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sábado, 20 de setembro de 2014

O que estaria dando errado na aliança Henrique e Wilma?

Faltando 15 dias para o pleito e com as pesquisas de intenção de voto já apontando para um eventual segundo turno, o retrato para o Senado é curioso. Enquanto a candidata Fátima Bezerra (PT) puxa o seu candidato ao governo para cima, Robinson Faria (PSD), Wilma de Faria (PSB), candidata do outro candidato a governador, Henrique Alves (PMDB), não contribui para um maior crescimento dele – Henrique está estagnado na casa dos 40%, segundo a última pesquisa Ibope -, e ela ainda se encontra em curva descendente. Sinal que o voto casado não está dando certo.
Wilma, que tinha condições favoráveis de disputar o governo pela terceira vez – pesquisas de intenção de voto realizadas antes da campanha indicavam isso – deixou de lado esse projeto para concorrer ao Senado se aliando a Henrique Alves que sonha em chegar ao governo do estado. Sempre disse que Wilma é uma verdadeira estrategista e que come e dorme fazendo política. Mas parece que ela fez escola e Henrique Alves aprendeu rápido suas lições. Ou seja, se você não pode derrotar o inimigo melhor trazer ele para o seu lado. E foi o que fez Henrique Alves.
Ao lado do primo senador-ministro Garibaldi Alves (PMDB) e do presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia, dois ex-adversários de Wilma, que inclusive a derrotaram na campanha passada para o Senado, quando eram duas vagas em disputa – Gari até bem pouco tempo se orgulhava da surra de mais de 1 milhão de votos dados em Wilma -, Henrique Alves deu o que se pode chamar um “golpe de mestre” em Wilma. Convenceu-a a sair candidata ao Senado com apoio logístico e finaceniro a sua candidatura. A guerreira mordeu a ísca, quando seus correligionários queriam que ela fosse candidata ao governo.
Agora, diante das mais recentes pesquisas de intenção de voto Wilma se vê em apuros com a sua candidatura em queda livre e o seu companheiro de chapa, embora estagnado nos 40 pontos percentuais, à frente do seu principal concorrente, Robinson Faria. Os eleitores de Wilma e ela mesma devem estar se perguntando: e os Alves não estão pregando o voto casado não? Até tão, mas, os “bacuraus”, como são chamados os eleitores do PMDB no Rio Grande do Norte, estes certamente que não principalmente os garibaldistas, ou seja, eleitores de Garibaldi. A peça publicitária do programa eleitoral de Wilma, com Garibaldi pedindo voto pra ela saiu pela culatra. As pessoas são unânimes em afirmar que Garibaldi se mostra visivelmente constrangido. Para quem nos últimos anos se referia a dona Wilma como “aquela mulher” e nunca pelo seu nome, o ministro Garibaldi Alves pode parecer tudo no programa eleitoral de Wilma, menos sincero ao pedir voto pra guerreira.
Pra completar, o marketing de Wilma achou pouco e ainda colocou o senador José Agripino para pedir votos pra ela. Além do desgaste do senador José Agripino Maia por ser presidente do partido da governadora Rosalba Ciarlini – o DEM -,  governo esse que tanto Wilma critica, Agripino assim como Garibaldi nunca engoliu Wilma. Jajá, como é também conhecido Agripino Maia disse na convenção do PMDB que homologou a candidatura de Henrique Alves ao governo, com a presença de Wilma, que iria trepar até num pé de coco para buscar votos pra Wilma. Ele pode até subir no pé, mas os votos pra guerreira que é bom ele não está encontrando por parte de seus eleitores. Parece que o pé de coco do DEM secou.
Mas, voltando a Henrique e Wilma: se houver mesmo segundo turno como projeta o Ibope, e Robinson indo à disputa final com Henrique, e se Wilma não for eleita senadora, vamos ter oportunidade de ver o mesmo filme de uma campanha para governador quando Garibaldi foi candidato contra Wilma e Rosalba a candidata ao Senado de Gari. Naquela eleição houve segundo turno entre Wilma e Garibaldi. Rosalba já eleita senadora lavou as mãos. No primeiro turno Garibaldi tinha ganho para Wilma em Mossoró, terra natal da Rosa. Mas no segundo turno Wilma inverteu a situação. Resultado: Wilma se reelegeu governadora.
Resumo da ópera: acordos políticos nem sempre é bom para os dois lados que o fazem. A política tem provado isso.
A conferir!
Acesse o blogdobarbosa http://blogdobarbosa.jor.br/novo
Extraído do Portal No minuto/Coluna do Barbosa

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Wilma de Faria, Fábio Dantas, Gilson Moura, Fátima Moraes e Júnior Moura estão entre os réus das cinco ações relacionadas à operação Pecado Capital

Wilma de Faria, Fábio Dantas, Gilson Moura, Fátima Moraes e Júnior Moura estão entre os réus das cinco ações relacionadas à operação Pecado Capital

O Ministério Público Federal apresentou, no último dia 8, mais quatro ações por improbidade e uma denúncia relacionadas à operação Pecado Capital. Os processos incluem a ex-governadora Wilma de Faria; os deputados estaduais Fábio Dantas e Gilson Moura; além do irmão de Gilson Moura, Francisco Bento de Moura Júnior, conhecido como “Júnior Moura”. São réus ainda Luíza Carvalho Dantas, sobrinha do deputado Fábio Dantas; Rychardson de Macedo; e a ex-secretária estadual Fátima Moraes e sua sobrinha, Polliana Karidja de Oliveira Morais

As ações, de autoria do procurador da República Rodrigo Telles, tratam de atos de improbidade cometidos antes e durante a gestão de Rychardson de Macedo no Instituto de Pesos e Medidas (Ipem/RN). Ao todo, a Operação Pecado Capital, deflagrada em 12 de setembro de 2011, já resultou no ajuizamento, por parte do Ministério Público Federal, de 13 ações penais e 29 ações de improbidade.

Ex-governadora – Wilma Maria de Faria é apontada como responsável pela inclusão de um “funcionário fantasma” na folha de pagamento do Ipem/RN, entre os anos de 2004 e 2007. Na ação, da qual Gilson Moura também é réu, o MPF aponta que a ex-governadora indicou Danúbio Almeida de Medeiros, ex-vereador de Assu, para ocupar o cargo de coordenador operacional do Ipem, em duas oportunidades, sem que este precisasse trabalhar no instituto.

Danúbio Almeida ocupou a função entre outubro de 2004 e abril de 2005 e entre março e dezembro de 2007, sem de fato trabalhar. As duas nomeações fraudulentas foram promovidas pelo ex-diretor do Ipem, Augusto Halley Caldas Targino, por exigência da então governadora Wilma de Faria. Quando Rychardson de Macedo assumiu a direção do instituto, em abril de 2007, manteve Danúbio na função até o fim do ano, seguindo orientação de Gilson Moura.

Uma auditoria promovida pelo Inmetro no Ipem/RN, no período de 9 a 20 de julho de 2007, confirmou que Danúbio Almeida não exercia de fato sua função, embora recebesse remuneração normalmente: R$ 3.250 mensais. O cargo foi oferecido pela então governadora, após Danúbio Almeida perder as eleições municipais de 2004, quando foi candidato a vice-prefeito de Assu.

A descrição do depoimento dado pelo próprio Danúbio Almeida ao Ministério Público Federal esclarece: “em momento posterior à divulgação do resultado das eleições municipais de 2004, o depoente, (…) recebeu da governadora (…) a proposta de ficar com o cargo de coordenador operacional do Ipem/RN; (…) na ocasião, argumentara que não valeria à pena deslocar-se de Assu para Natal para desempenhar as atividades no Ipem; (...) a governadora concordou que o depoente ficasse com o cargo de coordenador operacional mesmo sem comparecer à sede do Ipem/RN”.

O ex-coordenador revelou que pagava uma “gratificação” a quem ficou trabalhando em seu lugar na sede do instituto. Em abril de 2007, Rychardson de Macedo assumiu a direção do Ipem, por indicação de Gilson Moura, que o orientou a manter Danúbio Almeida no cargo.

Ao prestar depoimento de delação premiada, Rychardson esclareceu: “Esse Danúbio aí era coordenador operacional. Nunca apareceu nem no IPEM. Já vinha da gestão anterior, passou lá comigo eu acho que quase um ano. Também nunca nem vi. Sei que é de Assu e que foi vereador...(...) Gilson disse que conhecia ele lá da Princesa do... Quando trabalhou um tempo na rádio de Assu. Ele pediu pra mim manter e assim ficou lá (…).”

Daniel Vale, ex-coordenador jurídico do Ipem, e Aécio Fernandes de Faria, ex-coordenador financeiro de fato do instituto, confirmaram que se tratava de um “funcionário fantasma”. No total, Danúbio Almeida recebeu o corresponde a R$ 50.375. Ele e Augusto Halley Caldas Targino, embora tenham participado diretamente do esquema, não são processados porque foram beneficiados pela prescrição prevista no artigo 23, inciso I, da Lei nº 8.429/1992, por já terem passados mais de cinco anos desde o término do exercício de seus cargos em comissão.

Pelas irregularidades, Wilma de Faria e Gilson Moura devem responder por atos de improbidade que importam em enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e que atentam contra os princípios da administração pública, de acordo com os artigos da Lei 8.429/1992. Dentre as possíveis sanções estão a restituição do dinheiro pago irregularmente; perda da função pública; suspensão dos direitos políticos; pagamento de multa civil; e proibição de contratar com o Poder Público.

Deputados – A segunda das novas ações trata da inclusão de “funcionária fantasma” na folha de pagamento do Ipem, entre os anos de 2007 e 2009. A fraude se refere à contratação de Luíza Carvalho Dantas, sobrinha do deputado estadual Fábio Berckmans Veras Dantas, a partir de um pedido feito pelo parlamentar ao também deputado Gilson Moura.

Ela já figurava como prestadora de serviços do Ipem/RN, quando Rychardson de Macedo assumiu a direção da entidade por indicação de Gilson Moura, em abril de 2007. Fábio Dantas solicitou que seu colega parlamentar assegurasse a permanência da sobrinha no instituto e Gilson repassou a orientação a Rychardson. Mesmo sem ter a obrigação de trabalhar efetivamente, Luíza Carvalho assinou dois ou três contratos de prestação de serviços.

O primeiro teve vigência de maio de 2007 a maio de 2008, O segundo de maio de 2008 a maio de 2009. Um terceiro ia de maio de 2009 a 30 de junho de 2009. Todos com previsão de remuneração de R$ 600 mensais. Há, no entanto, uma diferença entre as assinaturas dos dois primeiros documentos e do terceiro, o que no entender do MPF indica a “possível ocorrência de falsificação”, ou mesmo que a “funcionária fantasma” não se deu ao trabalho sequer de assinar o último contrato.

Foram desviados pelo menos R$ 15.600 e, ao ser notificada pelo Ministério Público Federal, Luíza Carvalho não compareceu para prestar depoimento. Porém o ex-coordenador jurídico do Ipem, Daniel Vale Bezerra, confirmou em seu depoimento de colaboração premiada: “(...) que Luíza Carvalho Dantas, parente do deputado estadual Fábio Dantas, trabalhou apenas alguns meses no Ipem/RN, tendo depois deixado de comparecer ao trabalho (...)”.

Luiza Carvalho também foi apontada como “funcionária fantasma” por Aécio Aluízio Fernandes, ex-coordenador financeiro de fato do Ipem. “(…) sobrinha do deputado estadual Fábio Dantas, trabalhou um curto período como estagiária do setor jurídico, deixando depois de comparecer ao trabalho, mas continuou recebendo remuneração sem prestar qualquer tipo de serviço”.

O próprio Rychardson de Macedo confirmou a articulação entre os deputados: “Essa Luíza Carvalho eu me lembro, ela é sobrinha do deputado Fábio Dantas. Já estava da gestão anterior. E ele conversou com Gilson pra manter ela lá e ela num ir trabalhar. E assim foi feito.” Os três réus responderão por atos de improbidade que importam em enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e que atentam contra os princípios da administração pública.

Irmãos – O cargo de de coordenador operacional do Ipem/RN não foi utilizado para desvio de recursos apenas com a nomeação de Danúbio Almeida. A terceira das novas ações do MPF sobre a Pecado Capital tem como réus Gilson Moura e seu irmão, Francisco Bento de Moura Júnior, conhecido como Júnior Moura. Esse último foi nomeado para o cargo em 2009, sem trabalhar.

Júnior Moura ocupou formalmente a coordenadoria operacional entre julho e dezembro daquele ano, recebendo remuneração e tendo, inclusive, direito a diárias, tudo isso sem trabalhar. Sua nomeação fraudulenta foi assinada por Rychardson de Macedo, após indicação de Gilson Moura. O “coordenador” sabia que não precisaria trabalhar, limitando-se a receber os salários.

Em depoimento, Rychardson de Macedo explicou que Gilson Moura embolsava a maior parte do salário recebido indevidamente pelo irmão: “(...) eu tinha conhecimento que ele ficava com R$ 800 de salário e devolvia R$ 2.500 a Gilson”. Os ex-coordenadores do Ipem Daniel Vale e Aécio Aluízio Fernandes confirmaram que Júnior Moura era um dos “funcionários fantasmas” da autarquia.

Durante o período que permaneceu no cargo, ele recebeu o correspondente a R$ 19.500 e diárias que totalizaram R$ 2.865. Os dois irmãos devem responder por atos de improbidade que importam em enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e que atentam contra a administração pública.

Secretária – Outra “funcionária fantasma” que também ocupou o cargo de coordenadora operacional do Ipem/RN foi Polliana Karidja de Oliveira Morais, sobrinha da ex-secretária estadual Maria de Fátima Moraes. Essa última e Rychardson de Macedo responderão a uma ação por improbidade e os três foram denunciados pelo crime de peculato.

Polliana Karidja ocupou a função entre março e outubro de 2008, recebendo remuneração sem trabalhar. Sua nomeação foi feita por Rychardson de Macedo, a partir de indicação da então assessora especial do Gabinete Civil da Governadora do Rio Grande do Norte e posteriormente secretária extraordinária para Articulação com os Municípios, Maria de Fátima Moraes, tia de Polliana. Fátima foi candidata a prefeita na chapa da qual Danúbio Almeida (outro “coordenador fantasma” do Ipem) era vice, nas eleições de 2004 em Assu.

A “coordenadora” não tinha formação nem conhecimento para o exercício da função e foi nomeada sabendo que não precisava efetivamente trabalhar, tendo se limitado a desempenhar tarefas meramente burocráticas no pouco tempo em que compareceu ao instituto. De acordo com a funcionária que de fato exercia a coordenação, Polliana trabalhou apenas uma semana.

A própria denunciada confirmou em depoimento ao MPF: “(...) que sua indicação partiu de Fátima Moraes (…) tia da depoente (…) que dava expediente normalmente de sete da manhã a uma da tarde (…) que, em razão de a coordenação operacional do Ipem/RN ser algo complexo, a depoente tinha a ajuda de uma servidora mais experiente (…) que a depoente emitia as notificações para as empresas autuadas e atendia telefones; que recebia uma remuneração de cerca de R$ 4 mil”.

Daniel Vale e Aécio Aluízio Fernandes confirmaram que Polliana Karidja era uma autêntica “funcionária fantasma”. No pouco tempo em que compareceu ao instituto, ela não exerceu atribuições de coordenação, mesmo assim recebeu um total de R$ 24.375.

Polliana Karidja de Oliveira, Fátima Moraes e Rychardson de Macedo poderão responder pelo crime de peculato qualificado em continuidade delitiva (artigo 312 do Código Penal). A ex-secretária e o ex-diretor ainda responderão uma ação por atos de improbidade. Polliana Karidja não é processada nesta ação porque foi favorecida pela prescrição, já que se passaram mais de cinco anos desde o término do suposto exercício de seu cargo.

Operação – A Operação Pecado Capital foi deflagrada em 12 de setembro de 2011, realizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP/RN) junto com a Polícia Militar, após auditorias do Inmetro apontarem diversas irregularidades na administração do Ipem/RN, na gestão de Rychardson de Macedo.

Rychardson, seu irmão Rhandson e sua mãe Maria das Graças de Macedo Bernardo; além dos ex-servidores do Ipem/RN Adriano Flávio, Aécio Aluízio Fernandes e Daniel Vale chegaram a ser presos. O processo originário da Pecado Capital tramitou inicialmente na 7ª Vara Criminal de Natal, porém foi remetido à Justiça Federal em novembro de 2011. Desde então é acompanhado pelo MPF.

No final de 2013, alguns dos principais envolvidos no esquema decidiram colaborar com as investigações mediante depoimentos prestados no âmbito de acordos de colaboração premiada. As irregularidades apontadas incluem contratação de funcionários fantasmas, pagamento indevido de diárias, realização de fraudes em licitações e contratos, cobrança de propina, entre outras.

As quatro ações de improbidade ajuizadas no último dia 8 de setembro receberam na Justiça Federal os números 0804258-73.2014.4.05.8400; 0804258-58.2014.4.05.8400; 0804260-43.2014.4.05.8400; e 0804261-28.2014.4.05.8400. Já a denúncia foi protocolada sob o número 0002882-85.2014.4.05.8400.

domingo, 31 de agosto de 2014

SEGUNDO O INSTITUTO SETAS, PARA O SENADO FÁTIMA LEVA PEQUENA VANTAGEM SOBRE WILMA


Senado da República

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A candidata Fátima Bezerra (PT) apresenta pequena vantagem em relação a Wilma de Faria (PSB) na disputa pelo Senado, aponta a pesquisa Seta/Nominuto divulgada neste domingo (31). As duas estão numa situação de empate técnico. 
A petista tem 31,8% das intenções de voto na pergunta estimulada. A líder do PSB tem 28,3% das preferências.
Roberto Ronconi (PSL) aparece com 4,3%; a professora Ana Célia (PSTU) com 1,4%; e o professor Lailson Almeida (PSOL) com 0,9%.
Muitos eleitores se mostram indecisos ou com a intenção de anular o voto. Brancos e Nulos somaram 21,8%, e não respondeu 11,5%.
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Espontânea
Na pesquisa espontânea, Fátima Bezerra abre vantagem de 5 pontos sobre Wilma. A petista tem 26,6% e a candidata do PSB aparece com 21,6%.
Roberto Ronconi é citado por 2,6% dos entrevistados do Seta; Ana Célia por 1,4%; e Lailson Almeida por 0,8%. Brancos e nulos somam 21,6%, e não respondeu 25,4%.
Fonte: No minuto

domingo, 25 de maio de 2014

Henrique e Wilma vão a Ipanguaçu apoiar candidatura de Zé de Deus

O deputado federal Henrique Alves, pré-candidato do PMDB ao governo do estado, participou na noite deste sábado (24) do comício de José de Deus Barbosa (PP), ex-prefeito de Ipanguaçu que disputa a eleição suplementar do município a ser realizada no próximo domingo, dia 1º de junho.

Henrique subiu no palanque para reforçar o apoio ao nome do candidato ao lado da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), pré-candidata ao Senado, do senador José Agripino (DEM), e dos deputados federal, Felipe Maia (DEM), e estadual, George Soares (PP).

Em seu discurso, Henrique Alves destacou a experiência de Zé de Deus, que já governou município por três vezes. Além disso, ressaltou a força do palanque com o apoio de três ex-governadores, entre eles o ministro Garibaldi Filho, do PMDB. “Zé de Deus tem experiência, ele sabe como fazer”, afirmou.

Pregando o diálogo e respeito ao adversário, o deputado prometeu apoio em Brasília aos pleitos municipais que estão no plano de governo do candidato do PP, principalmente a construção de uma maternidade na cidade.

Henrique também lembrou de sua luta junto ao Ministério do Trabalho para evitar uma demissão em massa na empresa Del Monte, principal exportadora de bananas do Rio Grande do Norte, cuja matriz encontra-se no município de Ipanguaçu e emprega parte da população local.

A eleição suplementar de Ipanguaçu foi determinada em função da cassação do prefeito eleito em 2012, Leonardo da Silva Oliveira, do PT. Os eleitores voltarão à urnas no próximo domingo, dia  1º de junho.


Assessoria de imprensa
Fotos: Cláudio Abdon

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Problemas internos de rejeição à aliança do PSB com o PMDB poderão mudar o rumo das candidaturas

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Alex Viana
Repórter de Política
A presidente do PSB no Rio Grande do Norte, ex-governadora Wilma de Faria, poderá desistir de se candidatar ao Senado da República, para disputar um mandato de governadora. Essa informação corre nos bastidores políticos e se baseia nas dificuldades do processo político para compor com o PMDB do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves.
Wilma desponta em primeiro lugar nas pesquisas que levantam a intenção de voto do potiguar para o governo. Ela também figura bem na corrida para o Senado. Entretanto, se optar por disputar o governo, Wilma teria mais chances de vencer, uma vez que seus possíveis adversários mais fortes, Henrique e o vice-governador Robinson Faria, têm menos da metade da intenção de voto da ex-governadora.
Já se a opção for pelo Senado, a pessebista teria na figura da deputada federal Fátima Bezerra (PT) uma forte concorrente, com possibilidade de derrota de Wilma. Entre uma possível vitória para o governo e uma possibilidade de derrota para o Senado, Wilma estaria estudando a possibilidade de disputar o governo.
SOCIALISTAS
No PSB, a tese de candidatura ao governo do Estado é a que mais prevalece. No diretório estadual do PSB, integrantes da executiva e delegados convencionais, à unanimidade, preferem o projeto Wilma governadora. Em nível nacional, a candidatura de Wilma ao governo é incentivada pelo pré-candidato do PSB a presidente da República, Eduardo Campos, que vê nessa candidatura a construção de um robusto palanque para ele no Rio Grande do Norte.
Nessa linha, a ex-senadora Marina Silva (PSB), que será vice de Eduardo Campos numa chapa “puro-sangue” do PSB nacional à Presidência da República, editou uma nota nesta sexta, em que ataca Henrique Alves, provável nome a governador na aliança que o PSB articula no estado. Segundo Marina Silva, o potiguar “representa a continuidade dos problemas que assolam o estado do Rio Grande do Norte, secularmente governado por essa oligarquia”.
A nota de Marina Silva caiu como bomba na aliança entre o PSB e o PMDB do Rio Grande do Norte, ameaçando desintegrar a aliança desejada pelo presidente da Câmara dos Deputados. Em evento na sexta-feira da semana passada, Henrique afirmou que, sem Wilma no palanque dele disputando o Senado, ele não teria condições de disputar a cadeira de governador. Com a nota do PSB, considerando-o “um atraso” para o estado, criou-se um grave conflito entre PSB e PMDB, o que, inclusive, poderá ser usado contra a aliança Henrique/Wilma pelos adversários durante a campanha eleitoral deste ano.
Calculista e exímia política, Wilma de Faria percebeu que a aliança com o PMDB poderá ser um verdadeiro “tiro no pé” na sua carreira política, transformando uma “oportunidade de ouro” de voltar a governar o Estado, numa “chance real de derrota” se sua opção for disputar o Senado numa aliança questionada pelo próprio partido e contra uma candidata forte, como a deputada federal Fátima Bezerra.
CAMINHO LIVRE
Para completar, Wilma também tem contado com a “sorte”. Tido como principal opositor dela numa eventual disputa pelo governo do Estado, o ministro da Previdência, Garibaldi Filho, está oficialmente impedido desde ontem de disputar o governo do Estado nas eleições deste ano. O prazo para que o ministro se desincompatibilizasse do Ministério expirou nesta sexta-feira, sem que ele pedisse exoneração, o que o deixa fora da lista de possíveis candidatos nas eleições deste ano.
Outro nome que poderia ser empecilho para Wilma disputar o governo, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, também não se desincompatibilizou da Prefeitura, ficando impedido de disputar o mandato de governador nas eleições do próximo dia 5 de outubro, daqui a seis meses. Com a exclusão de Garibaldi e Carlos Eduardo, Wilma fica livre dos mais fortes adversários para disputar o governo.
PMDB faz aliança com o PSB em Mossoró e espera repetição no Estado
A aliança estadual entre PSB e PMDB para eleição de 5 de outubro começou por Mossoró. Na convenção que homologou Larissa Rosado (PSB) e Alex Moacir (PMDB) à Prefeitura, ontem, líderes dos dois partidos classificaram o ato como marco eleitoral da composição, o início prático da parceria que se estenderá por todo o Rio Grande do Norte no pleito 2014.
O deputado estadual Walter Alves (PMDB), representante na convenção do ministro Garibaldi Filho e do deputado Henrique Alves, realçou a simbologia do evento como largada para composição entre PSB e PMDB na eleição geral de outubro. “A aliança que consolidamos em Mossoró é a mesma que vamos fazer a nível estadual”, afirmou o filho de Garibaldi.
A mesma ideia foi compartilhada pelo deputado estadual Gustavo Fernandes (PMDB), que também mencionou Mossoró como prenúncio do que ocorrerá nos demais municípios do Estado. “PMDB e PSB estão unidos em Mossoró e também vão fazer união em todo o Rio Grande do Norte, união que será vitoriosa aqui e em todo o Estado”, vaticinou.
A deputada federal Sandra Rosado (PSB) relembrou afinidades históricas com o PMDB, onde começou vida pública e permaneceu por 22 anos. “Nunca esquecemos os antigos companheiros do PMDB. A aliança que estamos fazendo em Mossoró será a aliança do Estado”, disse a representante do PSB do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados.
A ex-governadora e vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria (PSB), ao lamentar programas do seu governo descontinuados na atual gestão, ensejou que a campanha em Mossoró tende a ser estadualizada e prenúncio da medição de forças de outubro. Segundo ela, a aliança consolidada com o PMDB em Mossoró é fundamental para o PSB na eleição geral de 2014.
A convenção que homologou a chapa Larissa/Alex Moacir à Prefeitura de Mossoró na eleição suplementar, em 4 de maio, foi o primeiro compromisso público entre PSB e PMDB estaduais desde o lançamento da aliança em torno da pré-candidatura a governador do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB), no último dia 28, em Natal. (JH)
Fonte: Jornal de Hoje
Extraído do blog Montanhas em Ação