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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

PREFEITURA DE CARNAÚBA LANÇA CAMPANHA JANEIRO BRANCO


A imagem pode conter: 7 pessoas, sapatos e área internaFoi dada a largada hoje (13) o Janeiro Branco - cuidando das emoções de Janeiro a Janeiro. Uma ação da #PrefeituradeCarnaúba através da Secretaria de Saúde/ NASF em parceria com as demais secretarias do município. 
No evento de abertura que aconteceu hoje , foi ressaltado a importância de cuidar das emoções , seja através de acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou de outras ações de prevenção. Tal cuidado é muito importante para as pessoas que sofrem de ansiedade, depressão ou outros problemas emocionais, que muitas vezes podem serem tratados sem medicação, evitando assim a dependência em medicamentos que aliviam momentaneamente esses sofrimentos.

Curta a página Prefeitura de Carnaúba no Facebook e acompanhe nossas ações. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Repasse para 10 amigos, Campanha da Mamografia Digital Gratuita


O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha. Vamos salvar o site do câncer de mama?Não custa nada. O Site do câncer de mama não tem obtido o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota exigida pelos patrocinadores oferecerem mamografias gratuitas em troca de publicidade. Basta ir ao site e clicar no ícone cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'. Repassem a pelo menos 10 amigos para que eles repassem a mais 10 ou mais amigos! Este gesto fará uma enorme diferença.
Acesse e compartilhe: www.cancerdemama.com.br

Curta a FAN PAGE https://www.facebook.com/sitecancerdemama/

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

CONGRESSO...VERGONHA NACIONAL! CAMPANHA, "NÃO REELEJA NINGUÉM"

Resultado de imagem para ratos no congressoEnquanto vivenciávamos uma das maiores tragédias aéreas do voo com jogadores da Chapecoense, SC, nossos políticos aprontaram nas  10 medidas contra à corrupção. O mundo testemunhou o que todos sabemos, hora de dar um basta nestes vermes, indecentes que dizem ser representantes do povo brasileiro. Congresso, vergonha Nacional e só poderemos exterminar os ratos encontrando à causa da proliferação. Pelo fim das regalias de nossos políticos e disseminando a campanha “Não reeleja ninguém!".

sábado, 15 de outubro de 2016

PELO FIM DAS REGALIAS DOS POLÍTICOS BRASILEIROS!!! NÃO REELEJA NENHUM POLÍTICO EM 2018!

O Blog A Voz do Povo inicia uma longa campanha. Desta vez, pelo fim das regalias...não dos professores, pois não existem, mas, pelos políticos brasileiros que vivem da ignorância do povo. Precisamos pressionar o Congresso, não reeleger políticos, sejam eles Deputados ou Senadores. Defender ideias, ideias e fazer valer à força que emana do povo.

O mal de nosso país é um povo corrompido ter que tolerar os corruptos. Precisamos urgente mobilizar e mostrar que o país que queremos depende da honestidade do seu povo. Não reeleja nenhum político em 2018, compartilhe o máximo que você puder. 

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Entenda por que o Ministério Público está de mãos atadas, compra-se votos embaixo das togas dos juízes!

O objetivo desta postagem é chamar a atenção do Poder Público no que concerne às más práticas da compra de votos nos municípios. Apesar de não ser garantia, o eleitor pede cem a um, duzentos, trezentos....enfim, nem ele mesmo sabe mais em quem vota!
A falta de estrutura nas comarcas, de consciência por parte dos cidadãos, por pura ganância que se brinca de eleições no Brasil. Não há exagero, compra-se votos debaixo das togas dos juízes. O Estado Democrático e de Direito dá espaço ao abuso do poder econômico. Ganha quem der mais, infelizmente!

Carnaubenses, brasileiros, o objetivo desta postagem é sensibilizá-los que vivemos num novo tempo. À ingerência e à crise político-financeira acontece em detrimento aos fatos narrados. Culpa de quem? Do político que compra ou do eleitor que vende? Ambos precisam refletir que governantes e governados precisam urgentemente mudar os maus hábitos. Voto não tem preço, tem consequência. Copie, cole, compartilhe, divulgue e denuncie ao Ministério Público. Você é responsável por manter a ordem neste país. 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Voto comprado, voto quitado, eleitor com data de validade vencida!

Há cinco anos que o Blog A Voz do Povo vem falando a mesma coisa, enjoa, não? Ora, a situação atual em que se encontra o país é fruto das más práticas da política. Não adianta culpar a falta de escolaridade, por incrível que pareça, as pessoas mais esclarecidas são as mais suscetíveis à corrupção política. À ganância, ignorância e o individualismo colocam no mesmo patamar, corruptos e corrompidos, governantes e governados levados pela sede de poder e pelo consumo exacerbado e vicioso.
Voto comprado é voto quitado! Implica dizer que você é um cidadão com validade vencida, seu valor acabou no dia da eleição e o candidato não passará mais na sua rua com receio que você peça mais e mais. A Lei 9.840/99 foi elaborada com vistas as eleições de 2000 onde à corrupção já tomava conta do país num estado de cleptocracia.

Não podemos assistir de camarotes vendo o país afundar, seja em Carnaúba dos Dantas, onde quer que você more, denuncie às más práticas, político que vem sem propostas só querem permanecer no poder o que faz da gestão pública quadrilhas suprapartidárias colocando o povo em segundo plano, sem propostas, sem projetos apenas pensando no individualismo deixando a qualidade de vida, à segurança, saúde e educação em segundo plano. Quanto mais ignorante o povo, melhor. Hora de promover as mudanças!

O voto é arma, mas, também uma armadilha, é como uma carteira de motorista nas mãos de um embriagado. Exerça seu dever de cidadão, troque o voto por melhorias no saneamento básico, moradia, saúde, educação de qualidade. A responsabilidade de transformar este país é sua, não aceite esse tipo de proposta, diga não e denuncie!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

O povo não sabe à força que tem! Não adianta querer o poder pelo poder, tudo emana do povo!

A eleição para governador no Estado do Rio Grande do Norte deixou um legado, os acordões em torno da candidatura de Henrique Alves não foi o esperado. O poder cega nossos governantes, fazem de tudo para garantir uma eleição/reeleição. Ouvir o povo é primordial, grupos políticos não podem ser mais importante do que à sociedade. Falácia, não existe paz e união em cima de palanques por que o que preconiza são interesses individuais, o povo é só um detalhe.

No dia em que cada brasileiro souber à força que tem e o poder que emana deles não haverá constrangimento, políticos e cabos eleitorais visitando a casa e iludindo o cidadão com presentes, promessas de emprego e compra de votos. Lembre-se de compartilhar essa postagem, o problema do país não é partidário, mas, a forma irresponsável como governantes e governados banalizam o voto. 

Em resumo, é preciso colocar em prática as 10 medidas anticorrupção do Ministério Público, sobretudo fazer valer à campanha "Voto não tem preço, tem consequência" e divulgar para o maior número de pessoas. Faça sua parte. 

terça-feira, 21 de junho de 2016

A política é um balcão de negócio, o eleitor como mercadoria!

#‎Campanhavotonpreçotemconsequencia‬ A política não pode ser tratada como um balcão de negócio, temporada de compra e venda. De um lado profissionais da política, do outro uma mercadoria barata, ignorante e gananciosa. Essa é uma campanha anticorrupção válida em todo territória Nacional. E quem não tem Facebook, o que fazer? Imprima, mostre a seu vizinho, curta, compartilhe, divulgue em blogs, nas rádios da região para disseminar a solução para erradicar às más práticas na política. Lembre-se, roubar não é só desviar recursos públicos, alimentar estes vícios é ser conivente com à corrupção. 

Imagem: SLIDE PLAYER

sábado, 4 de junho de 2016

ELEIÇÕES LIMPAS! ENTENDA A RAIZ DA CORRUPÇÃO NO PAÍS!

Antes de exterminar os ratos é preciso encontrar à causa da proliferação. Os desvios e desmandos neste país são frutos de uma política clientelista, das más práticas do assistencialismo, fisiologismo (política do toma lá, da cá), à ineptocracia que gera toda um estado de cleptocracia, palavra em grego que significa: Clepto: ladrões, Cracia: governo. Em resumo, um governo de ladrões. Roubar não significa apenas desviar recursos públicos, alimentar essas práticas, inchar a máquina pública é manter os mesmos vícios, isso tanto vale para o governo federal como as demais esferas.

Para tentar soerguer este país é preciso o comprometimento de todos os brasileiros. Antes de exterminar os ratos é preciso encontrar à causa de sua proliferação. “Vender” o voto é colocar-se como uma mercadoria barata, desvalorizada. É assim que funciona, não é preciso mostrar propostas, vota-se por amizade, abuso de poder e até usar a máquina pública em benefício próprio, cometer peculato, improbidades, doar terrenos públicos como se fosse particular, é assim que funciona em alguns municípios. São as causas mais comuns de impedimentos, o ficha limpa é responsável por deixar políticos inelegíveis, tal qual à Lei 9.840/99 sobre compra de votos.

Não se iluda, não troque ou venda o voto, a tarefa de manter a ordem neste país é de todos os brasileiros. 

Não esqueça de divulgar nas rádios, blogs, redes sociais contribuindo por um país melhor. 

Texto: Voz do Povo/foto: CORREIO DE CORRUMBA

terça-feira, 24 de maio de 2016

O dilema do voto obrigatório Direito ou dever?


A natureza do voto no Brasil é alvo desse questionamento, mais especificamente de qual seria seu reflexo nas eleições e na participação política da população. Embora esteja inserido no universo dos direitos políticos, o voto é obrigatório no Brasil e tem sido desde a Constituição de 1946.

O voto também é obrigatório em outros 21 países — 12 deles, latino-americanos. Mas, para o cientista político Roberto Romano, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o que existe no país é uma “ficção” de voto obrigatório. Para ele, a manutenção da obrigatoriedade serve para simular um respeito ao instrumento do voto, enquanto ele é desrespeitado em outras frentes — inclusive pela Justiça Eleitoral.

“Um candidato acusado de comprar dez votos é cassado e no seu lugar entra o segundo colocado. A decisão popular é usurpada e a cidadania é ignorada. Nesse caso, o mínimo a se fazer é uma nova eleição”, ele exemplifica.

Romano acredita, ainda, que manter o voto como uma obrigação serve para diminuir o poder do instrumento, uma vez que, segundo o professor, deveres são menos amplos do que direitos. “A possibilidade de garantir direitos não passa necessariamente pela norma do Estado. Existem noções de direito que se mantêm apesar das normas”, explica.

“Dizer que o voto é obrigatório é piada”, dispara o ex-senador Pedro Simon, defensor do modelo atual. O eleitor que deixar de votar fica impedido de assumir cargos públicos ou tirar passaporte, entre outras sanções, mas tem boas chances de evitar a punição: o prazo para justificar a abstenção eleitoral é de 60 dias. Caso ultrapasse esse período, basta que o eleitor pague uma multa de R$ 3,50 para que sua situação seja regularizada.

Um entusiasta do dever de votar, Simon deixou o Senado este ano após quatro mandatos. Ele entende que o voto obrigatório, ao longo do renascimento democrático do Brasil, ajudou o povo a adquirir consciência cívica e aprender a cobrar seus governantes. Em razão disso, ele defende esse instituto como forma de proteger a “consistência” do voto.

“O brasileiro está querendo participar mais da realidade do seu país. A mágoa que eles têm de nós, políticos, as críticas que eles fazem à classe política, são fruto dessa preocupação que eles têm hoje e que não tinham no passado”, discorre o ex-senador. Ele crê que o hábito frequente e periódico do voto nas últimas décadas tem feito com que o povo esteja “querendo votar melhor”.

Há quem discorde dessa premissa. Tramita no Senado a PEC 55/2012, de Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que instituiria o voto facultativo para todos os eleitores brasileiros. Atualmente, entre os cidadãos que se qualificam para votar, apenas os jovens entre 16 e 18 anos, os idosos acima de 70 e os analfabetos podem optar por se abster do pleito sem implicações legais.

Posição a respeitar

Ferraço acredita que a atitude de não tomar posição política é, em si, uma posição política e deve ser respeitada. “Não se pode obrigar alguém que não se interesse minimamente pela coisa pública a escolher entre candidatos sobre os quais nada sabe e que, se eleitos, cumprirão funções que ignora quais sejam”, argumenta.

A opinião é compartilhada pelo senador Reguffe (PDT-DF). Deputado federal até a última legislatura, ele apresentou uma proposta de fim do voto obrigatório à Comissão Especial de Reforma Política da Câmara dos Deputados, instituída em 2011.

“O voto facultativo vai melhorar a qualidade da representação política. Muitas pessoas votam sem fazer a reflexão devida que esse gesto precisa e merece. Acaba que vota em qualquer um. Qualquer um, às vezes, é o único que ela conhece”, observa. Reguffe também destaca que os votos dados com esse “critério” acabam por beneficiar os candidatos com as maiores máquinas de propaganda.

Roberto Romano também sustenta que o sistema de voto obrigatório é prejudicial ao processo democrático. “A pessoa vota não porque sua consciência e seu coração exigem. Vota porque tem medo”, resume. Ele também cita as taxas de abstenção e de votos brancos e nulos como demonstração de que os eleitores acabam, paradoxalmente, fugindo das urnas quando são coagidos a votar.

Abaixo da média

Nas últimas eleições, a soma de abstenções e votos brancos e nulos no primeiro turno foi a maior registrada no país desde 1998, abrangendo 27,2% do eleitorado. Apenas uma vez a taxa ficou abaixo dos 20%: em 1989, nas primeiras eleições presidenciais diretas em 29 anos.

Em 2014, só a abstenção no primeiro turno foi de 19,4%, a segunda maior desde a redemocratização. Se consideradas eleições presidenciais recentes dos países que têm voto obrigatório, o absenteísmo brasileiro está abaixo da média dos últimos anos, que é de 25,5%.

Em países que adotam o voto facultativo, as taxas de abstenção costumam ser maiores, como seria esperado. Vale a pena destacar o caso do Chile, que adotou pela primeira vez o voto facultativo em 2013. Antes disso, a abstenção girava em torno de 15%. No pleito de 2013, a estatística saltou para mais de 58%.

Fonte: Curta a página no Facebook VOTO LIVRE

sábado, 26 de março de 2016

Voto comprado é voto quitado!

Em tempo de “crises” mensalão, escândalos, IMPEACHMENT também cabe uma reflexão ao povo brasileiro (sem generalizar, é claro). Vivemos num estado generalizado, institucionalizado e suprapartidário de cleptocracia, em outras palavras, um governo de ladrões, políticos que perderam sua credibilidade em detrimento a permanência de poder e ao modo aquisitivo e patrimonialista da sociedade brasileira como um todo.
2012 foi uma eleição marcada pela compra devotos, pelo sucateamento na gestão pública nos municípios brasileiros. À política do toma lá, da cá e o abuso do poder econômico sobressaiu deixando para trás restos a pagar. Voto comprado é voto quitado. Sem fiscalização, eleitores, cabos eleitorais, políticos e cidadãos descompromissados com a real democracia fere o direito do dito Estado Democrático e dá lugar as políticas sem princípios, mesmo sabendo que compra de votos é crime e responsável por toda essa sujeira que foi anteriormente supracitada.

Desconstruir esse tipo de jogo sujo é uma força-tarefa que envolve toda à sociedade, à mídia, a educação em busca de um país melhor para todos os brasileiros. Em face a isto, à corrupção é uma pandemia que se alastra, pior do que o vírus da Zika, Chicungunya e da dengue pois pode ser controlado. Cabe a todos dar as mãos e entender que o país só tornará um lugar melhor quando as riquezas injustas derem lugar a um povo que pensa. Voto não tem preço, tem consequência, junte-se ao Ministério Público nas medidas anticorrupção para ajudar a soerguer o gigante adormecido. 

Texto blog Voz do Povo/foto: WELLINGTON LUCENA

terça-feira, 22 de março de 2016

Aberta a temporada de compra e venda, cada um com seu preço e o país afundando por causa de sua ignorância!

Até onde vai a ignorância das massas? Todo ano é a mesma coisa, a compra de votos é algo podre, a origem de todos os males da corrupção, de uma sociedade que há tempo não sabe o que são os valores. Necessidade? Não, ganância e síndrome de um capitalismo selvagem e políticas sem princípios que ferem a dignidade humana. Não adianta apenas reclamar dos políticos corruptos, eles apenas são reflexos de uma sociedade corrompida. 

quinta-feira, 3 de março de 2016

Reflexão sobre à corrupção: voto não tem preço, tem consequência!

Autor: Emílio Hipólito
A compra de voto é uma prática comum no Brasil. Levados por uma cultura corrupta, a população brasileira já está infectada com este mal. A compra e venda de voto está tão arraigada a nossa essência como cidadão que a não prática se torna motivo de estranheza para muitos.
A cultura da corrupção nos torna hipócritas! O país no qual vivemos nos ensina a ser aquele brasileiro “malandro”, o “esperto” e que sempre sai da pior situação de uma forma engenhosa. Nossa imaginação fértil para resolver problemas poderia ser um ponto positivo, se soubéssemos usá-la. A hipocrisia nos consome tanto, que deixamos nossos focos de revolução morrer na praia.
Geração após geração a velha política vai se perpetuando e junto com ela a doutrinação dos novos eleitores.

Se por um lado, grupos de políticos se organizam para manterem-se no poder e praticar crimes impunemente com a ajuda de seus pares, membros da sociedade ou "mais espertos" orbitam nessas facções, procurando benefícios e regalias acima dos pouco esclarecidos ou sem importância material ou política.
Chego a crer que há a ideia do salve-se quem puder. Brasileiro vota por si mesmo. A preocupação comunitária só é lembrada quando a realidade violenta lhe sobrevem ou a algum parente, quando lhe é negada ajuda ou quando perde-se a regalia gratuita a qual se achava no direito de usufruir. A corrupção passa a ser culpa do vizinho, do político que o enxotou, da estatal que o desempregou.
Precisamos fazer um mea culpa, por que sucumbimos tão facilmente às tentações da corrupção? Quem somos nós afinal quando ninguém está olhando? Enquanto os mais humildes sofrem zombaria porque se vendem por saca de cimento, o político o faz por cargos comissionados ou "fantasmagóricos". Estes ectoplasmas, se refestelam na bonança do dinheiro público, aparentemente sem dono, para seu bel prazer.
Precisamos de instituições democráticas fortes para coibir os poderosos, para acabar com a impunidade, contudo, a principal mudança tem que partir de nós. Máscaras só tem utilidade na fantasia do carnaval. Seja você uma cara limpa, um exemplo de honestidade para quem o conhece. 
As eleições estão próximas e é hora de darmos um basta. O poder emana do povo e o povo tem o poder de tirá-lo de volta!

O alto custo de tanto funcionalismo público, de tantos cargos comissionados - sobrepujando aqueles que estudam para os concursos - está dizimando o otimismo do cidadão potiguar e ceifando vidas. Pois é. A farra dos "fantasmas"e milhares de comissionados está matando os que ainda poderiam estar vivos nos hospitais, afetando o contigente efetivo da polícia, tirando a merenda das escolas, condenando gerações. Há muito a ser mudado mas os primeiros passos já foram dados, na caminhada árdua de se construir um país melhor para todos.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Utilidade pública: Carnaúba dos Dantas, todos juntos contra o mosquito da dengue.


É preciso que cada Carnaubense assuma seu papel de cidadão. Será inválida à campanha contra o AEDES AEGYPTI se não houver a colaboração da sociedade. Não deixe pneus, garrafas, lixo acumulado, tampe bem os reservatórios. Não apenas o mosquito da dengue, o FEBRE CHIKUNGUNYA
 e o zika vírus pode matar. Faça sua parte, converse com seu vizinho e juntos seremos mais fortes. 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Quanto mais caro o eleitor, mais corrupto o político! Sobre a indústria da compra do voto!



Como disse, as eleições no Brasil acontecem todos os anos em detrimento das más práticas adotadas pelos políticos e apoiadas pelos cidadãos. A campanha voto não tem preço soma-se a do Ministério Público. E, graças a Deus tem dado resultado, lento mais já é possível as rádios divulgarem. É preciso expandir, vemos, por exemplo, Joelma de Souza sensibilizando seus ouvintes em razão da prática delituosa.
As crises políticos são exemplos de uma inconsequência no modus operandi, ou seja, na forma errônea de fazer política. Ineptocracia, palavra grega que significa instituições  regidas por pessoas incapazes, neologismo para governo, que de alguma forma é beneficiada com à política do toma lá da cá.
Fisiologismo: similar à ineptocracia é a troca de favores dentre outros benefícios privados em detrimento do bem-comum. Uma prática adotada pelo governo. Em razão disso, a máquina não anda, o país não cresce.
Cleptocracia: é um governo de ladrões, simboliza os desvios e desmandos, envolve as três esferas, federal, estadual e à gestão pública, municípios quebrados em razão das más práticas somadas ainda ao clientelismo e a pior de todas, a compra de votos.

Quanto mais caro o eleitor, mais corrupto o político, essa indústria perpetuará por algum tempo. Resume-se na frase, “À alienação das massas é a principal força dos governantes. O interesse da coletividade passa longe, cada vez mais à política tem sido sinônimo de negociata. A meritocracia fica em segundo plano e os analfabetos funcionais exercendo o poder. Que cada um se examine, governantes e governados precisam e devem falar a mesma língua. O pais que temos e o país que queremos depende de cada um de nós.