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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

URGENTE, GOLPE: Vírus de Android promete convites do Nubank para infectar celulares

Ninguém discute a popularidade do Nubank, a empresa que nasceu com o cartão de crédito roxo sem tarifas e está se expandindo rapidamente, oferecendo até mesmo a NuConta, sua conta digital. No entanto, tudo que é popular também vira isca para golpes do cibercrime. Uma nova ameaça recém-detectada usa a empresa para infectar celulares Android.
O vírus foi descoberto pelo perfil @defesa_digital no Twitter, especializado em descobrir e reportar novas ameaças online. A publicação mostra com clareza o método do ataque, que se desenvolve por e-mail.
Tudo começa com um e-mail falso, que tenta enganar a vítima com um convite falso para se cadastrar no Nubank e ter acesso ao cartão de crédito. Pelo fato de o cartão ser concorrido, o sistema de indicação da empresa é real e, em teoria, permite passar na frente da fila de espera, que às vezes pode ser demorada. Isso faz com que os convites sejam algo bastante desejado pelo público e se tornem uma boa isca.
A mensagem no corpo do texto é bem produzida e imita bem a identidade visual do Nubank, o que é um cuidado que muitos cibercriminosos não têm. No entanto, ele induz a vítima a baixar um aplicativo para acessar o serviço, com o nome de “Nubank Convidado.APK”, que obviamente não é o app oficial da empresa e é baixado por fora do Google Play, driblando as proteções do Google.
Uma avaliação pelo site Hybrid Analysis mostra que o aplicativo tem más intenções com o celular do usuário. Entre as capacidades do app estão a possibilidade de interceptar, ler e enviar mensagens SMS, além de ser identificada a possibilidade de envios de email, o que ajuda a praga a se espalhar. O vírus também permite a execução remota de código após o celular ser reiniciado, o que significa que o celular passa a estar à disposição do cibercrime para extrair informações pessoais ou realizar outras ações que possam prejudicar o usuário.
A melhor dica para evitar armadilhas deste tipo é sempre dar preferência por usar e baixar aplicativos disponíveis no Google Play, onde está o app oficial do Nubank. O Olhar Digital contatou o Nubank para saber se a empresa tem mais alguma orientação ao público sobre como evitar golpes deste tipo; o texto será atualizado quando houver uma resposta.
[Atualizado às 11h do dia 18/05]
O Nubank soltou um comunicado ao Olhar Digital sobre o ocorrido. Confira a nota na íntegra abaixo:
Esse tipo de atividade é crime, e sempre iremos colaborar com as autoridades competentes para investigar e coibir golpes como esse.
Além disso, nós deixamos claro que nunca pedimos para que os clientes nos mandem seus documentos ou outras informações sensíveis por e-mail. Em casos de conteúdo suspeito, pedimos sempre que reportem por meio dos nossos canais de atendimento (chat, email ou telefone), para que o conteúdo seja direcionado para o nosso time de especialistas. É importante também reportar o email como phishing ao seu respectivo provedor de acesso.
Seguem alguns links com o passo-a-passo deste processo (que pode variar de acordo com o provedor):


Fonte: Olhar DIGITAL

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Será verdade? Novo vírus H2N3 tem provocado mortes no Brasil?


Resultado de imagem para alerta

Não há informações sobre a circulação do vírus H2N3. Segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde, na verdade, em 2017 houve a circulação do vírus influenza A H3N2 no país. Além disso, o casal que morreu em Rio Claro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, foi infectado pelo H1N1. O resultado foi obtido por exames feitos pelo Instituto Adolfo Lutz. Outros dois casos suspeitos ainda são investigados na cidade. Em Goiânia, as mortes também são em decorrência do H1N1.
A inexistência da circulação do H2N3 foi confirmada pelo Ministério da Saúde. Os vírus de influenza que atualmente circulam no Brasil são o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B.



Já foram registrados 286 casos de influenza em todo o país, sendo 62 em Goiás. No período, ocorreram 41 mortes, sendo 9 no mesmo estado. "É provável que essas informações tenham sido misturadas de maneira equivocada, causando a disseminação de boato sobre casos da doença no estado", diz o órgão.
Em nota, o Ministério da Saúde diz que se mantém vigilante quanto à circulação de vírus influenza no Brasil. "O país possui uma rede de unidades sentinelas para vigilância da influenza, distribuídas em serviços de saúde de todas as unidades federadas, que monitoram a circulação do vírus influenza por meio de casos de síndrome gripal (SG) e síndrome respiratória aguda grave (SRAG). As ações de prevenção e controle da influenza são desenvolvidas em conjunto nas três esferas de governo. Para a sazonalidade de 2018 a pasta já está se organizando com a rede laboratorial para o diagnóstico, com a campanha de vacinação, distribuição de medicamentos e também o monitoramento epidemiológico dos casos e óbitos por influenza em todo território nacional."
Segundo o ministério, "é importante ressaltar que a vacinação é uma das estratégias mais importantes para redução de casos graves e óbitos por influenza". "Outro ponto é o uso oportuno do medicamento, logo após o início dos sintomas."
Segundo o infectologista Alberto Chebabo, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ, a nomenclatura é uma invenção que apenas gera pânico entre as pessoas.
"O vírus que existe é o H3N2. Certamente esse boato tem alguma relação com o surto de gripe que ocorreu nos Estados Unidos recentemente. Por lá, a vacina, que é modificada anualmente, não previu a mutação do vírus, e várias pessoas acabaram infectadas. Aqui no Brasil, porém, a vacina disponível já contempla a proteção para essa mutação."
Os principais sintomas da gripe H3N2 são febre alta, coriza, dores no corpo e tosse seca. O quadro pode ser agressivo em idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. A vacinação é uma das principais defesas contra o vírus. A previsão é que a campanha nacional de vacinação comece na segunda quinzena de abril.

Fonte: G1



quinta-feira, 2 de março de 2017

URGENTE: Vírus que está circulando pelo WhatsApp pode roubar seus dados pessoais

UE regulamenta Whatsapp

Os hackers não tiram férias, por isso você deve estar sempre ligado nos novos golpes que circulam pela web. A novidade da vez é um vírus que está sendo disseminado no WhatsApp e pode roubar dados pessoais dos usuários, incluindo dados bancários, códigos PIN e credenciais de acesso.
A contaminação acontece por meio da abertura de arquivos maliciosos enviados pelo aplicativo de mensagens. Até agora, dois tipos diferentes do vírus foram identificados, ambos originários da Índia, mas relatórios indicam que eles podem se espalhar por diversas regiões do mundo.
Para atrair as vítimas, as mensagens infectadas citam nomes de organizações governamentais indianas, como a NDA (National Defense Academy) ea NIA (National Investigation Agency), visando dar mais credibilidade ao arquivo. Uma vez instalado no dispositivo móvel do usuário, o software consegue acessar informações confidenciais.
Os dois vírus estão escondidos em arquivos do Excel e são nomeados como "NDA-ranked-8th-toughest-College-in-the-world-to-get-into.xls" e "NIA-selection-order-.xls". No entanto, é bom ficar alerta, pois uma versão nacional do golpe pode aparecer a qualquer momento, seguindo as tendências de hackers gringos, uma vez que o Brasil é um dos maiores adeptos do WhatsApp.
Via IBTimes




Matéria completa:
CANAL TECH (LINK) 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O que é o Mayaro, vírus que pode estar se espalhando pelo continente e preocupa cientistas

Mosquito Aedes aegypti

Primeiro foi o Chikunguya e, depois, o Zika. Agora, cientistas e epidemiologistas começam a se preocupar com outro vírus: o Mayaro.
Pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, anunciaram ter encontrado no Haiti um caso inédito de mayaro, doença caracterizada por uma febre hemorrágica similiar à da chikungunya.
Ainda que o vírus não seja totalmente desconhecido - foi detectado nos anos 1950 -, até agora só haviam sido registrados pequenos surtos esporádicos na região amazônica e seus arredores.
Especialistas alertam que este caso pode ser um indício de que o vírus está se espalhando e já começa a circular pela região do Caribe.
"Os sintomas são muito similares aos da chikungunya. Por isso, quando o paciente vai ao médico, pensam se tratar dessa doença e não sabem que é mayaro", disse John Lednicky, que liderou a equipe da universidade americana responsável pelo estudo.
Lednicky explicou não haver nenhum sintoma que distingua a chikungunya da febre mayaro. Ambas provocam febre, erupções na pele e dores nas articulações.
Em ambos os casos, os efeitos são mais prolongados do que em paciente com dengue e zika, chegando a durar de seis meses a um ano.
Amostras do vírus ZikaImage copyrightREUTERS
Image captionAs dores causadas pelo Mayaro são mais prolongadas que as do Zika
"O que está acontecendo é que estamos nos deparando com pacientes que se queixam de erupções na pele e dores musculares prolongadas, mas os exames dão negativo para Zika e Chikungunya. Então, o que afinal eles têm?", disse Lednicky.
O preocupante é que o vírus detectado no Haiti é geneticamente diferente dos que haviam sido descritos previamente, esclareceu o especialista.
"Não sabemos se é um vírus novo ou uma nova cepa de diferentes tipos de Mayaro."

Casos de mayaro

O vírus foi descoberto em 1954 em Trinidad e Tobago, mas até agora só se sabia de surtos isolados na selva amazônica e em outras partes da América do Sul, como Brasil e Venezuela.
O caso encontrado pela Universidade da Flórida foi identificado a partir de uma amostra de sangue de um menino de 8 anos de uma zona rural do Haiti. Ele tinha febre e dores abdominais, mas não apresentava erupções nem conjuntivite, sintomas normalmente associados à chikungunya.
Pesquisadores da universidade colheram uma série de amostras durante e depois do surto de chikungunya no Haiti.
Após a análise virológica e molecular para detectar os vírus da dengue e da zika, foi confirmada a presença da dengue no paciente alvo do estudo, mas também de um novo vírus, identificado depois como o Mayaro, disse Lednicky.
Enquanto a atenção do mundo estava voltada para o Zika, "a descoberta deste outro vírus é uma grande fonte de preocupação", disse Glenn Moris, diretor do Instituto de Enfermidades Patógenas Emergentes da Universidade da Flórida.

Investigação precisa de recursos

Homem toma medicamentoImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionPesquisadores estão preocupados com uma possível disseminação do Mayaro após o furacão Matthew
Lednicky explicou que é "difícil avaliar o quão grave é o surto de mayaro neste momento", já que existem poucos estudos sobre o vírus.
"No Brasil, há dois tipos genéticos diferentes, e não sabemos qual é o mais virulento. Faltam mais estudos e monitoramento das áreas afetadas."
Um problema é a falta de recursos para fazer essas pesquisas, segundo médico americano.
"Na Universidade da Flórida, estamos buscando fundos, mas é difícil obtê-los para esse tipo de estudo nos Estados Unidos. E no Haiti, os poucos recursos que eles têm são necessários para cobrir as necessidades mais básicas dos pacientes."
Lednicky acrescentou não saber o que vai acontecer no Haiti após a passagem pelo país do furacão Matthew, que poderia ter levado os mosquitos transmissores da doença até a República Dominicana e outras ilhas caribenhas.

Possível adaptação do vírus

Amostras de laboratórioImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionMuitos pacientes no Caribe e na América do Sul podem estar sendo diagnosticados erroneamente com chikungunya
A semelhança com o vírus da chikungunya também preocupa os cientistas.
Em um artigo publicado na revista Scientific American, Marta Zaraska, jornalista especializada em ciência, destaca que isso poderia explicar por que o Mayaro pode se tornar um problema generalizado.
"Ambos os vírus eram originalmente transmitidos por mosquitos da selva, infectando pessoas na região amazônica, mas o Chikungunya tem se adaptado e hoje é transmitido por mosquitos urbanos, como o Aedes albopictus e o Aedesaegypti", que também transmitem a febre amarela, a dengue e a zika.
Segundo Zaraska, "o mesmo pode estar ocorrendo no caso do Mayaro".
Em exames de laboratório, foi provado que o Aedes albopictus e o Aedes aegypti podem ser vetores da febre mayaro - e o fato do vírus ter sido detectado no Haiti sugere que ele também está se adaptando ao ambiente urbano.
Fonte: BBC


sexta-feira, 4 de março de 2016

Gestante prevenção contra o Zika Vírus

Utilize telas em janelas e portas, use roupas compridas, calças  e blusas e, se vestir roupas que deixem áreas do corpo expostas, aplique repelente nessas áreas. Fique preferencialmente em locais com telas de proteção, mosquiteiros e outras barreiras disponíveis.
CUIDADOS
·         Busque uma Unidade Básica de Saúde para iniciar o pré-natal assim que descobrir a gravidez e compareça as consultas regularmente.
·         Vá as consultas uma vez por mês até a 28ª semana de gravidez, a cada quinze dias entre 28ª e a 36ª semana e semanalmente do início da 36ª semana até o nascimento do bebê.
·         Tome todas as vacinas indicadas para gestantes.
·         Em caso de febre ou dor, procure um serviço de saúde. Não tome qualquer medicamento por conta própria.

Créditos/Ministério da Saúde. 

Foto: http://www.viverunimed.com.br/gestante.php

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Hospital do Rio Grande do Norte enfrenta dificuldades com aumento de Guillain-Barré, síndrome associada ao zika vírus

A doença afeta os chamados nervos periféricos, que conectam o cérebro com a medula espinhal, e pode causar a total paralisia do corpo.
No início, era dormência nos dedos das mãos. Em dois dias, o microempresário Cícero Gomes da Silva Neto, de 47 anos, tinha perdido quase todos os movimentos. Ainda dirigiu 30 km entre Jardim de Piranhas, onde vive, e um hospital de Caicó, na região do Seridó, a 275 km de Natal. Foi a enfermeira plantonista que fez o diagnóstico.
Hospital Estadual Walfredo Gurgel
— É Guillain-Barré. Já vi um caso desses — disse para a mulher de Silva Neto, Idaliana.
Uma ambulância o levou ao Hospital Estadual Walfredo Gurgel, principal emergência da capital potiguar. O microempresário ainda falava com dificuldade ao chegar. O médico avisou a família que a situação pioraria: os pulmões foram afetados pela doença paralisante.
Há 20 dias, Silva Neto está na UTI do hospital. Consegue mover os ombros — ganho obtido com fisioterapia. Respira por aparelhos. Está completamente lúcido, mas sem nenhum domínio sobre o corpo. Faz movimentos desordenados para responder perguntas: sim, ainda sente muita dor nos tornozelos; não, o equipamento que o auxilia a respirar não causa desconforto. Balança a cabeça em diferentes direções até a fisioterapeuta intensivista perceber que quer as luzes apagadas sobre o leito, pois a paralisia afetou os nervos ópticos. Não fecha os olhos. Nem ao dormir.
A doença apareceu após os sintomas clássicos de zika — marcas vermelhas no corpo, dores de cabeça, febre.
— Ele pensou que fosse dengue. A família chegou assustada e eu tive de avisar: vai piorar. Quando vocês voltarem amanhã, ele estará entubado. Vai entender o que vocês falarem, mas não vai responder. É assim: piora antes de passar — contou o coordenador da UTI, Alfredo Jardim.
O drama de Silva Neto se mistura ao das emergências públicas superlotadas. No leito quase em frente, uma mulher se agita e o lençol cai, deixando os seios à mostra. Os dois têm sorte de ocupar vaga de UTI. Todos os dias chegam 20 pedidos por um leito de terapia intensiva. O corredor do Walfredo Gurgel está abarrotado de pacientes em macas e cadeiras, esperando internação. O mau cheiro toma conta de todo o ambiente.
Na quarta-feira, um neurologista não pôde fazer a punção de líquor em uma paciente com suspeita de Guillain-Barré porque a mulher estava em uma cadeira. O exame, que consiste em retirar o líquido que percorre a medula espinhal, só poderia ser feito se ela estivesse deitada. O médico chamou o professor Mário Emílio Dourado, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), para avaliar a paciente. Não a encontraram mais; estava perdida em meio a dezenas de doentes espalhados pelos corredores. Só no dia seguinte Dourado soube que a moça ocupava o leito 251 da enfermaria.Aedes 1
Evolução
A Guillain-Barré é desencadeada pela resposta do organismo a uma infecção. Os anticorpos confundem o micróbio com as células do sistema nervoso e as atacam. Na forma clássica, a pessoa perde a sensibilidade de pernas e braços e tem paralisia facial. A insuficiência respiratória ataca 30% dos doentes. Mas há variantes da síndrome: pacientes com fraquezas só nas pernas; outros andam como se estivessem bêbados (desequilíbrio de marcha), com paralisia no nervo ótico e perda dos reflexos; poucos sofrem de sonolência excessiva. Alguns podem ter formas sobrepostas da síndrome. A maioria dos pacientes recupera as funções; 20% ficam com sequelas.