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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Por que minha conta no Twitter foi suspensa?



As políticas de privacidade no Twitter precisam ser aprimoradas, mas, grande parte dos perfis estão sendo derrubados, na grande maioria da direita por excessos e denúncias. Ver Guerra cibernética para entender as regras e essa pseudo-censura do pássaro vermelho. 

Liberdade de expressão não são xingamentos, prato cheio para que perfis em massa percam a conta. Seguir desesperadamente (ex, segue mil, tem 80 seguidores, o Twitter entende que esta ou aquela conta tem perfil suspeito, gera SPAM e restringe-a) e fazer listas de minuto em minuto do SEGUE DE VOLTA. (Façam com moderação, no máximo duas por dia). 

Compartilhar imagens com conteúdos impróprios e fortes, só observar a política da rede social e tomar alguns cuidados. 

Muitos perfis falsos, contas sem fotos ou avatars. É preciso estabelecer um clima de respeito, direita e esquerda existe no mundo inteiro, se é impossível o diálogo, block, afinal ninguém é obrigado a gostar do outro, mas o respeito cabe em todos os lugares e corrupção vai além dos desmandos dos políticos viciados em poder. Lembre-se, essa classe política é para fiscalizar, cobrar e pressionar. Denegrir imagem de jornalista, esquerdopatas fanáticos e políticos não vai te ajudar muito. 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

25 fatos pouco conhecidos sobre a Segunda Guerra Mundial

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Hulton achieve/getty image

O horticultor norte-americano Norvell Gillespie, editor de jardinagem de revistas como Sunset, Better House and Gardens e San Francisco Chronicle, projetou a impressão de camuflagem da selva, agora icônica, usada pelo Exército dos EUA durante a guerra.

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Arthur Fellig)/International Center of Photography/Getty Images
Devido ao seu nome, que soava alemão, o hambúrguer foi chamado de ‘Liberty Steak’ (algo como bife da liberdade) pelos americanos durante a guerra.
(Foto) Soldados americanos em um restaurante em Nova York, EUA, em 1945
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© National Archives/Getty Images
Para avaliar objetos de valor das vítimas em campos de concentração, uma conta bancária foi criada sob o nome fictício de Max Heiliger, sob a autoridade do presidente do Banco do Reich, Walther Funk.
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© Horace Abrahams/Getty Images
Como parte de seus suprimentos, soldados americanos receberam 22 folhas de papel higiênico por dia. Os britânicos recebiam apenas três.
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© Manchester Daily Express/SSPL via Getty Images
Durante toda a duração da guerra, estima-se que as forças aliadas tenham despejado um total de 3.4 milhões de toneladas de bombas, uma média de 27.700 toneladas por mês.
(Foto) Bombardeiros britânicos atacam a cidade alemã de Hamburgo em 1943.
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© ullstein bild via Getty Images
O piloto alemão Erich Hartmann, um dos mais bem-sucedidos da história, voou em mais de 1.400 missões de combate e destruiu cerca de 352 aeronaves Aliadas.
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© Alexander Vorontsov/Galerie Bilderwelt/Getty Images
Devido à semelhança de crianças polonesas com as alemãs, mais de 50 mil delas foram sequestradas e colocadas para adoção na Alemanha.
(Foto) Crianças prisioneiras no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia.
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© Galerie Bilderwelt/Getty Images
Stanisława Leszczyńska, uma parteira polonesa que foi presa no campo de concentração de Auschwitz, realizou o parto de cerca de três mil bebês durante o Holocausto.
(Foto) Mulheres prisioneiras em Auschwitz.
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Keystone/Hulton Archive/Getty Images
Enquanto o gás venenoso era fortemente usado na guerra das trincheiras na Primeira Guerra Mundial, na Segunda Guerra apenas o Japão e Itália utilizam o artifício, na China e na Etiópia, respectivamente.
(Foto) Alunos durante um teste de emergência em caso de gás para civis em Kingston, Inglaterra.
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© Ivan Shagin/Getty Images
De todos os homens soviéticos nascidos em 1923, cerca de 80% não sobreviveram à guerra.
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© Keystone/Getty Images
Contrariamente às crenças populares, o maior anel de espionagem japonês não estava localizado nos EUA. Ele estava situado no México, de olho na Frota Atlântica Americana.
(Foto) Um comboio de navios americanos no Atlântico Norte.
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© Hulton Archive/Getty Images
A música de marcha nazista, ‘Sieg Heil Viktoria’, foi composta a partir da ‘Canção de Luta’ da Universidade de Harvard, também conhecida como ‘Dez Mil Homens de Harvard’.
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© Frederic Lewis/Getty Images
Antes de criar campos de concentração e extermínio para prisioneiros judeus, as forças nazistas consideraram deportá-los para a ilha de Madagascar.
(Foto) Prisioneiros no campo de concentração de Buchenwald em Weimar, na Alemanha.
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© Ministry of Information Photo Division Photographer/ IWM via Getty Images
Um soldado americano recebeu US$ 21 por mês em 1941. No ano seguinte, esse salário aumentou para US$ 50.
(Foto) Soldados dos EUA comprando água mineral em uma cantina no Reino Unido.
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© Bettmann Archive/Getty Images
Além de Hiroshima e Nagasaki, os EUA queriam soltar uma terceira bomba atômica no Japão: Tóquio deveria ser o alvo. No entanto, o Japão se rendeu antes disso, em 15 de agosto de 1945.
(Foto) Explosão da bomba atômica em Nagasaki.
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© Hulton Archive/Getty Images
Durante a guerra, mais de 650 mil jipes foram construídos para o serviço. Nos Estados Unidos, foram produzidos cerca de 300 mil aviões militares, 89 mil tanques, 3 milhões de metralhadoras e 7 milhões de rifles.
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© Historical/Corbis via Getty Images
Entre 3 de setembro de 1939 e 8 de maio de 1945, a Batalha do Atlântico entre os Aliados e a Alemanha (a Itália se juntou posteriormente) foi a mais longa campanha militar na guerra.
(Foto) Os Guardas da Costa no convés de um navio dos EUA assistem a uma embarcação nazista explodindo no Oceano Atlântico
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© Hulton-Deutsch Collection/Corbis/Getty Images
O cerco de Leningrado (de 8 de setembro de 1941 a 27 de janeiro de 1944) resultou na morte de cerca de 1.042.000 soldados e civis russos. O número foi maior do que todas as causalidades enfrentadas pelas tropas americanas e britânicas durante toda a guerra até então.
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© Bettmann Archive/Getty Images
William Patrick Stuart-Houston, sobrinho de Adolf Hitler, serviu na Marinha dos Estados Unidos.
(Foto) William (à esq.) recebe um documento do Comandante Louis A. Fey em Boston, Massachusetts, EUA.
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© Roger Viollet/Getty Images
As forças nazistas mataram cerca de 12 milhões de pessoas durante a guerra. Quase metade delas eram judeus, mortos no Holocausto.
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© Fox Photos/Getty Images
Balões de barragem foram implantados para proteger grandes cidades britânicas de ataques aéreos. Com um grande tamanho, eles flutuavam acima das cidades, com uma rede de aço abaixo deles. Isso forçava os aviões inimigos a voar bem acima deles para evitar colisões, reduzindo sua precisão e tornando os alvos urbanos difíceis de atingir.
(Foto) Um balão de barragem amarrado a um carrinho em Londres.
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© Bettmann Archive/Getty Images
Sob acusações de deserção, o soldado Eddie Slovik dos EUA foi morto a tiros. Ele foi o primeiro americano a ser executado por tal crime desde a Guerra Civil e o único americano a ser punido durante a guerra.
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© Interim Archives/Getty Images
De 1940 a 1945, os EUA aumentaram o seu orçamento de defesa de US$ 1.9 bilhão para US$ 59.8 bilhões.
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© D. Trakhtenberg/Getty Images
A guerra resultou na morte de 50 a 70 milhões de pessoas. Destes, cerca de 80% eram desses quatro países: União Soviética, China, Alemanha e Polônia. Mais da metade das vítimas eram civis, principalmente mulheres e crianças.
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© Keystone/Getty Images
A União Soviética foi o país com maior número de baixas de guerra: mais de 21 milhões.
(Foto) Tanques alemães da categoria Panzer passam em uma aldeia em chamas na União Soviética.
Fonte: MSN NOTÍCIAS 




sábado, 13 de junho de 2015

22 FOTOS COLORIDAS DOS AMERICANOS EM NATAL DURANTE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

E os militares aproveitavam para se inteirar da cultura local e relaxar um pouco na praia - Fonte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com

E os militares aproveitavam para se inteirar da cultura local e relaxar um pouco na praia. Como comentou o amigo Ormuz Simonetti, nesta foto só jumento é brasileiro!- Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com

São 22 fotos de alta qualidade, coloridas, com ótima resolução, que mostra Natal e Parnamirim Field em 1942, via o sitehttp://www.buzzfeed.com, a quem agradecemos por haver publicado este material tão interessante para a história de Natal.
Agradeço de coração a dica da amiga Andreza Diniz, que acredita na nossa ideia de democratizar a informação histórica. Isso mostra a cores o que foi o impacto daqueles dias aqui em Natal e Parnamirim Field. Valeu amiga!
onte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com
Olha o Morro de Ponta Negra ainda fechado e a natureza bem preservada das dunas no entorno – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com
onte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com
Não tenho certeza, mas acredito que menos o militar a direita, os outros dois parecem utilizar as afamadas “Natal Boots”, feitas pelo sapateiro Edísio – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com
Fonte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com
Me chamou atenção a quantidade de operários – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com
Existe muita coisa a ser estudada nesta relação e na permanência dos americanos em solo potiguar durante a Segunda Guerra Mundial. Vou trazer um exemplo que surgiu após a publicação destas fotos, através de uma maravilhosa provocação do amigo Antônio Guedes Filho.
Ele lembra que da cidade de Currais Novos, no Seridó Potiguar, muita gente saiu de lá para trabalhar nas áreas militares construídas pelos americanos. Quando realizei meu 2º livro “João Rufino-Um visionário de fé”, sobre a vida do fundador do Grupo Santa Clara/3 Corações, eu estive por vários dias entre as cidades de São Miguel, Pau dos Ferros (no RN) e em Pereiro (CE). Nas três localidades encontrei relatos de pessoas cujos familiares vieram trabalhar na construção de Parnamirim Field e na Base Naval Natal. Todas praticamente “tangidas” pela seca de 1942 e pelas notícias trazidas pelos viajantes que comentavam como a grana corria solta em Natal. Muitos vieram e aqui ficaram, mas outros voltaram e deixaram histórias interessantes sobre as tropas estrangeiras, o movimento em Natal, a prostituição, o medo da guerra, as diferenças sociais e culturais, a carestia com a vinda dos americanos, o extremo desemprego com a saída deles e várias outras coisas.
Trabalhadores brasileiros em Parnamirim Field - Fonte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com
Trabalhadores brasileiros em Parnamirim Field. Pessoas simples que ajudaram a construir esta grande unidade militar, muitos chegaram a região fugidos da grande seca de 1942 – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com
O problema é que o Rio Grande do Norte é um lugar onde a história e a memória é extremamente relegada a poucos grupos sociais, a maioria da população não é incentivada a procurar o que existe e muitos não tem acesso a estas informações. Além disso, muitos dos que estudam o tema não se interessam pela sorte e relato daqueles mais humildes que estiveram envolvidos no processo, sejam por um extremo pedantismo, ou burrice mesmo. O foco é tão somente centrado nos americanos, nos equipamentos e como a elite de Natal na época interagiu com os estrangeiros.
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Provavelmente o momento de finalização do trabalho e o embarque nos caminhões que os levariam as suas casas – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via –http://www.buzzfeed.com
Um PB4Y da US Navy - Fonte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com
Um Consolidated PB4Y-1 da US Navy. Havia em Parnamirim Field uma área da USAAF (Força Aérea do Exército dos Estados Unidos), uma da US Navy (a Marinha deles) e da nossa FAB- Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com
Provavelmente brasileiras - Fonte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com
Certamente brasileiras que trabalhavam como enfermeiras, ou no Casino dos Oficiais, que acredito ser o mais provável – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via –http://www.buzzfeed.com
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Estas mulheres junto aos oficiais da US Army provavelmente são americanas – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com
Em umtempo que em Ponta Negra ainda se vendia lagostas na beira mar. Certamente estas mulheres eram moradores da Vila de Ponta Negra - Fonte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com
Em um tempo que nas praias natalenses ainda se vendia lagostas na beira mar. Certamente estas mulheres eram moradores da Vila de Ponta Negra. Me questiono o quanto este contato foi positivo, ou negativo, para grande parte de nosso povo? – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com
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Nesta foto é possível ver com mais amplitude a área do Morro do Careca. Provavelmente o militar com um quepe a direita é brasileiro – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com
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Barracas de Parnamirim Field - Fonte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com
Barracas de Parnamirim Field. Durante as chuvas, no começo da Base, provavelmente esta área entre as barracas poderia se transformar em um belo lamaçal! – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via – http://www.buzzfeed.com
Construção de alojamentos - Fonte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via - http://www.buzzfeed.com
Construção de alojamentos – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images​, via –http://www.buzzfeed.com
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Um Consolidated C-87 Liberator Express em Parnamirim Field
Manutenção em um Consolidated C-87 Liberator Express em Parnamirim Field. Esta aeronave pertencia ao ATC – Air Tranport Command – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images, via – http://www.buzzfeed.com
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Para muitos a primeira hgrande onda de "turismo" na capital potiguar - Fonte - Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images, via - http://www.buzzfeed.com
Para muitos a primeira grande onda de “turismo” na capital potiguar – Fonte – Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images, via – http://www.buzzfeed.com
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