro japonês das Relações Exteriores, Yasuhide Nakayama, enviado a Amã, tinha admitido que as negociações sobre a libertação de Kenji Goto estavam paralisadas.
"Responderemos com firmeza" a este ato, afirmou, destacando que o governo continua investigando a veracidade da informação.
No vídeo anterior difundido pelos extremistas, eles ameaçaram matar na quinta-feira o jornalista japonês e o piloto jordaniano, caso a Jordânia não liberte uma extremista iraquiana.
Na quarta-feira, Amã se disse disposta a a libertar Sajida al Rishawi caso Al Kassasbeh fosse libertado são e salvo, mas neste momento e após a aparente execução do segundo refém japonês, desconhece-se a situação do piloto jordaniano.
O EI já tinha matado um primeiro refém japonês, Haruna Yukawa, capturado em agosto na Síria, e difundiu sua execução em 24 de janeiro. O grupo jihadista tinha pedido um resgate de US$ 200 milhões em troca de Yukawa.
Além dos dois japoneses, o EI reivindicou desde meados de agosto a execução de cinco reféns ocidentais: os jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff, o trabalhador humanitário americano Peter Kassig e outros dois voluntários britânicos, David Haines e Alan Henning, todos sequestrados na Síria.
Fonte: AFP/Yahoo Brasil

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

CENAS FORTES: VÍDEO DE UM GAROTO DE 12 ANOS COM A EXECUÇÃO DOS DOIS ESPIÕES RUSSOS



O Estado Islâmico divulgou um vídeo em que aparece um garoto que aparenta ter uns 12 anos executando dois Espiões do Serviço de Inteligência Russo. Após o interrogatório o garoto se aproxima e executa os dois espiões. Observação, só clique se você tiver mais de 18 anos, cenas fortes e inapropriadas para maiores. Por esta razão, a pedido de leitores internacionais estou exibindo à matéria sem expor o link diretamente. Clique AQUI

Crédits: Best Gore/Picture and video. 

sábado, 24 de janeiro de 2015

Governo japonês tenta confirmar vídeo de execução de refém pelo EI

Imagem divulgada pelo SITE (grupo de monitoramente do terrorismo) mostra o refém japonês Kenji Goto em imagem que teria sido feita após a decapitação de outro refém, Haruta Yukawa (Foto: Reprodução/Twitter/SITE Intel Group)Imagem divulgada pelo SITE (grupo de monitoramente do terrorismo) mostra o refém japonês Kenji Goto em imagem que mostraria a decapitação de outro refém, Haruta Yukawa (Foto: Reprodução/Twitter/SITE Intel Group)
O governo japonês tenta neste sábado (24) confirmar um vídeo com o que seria a execução de Haruta Yukawa, de 42 anos, um dos dois reféns japoneses em poder do grupo radical Estado Islâmico.
O porta-voz do governo, segundo a agência Reuters, disse que a suposta execução é "ultrajante" e "inaceitável". Ele exigiu a imediata liberação de Kenji Goto, de 47 anos.
O secretário-chefe de gabinete Yoshihide Suga afirmou em um breve comunicado televisionado que o vídeo aparentemente mostra Haruta sendo morto.

Ainda segundo a Reuters, o governo japonês afirmou que não poupará esforços para assegurar a soltura do outro refém e que não vai se render ao terrorismo.
O prazo dado pelo grupo jihadista para o pagamento de um resgate no valor de US$ 200 milhões acabou nesta sexta-feira.
Segundo a agência de notícias EFE, um suposto áudio de Kenji confirmando a execução de Haruta foi divulgado na internet, mas não há nenhuma confirmação oficial.
Entenda o caso
Em um vídeo publicado na internet na última terça-feira, um suposto membro do grupo jihadista deu um prazo de 72 horas ao governo do Japão para pagar US$ 200 milhões e evitar a execução de dois reféns de nacionalidade japonesa.

Uma vez cumprido o prazo nesta sexta-feira, as autoridades de Tóquio garantiram que continuarão fazendo o possível para libertar os reféns.
O governo revelou que mantém contato com países como Jordânia e Turquia para, através deles, conseguir chegar a autoridades religiosas e líderes locais que ajudem o Japão a conseguir a libertação dos dois reféns.
Muhammed Ibrahim, um membro do grupo opositor sírio Coalizão Nacional Síria (CNFROS), revelou, por sua vez, à emissora pública japonesa 'NHK' que seu grupo está ajudando o Japão a conseguir a libertação dos dois reféns.
Ibrahim explicou que alguns membros da coalizão estão recolhendo informações sobre os reféns a pedido do governo japonês.
Os dois japoneses sequestrados pelo Estado Islâmico são Kenji Goto, um conhecido jornalista freelancer de 47 anos, e Haruna Yukawa, um homem de 42 anos que aparentemente viajou à Síria para montar uma empresa de segurança e que acabou se unindo a um grupo rebelde, rival do EI.
Via G1/Reuters

FOTOS CHOCANTES MOSTRAM O ESTADO ISLÂMICO JOGANDO GAYS DE UM PRÉDIO

O Estado Islâmico liberou fotos que supostamente mostram militantes jogando homens gays do topo de um prédio em Mossul, Iraque.
Outras fotos mostram homens supostamente acusados de roubo sendo crucificados em praça pública.
A montagem também inclui fotos de militantes apedrejando uma mulher até a morte.
As imagens teriam sido tiradas de um vídeo do Estado Islâmico, que não está incluído no site onde as fotos foram postadas. O site declara que foi criado em 15 de janeiro por uma organização chamada "Centro de Mídia da Província Ninawa" e ostenta o logo e a bandeira do Estado Islâmico.
O primeiro still mostra uma multidão reunida numa praça num dia nublado. A imagem foi feita do topo de um prédio que parece ter sete ou oito andares. A legenda diz "Muçulmanos assistem à aplicação da lei".
Observação, imagens fortes não foram exibidas, clique AQUI se você tem mais de 18. 
TRADUÇÃO MARINA SCHNOOR

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

#JenesuipasCharlie NÃO APOIO O QUE A REVISTA CHARLIE (O QUE PUBLICA)

PONTO DE VISTA


O recente atentado terrorista ao jornal satírico francês Charlie Hebdo matou 12 pessoas e desencadeou uma onda de protestos na Europa e de apoio aos jornalistas mortos. A frase ‘Eu sou Charlie’ apareceu como defesa da liberdade de expressão. Por outro lado, há outro movimento que diz: ‘Eu não sou Charlie’ e defende outras ideias, como os limites da liberdade de expressão, a luta contra a “islamofobia” e, principalmente, o RESPEITO às diferenças religiosas.
Evidente que não sou a favor dos terroristas e de seus métodos, condeno a barbárie no jornal, mas “Eu não sou Charlie” e explico meus motivos. Em primeiro lugar, precisamos entender que na França existem mais de 6 milhões de muçulmanos, a maioria vítimas de preconceitos, excluídos e considerados cidadãos de segunda classe. Esses cidadãos seguem a doutrina do Islã, que é de paz, e não são terroristas ou ligados a movimentos radicais que procuram resolver tudo pela força.
Por outro lado, a religião islâmica diz que seu profeta Maomé é uma figura sagrada e não pode ser ridicularizado. Ofender ao seu Profeta é ofender a todos os muçulmanos. O argumento de que o jornal fazia charges com a Igreja Católica sem maiores consequências é infantil e parece querer transmitir uma superioridade ocidental.
O fundador do partido Frente Nacional, Jean-Marie Le Pen, declarou que ‘Não é Charlie’. Ele disse estar triste pela morte dos jornalistas, mas que isso não irá justificar a ideologia do jornal, a seu ver, anarquista e contrária à moral. Uma mobilização em massa a favor do slogan ‘Eu sou Charlie’, na verdade, pode aumentar os preconceitos contra o Islã.
Quando um humorista faz uma piada racista está endossando o racismo de quem dá risadas, disfarçado de senso de humor. O humor do jornal de certa forma é racista e aumenta o preconceito e o ódio contra a religião islâmica. As pessoas passam a ver os muçulmanos como terroristas e fanáticos que devem ser banidos da França. A liberdade de expressão é sagrada, mas também é sagrada a liberdade de pensar, de ter determinada fé, de crença, de viver desta ou daquela maneira e assim por diante.
As charges polêmicas do Charlie Hebdo mostram uma intolerância e falta de respeito com a cultura alheia. Isso não é motivo para matarem seus jornalistas e ninguém em sã consciência apoia os terroristas, mas devemos separar bem os terroristas de quem não é.
O policial assassinado na frente do jornal, Ahmed, era muçulmano. Lamento todas essas mortes, mas acho que esse atentado poderia ter sido evitado. Quando se diz que determinados discursos fomentam o ódio e o racismo e devem ser evitados é uma censura?
Freud dizia que há uma relação inversa entre o riso e o desenvolvimento do afeto. Em outras palavras, se você consegue se colocar na posição da pessoa que está sendo ofendida, não vai rir da charge ofensiva. Longe disso dizer que charges não devam ser feitas ou justificar o assassinato de pessoas, mas sim procurar entender tudo que está por trás dessa questão.
Temos que nos unir sim, contra o terrorismo, contra os preconceitos, contra o racismo, contra a intolerância e contra a falta de respeito, venha de onde vier. O lema da França de ‘Liberdade, Igualdade e Fraternidade’ torna-se mais fácil de ser praticado com RESPEITO. Por tudo isso, ‘Eu não sou Charlie’.

Créditos: Célio Pezza
(*) Colunista, escritor e autor de diversos livros, entre eles: As Sete Portas, Ariane, A Palavra Perdida e o seu mais recente A Tumba do Apóstolo. Divulgado por Ralcoh Comunicação. 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Hollande lamenta morte de cidadão e afirma: 'França não cederá à chantagem'

Jihadistas foram atacados na Síria (© Newscom/Polaris Images)O presidente da França, François Hollande, afirmou nesta quarta-feira que o país manterá uma postura rígida contra o terrorismo, apesar de lamentar a morte de Hervé Gourdel, sequestrado no domingo passado na Argélia por um grupo vinculado com o jihadista Estado Islâmico (EI).
'A França vive um desafio com o assassinato de nosso compatriota, mas jamais cederá à chantagem. A luta contra o terrorismo vai continuar, com o respeito à lei e à soberania dos estados', declarou na Assembleia Geral das Nações Unidas.
Segundo Hollande, o combate ao EI será feito com respeito à bandeira da ONU e seus valores, como a dignidade e a liberdade.
'Hoje o risco é no Iraque e Síria, onde essa ameaça existe, mas o Estado Islâmico ameaça o mundo inteiro com atentados, sequestros e recrutando combatentes de todos os lugares para demonstrar a barbárie que é capaz de fazer', disse.
Ao se referir ao refém francês assassinado, Hollande lembrou que Hervé Gourdel auxiliava a população na Argélia quando 'foi capturado e decapitado'.
'É isso que o terrorismo faz. A França passa por um momento triste, mas também de responsabilidade. Temos que lutar contra o terrorismo pelas gerações futuras, pelo mundo, pelo planeta'.
O presidente francês analisou o cenário atual como 'uma guerra terrível', mas se mostrou otimista que a comunidade internacional vencerá o terrorismo.
'Eu gostaria falar de muitas outras coisas, mas entendam que há uma grande pergunta no meu país. Vamos ser espectadores do terrorismo, da barbárie? Ou vamos ser, todos juntos, atores do que deve ser uma ordem internacional justa?', questionou.
'Se não respondermos, os terroristas continuarão. A fraqueza não será a resposta para o terrorismo, será a força. A força do direito, a força das Nações Unidas e a força militar quando for necessário', declarou.

FONTE: EFE

domingo, 14 de setembro de 2014

VÍDEO, EXECUÇÃO: Estado Islâmico degola britânico David Haines

Britânico David Haines momentos antes de sua execução por um militante do Estado Islâmico
Britânico David Haines momentos antes de sua execução por um militante do Estado Islâmico

O Estado Islâmico (EI) anunciou a decapitação do refém britânico David Haines, em represália à entrada da Grã-Bretanha na coalizão formada para combater o grupo extremista jihadista, revelou neste sábado o centro americano de monitoramento da Internet (SITE).
Em um vídeo publicado na Web, Haines é decapitado por um combatente com o rosto coberto. Esta é a terceira execução de um refém ocidental por parte do EI em poucas semanas, após a morte de dois jornalistas americanos na Síria.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, reagiu imediatamente qualificando a execução de "assassinato vil e repulsivo".
"Faremos tudo ao nosso alcance para encurralar estes assassinos e fazer com que respondam por seus atos, não importa o tempo que isto leve".
"Penso na família de David Haines, que mostrou uma força e uma coragem extraordinárias diante deste desafio", revelou Cameron.
Os parentes de Haines haviam apelado aos sequestradores pela vida do voluntário britânico. "Somos a família de David Haines. Enviamos mensagens, mas não recebemos nenhuma resposta. Pedimos aos que mantêm David detido que entrem em contato conosco".
No vídeo da execução, sob o título de "Mensagem aos Aliados da América", o grupo jihadista reprova a Grã-Bretanha por aderir à coalizão liderada pelos Estados Unidos para combater o Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria.
"Vocês entraram voluntariamente nesta coalizão com os Estados Unidos contra o Estado Islâmico, como vosso predecessor Tony Blair fez antes de vocês, seguindo uma tendência dos primeiros-ministros britânicos que não têm coragem de dizer não aos americanos", diz o carrasco em mensagem dirigida ao governo de David Cameron.
O homem encapuzado, que parece ser o mesmo carrasco dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff, afirma que a aliança contra o EI "acelerará vossa destruição e afundará os cidadãos britânicos em outra guerra sangrenta e perdida".
O carrasco ameaça ainda executar outro refém britânico em poder do EI.
O escocês Haines, 44 anos, foi sequestrado em março de 2013, quando atuava como voluntário em trabalhos humanitários na Síria.
Haines, que fazia trabalho humanitário desde 1999, cooperava com a ONG francesa Acted como responsável logístico no campo de refugiados de Atmeh, um povoado sírio perto da fronteira turca.
No início de setembro, o Estado Islâmico divulgou outro vídeo, com a decapitação do jornalista americano Steven Sotloff, quando ameaçou executar Haines.
Sotloff, 31, que usava um uniforme laranja, foi degolado de joelhos no deserto por um combatente encapuzado do EI que utilizou uma faca.
A execução também foi atribuída à ação dos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria.
Sotloff se identifica em inglês e com calma explica que paga o preço pela política de Obama. Seu executor também fala em inglês.
"Estou de volta, Obama, e estou de volta por causa de sua arrogante política externa em relação ao Estado Islâmico", afirma o jihadista, em aparente referência a um vídeo anterior no qual o jornalista americano James Foley é executado da mesma forma.
O vídeo do assassinato de Foley foi divulgado em agosto, depois que o presidente Barack Obama ordenou ataques aéreos contra o EI.
Obama informou na quarta-feira passada que ampliará à Síria a campanha aérea contra o EI, em andamento no Iraque desde 8 de agosto, e que fornecerá ajuda às forças armadas iraquianas e aos rebeldes moderados sírios que combatem tanto o regime de Bashar al-Assad quanto o Estado Islâmico.
Na próxima segunda-feira, em Paris, uma conferência "reunirá os sócios internacionais e regionais" para organizar a luta contra o Estado Islâmico.

Fontes: AFP/Notícias BR

Vídeo: Clique AQUI. (Imagens fortes), em respeito as crianças não expus diretamente as imagens.