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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Reféns são mantidos em Roubaix, no norte da França

Uma ocorrência com reféns está sendo atendida por policiais em Roubaix, no norte da França, fronteira com a Bélgica.
Há relatos iniciais de pessoas feridas por tiros, segundo o site da emissora britânica BBC.
Roubaix é a cidade com maior proporção de muçulmanos por habitante na França. Segundo o canal francês France 2, a polícia não acredita que o caso tenha relação com terrorismo.
Folha Press


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domingo, 22 de novembro de 2015

Polícia francesa divulga foto de terceiro suicida do Stade de France

  • Polícia francesa lança apelo pela internet para identificar o terceiro terrorista suicida que participou de atentado no Stade de France, no dia 13 de novembro
    Polícia francesa lança apelo pela internet para identificar o terceiro terrorista suicida que participou de atentado no Stade de France, no dia 13 de novembro
A polícia francesa divulgou neste domingo (22) a foto do terceiro terrorista suicida que participou dos atentados do dia 13 de novembro no Stade de France, em Saint-Denis, a norte de Paris.

"Este indivíduo é o terceiro autor morto de um dos atentados cometidos em 13 de novembro no Stade de France", diz a descrição da foto postada na conta oficial da polícia no Twitter.

As autoridades da França ainda não sabem quem ele é.
Os agentes pedem a todas as pessoas que tenham dados sobre o homem que liguem para o número 197 para repassar as informações às autoridades.

A única certeza sobre essa pessoa até agora, segundo a imprensa local, é que ela foi registrada na ilha grega de Leros no dia 3 de outubro, junto a outro dos suicidas do estádio, cuja foto foi divulgada na terça-feira passada, mas que também não foi identificado ainda.

A polícia já tinha confirmado o suicídio de Bilal Hadfi, francês de 20 anos residente na Bélgica, perto do estádio, onde a seleção de futebol da França e a da Alemanha disputavam um amistoso.

O primeiro-ministro da França, Manuel Valls, disse na quinta-feira que alguns dos autores dos atentados, que deixaram 130 mortos, se beneficiaram da recente crise migratória para entrar no país.

"Esses indivíduos se aproveitaram da crise de refugiados, principalmente no momento de caos, para que alguns deles se juntassem", declarou o chefe do governo francês à emissora "France 2".

Fonte: NOTÍCIAS UOL

Avião da Turkish Airlines é desviado após ameaça de bomba

Avião da companhia aérea turca Turkish Airlines é visto em 16 de março de 2013Um avião da companhia aérea turca Turkish Airlines que fazia um voo entre Nova York e Istambul foi desviado para o Canadá devido a uma ameaça de bomba - informou neste domingo a polícia.
A Royal Canadian Mounted Police (RCMP) afirmou que o aparato, com 256 passageiros e tripulantes a bordo, aterrissou sem problemas num aeroporto de Halifax (leste).
Contudo, nenhuma bomba foi encontrada após uma busca exaustiva da aeronave e nas bagagens dos passageiros e o avião recebeu sinal verde no domingo para continuar sua jornada.
"O avião da Turkish Airlines deve prosseguir para Istambul no final da manhã. A investigação sobre a ameaça está em curso", disse a polícia no Twitter.
"A RCMP concluiu a busca na aeronave e na bagagem da Turkish Airlines e nenhum dispositivo foi encontrado", disse no Twitter.
As autoridades receberam o alerta neste sábado às 22H50 (0h50 de Brasília, após a decolagem do aeroporto internacional John F. Kennedy de Nova York.
Aterrissou em Halifax pouco antes das 3h (de Brasília).
Numa série de comunicados divulgados pelo Twitter, a RCMP afirmou que o avião seria inspecionado "com cachorros detectores de explosivos" e "as bagagens serão igualmente registradas".
"A RCMP está tentando estabelecer a origem da ameaça e identificar os responsáveis", disse.
O embaixador da Turquia em Ottawa, Selcuk Unal, disse à agência de notícias turca Anatolia que o governo está "monitorando os acontecimentos".
"Foi estabelecido um centro de crise conjunto. Depois que o avião aterrissou no aeroporto, foi levado a um lugar mais afastado e seguro", disse Unal.
O incidente ocorreu num clima de alerta máximo na aviação civil após os atentados de 13 de novembro de Paris (130 mortos) e contra um avião russo no Sinai egípcio (224 mortos) em 31 de outubro, ambos ataques reivindicados pelo grupo Estado Islâmico (EI).
Fonte: AFP/Extraída do Yahoo Notícias

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

#JenesuipasCharlie NÃO APOIO O QUE A REVISTA CHARLIE (O QUE PUBLICA)

PONTO DE VISTA


O recente atentado terrorista ao jornal satírico francês Charlie Hebdo matou 12 pessoas e desencadeou uma onda de protestos na Europa e de apoio aos jornalistas mortos. A frase ‘Eu sou Charlie’ apareceu como defesa da liberdade de expressão. Por outro lado, há outro movimento que diz: ‘Eu não sou Charlie’ e defende outras ideias, como os limites da liberdade de expressão, a luta contra a “islamofobia” e, principalmente, o RESPEITO às diferenças religiosas.
Evidente que não sou a favor dos terroristas e de seus métodos, condeno a barbárie no jornal, mas “Eu não sou Charlie” e explico meus motivos. Em primeiro lugar, precisamos entender que na França existem mais de 6 milhões de muçulmanos, a maioria vítimas de preconceitos, excluídos e considerados cidadãos de segunda classe. Esses cidadãos seguem a doutrina do Islã, que é de paz, e não são terroristas ou ligados a movimentos radicais que procuram resolver tudo pela força.
Por outro lado, a religião islâmica diz que seu profeta Maomé é uma figura sagrada e não pode ser ridicularizado. Ofender ao seu Profeta é ofender a todos os muçulmanos. O argumento de que o jornal fazia charges com a Igreja Católica sem maiores consequências é infantil e parece querer transmitir uma superioridade ocidental.
O fundador do partido Frente Nacional, Jean-Marie Le Pen, declarou que ‘Não é Charlie’. Ele disse estar triste pela morte dos jornalistas, mas que isso não irá justificar a ideologia do jornal, a seu ver, anarquista e contrária à moral. Uma mobilização em massa a favor do slogan ‘Eu sou Charlie’, na verdade, pode aumentar os preconceitos contra o Islã.
Quando um humorista faz uma piada racista está endossando o racismo de quem dá risadas, disfarçado de senso de humor. O humor do jornal de certa forma é racista e aumenta o preconceito e o ódio contra a religião islâmica. As pessoas passam a ver os muçulmanos como terroristas e fanáticos que devem ser banidos da França. A liberdade de expressão é sagrada, mas também é sagrada a liberdade de pensar, de ter determinada fé, de crença, de viver desta ou daquela maneira e assim por diante.
As charges polêmicas do Charlie Hebdo mostram uma intolerância e falta de respeito com a cultura alheia. Isso não é motivo para matarem seus jornalistas e ninguém em sã consciência apoia os terroristas, mas devemos separar bem os terroristas de quem não é.
O policial assassinado na frente do jornal, Ahmed, era muçulmano. Lamento todas essas mortes, mas acho que esse atentado poderia ter sido evitado. Quando se diz que determinados discursos fomentam o ódio e o racismo e devem ser evitados é uma censura?
Freud dizia que há uma relação inversa entre o riso e o desenvolvimento do afeto. Em outras palavras, se você consegue se colocar na posição da pessoa que está sendo ofendida, não vai rir da charge ofensiva. Longe disso dizer que charges não devam ser feitas ou justificar o assassinato de pessoas, mas sim procurar entender tudo que está por trás dessa questão.
Temos que nos unir sim, contra o terrorismo, contra os preconceitos, contra o racismo, contra a intolerância e contra a falta de respeito, venha de onde vier. O lema da França de ‘Liberdade, Igualdade e Fraternidade’ torna-se mais fácil de ser praticado com RESPEITO. Por tudo isso, ‘Eu não sou Charlie’.

Créditos: Célio Pezza
(*) Colunista, escritor e autor de diversos livros, entre eles: As Sete Portas, Ariane, A Palavra Perdida e o seu mais recente A Tumba do Apóstolo. Divulgado por Ralcoh Comunicação. 

domingo, 18 de janeiro de 2015

'Boko Haram sequestra dezenas' de pessoas em Camarões

GettyO grupo extremista nigeriano Boko Haram é suspeito de ter sequestrado dezenas de pessoas, a maioria delas crianças, em Camarões.
Segundo autoridades do país, o ataque aconteceu em uma vila na fronteira entre os dois países.
Quatro moradores morreram ao tentar resistir aos militantes, disse à BBC uma fonte das forças de segurança.
O Boko Haram já assumiu o controle de diversas cidades no norte da Nigéria e agora começa a ameaçar nações vizinhas.
O Chade também faz fronteira com a Nigéria e já enviou soldados a Camarões para combater os jihadistas.

Casas incendiadas

De acordo com o correspondente da BBC Randy Sa'ah, que está na capital de Camarões, Yaounde, esta é a primeira vez que moradores de vilas do país são sequestrados pelos supostos militantes.
Sequestros anteriormente promovidos pelo Boko Haram na Nigéria tinham alvos específicos, como pessoas notórias ou estrangeiros selecionados aleatoriamente, diz Sa'ah.
Uma fonte contou à BBC que as vilas de Maki e Mada, no distrito de Tourou, no norte do país, foram atacadas. Elas ficam a 6km da fronteira.
Fonte: BBC