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domingo, 27 de maio de 2018

Nas medidas adotadas por Temer, não fala em reduzir o preço do álcool e gasolina!

Resultado de imagem para greve dos caminhoneiros 2018

Lendo o Facebook de Adonis Antônio, também acompanho o mesmo raciocínio, nas medidas anunciadas por Temer, para cessar as manifestações dos caminhoneiros, anunciou a redução de 0,46 centavos no preço do diesel, sem mencionar ambos, álcool e gasolina. Resumindo, vai sobrar novamente para o povo. Vem chumbo grosso. Menos governo, menos políticos, menos cabides de emprego, privatiza tudo, ou seja, fora, Temer. 

Foto: Veja

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Câmara torna públicos telefones de Temer e ministros

AP Photo/Leo Correa
O telefone celular de uso pessoal do presidente Michel Temer, de um ministro do Supremo Tribunal Federal e de nove ministros do governo foram publicados no site da Câmara dos Deputados. O caso foi revelado pelo jornal O Globo.
Os números estão disponíveis no site da Câmara desde o fim da semana passada, para consulta de qualquer cidadão.
Os números foram obtidos a partir de dados extraídos de um aparelho do ex-ministro Geddel Vieira Lima, apreendido pela Polícia Federal. Havia contatos de ministros, um governador, senadores, deputados, um ministro do Tribunal de Contas da União, além de três investigados que protagonizaram momentos importantes da Lava-Jato.
Tudo foi publicado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), dentro do material relacionado à segunda denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente. O compartilhamento das investigações associadas à denúncia foi autorizado pelo STF.
Estão na lista de contatos os telefones celulares do ministro do STF Alexandre de Moraes; dos ministros do governo Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo da Presidência), Bruno Araújo (Cidades), Eliseu Padilha (Casa Civil), Gilberto Kassab (Ciência), Henrique Meirelles (Fazenda), Marx Beltrão (Turismo), Mendonça Filho (Educação), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e Ricardo Barros (Saúde); do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB); dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Ciro Nogueira (PP-PI), Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Romero Jucá (PMDB-RR); do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e de outros sete deputados, como Beto Mansur (PRB-SP), um dos principais aliados de Temer; do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM); e do ministro do TCU Bruno Dantas.
Outro contato da agenda de Geddel é Leo Pinheiro, dono da construtora OAS, com que travou uma intensa troca de mensagens quando era vice-presidente da Caixa Econômica Federal. O ex-ministro também tinha anotado o celular de Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, proprietário do frigorífico JBS que gravou o presidente.
Marcelo Odebrecht, um dos donos da Odebrecht, também estava na agenda, assim como os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Na tarde de segunda-feira, a reportagem do GLOBO ligou no número de Temer e falou com o presidente.
“Eu estou falando com o presidente, não estou?” questionou o repórter “Está, perfeitamente”, respondeu Temer.
Fonte: Yahoo Notícias

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Carta de Satanás a Michel Temer, por Adriano Santori

Carta de Satanás a Michel Tremer

A imagem pode conter: texto

Por Adriano Santori
Escrevo essas negras linhas
Pois ando preocupado
Com suas más atitudes
Naquilo que tens tramado,
Pelo que estou sabendo
O senhor anda querendo
Deixar-me um pouco de lado!
Queres me passar pra trás
No quesito da maldade?
Sendo pior do que eu
Fui em toda eternidade?
Vai procurar o seu chão,
Ou a espada do Cão
Lhe corta pela metade!
Sou o Rei da Ruindade,
Mas ando meio tristonho,
Você anda fazendo coisa
Que nem mesmo em sonho
No inferno, eu pensaria
Que alguém me superaria
Com um plano assim tão medonho.
Congelastes por vinte anos
Investimento à nação,
Aumentando combustível,
Matando Educação...
Tirando de onde é preciso,
Causando mais prejuízo,
Que o cangaço fez no sertão.
Queres ver o pobre faminto,
Cortar a aposentadoria
De quem perdeu tanto tempo
Enricando quem não queria...
E hoje morre esquecido,
Transformado em bandido
O trabalhador de outro dia.
Mas um negócio o qual
Tem me causado insônia,
É a sua proposta vil
De desmatar a Amazônia...
Num outro golpe ligeiro
Entregá-la ao estrangeiro
Sem nem fazer cerimônia.
Destá, viu, coleguinha,
Um dia você me aparece!
Seu canto está ajeitado
Do jeito que o nobre merece.
Venha, não demore mais...
Assina aqui: Satanás,
Adeus! Abraço e se aveche!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Temer convoca forças armadas e frusta movimentos que pedem as eleições diretas!

É pertinente afirmar que a situação política, financeira e econômica levou o país ao caos e insatisfação do povo brasileiro. Em razão disso, mesmo diante de uma situação caótica, eleições diretas devem comprometer ainda mais em razão da ingovernabilidade e instabilidade do mercado internacional e da economia!
Os movimentos que pedem as eleições diretas, além de ferir à carta magna da Constituição tem interesses escusos.
ENTENDA O PROTESTO DE BRASÍLIA QUE LEVOU A TEMER CONVOCAR AS FORÇAS ARMADAS!

Entenda o decreto

O decreto foi publicado em uma edição extra do "Diário Oficial da União" e é assinada pelo presidente Michel Temer, pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen.
Realizadas exclusivamente por ordem expressa da Presidência da República, as missões da GLO ocorrem nos casos em que há, segundo o Ministério da Defesa, "o esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem".

Ainda de acordo com o ministério, nessas ações, as Forças Armadas "agem de forma episódica, em área restrita e por tempo limitado, com o objetivo de preservar a ordem pública, a integridade da população e garantir o funcionamento regular das instituições".

Do blog: me junto a todos os brasileiros que pedem o IMPEACHMENT de Temer, mas, que seja respeitado a carta magna, no momento em que o país passa por reformas as eleições diretas não resolve o estado de cleptocracia generalizado. 

Texto: A Voz do  Povo/com informações G1

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Sem mi, mi, mi, quem votou na Dilma levou o boneco de posto junto!


Sem reclamações, até pouco mais de 1 ano atrás, o Michel Temer era o queridinho do PT, paciência, o boneco de posto, ou vice-decorativo se tornou presidente e agora deverá ser afastado! Lembrando, precisamos entender que não se trata de um problema partidário, é um questão de honra limpar esta fedentina, corrupção que colocou o país no fundo do poço, ou, se preferir um poço sem fundo! 

domingo, 16 de abril de 2017

Temer, Lula e FHC articulam 'pacto', diz jornal

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), do PSDB (Foto: George Gianni)
Foto: George Gianini

Emissários do presidente Michel Temer (PMDB) e de dois de seus antecessores, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), estariam negociando um "pacto" para garantir a sobrevivência política dos três partidos nas eleições de 2018.

A informação é do jornal "Folha de S. Paulo", que diz que o acordo começou a ser costurado em novembro do ano passado. Em restaurantes sofisticados e apartamentos de autoridades, aliados de Temer, Lula e FHC teriam discutido medidas para impedir que as três legendas sejam "exterminadas".
Ainda segundo a "Folha", pessoas ligadas aos três líderes avaliam que a Lava Jato quer eliminar a classe política e "abrir espaço para um novo projeto de poder, capitaneado por aqueles que comandam a investigação".
Os principais emissários nessas conversas seriam o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o ex-integrante da corte Nelson Jobim. Este último, de acordo com o jornal, já almoçou com Temer e FHC e marcou um encontro com Lula nos próximos dias.
O peemedebista, o petista e o tucano foram citados nas delações premiadas de executivos da Odebrecht e, com exceção de Temer, que não pode ser investigado por fatos anteriores a seu mandato, serão alvos de inquéritos por suspeita de recebimento de recursos ilegais.
Os três acreditam que eleições conturbadas no ano que vem podem favorecer candidatos "aventureiros". Segundo a "Folha", o acordo incluiria a manutenção de Temer no poder até o fim de 2018 e a participação de Lula no pleito presidencial.
Além disso, os três partidos poderiam patrocinar a aprovação da cláusula de barreira no Congresso e o fim das coligações proporcionais - o que dificultaria a vida de legendas pequenas e propensas a lançarem outsiders -, a anistia ao caixa dois, o relaxamento das prisões preventivas e um novo modelo de financiamento eleitoral.

Lula, Temer e FHC já teriam se falado em fevereiro, durante a internação da ex-primeira-dama Marisa Letícia, mas, de acordo com a "Folha", não há previsão para um novo encontro.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Presidente Temer às vésperas do julgamento que ameaça seu mandato



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O presidente Michel Temer, em Brasília, em 21 de março de 2017


O presidente Michel Temer enfrentará na próxima semana um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que poderia tirá-lo do poder, mas que deverá percorrer um caminho cheio de obstáculos políticos e jurídicos antes de chegar a um desenlace.
A um ano e sete meses das próximas eleições, Temer responderá a uma antiga denúncia de abusos econômicos e políticos durante a campanha de 2014, na qual compôs como vice a chapa com a presidente Dilma Rousseff (2011-2016), destituída no ano passado por uma manobra do Congresso, apoiada por ele mesmo.
Este novo e explosivo capítulo da crise brasileira ocorre em um momento em que ainda não cicatrizaram as feridas do impeachment que pôs fim a um ciclo de 13 anos da esquerda no poder, enquanto o novo governo conservador é bombardeado por denúncias do esquema de corrupção na Petrobras.
Mas com a maioria no Congresso e o aval dos mercados a seu programa de ajustes, o Palácio do Planalto aposta em postergar o processo e aproximá-lo o máximo possível das eleições de outubro de 2018.
"Há muita calma. O tempo está a favor do presidente. Há muitos recursos legais e, se o caso não for resolvido no TSE, vai pra o STF", disse à AFP uma fonte do Planalto que pediu para ter sua identidade preservada.
Os próprios juízes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderiam solicitar uma suspensão para examinar o relatório final, com mais de mil páginas, e também os acusados poderiam pedir a ampliação de suas defesas.
Mas se a estratégia falhar e o TSE anular o resultado eleitoral de 2014, a Constituição determina que o Congresso eleja um novo presidente para concluir o mandato iniciado por Dilma e continuado por Temer.
No entanto, alguns constitucionalistas entendem que devem ser convocadas eleições diretas se a remoção do presidente ocorrer antes dos últimos seis meses de seu mandato.
Seria, de qualquer forma, um segundo governo de transição em apenas dez meses.
Corrupção de novo
Ironicamente, a denúncia foi apresentada pelo PSDB, derrotado em 2014, e hoje um aliado próximo de Temer.
Segundo a acusação, Dilma Rousseff (PT) e Temer (PMDB) financiaram sua campanha com dinheiro desviado da Petrobras, violaram os limites de gastos permitidos e abusaram da máquina estatal para serem reeleitos.
O caso vincula o esquema de propina na Petrobras com o escândalo da empreiteira Odebrecht e o custeio da campanha.
"Naquele momento tinha indícios de que dinheiro de corrupção da Petrobras foi usado em favor da campanha", disse o advogado do PSDB, Flávio Pereira.
Para Michael Mohallem, professor de direito da Fundação Getúlio Vargas, os ventos sopram a favor de Temer.
"O TSE julga improcedente a ação. Mantém tudo como está. É uma possibilidade muito razoável porque o próprio presidente Gilmar Mendes tem atuado para construir esse resultado (...) Tem grandes chances de que isso aconteça, da ação não resultar na casacão da chapa", afirmou.
Se este prognóstico se cumprir, Temer, de 76 anos, entregará a faixa presidencial a seu sucessor em 1º de janeiro de 2019.
Riscos
O processo não está, no entanto, isento de riscos para um governo impopular como o de Temer.
A imprensa destaca que tanto o juiz encarregado do caso, Herman Benjamin, como o Ministério Público são favoráveis a anular o resultado eleitoral.
Além disso, a corte poderia declarar Temer e Dilma inelegíveis por oito anos.
A defesa do presidente tentou separar suas contas das da ex-presidente, destacando que ele não teve relação com o esquema financeiro. Mas há poucas expectativas de que esta moção seja aceita.
Uma decisão adversa, embora passível de ser revertida pelo Supremo, seria um golpe duro para Temer.
Até mesmo o PSDB o defendeu em suas alegações finais.
"Não existe no processo nenhuma prova de alguma conduta do presidente Michel Temer em relação aos fatos que estão sendo apurados. Todos os depoimentos, todas as provas visam a participação do PT", garante o advogado do PSDB.
Além disso, três ministros do TSE deixarão seus postos nos próximos meses e os aliados do governo esperam que essa renovação traga ares mais favoráveis para a situação.
O governo pretende "demonstrar que não foi uma eleição ilegítima", disse a fonte do governo.
Paradoxalmente, este é um objetivo comum ao de Dilma, que acusa Temer de "golpista".
FONTE: AFP/YAHOO NOTÍCIAS

quinta-feira, 9 de março de 2017

Não, Michel, a mulher não é apenas capaz de educar os filhos, estocar vento....

A imagem pode conter: flor e textoDeixando à sátira de lado, o presidente Michel Temer perdeu a chance de ficar calado. No dia Internacional da Mulher saiu com uma pérola dessas! Um discurso antigo, arcaico e desnecessário.

Michel, a mulher não pilota apenas fogão, pilota avião, trem, ônibus e grandes empresas. Quando não temos muito para falar, optar pelo silêncio é o princípio da sabedoria . As mulheres provaram que são capazes de qualquer coisa. Capazes de superar dores de parto, cólicas, menstruação, machismo, discriminação e à violência que dizima de forma cruel e covarde. 

Fonte da foto: http://www.projetorodacultural.com/

domingo, 11 de dezembro de 2016

MICHEL TEMER Temer convoca ministros para reunião de emergência no Jaburu

Temer
O presidente Michel Temer
BRASÍLIA - O presidente Michel Temer convocou uma reunião de emergência neste domingo, 11, com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e outros ministros do seu governo para uma avaliação das delações dos ex-executivos da Odebrecht para a força-tarefa da Lava Jato.
No encontro, que acontecerá no Palácio do Jaburu, Temer também discutirá medidas para a retomada da economia ainda este ano. Essa reunião não estava prevista na agenda do presidente. Na sexta-feira, à noite, depois do vazamento da delação do ex-diretor de Relações Institucionais Cláudio Melo Filho, na qual foi citado, Temer foi para São Paulo. Ele retornou à Brasília por volta da hora do almoço deste domingo.
O Palácio do Planalto reagiu aos vazamentos com "preocupação" e sem "ingenuidade". A ordem do presidente Michel Temer é evitar muitos comentários, reforçar que as delações precisam se comprovar e que o governo tem que "continuar trabalhando" pelo País. Interlocutores do presidente, entretanto, admitem que "os efeitos disso precisam ser observados" e que a Lava Jato sempre foi e continua sendo um fato "imponderável".
Cláudio Melo Filho afirmou em delação que Temer pediu R$ 10 milhões ao empreiteiro Marcelo Odebrecht em 2014. Oficialmente, o Planalto negou ontem à noite a informação e afirmou que não há mais comentários: a nota divulgada "diz tudo". No texto para responder as acusações, o presidente repudia "com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho". "As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente", completa a nota.
Nesta semana, está prevista a última votação da PEC do Teto dos Gastos, marcada para terça-feira, 13, e da LDO. O governo não quer que a tramitação dessas medidas, e da reforma da Previdência, sejam prejudicadas com o teor das delações dos ex-executivos da Odebrecht.
Pesquisa.  O Datafolha divulgou neste domingo, 11, pesquisa que mostra um aumento da impopularidade do presidente. A parcela dos brasileiros que considera o governo Michel Temer ruim ou péssimo saltou de 31% para 51% de julho para dezembro. Segundo pesquisa Datafolha, 34% consideram a atual gestão regular e 10%, boa ou ótima. Em julho, quando ainda era interino no cargo, Temer era avaliado como regular por 42% e como ótimo ou bom por 14% dos entrevistados pelo instituto.

A falta de expectativas com a melhora da economia é a principal explicação para a piora na percepção do atual governo. Em julho 30% achavam que a situação econômica do País iria piorar - hoje são 41%. Já os que achavam que iria melhorar eram 38% em julho e são 28% agora.
Fonte: Estadão

sábado, 10 de dezembro de 2016

Executivo da Odebrecht cita Temer 43 vezes e Jucá 105 em delação

<p>Foto: Agência Brasil</p>O presidente Michel Temer (PMDB) é citado 43 vezes no depoimento de delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht. A informação é da Folha de S. Paulo.
Além dele, o senador Romero Jucá (PMDB) aparece 105 vezes no documento. Já o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, é mencionado 45 vezes e Moreira Franco, secretário de Parceria e Investimentos do governo, 35.
Por fim, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, que pediu demissão recentemente, surge em 67 trechos.
TEMER TEVE PAPEL RELEVANTE NA ARRECADAÇÃO
Melo Filho afirmou que o presidente atua de forma “indireta” na arrecadação financeira do PMDB, mas teve papel “relevante” em 2014, quando pediu R$ 10 milhões a Marcelo Odebrecht para a campanha eleitoral.
Segundo o delator, Temer colocou o ministro Eliseu Padilha de operacionalizar pagamentos de campanha. O ministro cuidou de R$ 4 milhões daqueles R$ 10 milhões e os distribui.
EXECUTIVO DETALHA PEDIDO
“Foi ele o representante escolhido por Michel Temer -fato que demonstrava a confiança entre os dois-, que recebeu e endereçou os pagamentos realizados a pretexto de campanha solicitadas por Michel Temer. Este fato deixa claro seu peso político, principalmente quando observado pela ótica do valor do pagamento realizado, na ordem de R$ 4 milhões”.
“Chegamos no Palácio do Jaburu e fomos recebidos por Eliseu Padilha. Como Michel Temer ainda não tinha chegado, ficamos conversando amenidades em uma sala à direita de quem entra na residência pela entrada principal. Acredito que esta sala é uma biblioteca”, disse o delator.
“Após a chegada de Michel Temer, sentamos na varanda em cadeiras de couro preto, com estrutura de alumínio. No jantar, acredito que considerando a importância do PMDB e a condição de possuir o Vice-Presidente da República como presidente do referido partido político, Marcelo Odebrecht definiu que seria feito pagamento no valor de R$ 10 milhões”, diz.
“Claramente, o local escolhido para a reunião foi uma opção simbólica voltada a dar mais peso ao pedido de repasse financeiro que foi feito naquela ocasião. Inclusive, houve troca de e-mails nos quais Marcelo se referiu à ajuda definida no jantar, fazendo referência a Temer como ‘MT'”, ressalta o ex-executivo da Odebrecht.
TEMER ATINGIA INTERESSES PESSOAIS, DIZ DELATOR
Segundo o executivo, “o atual presidente da República também utilizava seus prepostos para atingir interesses pessoais, como no caso dos pagamentos que participei, operacionalizado via Eliseu Padilha”.
Segundo a Folha, todos os citados têm negado qualquer irregularidade na relação com a Odebrecht.
Fonte: Com informações Folha de São Paulo/Yahoo Notícias

domingo, 20 de novembro de 2016

Julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE causa temor no Palácio do Planalto!

Michel Temer (à esq.) e Dilma Rousseff | Cadu Gomes
/Fotos Públicas

Vencer a batalha do impeachment ainda não garantiu a Michel Temer (PMDB) permanecer na Presidência da República até dezembro de 2018. Nos últimos dias, vem crescendo dentro do governo o temor de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possa cassar a chapa que elegeu Dilma Rousseff (PT) presidente e Temer vice em 2014. Relator do caso, o ministro Herman Benjamin tem dado sinais de que poderá votar pela cassação, ignorando os argumentos de que as contas de campanha da petista e do peemedebista devem ser analisadas separadamente. Ainda que o voto dele seja apenas um entre os sete ministros que compõem o Pleno da Corte, o Planalto considera desastrosa uma recomendação nesse sentido, porque passaria ao mercado financeiro a sinalização de que mais uma turbulência se aproxima do centro do poder no Brasil. Entenda esse imbróglio:

O que o TSE investiga nas contas da chapa Dilma-Temer?

No total, o PSDB moveu quatro ações contra a chapa vencedora da eleição presidencial de 2014 – elas tramitam de forma unificada. Os tucanos apontam abuso de poder político por meio do uso da máquina pública na campanha adversária, incluindo a participação indevida de ministros de Estado e o envio a eleitores de quase 5 milhões de panfletos pró-Dilma pelos Correios.
O partido ainda menciona a Operação Lava Jato e doações de empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras, que, na medida em que irrigaram a campanha eleitoral, caracterizariam abuso de poder econômico. De acordo com o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, estimativas indicam que a chapa Dilma-Temer teria gastado cerca de R$ 940 milhões via caixa dois.

O que diz a defesa de Michel Temer?

Ao TSE, os advogados do presidente alegam que o PMDB tinha um comitê financeiro próprio na campanha e que as prestações de conta foram distintas. Segundo eles, o peemedebista movimentou seus próprios recursos e, por isso, só poderia ser responsabilizado por essa movimentação.
Ao pedido de separação das contas, porém, o Ministério Público Eleitoral tem entendimento contrário, por entender que não é possível separar as responsabilidades do titular e do vice. Por outro lado, os ministros Gilmar Mendes e Luiz Fux têm se mostrado favoráveis à distinção das contas.
Nesta semana, Temer disse em entrevista exibida pelo programa Roda Viva, da TV Cultura, que não se preocupa com uma eventual cassação pelo TSE. “Tenho sustentado que as contas são julgadas ao mesmo tempo, mas são fisicamente prestadas em apartado. Evidentemente que − e vocês conhecem a obediência que presto às instituições − se o TSE disser lá na frente, ‘Temer, você tem que sair’, convenhamos, haverá recursos que você pode interpor, não só no TSE, mas, igualmente, no STF.”

Como tem se manifestado o relator do caso?

Recentemente, o ministro Herman Benjamin afirmou que este processo é o “maior da história” do TSE e que sua decisão será “histórica”. Ele disse ter ficado impressionado com a extensão do petrolão a partir dos depoimentos dos delatores da Lava Jato. Segundo Benjamin, o esquema se baseava na “normalidade da corrupção”. “Vários deles − e eu sempre fazia essa pergunta − diziam ‘as empresas já têm esse valor, isso faz parte do negócio’. Os valores são espantosos, até às vezes eu repetia a pergunta para saber se eu estava entendendo bem, para saber se era bilhões ou milhões. A dimensão é enorme”, declarou.
Dizendo estar dando uma “agilidade maior” ao caso, o ministro garantiu que sua análise como relator será “estritamente técnica”. “Isso aqui não é um processo de impeachment do Congresso Nacional. O TSE não é um tribunal político, é um tribunal que decide sobre fatos.”

Se a chapa for cassada, quem será o próximo presidente?

O processo segue na fase de instrução, quando são colhidos depoimentos, quebrados sigilos, analisados documentos. Por isso, não há como prever se o julgamento no plenário do TSE vai ocorrer ainda neste ano ou apenas em 2017.
No caso de a maioria dos ministros decidir pela cassação da chapa até o final do mês que vem, será convocada uma eleição direta para escolher o novo presidente da República. Se isso ocorrer somente a partir do ano que vem, o Congresso é quem elegeria o substituto de Temer, por meio de eleição indireta.
Como a probabilidade é maior para o último cenário, já há inclusive nomes cogitados no Parlamento para a necessidade de se realizar um pleito indireto. Entre eles estão o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o de Nelson Jobim, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Michel Temer vai proibir o uso da Bíblia no Brasil a partir de 2017?

É verdade que o presidente Michel Temer sancionou uma lei proibindo o uso da Bíblia em todo o Brasil a partir de 2017?
Michel Temer quer proibir o uso da Bíblia no Brasil em 2017! Será verdade?
A notícia apareceu com força na web na primeira semana de novembro de 2016, se espalhando rapidamente através das redes sociais e em publicações em diversos sites e blogs.
De acordo com o texto, o Congresso Nacional teria aprovado o texto-base da Lei que irá proibir o uso da Bíblia Sagrada em 2017 no Brasil. Aprovada com 199 votos a favor e 8 contra, a lei criada por Michel Temer estaria proibindo o uso de material cristão em escolas e poderá ser expandida para todos os locais públicos!
Será que essa notícia é verdadeira ou falsa?
Michel Temer quer proibir o uso da Bíblia no Brasil em 2017! Será verdade?

Verdadeiro ou falso?

Uma busca no site da Câmara dos Deputados sobre a palavra “Bíblia” já nos mostra que não houve nenhuma votação ou sequer projeto de lei semelhante ao que foi espalhado por aí.

Igualmente, no site do Senado também não há nenhuma nota a respeito!
Estranho, né?
Será que o presidente estaria tentando por em prática algum decreto proibindo o uso da Bíblia? Pelo que podemos ver no site da Presidência da República, não! Não há nenhum decreto nem ao menos parecido com o que diz na “notícia”.
Além disso, nenhum jornal sério e de grande circulação publicou algo sobre essa nova lei!
Na verdade, essa e-farsa surgiu em uma postagem de um blog especializado em criar notícias falsas chamado Fuçada na Rede. Apesar do blog afirmar que a postagem foi feita em setembro, só encontramos essa publicação no mês de novembro de 2016:
fucadanarede

Conclusão

O presidente Michel Temer não criou nenhuma lei proibindo o uso de Bíblias no Brasil!
Fonte: E-FARSAS