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terça-feira, 3 de julho de 2018

Site: Unidos contra a corrução


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Os Blogs Republiquetas de Bananas e A Voz do Povo tem como objetivo principal lutar contra a corrupção sistêmica que destrói os serviços públicos neste país. O site Unidos Contra a Corrupção apresenta ferramentas úteis por isso pedimos aos leitores que ajude a divulgar entre amigos, nos grupos de whatsapp para a reconstrução de um estado forte, de uma sociedade justa e um país rico, sem miséria, sem contrastes e desenvolvido. Clique AQUI e compartilhe. 

terça-feira, 19 de junho de 2018

A Gente Fala Mesmo: Renovação na Política! Aplicativo Reclame Aqui.





O Site A Gente Fala Mesmo é um movimento pelo fim da corrupção, das mordomias/regalias, da forma de fazer campanha, de políticos inescrupulosos, caros e ineficientes. Sem renovação, não há como promover tais as mudanças necessárias para transformar este país.



Detector de Corrupção: conheça o aplicativo RECLAME AQUI pesquise bem, puxe a ficha corrida, criminal, lembre-se, essa seleção não pode perder, as eleições são as decisões mais importantes, não venda seu voto, não vote em branco, não se abstenha, não anule seu voto, promova o voto faxina. 

Acesse A GENTE FALA MESMO curta todas as redes sociais. 




quinta-feira, 1 de março de 2018

Brasil está entre os mais corruptos do mundo

O Brasil despencou 17 posições e está na 96ª posição entre os 180 países mais corruptos do mundo. O resultado foi divulgado pelo relatório Transparência Internacional e este é o pior resultado do Brasil no indicador nos últimos cinco anos. O Índice leva em consideração aspectos como propinas, desvios de recursos públicos e proteção legal a denunciantes, jornalistas e investigadores quando reportam casos de corrupção.

De acordo com o ranking, quanto melhor a posição no ranking, menos o país é considerado corrupto. A nota do Brasil caiu de 40 para 37, ficando atrás de países como Arábia Saudita, Sri Lanka, Ruanda e Burkina Faso, e está empatado com Colômbia, Indonésia, Panamá, Peru, Tailândia e Zâmbia.

O ranking é baseado na percepção da corrupção por seus cidadãos, isso significa que quanto pior está o país no ranking, maior é percepção da corrupção. O relatório alerta, ainda, para o risco que o combate à corrupção no Brasil pode estar vivendo e revela que os fatos políticos do ano de 2017 foram o estopim para a queda, visto que, para a população, aumentou a sensação de impunidade.

Desde 2014 o Índice de Percepção da Corrupção (IPC) do Brasil está em queda. Em quatro anos, a nota do nosso país caiu 6 pontos e saímos da posição 69º para 96º, além disso, nos distanciamos de outras nações em desenvolvimento, como por exemplo, o grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).

Teoricamente, quando um país começa a combater a corrupção, como foi o caso do Brasil, é normal acontecer um agravamento da percepção da corrupção, pois é como se a população tomasse conhecimento do problema. Entretanto, o resultado negativo deste ano pode ser um indicativo que são necessárias ações mais eficientes para o combate à corrupção.

Infelizmente, as consequências da corrupção são vistas em todos os setores do Brasil e lutar para minimizar o problema é uma necessidade. Apenas assim poderemos gerar mais segurança no mercado - resultando na recuperação econômica -, além de mais atrativos para investimentos e gerando, também, um ambiente de prosperidade e justiça social.

A ajuda no combate à corrupção deve partir de todos. A Fundação Getúlio Vargas e a Transparência Internacional prepararam o maior plano de combate à corrupção do mundo para o Brasil. São 80 propostas que vão ficar em consulta pública para receber sugestões. Estão na lista a redução drástica do foro privilegiado; tornar crime a corrupção entre empresas; melhorias no sistema de recursos judiciais, para torná-lo mais rápido, entre outros.

Entretanto, o mais importante a se saber é que nada vai mudar se a população não se unir para cobrar tais mudanças. Se o poder público não é capaz de construir um plano de combate à corrupção, a população é. O Brasil é um país rico e não podemos permitir que o desvio de recursos impeça a nossa população de ter uma qualidade de vida, com educação, saúde, lazer e transporte dignos.

Fonte:  via e-mail Beatriz Gianotti B. Seabra


Brasil: entre os mais corruptos do mundo – Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau – Reitor da UNAMA – Universidade da Amazônia – reitor da UNIVERITAS – Centro Universitário Universus Veritas – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Quem vota em corrupto não é vítima, mas, cúmplice!

Às eleições de 2018 se aproxima, políticos conhecidamente corruptos querem a todo custo voltar ao poder. Seja Lula, ou, indiciados como Aécio Neves, Temer, Dilma, Eduardo Cunha, Romero Jucá dentre tantos outros envolvidos em escândalos, desvios e desmandos. Não espere mudança de nenhum deles, veja o fundo partidário, o financiamento de campanhas acabou, mas, o governo está aí promovendo os caciques que estão lambendo os beiços, como diz o matuto para usar e abusarem das regalias que o poder lhes confere. Tenha pena do Brasil e ajude a deixar fora todos os genocidas, inimigos da pátria. Repasse em seus grupos de whatsapp, Twitter, Facebook, Google Plus para amigos. 

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

O Brasil não será propriedade privada de "corruptos"

Antes de exterminar os ratos, é preciso encontrar à causa da proliferação. Tudo bem, já sabemos quem são os ratos e conhecemos à causa, o que fazer então? Pará de idolatrar e ter fã clube de corruptos, entender que o momento não é de preservar esta classe de políticos profissionais, mas, banir. O populismo e outras mazelas destruiram o país. Política virou sinônimo de tudo que não presta do políticamente correto, do jeitinho brasileiro, do clientelismo, dos cabides e do clichê madlito: "rouba, mas faz". Basta está indiciado, a grande maioria dos Deputados e Senadores estão envolvidos em corrupção e temem perder o foro privilegiado, se depender deles, farão de tudo, criarão um fundo partidário para permanecer no poder, fatiaram às dez medidas e não aprovarão o fim do foro sem antes criarem um antídoto para se beneficiarem. Não esperem que os políticos sejam julgados, lugar de corrupto, não é poder. Repasse e compartilhe até doer os dedos. 

sábado, 16 de dezembro de 2017

PT, governo de pobres? Banqueiros ou ditadores?


Depois do “gopi” Venezuela, Nicarágua e Equador se apressaram em romper relações diplomáticas com o Brasil. Estes escândalos não vem de agora, de 1998 pra cá os investimentos fora do país não pararam. A postagem a seguir foi extraída do portal Poder 360 e detalha o rombo. Confira o trecho da matéria e tire as conclusões! Será mesmo que o pobre foi prioridade ou foi usado para chegar o poder? Ainda não foi aberta a caixinha de pandora, entenda que a corrupção destruiu nosso país e algo tem que ser feito, por isso, antes de falar mal da lava-jato veja o montante que foi devolvido até agora entenda por que o governo Temer insiste em fazer o desmonte, com o indiciamento de desembargadores e gente grande envolvida junto com políticos. Desfazendo os mantras, elite, panela, etc. 

Odebrecht foi a principal beneficiada pelo BNDES em empreendimentos no exterior
Reprodução/Site Odebrecht
atualizado: 01.fev.2017 (quarta-feira) - 9h16
O BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) financiou R$ 14 bilhões para as principais empreiteiras brasileiras realizarem obras no exterior de 1998 a 2015. Do total, R$ 8,23 bilhões foram na gestão de Dilma Rousseff. O levantamento contou os valores nominais envolvidos, ou seja, sem corrigir a inflação do período.
Poder360 apurou os empréstimos concedidos a Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão no modelo pós-embarque, denominação do BNDES para os financiamentos na área de exportação. O montante faz parte do total aprovado. Os recursos são desembolsados de acordo com o cronograma de cada obra. financiamento-bndes
Constam da base de dados do banco transações feitas desde 1998. Antes de 2003, porém, elas eram menos significativas tanto em quantidade quanto em valores. Apenas Odebrecht e Andrade Guitierrez tiveram acesso a esses recursos no período. Emprestaram do BNDES, respectivamente, R$ 402,5 milhões e R$ 129 milhões.
A partir de 2003, as quantias se avolumaram, aumentando principalmente no governo Dilma.
A Odebrecht foi a maior beneficiada, com R$ 9,78 bilhões em empréstimos. De 2003 a 2010, foram cerca de R$ 3,15 bilhões em financiamento. Com Dilma no Planalto, a cifra chegou a R$ 5,7 bilhões. A empresa atuou em 9 países: Angola, Argentina, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Peru, República Dominicana e Venezuela.
Com informações: PODER 360

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Temer, o balconista!

Resultado de imagem para michel temer e os cabides de empregosAs reformas necessárias ao país tem um preço para o bolso do povo brasileiro. Mexe nas estruturas, afinal, desde a votação do Impeachment pagamos caro para manter um presidente acusado de chefiar a maior quadrilha já vista neste país. Um dos “chefes” está para ser condenado, o outro presidente!’
Mais importante do que a reforma da previdência seria estancar esta sangria, ora, governabilidade e fisiologismo são as mesmas coisas. Quanto custará em emendas, empregos e vantagens aos deputados? O que justifica mexer nos direitos dos trabalhadores? A palavra fisiologismo significa cabides de empregos, ofertas de ministérios e só no governo Temer, 2 mil puxadinhos.
A política é um balcão de negócios, temos um supermercado cheio de Deputados e Senadores em promoção, sem uma reforma que atenda os interesses do povo, sem alternância de poder os políticos profissionais apenas se perpetuam nos cargos.

E aí, Meireles, quer um conselho? Redução de ministérios, cargos comissionados! Menos governo, menos partidos, mais cidadãos! 

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Corrupção é um câncer em estado de metástase!

Imagem relacionada


A corrupção não pode ser atribuída apenas à classe política, o que é fato, se espalha como um câncer em estado de metástase por toda à sociedade. Seja nas igrejas, na política, no judiciário ou no quotidiano do povo brasileiro.
Na política está associada a um modelo de gestão ultrapasso, cheio de vício conhecidos, políticos profissionais seguindo à risca o tal politicamente correto, o manual para se manter no poder por décadas, fazendo fortuna em detrimento da pobreza, ignorância e ganância.

A ruptura dessa conjuntura pode ser feita com um novo modelo gestão empreendedora, inovadora e sustentável. Fora disso, caminharemos para o caos generalizado. Urge a necessidade dos governantes e governados abraçarem essa ideia. Não existe governo de pobres, de elites, são engodos para políticos inescrupulosos. O país que queremos depende da união de todos, combater este câncer mortífero e retomar o país das mãos dos “ladrões”. 

domingo, 10 de dezembro de 2017

Papa Francisco exorta aos brasileiros a combater a corrupção!

O pontífice, através de uma rede social exorta aos cristão, em especial ao povo brasileiro para combater duramente a corrupção! Vivemos num caos generalizado, os serviços sucateados, a política servindo apenas para atender interesses próprios. 

Conta verificada @Pontifex_pt
 
Há 23 horas
A corrupção deve ser combatida com força. É um mal baseado na idolatria do dinheiro que fere a dignidade humana.

domingo, 3 de setembro de 2017

Você sabe por que à Dinamarca não tem corruptos? Por que não tem imbecil útil como no Brasil!

Sabe esse custo dos parlamentares de 12 bilhões ao ano, na Dinamarca não forma! Lá corruptos condenados não fazem caravanas, o povo não corre atrás, político é visto com desconfiança e cobranças! Enquanto o povo brasileiro não parar de ser imbecil útil, pagar impostos altos e sustenta-los, não sairemos deste buraco.


Dos 513 políticos brasileiros, 400 deputados estão envolvidos em corrupção, dos 81 Senadores, mais da metade respondem processos. Confira a matéria sobre os dinamarqueses, clique AQUI e saiba mais. Estamos numa campanha “Pelo fim das mordomias dos políticos brasileiros”, “Não reeleja ninguém” Não vote em envolvidos em escândalos, a hora de fazer uma faxina é agora! Compartilhe o link nas redes sociais.




sexta-feira, 18 de agosto de 2017

ELEIÇÕES 2018: Por que não ficará rato sobre rato!

A infestação de corruptos no congresso é comparado a ratos que se proliferam! A política brasileira é um campo propício e temos a solução, a receita para exterminá-los! Antes, porém, antes de fazer tudo isso é necessário encontrar à causa da proliferação. 2018 é o ano de desconstruir tudo isso! Direita, esquerda, partidos? Nada disso, defender ideias, somente o povo unido para acabar com os desvios e desmandos. 

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Entenda por que políticos na Dinamarca é o país menos corrupto do mundo e não tem regalias na Dinamarca!



Tem político assustado, agoniado por que parece que o povo está disposto fazer a faxina! O povo brasileiro precisa se inspirar nos dinamarqueses, lá eles não tem corruptos de estimação, o tal populismo não funciona. Espia o gasto exorbitante nos políticos daqui. E aí, disposto para fazer a faxina? Só não reeleger ninguém em 2018!

Custam quase 12 bilhões ao ano!


Pergunto, que lições podemos aprender com a Dinamarca? O povo só precisa deixar de ser omisso, por lá colocaram limites na corrupção. 




sábado, 24 de junho de 2017

A corrupção é uma metástase que dizima uma nação! Você tem bandidos de estimação?

Resultado de imagem para corrupção é uma câncerNão importa o partido, a ideologia ou os políticos! À corrupção é comparada a metástase, o câncer em estado final que espalha por todo o corpo. Na política, se espalhou por toda à sociedade roubando-lhes à saúde, educação, segurança pública e a cidadania do povo!
É hora do povo brasileiro se unir em prol de um país melhor. O nosso povo, politicamente falando não é exemplo de honestidade, falta responsabilidade na hora do voto. Banaliza-lo, vendê-lo é uma forma de manter os mesmos atores. Antes de exterminar os ratos, é preciso encontrar à causa da proliferação, uma sociedade corrompida, não pode aceitar que não seja um governo corrupto, autoritário e tirano. Não importa a classe social, a cor do partido, lugar de corruptos não é representando o povo, mas, atrás das grades pagando os crimes que cometeram.

Em resumo, lembre-se dos milhares de jovens que são dizimados pela falta de tratamento, prevenção e repressão às drogas, ou, dos milhares que morrem por falta de atendimento nos hospitais. Ou ainda, dos que não tem oportunidades por falta de uma educação que os ensine o conceito de cidadania e soberania. No dia em que o povo brasileiro entender o significado os corruptos entenderão e ouvirão as vozes das ruas!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Deputados deverão aprovar um fundo de 3,5 bilhões! Adivinhe quem vai pagar a conta?

Fundo de incentivo à corrupção! Deputados deverão aprovar um fundo de 3,5 bilhões! Adivinhe quem vai pagar a conta?
Resultado de imagem para fundo partidário poderá ser aprovado 3,5 bilhõesDetalhe, será votada em caráter de urgência! Hora da sociedade se manifestar, chute aí quem pagará essa conta? Ora, o financiamento de campanhas, o caixa 2, o mensalão e os demais escândalos de corrupção são genéricos, ou seja, tem o mesmo objetivo, manter os mesmos artistas no congresso, afinal, até que prove o contrário, todos são inocentes. Esse fundo pode ser chamado de “Fundo de Incentivo à Corrupção!” Não obstante, parece que os nobres parlamentares não entenderam que o prazo de validade está para expirar, em resumo, 80 por cento do povo brasileiro não acreditam mais e 2018 será um momento oportuno para deixa-los fora do poder. Confira a matéria abaixo! (Comentário de responsabilidade do blog A Voz do Povo).

Brasília, 22 - Presidentes de sete partidos - PMDB, PSDB, DEM, PSB, PP, PR e PSD - fecharam um acordo para tentar aprovar a criação de um fundo eleitoral até setembro deste ano. O objetivo é acelerar a tramitação para que a matéria passe a valer já para a eleição de 2018. Com uma estimativa inicial de R$ 3,5 bilhões, o fundo terá como parâmetro 50% dos gastos das campanhas de 2014 para presidente da República, governador, senador e deputados.
A proposta, que já está sendo elaborada pelo presidente do PMDB e líder do governo, Romero Jucá (RR), deverá ser apresentada na próxima semana e votada em caráter de urgência no Senado. O entendimento dos dirigentes partidários é de que a Casa terá mais facilidade para costurar um acordo pela aprovação do texto. A Câmara analisaria o texto em seguida.


Pelo acordo entre os dirigentes das siglas, o fundo eleitoral será constituído em anos eleitorais e composto por uma parte do Orçamento geral da União e também de emendas parlamentares. Metade do "fundão" seria dividida igualmente para os 35 partidos com registro; e outra parte seria dividida proporcionalmente ao tamanho das bancadas das siglas na Câmara e no Senado um ano antes da eleição.

Participaram do encontro nesta quarta-feira, 21, Jucá, o ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, presidente do PSD; o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP; Tasso Jereissati (CE), presidente interino do PSDB, senador José Agripino Maia (RN), presidente do DEM; Carlos Siqueira, presidente do PSB, e o senador suplente Antônio Carlos Rodrigues, presidente do PR.


(Julia Lindner, Isabela Bonfim e Thiago Faria)

quinta-feira, 18 de maio de 2017

É preciso "rasgar" à Constituição e soerguer este país, tomar das mãos dos corruptos!

Resultado de imagem para ratos políticos chargePrecisamos urgente de uma nova Constituição, reconstruir um país destruído pelos corruptos!
Os últimos acontecimentos, escândalos, desvios e desmandos necessitam que os governantes e governados reflitam, tomem vergonha na cara e reconheçam que chegou a hora de um novo tempo para o nosso país, “rasgar” à Constituição substituindo por uma nova.

O modelo arcaico de gestão, às más práticas da política transformaram um país num barril de pólvora que está prestes a explodir! Precisamos de novas eleições sem a participação dos indiciados nos esquemas de lavagem de dinheiro, não podemos mais tolerar nenhum corrupto, hora de desconstruir e desarticular essas quadrilhas suprapartidárias que levou o país ao caos, à miséria e o desmanche empobrecendo às instituições! Que tudo isso sirva de lição a todos os brasileiros, não há mais clima para continuar com tantos desmandos! 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Você sabe por que na Dinamarca os políticos são honestos? E os cidadãos brasileiros/Políticos?

Resultado de imagem para corrupçãoQuem assistiu a reportagem do Fantástico ficou admirado! Sabe essas mordomias que vão de gabinetes lotados de apadrinhados, passagem de avião, auxílio paletó, moradia, blah, blah, blah....Esqueça, eles tem vale metrô, ganham igual a um pedreiro. Um povo que ama pagar impostos, por que retornam para o povo.


E o povo brasileiro? Bom, sabe os corruptos que temos, só olhar para parte da sociedade, justifica tudo o que escrevi. Não somos inferiores à Dinamarca, basta os governantes e governados tomarem vergonha na cara. 

CLIQUE E ACESSE: Descubra por que a Dinamarca tem os políticos menos corruptos do mundo


Moral da história, para não termos políticos desonestos é preciso que à sociedade entenda seu papel não votando em hipótese alguma em político corrupto, isso inclui a todos, entendeu ou quer que desenhe?

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Conheça dez histórias de corrupção durante a ditadura militar


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Os protestos de 15 de março, direcionados principalmente contra o governo federal e a presidente Dilma Rousseff, indicaram a insatisfação de parte da população com os casos de corrupção envolvendo partidos políticos, empresas públicas e empresas privadas. Algumas pessoas, inclusive, chegaram a pedir uma intervenção militar, alegando que essa seria a solução para o fim da corrupção.

Marcelo Freire
Do UOL, em São Paulo   –   01/04/2015
Militares em frente ao Ministério do Exército, no Rio, em 2 de abril de 1964
Militares em frente ao Ministério do Exército, no Rio, em 2 de abril de 1964
Mas será que nesse período a corrupção realmente não fazia parte da esfera política? Apesar da blindagem proporcionada pelas restrições ao Legislativo, Judiciário e imprensa, ainda assim a ditadura não passou imune a diversas denúncias de corrupção.
UOL listou dez delas, tendo como fonte a série de quatro livros de Elio Gaspari sobre o período (“A Ditadura Envergonhada”, “A Ditadura Escancarada”, “A Ditadura Derrotada” e “A Ditadura Encurralada”) e reportagens da época. O primeiro item que envolve Delfim Netto contém uma resposta do ex-ministro sobre os casos. Veja:

1 – Contrabando na Polícia do Exército

A partir de 1970, dentro da 1ª Companhia do 2º Batalhão da Polícia do Exército, no Rio de Janeiro, sargentos, capitães e cabos começaram a se relacionar com o contrabando carioca. O capitão Aílton Guimarães Jorge, que já havia recebido a honra da Medalha do Pacificador pelo combate à guerrilha, era um dos integrantes da quadrilha que comercializava ilegalmente caixas de uísques, perfumes e roupas de luxo, inclusive roubando a carga de outros contrabandistas. Os militares escoltavam e intermediavam negócios dos contraventores. Foram presos pelo SNI (Serviço Nacional de Informações) e torturados, mas acabaram inocentados porque os depoimentos foram colhidos com uso de violência – direito de que os civis não dispunham em seus processos na época. O capitão Guimarães, posteriormente, deixaria o Exército para virar um dos principais nomes do jogo do bicho no Rio, ganhando fama também no meio do samba carioca. Foi patrono da Vila Isabel e presidente da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba).

2 – A vida dupla do delegado Fleury

Folhapress
Sérgio Paranhos Fleury
Um dos nomes mais conhecidos da repressão, atuando na captura, na tortura e no assassinato de presos políticos, o delegado paulista Sérgio Fernandes Paranhos Fleury foi acusado pelo Ministério Público de associação ao tráfico de drogas e extermínios. Apontado como líder do Esquadrão da Morte, um grupo paramilitar que cometia execuções, Fleury também era ligado a criminosos comuns, segundo o MP, fornecendo serviço de proteção ao traficante José Iglesias, o “Juca”, na guerra de quadrilhas paulistanas. No fim de 1968, ele teria metralhado o traficante rival Domiciano Antunes Filho, o “Luciano”,  com outro comparsa, e capturado, na companhia de outros policiais associados ao crime, uma caderneta que detalhava as propinas pagas a detetives, comissários e delegados pelos traficantes. O caso chegou a ser divulgado à imprensa por um alcaguete, Odilon Marcheronide Queiróz (“Carioca”), que acabou preso por Fleury e, posteriormente, desmentiu a história a jornais de São Paulo. Carioca seria morto pelo investigador Adhemar Augusto de Oliveira, segundo o próprio revelaria a um jornalista, tempos depois.
Os atos do delegado na repressão, no entanto, lhe renderam uma Medalha do Pacificador e muita blindagem dentro do Exército, que deixou de investigar as denúncias. Promotores do MP foram alertados para interromper as investigações contra Fleury. De acordo com o relato publicado em “A Ditadura Escancarada”, o procurador-geral da Justiça, Oscar Xavier de Freitas, avisou dois promotores em 1973: “Eu não recebo solicitações, apenas ordens. (…) Esqueçam tudo, não se metam em mais nada. Existem olheiros em toda parte, nos fiscalizando. Nossos telefones estão censurados”.
No fim daquele ano de 1973, o delegado chegou a ter a prisão preventiva decretada pelo assassinato de um traficante, mas o Código Penal foi reescrito para que réus primários com “bons antecedentes” tivessem direito à liberdade durante a tramitação dos recursos. Em uma conversa com Heitor Ferreira, secretário do presidente Ernesto Geisel (1974-1979), o general Golbery do Couto e Silva – então ministro do Gabinete Civil e um dos principais articuladores da ditadura militar – classificou assim o delegado Fleury, quando pensava em afastá-lo: “Esse é um bandido. Agora, prestou serviços e sabe muita coisa”. Fleury morreu em 1979, quando ainda estava sob investigação da Justiça.

3 – Governadores biônicos e sob suspeita

Em 1970, uma avaliação feita pelo SNI ajudou a determinar quais seriam os governadores do Estado indicados pelo presidente Médici (1969-1974). No Paraná, Haroldo Leon Peres foi escolhido após ser elogiado pela postura favorável ao regime; um ano depois, foi pego extorquindo um empreiteiro em US$ 1 milhão e obrigado a renunciar. Segundo o general João Baptista Figueiredo, chefe do SNI no governo Geisel, os agentes teriam descoberto que Peres “era ladrão em Maringá” se o tivessem investigado adequadamente. Na Bahia, Antônio Carlos Magalhães, em seu primeiro mandato no Estado, foi acusado em 1972 de beneficiar a Magnesita, da qual seria acionista, abatendo em 50% as dívidas da empresa.

4 – O caso Lutfalla

Estadão Conteúdo
Paulo Maluf
Outro governador envolvido em denúncias foi o paulista Paulo Maluf. Dois anos antes de assumir o Estado, em 1979, ele foi acusado de corrupção no caso conhecido como Lutfalla – empresa têxtil de sua mulher, Sylvia, que recebeu empréstimos do BNDE (Banco Nacional de Desenvolvimento) quando estava em processo de falência. As denúncias envolviam também o ministro do Planejamento Reis Velloso, que negou as irregularidades, e terminou sem punições.

5 – As mordomias do regime

Em 1976, as Redações de jornal já tinham maior liberdade, apesar de ainda estarem sob censura. O jornalista Ricardo Kotscho publicou no “Estado de São Paulo” reportagens expondo as mordomias de que ministros e servidores, financiados por dinheiro público, dispunham em Brasília. Uma piscina térmica banhava a casa do ministro de Minas e Energia, enquanto o ministro do Trabalho contava com 28 empregados. Na casa do governador de Brasília, frascos de laquê e alimentos eram comprados em quantidades desmedidas – 6.800 pãezinhos teriam sido adquiridos num mesmo dia. Filmes proibidos pela censura, como o erótico “Emmanuelle”, eram permitidos na casa dos servidores que os requisitavam. Na época, os ministros não viajavam em voos de carreira, e sim em jatos da Força Aérea.
Antes disso, no governo Médici já se observavam outras regalias: o ministro do Exército, cuja pasta ficava em Brasília, tinha uma casa de veraneio na serra fluminense, com direito a mordomo. Os generais de exército (quatro estrelas) possuíam dois carros, três empregados e casa decorada; os generais de brigada (duas estrelas) que iam para Brasília contavam com US$ 27 mil para comprar mobília. Cabos e sargentos prestavam serviços domésticos às autoridades, e o Planalto também pagou transporte e hospedagem a aspirantes para um churrasco na capital federal.

6 – Delfim e a Camargo Corrêa

Leticia Moreira/Folha Imagem
Delfim Netto
Delfim Netto – ministro da Fazenda durante os governos Costa e Silva (1967-1969) e Médici, embaixador brasileiro na França no governo Geisel e ministro da Agricultura (depois Planejamento) no governo Figueiredo – sofreu algumas acusações de corrupção. Na primeira delas, em 1974, foi acusado pelo próprio Figueiredo (ainda chefe do SNI), em conversas reservadas com Geisel e Heitor Ferreira. Delfim teria beneficiado a empreiteira Camargo Corrêa a ganhar a concorrência da construção da hidrelétrica de Água Vermelha (MG). Anos depois, como embaixador, foi acusado pelo francês Jacques de la Broissia de ter prejudicado seu banco, o Crédit Commercial de France, que teria se recusado a fornecer US$ 60 milhões para a construção da usina hidrelétrica de Tucuruí, obra também executada pela Camargo Corrêa. Em citação reproduzida pela “Folha de S.Paulo” em 2006, Delfim falou sobre as denúncias, que foram publicadas nos livros de Elio Gaspari: “Ele [Gaspari] retrata o conjunto de intrigas armado dentro do staff de Geisel pelo temor que o general tinha de que eu fosse eleito governador de São Paulo”, afirmou o ex-ministro.
Outro lado: Em relação às denúncias que envolvem seu nome nesse texto, o ex-ministro Delfim Netto respondeu ao UOL: “Trata-se de velhas intrigas que sempre foram esclarecidas. Nunca tive participação nos eventos relatados”.

7 – As comissões da General Electric

Durante um processo no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) em 1976, o presidente da General Electric no Brasil, Gerald Thomas Smilley, admitiu que a empresa pagou comissão a alguns funcionários no país para vender locomotivas à estatal Rede Ferroviária Federal, segundo noticiou a “Folha de S.Paulo” na época. Em 1969, a Junta Militar que sucedeu Costa e Silva e precedeu Médici havia aprovado um decreto-lei que destinava “fundos especiais” para a compra de 180 locomotivas da GE. Na época, um dos diretores da empresa no Brasil na época era Alcio Costa e Silva, irmão do ex-presidente, morto naquele mesmo ano de 1969. Na investigação de 1976, o Cade apurava a formação de um cartel de multinacionais no Brasil e o pagamento de subornos e comissões a autoridades para a obtenção de contratos.

8 – Newton Cruz, caso Capemi e o dossiê Baumgarten

Paula Giolito /Folhapress
Newton Cruz
O jornalista Alexandre von Baumgarten, colaborador do SNI, foi assassinado em 1982, pouco depois de publicar um dossiê acusando o general Newton Cruz de planejar sua morte – segundo o ex-delegado do Dops Cláudio Guerra, em declaração de 2012, a ordem partiu do próprio SNI. A morte do jornalista teria ligação com seu conhecimento sobre as denúncias envolvendo Cruz e outros agentes do Serviço no escândalo da Agropecuária Capemi, empresa dirigida por militares, contratada para comercializar a madeira da região do futuro lago de Tucuruí. Pelo menos US$ 10 milhões teriam sido desviados para beneficiar agentes do SNI no início da década de 1980. O general foi inocentado pela morte do jornalista.

9 – Caso Coroa-Brastel

Delfim Netto sofreria uma terceira acusação direta de corrupção, dessa vez como ministro do Planejamento, ao lado de Ernane Galvêas, ministro da Fazenda, durante o governo Figueiredo. Segundo a acusação apresentada em 1985 pelo procurador-geral da República José Paulo Sepúlveda Pertence, os dois teriam desviado irregularmente recursos públicos por meio de um empréstimo da Caixa Econômica Federal ao empresário Assis Paim, dono do grupo Coroa-Brastel, em 1981. Galvêas foi absolvido em 1994, e a acusação contra Delfim – que disse na época que a denúncia era de “iniciativa política” – não chegou a ser examinada.

10 – Grupo Delfin

Denúncia feita pela “Folha de S.Paulo” de dezembro de 1982 apontou que o Grupo Delfin, empresa privada de crédito imobiliário, foi beneficiado pelo governo por meio do Banco Nacional da Habitação ao obter Cr$ 70 bilhões para abater parte dos Cr$ 82 bilhões devidos ao banco. Segundo a reportagem, o valor total dos terrenos usados para a quitação era de apenas Cr$ 9 bilhões. Assustados com a notícia, clientes do grupo retiraram seus fundos, o que levou a empresa à falência pouco depois. A denúncia envolveu os nomes dos ministros Mário Andreazza (Interior), Delfim Netto (Planejamento) e Ernane Galvêas (Fazenda), que chegaram a ser acusados judicialmente por causa do acordo.