Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de agosto de 2019

Campanha Voto não tem preço: Acabe com essa idiotice, pobre só é lembrado por políticos em véspera de eleição para comprar seu voto!



Corruptos ISO 9002 é um selo autenticamente dos políticos brasileiros. Não existiria oferta sem demanda. Acredite, há brasileiros e não são poucos que fazem da política uma oportunidade de se oferecer de forma gratuita a esse desserviço. Um supermercado cheio de gente na prateleira em promoção. 

O renomado magistrado, Dr. Herval Sampaio escreveu o livro: Abuso de Poder nas eleições em que todo Juiz, promotor, advogado deveria ter em sua cabeceira. Desmonta a farsa das eleições limpas no país. Campanha Voto Não Tem Preço, Tem Consequências, ocorre em razão da irresponsabilidade recíproca, das mazelas da política, dos meandros e nuances. Acabe com essa ilusão, político brasileiro só pensa naquilo, escreveu o Antagonista, só lembra do pobre para comprar votos, praticar crimes eleitorais. Quanto custa um mandato neste país? Por que um Fundo Partidário tão alto? 

Abuso de poder nas eleições: triste realidade de política(agem) brasileira

Adquira o livro, clique AQUI

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Existem eleições limpas no país? Ideias ou campanhas caras para bancar mordomias? Voto tem preço, haverá sempre alguém disposto à venda.


Resultado de imagem para abuso do poder econômico herval

O abuso do poder econômico o livro tema do Meritíssimo Juiz Dr. Herval Sampaio, relata a compra de votos nos rincões deste país! Em tempo de transparência, redes sociais, informação em tempo real ainda é uma prática abusiva, ilegítima, mas, é encontrado em todo país. Não obstante, em razão dos desmandos e descrédito na classe política, mesmo com o fim do financiamento de campanha, Deputados e Senadores desgastados criaram um fundo partidário.
É necessário que tenhamos uma “consciência política,” temos componentes que os beneficiam: “ignorância, alienação, ganância e impunidade”. Sem mencionar às más práticas quotidianas, os cabides de empregos, o clientelismo e o alto custo de se manter no poder. Nesses moldes temos gestões sucateadas e que precisa haver uma mudança de comportamento do eleitor, é claro, o político que apenas viver à custa do poder. Infelizmente voto tem preço e consequência, cabe a cada um de nós fazermos o dever de casa e não votar em hipótese alguma em políticos indiciados em corrupção.

Observação, o livro é recomendado para advogados, juízes e políticos sérios. Clique AQUI e adquira hoje mesmo. 

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Rogério Marinho lançará livro sobre modernização das leis trabalhistas em Natal na segunda-feira (07)



“Modernização das leis trabalhistas: o Brasil pronto para o futuro”. Este é o título do livro que será lançado pelo deputado federal Rogério Marinho (PSDB) nesta quinta-feira (03) em São Paulo e na segunda-feira (07) em Natal. Outros lançamentos estão previstos para ocorrer em mais oito Estados do país durante este mês de maio.

Na capital paulista o lançamento fará parte da programação do seminário “150 dias da Reforma Trabalhista”, que ocorrerá no World Trade Center, a partir das 17 horas. Além de Rogério Marinho, que será um dos palestrantes, o evento contará também com a participação do ministro e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho. Antes, pela manhã, a obra também será lançada na sede da Fiesp, em solenidade a partir das 10 horas.

No dia seguinte, sexta-feira (04), mais um evento para lançamento da obra no Novotel São Paulo Jaraguá Conventions, às 10 horas. Já em Natal, a solenidade de lançamento do livro será realizada na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), a partir das 18 horas de segunda-feira (07).  

A obra é um documento que esmiúça a história recente do projeto que modernizou a legislação trabalhista do Brasil, com destaque para informações de bastidores sobre a tramitação da matéria no Congresso Nacional. O livro explica, em detalhes, o conteúdo e possíveis impactos da nova Lei 13.467/2017, também batizada de “Lei Rogério Marinho”.

O leitor poderá compreender, nas quase 200 páginas, os objetivos, as circunstâncias econômicas, políticas, históricas e os contrapontos que guiaram a feitura da modernização das leis trabalhistas brasileiras.  Uma nova Lei que propiciou os meios para a mudança de estruturas arraigadas à sociedade desde os anos 1940.

O livro analisa e expõe sobre o tema dos direitos trabalhistas, da terceirização, da proteção às mulheres na nova Lei, da jornada de trabalho, do combate à insegurança jurídica, dos mecanismos legais de fortalecimento dos sindicatos representativos. Enfim, trata dos principais temas e impactos da modernização das leis trabalhistas. Dúvidas frequentes são dirimidas em respostas diretas e esclarecem pontos da legislação que ainda poderiam estar obscuros.

Ainda, a obra traz artigos de imprensa escritos por Rogério Marinho, entre junho de 2016 e setembro de 2017.  Os artigos mostram o intenso debate que permeou todo o longo processo político e legislativo da Reforma Trabalhista. No conjunto, exibem os principais argumentos demonstrativos da necessidade de modernização trabalhista no país e refutam as principais objeções à modernização.

O livro contém fotos ilustrativas e endereços (QrCode) de vídeos contendo entrevistas, debates e discursos envolvendo o autor no transcurso dos trabalhos de formulação da modernização da lei trabalhista.

Além de São Paulo e Natal, também já está confirmado o lançamento do livro “Modernização das leis trabalhistas” no Rio de Janeiro, no dia 11 de maio. Até o fim do mês, ocorrerão eventos semelhantes também em Brasília (DF), Recife (PE), Curitiba (PR), Salvador (BA) e no Estado de Santa Catarina, com cidade a ser definida.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Abuso de poder nas eleições, triste realidade da politica brasileira!

Abuso de poder nas eleições: triste realidade de política(agem) brasileira

Recomendo este esse excelente livro Abuso de poder nas eleições, triste realidade da política brasileira, não pode faltar na cabeceira da cama clique neste link AQUI e compre hoje mesmo. O referido livro foi escrito pelo juiz Herval Sampaio, segunda edição.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Conheça detalhes impressionantes do Caso Varginha em um novo livro lançado pela Revista UFO

As evidências da queda de um disco voador em Varginha e a captura de seus tripulantes pelo

Algo muito sinistro ocorreu em 20 de janeiro de 1996 na pacata cidade mineira de Varginha. Naquela data, um disco voador se acidentou e seus tripulantes, ainda vivos, foram capturados pelo Exército. Pelo menos dois seres de aspecto humanoide foram apreendidos, mas, apesar de centenas de testemunhos, os militares se recusam a admitir este fato. No entanto, tudo foi exaustivamente documentado pelos ufólogos. Agora, corajosamente, o livro “Varginha: Toda a Verdade Revelada”, do coeditor da Revista UFO Marco Antonio Petit, contesta de forma veemente as versões oficiais mentirosas dadas pelas autoridades e ainda mostra, após 20 anos de pesquisas, o que de fato ocorreu em Varginha.
 
Clique na capa para ir ao site da UFO e conhecer esta obra: www.ufo.com.br

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Boato sobre livro de educação sexual supostamente distribuído nas escolas pelo Ministério da Educação

Card - Livro de educacao sexual - 490
É falso que o Ministério da Educação (MEC) tenha distribuído para alunos da rede pública de ensino o livro "Aparelho Sexual e Cia", que, segundo vídeo que circula em redes sociais, seria inadequado para crianças e jovens brasileiros.

O ministério informa que jamais "produziu, adquiriu ou distribuiu" a obra,  e que o livro nunca integrou os programas nacionais de distribuição de materiais didáticos.
O vídeo que circula web sustenta que o governo distribuiu o livro e, assim, estaria “estimulando precocemente as crianças a se interessarem por sexo”. O Ministério da Educação informa que o livro em questão é uma publicação da editora Cia das Letras e que a empresa responsável pelo título informa, em seu catálogo, que a obra já vendeu 1,5 milhão de exemplares em todo o mundo e foi publicada em 10 idiomas.
As informações equivocadas presentes no vídeo, inclusive, repetem questão que já tinha sido esclarecida anos atrás. Em 2013, o Ministério da Educação já havia respondido oficialmente à imprensa que “a informação sobre a suposta recomendação é equivocada e que o livro não consta no Programa Nacional do Livro Didático/PNLD e no Programa Nacional Biblioteca da Escola/PNBE”. 
Ao contrário do que foi dito no referido vídeo, o ministério também ressaltou que a revista Nova Escola, edição 279, de fevereiro de 2015, que traz a matéria “Educação sexual: Precisamos falar sobre Romeo…”, uma reportagem sobre sexo, sexualidade e gênero, dirigida a professores, "não é uma publicação do MEC, e sim da Editora Abril".
Como acontece com todo boato, a gravação que circula na internet não apresenta nenhuma prova das acusações que faz, como chama a atenção o Ministério da Educação.
"O vídeo que apresenta as obras como sendo do MEC, em nenhum momento, comprova a vinculação do Ministério aos materiais citados, justamente porque essa vinculação não existe", disse a pasta, em nota oficial.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Novo livro de Fernando Chiriboga revela beleza do Litoral do Nordeste do Brasil


O fotógrafo Fernando Chiriboga já escolheu a data para lançar “Terra à Vista – Litoral do Nordeste do Brasil”, seu mais novo livro que faz um registro, através de imagens e textos em inglês e português, do incomparável litoral do nordeste brasileiro, os mesmos lugares que encantaram os portugueses à época do descobrimento do Brasil e que continuam a surpreender os viajantes dos dias atuais.  O livro, com aproximadamente 350 fotografias realizadas em 3.317 quilômetros de uma diversidade de paisagens da região Nordeste, será lançado dia 28 de janeiro, no terceiro piso do Shopping Midway Mall, onde também acontecerá uma exposição com o mesmo tema.

As fotografias “Terra à Vista – Litoral do Nordeste do Brasil” vão desde o Arquipélago de Abrolhos no sul da Bahia – onde Chiriboga teve a oportunidade de fotografar as baleias jubarte – até os Lençois Maranhenses e Alcântara, no Maranhão, a cidade que parou no tempo. O 13º livro álbum de Fernando Chiriboga tem patrocínio da Cosern - Grupo Neoenergia, através da Lei Rouanet de incentivo a cultura, do Ministério da Cultura.

Através de sua obra, o autor propõe-se a propiciar ao leitor o acesso a imagens da diversidade de acidentes geográficos presentes nos nove estados nordestinos, dentre os quais a Ponta do Seixas, na Paraíba – o extremo oriental das Américas –, o Cabo de São Roque, os manguezais, falésias e dunas no Rio Grande do Norte, os arquipélagos de Fernando de Noronha e de Abrolhos, em Pernambuco e na Bahia, respectivamente, os Lençóis Maranhenses, no Maranhão, o Delta do Parnaíba, no Piauí – um dos únicos três deltas do mundo a desaguar em mar aberto –, as dunas cearenses e potiguares, os arrecifes pernambucanos, o Delta do Rio São Francisco, os coqueirais em Alagoas e Sergipe, os manguezais, restingas e falésias, além de ilhas costeiras, de trechos da Mata Atlântica que ainda se mantêm preservados e também de paisagens urbanas presentes ao longo da costa da região. Trata-se de um livro (capa dura, 28,00 x 28,00 cm com 272 páginas), que segue os mesmos padrões gráficos do livro “Ilhas Encantadas”, lançado em janeiro de 2015.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Marinalva Dantas, auditora do trabalho, por dez anos autuou fazendas com trabalho ilegal. Sua história virou livro

Marinalva Dantas veio de uma família pobre, estudou e hoje salva trabalhadores escravizados (Foto: Arquivo Pessoal)










Graças aos esforços de uma única brasileira, 2.354 pessoas foram libertas da escravidão desde 1995, um século depois da assinatura da Lei Áurea. Essa brasileira é Marinalva Dantas, auditora do trabalho e uma das maiores referências do país no combate à escravidão moderna e ao trabalho infantil. As histórias dessa mulher e dessas causas se misturam e estão contadas no livro A Dama da Liberdade, lançado nesta terça (26), também data do aniversário de 61 anos de Marinalva. Foi escrito pelo jornalista Klester Cavalcanti.
A história de Marinalva teve uma influência crucial em sua carreira. Nascida em uma família muito pobre, em Campina Grande (PB), passou os três primeiros anos de vida em uma casa sem luz, água encanada ou esgoto. Por dentro, não havia banheiro ou paredes entre os quartos. Devido a uma crise grave de lombriga, foi levada à casa dos tios que tinham uma condição financeira melhor e acabou sendo criada por eles, em Natal (RN). Isso permitiu que Marinalva tivesse uma infância decente, bem diferente do que teria vivido se continuasse com seus pais.

Aos dez anos, foi visitar a família e reencontrar a mãe que já não reconhecia. Essa visita mexeu muito com ela, como contou em entrevista ao Blog ÉPOCA AMAZÔNIA. “Me dei conta de que era privilegiada e gostaria que todas as crianças – principalmente meus irmãos – tivessem um pouco do que eu tinha: a possibilidade de brincar e de estudar”. A experiência foi uma das bases para que ela crescesse como uma defensora dos mais fracos – como se define.
Marinalva entrou na faculdade de direito e passou em um concurso público para auditora fiscal do trabalho, em 1984. Pouco mais de dez anos depois, ingressaria nos primeiros grupos que saíram à caça de fazendas que mantinham trabalhadores em condições degradantes e sem direitos trabalhistas. Segundo levantamento apresentado no livro, os casos mais comuns de trabalho escravo estão em fazendas de pecuária (29% dos casos registrados pelo governo federal), cana-de-açúcar (25%). Dezenove por cento estão em fazendas com outras lavouras, como algodão. Os estados com mais casos são da Amazônia Legal: Pará (12.761 de escravos libertos desde 1995) e Mato Grosso (5.953). O perfil desses escravos explica sua vulnerabilidade: 62% são analfabetos e 27% estudaram no máximo até a 4ª série.

>> Leia nossa cobertura completa sobre Amazônia
Como auditora do trabalho, enfrentou situações adversas e encontrou um cenário triste de constatar que ainda exista no Brasil. Viu fazendas em que os agricultores dormiam todos em um galpão, sem banheiro ou qualquer condição sanitária adequada. A comida era sempre escassa e quando ganhavam carne, eram sempre os piores pedaços, cheios de gordura e mal conservados. Em Marabá(PA), encontrou pedaços de carne que seriam consumidos no dia seguinte e estavam ao relento, infestados de moscas e em toras de madeira. A coloração quase preta do alimento a impressionou naquele dia.

Marinalva viu muitas crianças passando fome. E costumava dar a elas os alimentos que tinham no carro dos auditores do trabalho e da polícia federal. Encontrou um homem escravizado há dezenove anos e um menino que não sabia sua idade, pois nunca havia comemorado um aniversário. Questionado se tinha tempo para o lazer, esse menino respondeu que às vezes brincava de desmontar e montar a motosserra “cheia de pecinhas dentro”. Como conta uma passagem do livro, a auditora não sabia o que era mais triste: a criança não brincar por falta de tempo e de energia após um dia intenso de trabalho ou ter como brinquedo o mesmo equipamento que lhe roubava a infância.

Nem sempre era fácil se conter, em muitos capítulos do livro A Dama da Liberdade, Marinalva é retratada como uma mulher forte, porém emotiva, que se comeve e se revolta com o que encontra pela frente. Um dos poucos momentos em que chorou diante de um ex- escravo foi quando ele lhe contou que havia sido espancado por ter pedido um pouco de água limpa. A que tinha para beber vinha de um córrego e era amarela e barrenta. O chefe mandou que um peão, escravo como ele, fosse o autor das pancadas.

A luta de Marinalva a tornou uma personalidade conhecida. Ao longo dos anos apareceu em reportagens e deu inúmeras entrevistas. Descobriu casos de escravidão em fazendas de homens poderosos, como o deputado estadual do Rio de Janeiro Jorge Picciani. E, em 2002, a Polícia Federal encontrou em Marabá uma lista com nome de pessoas que deveriam ser executadas a mando de fazendeiros da região. Marinalva Dantas era um deles. Meses antes, ela comandara uma operação em uma fazenda de pecuária na região.

>> Mato Grosso cria frente contra o trabalho escravo
Em 2004, Marinalva foi para Brasília ser diretora da Divisão de Articulação de Combate ao Trabalho Infantil. O cargo mais burocrático do que prático não a agradou e ela voltou a Natal, onde até hoje é auditora. Olhando para trás, vê que a dedicação total à carreira teve impactos grandes também em sua vida pessoal, como o fim do casamento, desentendimentos com os filhos por passar tempo de mais viajando e até uma síndrome do pânico. Apesar de tudo isso, o trabalho a realizou sempre. Hoje, espera que todo o esforço tenha levado mais conscientização aos brasileiros para que não aceitem as barbaridades cometidas com trabalhadores sem direitos. E se diz uma otimista em relação ao fim da escravidão de uma vez por todas no país. “Eu não combatia o trabalho escravo e infantil até saber que isso existia. Depois que você descobre, quer que acabe. Não dá para aceitar que isso ainda aconteça na geração de nossos filhos e netos”. 

Confira abaixo a entrevista que Marinalva concedeu ao Blog ÉPOCA AMAZÔNIA.

ÉPOCA: A senhora nasceu em uma família pobre, mas foi criada por tios com uma boa condição financeira, foi à faculdade e seguiu uma carreira voltada aos direitos humanos, principalmente dos mais pobres. Sua história pessoal influenciou essa escolha?
Marinalva Dantas: 
O fato de eu ter vindo da pobreza influenciou muito minha carreira. Fui morar com meus tios em Natal com apenas três anos, então, não tinha lembranças da minha vida anterior. Apenas aos 10 anos retornei a Campina Grade e reencontrei minha mãe, que eu nem reconhecia mais. Cresci em um ambiente de opulência e ver a casa da minha família foi chocante. Quando cheguei à cidade, fiquei feliz de ver muitas crianças que poderiam brincar comigo. Mas a maioria delas precisava trabalhar para ajudar a família. Faziam sapatos, potes de barro, carregavam água ou ajudavam no comércio, por exemplo. Me dei conta de que era privilegiada e gostaria que todas as crianças – principalmente meus irmãos – tivessem um pouco do que eu tinha: a possibilidade de brincar e de estudar.
Já adulta, ouvia histórias de homens que deixavam as famílias para trabalhar em outros estados no Norte e do Nordeste e não voltavam mais. As pessoas acreditavam que eles encontravam outras mulheres e tinham outros filhos. Na primeira vez que entrei em uma fazenda e vi os escravos que há anos não podiam voltar pra casa, senti uma grande revolta. Aqueles pais nunca abandonaram seus lares. Estavam lá sem escolha. Isso me motivou a fazer o que fosse possível para acabar com essa situação.

ÉPOCA: Como é possível que, 127 anos depois da abolição da escravidão, ainda persista esse regime de trabalho no Brasil?
Marinalva: 
Isso se sustenta porque é muito lucrativo. Esses senhores de escravos ficam mudando de estratégia para burlar a lei, enganar a polícia e os consumidores. Há por exemplo, fazendeiros que assinam a carteira de trabalho das pessoas, mas não seguem qualquer norma de trabalho. É só o papel que está lá. Acham que assim não poderão ser enquadrados como empregadores de escravos.
Enquanto eles puderem manter isso, vão fazer. Já fui a uma fazenda exportadora que nunca tinha registrado nenhum empregado e sonegava muitos impostos. Então, o dono fica apenas o lucros, sem nenhum encargo. Para muitos donos de terra, a estratégia é dizer que não sabiam de nada. Que era o gerente quem cuidava dos outros funcionários. Então, nosso trabalho é ligar os pontos entre o proprietário da terra e os escravos.
ÉPOCA: Você começou a resgatar trabalhadores em 1995, uma época em que isso ainda era um tipo de ação nova por parte do governo. Como foi esse começo? E como evoluiu?
Marinalva: 
Em termos de aparelhamento, tivemos um avanço grande. No início, nossa comunicação em campo era precária e corríamos muitos ricos. Foi só com o passar dos anos que conseguimos GPS e celulares, por exemplo. Hoje o Ministério Público já está estudando o uso de drones para vistorias.

ÉPOCA: E em termos de legislação?
Marinalva: 
Até evoluiu, mas estamos diante de um golpe iminente. Tramita no Congresso um projeto para mudar o conceito de trabalho escravo no Código Penal.  Se aprovado, os termos “jornada exaustiva” e “condições degradantes” não irão mais configurar trabalho escravo. Será um grande golpe à Constituição Federal. Essa mudança vai permitir que um fazendeiro abrigue seus funcionários no curral, junto com o gado, e que dê a eles água para beber em cochos, afinal, a dignidade do trabalhador não está mais em jogo. Eu já encontrei uma fazenda em que uma mulher estendia um pedaço de pano em cima do esterco do gado para dormir e dividia a água com os animais.
ÉPOCA: A senhora sofreu ou sofre muitas ameaças pelo trabalho combativo?
Marinalva: 
Sim. Até hoje. Nesse final de semana mesmo, estava em uma feira livre com a equipe da tevê Globo mostrando crianças e adolescentes trabalhando nas barracas. Isso é trabalho infantil, é proibido. Alguns feirantes mandaram a gente sair de lá, dizendo que tinham muitas facas. Quando disse que eles tinham mão de obra ilegal, me responderam que se esses jovens não estivessem ali, estariam no tráfico. É uma ignorância da parte deles pensar assim.
ÉPOCA: A senhora acredita que um dia o Brasil irá erradicar definitivamente o trabalho escravo e o infantil?
Sim. Sou otimista em relação a isso porque eu mesma não combatia o trabalho escravo e infantil até saber que isso existia. Depois que você descobre, quer que isso acabe. Não dá para aceitar que isso ainda aconteça na geração de nossos filhos e netos”.
Fonte: ÉPOCA GLOBO

segunda-feira, 19 de maio de 2014

COMPARTILHE: NATAL EM FOTOS, O LIVRO DA COPA DE CANINDÉ SOARES

 
Será a realização de mais um sonho. Meu e do potiguar para ter mais um livro, um álbum fotográfico, turístico e histórico da nossa Cidade. Mas apesar do grande apoio que tenho ao meu trabalho, da grande torcida e incentivo, desta vez está muito difícil. Mas estou decidido em colocar esse livro na rua e para isso conto com os amigos. Com certeza será uma grande perda para Natal não conseguir viabilizar esse projeto. O “Natal em Fotos”, o livro da copa é um documento histórico de extrema importância mas a dificuldade de patrocínio é muito grande.

Uma das únicas formas de viabilizar esse projeto, e tem que ser urgente, pois o livro tem que ser lançado ainda no início do próximo mês de junho, seria que os amigos, os conhecidos, os políticos, os empresários e todas pessoas que acompanham meu trabalho, comprassem esta ideia adquirindo antecipadamente unidades do livro.

São várias as formas de participar do livro “Natal em Fotos”, o livro da copa. Na verdade o nome do livro deveria ser “Natal 2014, mas a Fifa não permite. No texto abaixo explico detalhadamente como participar. Qualquer dúvida me escreva.
Segue abaixo mais informações e em anexo um esboço de algumas páginas do livro:
São várias as formas de participação no projeto do livro da copa o “Natal em Fotos”. Dessa forma durante a copa poderá usar o livro como brinde ou mesmo como objeto de marketing em alguma promoção além de ser uma excelente opção de presente. O momento será oportuno para isso.
Como AMIGO PARCEIRO:
Para participar do projeto como amigo parceiro, deve ser feito compras antecipadas a partir de uma unidade, ao preço de R$ 70,00 (o valor final da unidade do livro será em torno de R$ 120,00 para quem comprar depois).
As páginas 2 e 3 do livro estão reservadas para nomes dos colaboradores, para assim poder ter um livro personalizado.

Como EMPRESA PARCEIRA:
Para participar do projeto como empresa parceira, deve ser feito compras antecipadas de no mínimo 10 livros ao preço unitário de R$ 70,00 (o valor final da unidade do livro será em torno de R$ 120,00 para quem comprar depois).
A página 5 está reservada para nomes das empresas parceiras e as páginas 2 e 3 reservada para nomes dos diretores das empresas parceiras. Valor dos 10 livros, R$ 700,00 para pagamento imediato

Como PATROCINADOR:
Cotas de R$ 7.000,00 com direito a 100 livros para poder brindar, sortear ou usar em campanha de marketing durante a copa. Além disso a logomarca da empresa patrocinadora será colocada na quarta página do livro e no banner que ficará exposto no dia do lançamento. Os nomes das empresas patrocinadoras também serão mencionados nos releases enviados a imprensa.
As páginas 2 e 3 do livro está reservada para nomes dos diretores das empresas parceiras e patrocinadoras.

Como PATROCINADOR MASTER:
Outra excelente opção é para o patrocinador MASTER. Aquele que comprar o maior número de cotas.
Neste caso além do que oferecemos aos patrocinadores e parceiros, neste caso a logomarca ficará destacada na quarta página do livro e na contra capa. Além disso o lançamento do livro poderá ser dentro da empresa desse patrocinador MASTER, com uma exposição fotográfica da construção da Arena das Dunas com fotos desde a derrubada do Machadão até sua inauguração, fotos em grandes formatos, que poderão ficar no até o final da copa para visita dos torcedores. Esse patrocinador MASTER, receberá a quantidade de livros equivalente ao valor do patrocínio.

As opções para deposito que disponho são:
MINHA NO BRADESCO
Ag 0321-2
Conta Poupança - 80.709-5
Francisco Canindé Soares de Lima

MINHA ESPOSA NA CAIXA
Ag 0035
Op 013
Conta Poupança 12988-0
Deborah Kaline Souza de Andrade

Por favor me informe do depósito e me envie o comprovante por fotografia@canindesoares.com, (sem o BR) pois esse é a
única forma de controle que vou ter disponível. 

Também me informem o nome que deve entrar na página 2 ou 3 (em anexo) do livro.
Links abaixo dos álbuns de fotos dos lançamentos de edições anteriores:
 
1º livro - Vem Viver Natalhttp://canindesoares.com/vem-viver-natal
 
 
2º livro - Natal por Canindé Soareshttp://canindesoares.com/natal-por-caninde-soares
 
3º livro - 2ª Edição do Natal por Canindé Soares
 
Qualquer dúvida estamos a disposição:
fotografia@canindesoares.com – 084 9994.2841

sexta-feira, 25 de abril de 2014

66XBRASIL VOCÊ ADQUIRE NA LIVRARIA SARAIVA NO MIDWAY MALL



66 x Brasil é um livro de fotografias que homenageia o Brasil. O livro apresenta um panorama geral de lugares fascinantes desse país cheio de cores e vibração selecionados pelo olhar dos dois autores potiguar e europeu, Marcia Monteiro de Carvalho e Erich Ettensperger.

Esse mosaico de cenários inclui serras, com névoa e temperaturas abaixo de zero, paisagens incríveis com cachoeiras, com praias inspiradoras dos sete mil quilômetros de costa brasileira, áreas da grande floresta amazônica  com sua rica fauna e flora, o impressionante Pantanal, a maior área alagada do planeta, o cerrado com sua rica biodiversidade, além de muitas cidades históricas e seus monumentos, pequenos vilarejos e metrópoles como Rio de Janeiro e São Paulo, com seus habitantes, formando um caldeirão cultural espetacular desse planeta. É importante ressaltar que 79% dos bens culturais e naturais brasileiros incluídos na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO são apresentados no livro.

A publicação é resultado de trinta viagens realizadas pelo país, correspondentes
a 117.000 km, sendo 92.000 km percorridos de avião, o que significa 150 horas em
aeronave, 25.000 km percorridos de automóvel, ônibus, barco, metrô, trem e vários
outros meio de locomoção que foi necessário usarmos para viajar neste imenso e
grandioso Brasil. Além desses transportes, os autores caminharam em torno de 1.000 km (cerca de 320 horas) em trilhas leves ou pesadas, e até nadaram para alcançar belezas naturais para fotografar.

Tudo isso resultou em, aproximadamente 28.000 fotos, das quais foram selecionadas 431 para integrar o livro, oferecendo um acervo fotográfico de boa qualidade por um preço acessível. Todas as fotografias são de autoria de Erich. Marcia é responsável pela pesquisa e elaboração dos textos.

Cada destino elencado é descrito em um texto explicativo, o qual aparece
traduzido em cinco idiomas (alemão, inglês, espanhol, italiano e francês). Para cada item selecionado, é indicado um site no qual o leitor pode obter mais informações.

O livro 66 x Brasil está sendo comercializado nas Livrarias Saraiva do Midway Mall e Natal Shopping, no valor de R$ 59,90.

quinta-feira, 20 de março de 2014

JÁ ESTÁ À VENDA O LIVRO GEODIVERSIDADE NA ARTE RUPESTRE DO SERIDÓ

Valorizando a "tela" usada pelos exímios artistas de milhares de anos atrás, o IPHAN-RN publica o livro "Geodiversidade na Arte Rupestre no Seridó Potiguar", sob autoria do Geólogo Marcos Antonio Leite do Nascimento (UFRN) e o Arqueólogo Onésimo Jerônimo Santos (IPHAN). Essa "tela" que falamos corresponde as rochas que foram utilizadas para a arte rupestre, expressada na forma de pinturas e/ou gravuras. O livro une esses dois temas - Geodiversidade (com destaque para as rochas e os minerais) e Arqueologia (com destaque para as pinturas e gravuras rupestres) permitindo com que o leitor faça um passeio pelos sítios arqueológicos de municípios do Seridó Potiguar, em destaque Carnaúba dos Dantas, Parelhas e Serra Negra do Norte. Não só de conceitos e informações técnicas se faz o livro, mas também de como essa arte rupestre foi elaborada e como as rochas serviram de tela para essas belíssimas pinturas/gravuras. Fica a dica! Mais informações entrar em contato com a Superintendência do IPHAN-RN em: Av. Duque de Caxias, 158, 59012-200, Ribeira, Natal - RN (84) 3211-3820, 3201-0486, 3221-3294, 3211-6166

Para adquirir o livro: E-mail: onesimo.santos@gmail.com

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

“Relíquias” é lançado e recebe elogios

Entre autoridades, amigos, familiares e admiradores, o fotógrafo Fernando Chiriboga lançou o seu novo livro-álbum na noite desta quinta-feira na livraria Saraiva do Shopping Midway Mall. Com o título “Relíquias – Patrimônio Arquitetônico do Nordeste do Brasil”, o livro conta com 340 imagens que retratam as belezas arquitetônicas de nove estados da região do Nordeste brasileiro, seguidas de legendas em português e inglês. A edição é patrocinada pela Cosern através da Lei de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet.

Para o fotógrafo Fernando Chiriboga, o livro Relíquias marca mais um capítulo de sua história profissional. Ele também garante que um novo projeto já está pronto e que seu próximo trabalho deverá ser realizado em Fernando de Noronha e no Arquipélago dos Abrolhos, localizado no Oceano Atlântico, no sul do litoral do estado da Bahia.

G7 Comunicação

Fotos: Maurício Cuca. 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Livro-bomba por Romeu Tuma Júnior

O “estado policial petista” não é uma invenção de paranoicos, de antipetistas militantes, de reacionários que babam na gravata dos privilégios e que atuam contra os interesses do povo. Não! O “estado policial petista” reúne as características de todas as máquinas de perseguição e difamação do gênero: o grupo que está no poder se apropria dos aparelhos institucionais de investigação de crimes e de repressão ao malfeito — que, nas democracias, estão submetidos aos limites da lei — e os coloca a seu próprio serviço. A estrutura estatal passa a servir, então, à perseguição dos adversários. Querem um exemplo? Vejam o que se passa com a apuração da eventual formação de cartel na compra de trens para a CPTM e o metrô em São Paulo. A questão não só pode como deve ser investigada, mas não do modo como estão agindo o Cade e a PF, sob o comando de José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça. As sentenças condenatórias estão sendo expedidas por intermédio de vazamentos para a imprensa. Pior: as mesmas empresas investigadas em São Paulo se ocuparam das mesmas práticas na relação com o governo federal. Nesse caso, não há investigação nenhuma. Escrevi a respeito nesta sexta.

Clique AQUI e confira o artigo de Reinaldo Azevedo. 

Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O poder das Pedras e dos Cristais




Eliene Castro é escritora e, através de seu livro "O PODER DAS PEDRAS E DOS CRISTAIS" vem divulgando a região do Seridó no Brasil e em 49 países. Adquira o exemplar através do telefone (84) 8773-0791/84 9694 8770 (Tim)

                                                Livro

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

PROMOÇÃO DO MÊS DE AGOSTO DO LIVRO MINHAS RIMAS



Promoção para o mês de Agosto do Livro "Minhas Rimas." O livro contém mais de 160 poemas rimados sobre os mais variados temas: matutos, românticos, sonetos, trovas, históricos, reminiscentes, mitológicos, etc. Preço unitário R$ 20,00, incluindo o porte postal simples! A cada cinco livros, receba um grátis! Favor entrar em contato com o Professor Carlos Fernandes pelo e-mail: carfermed@gmail.com

quinta-feira, 30 de maio de 2013

PROFESSOR CARLOS FERNANDES LANÇA SEU MAIS NOVO LIVRO



Será realizado na noite dessa quarta-feira (30), às 19:30 horas, no plenário da Câmara Municipal de Jardim do Seridó o lançamento do livro "Minhas Rimas", de autoria do ilustre jardinense Carlos Fernandes.
Carlos Fernandes, que adotou o pseudônimo de "Karl Fern" é engenheiro civil com pós-graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental,  professor aposentado da Universidade Federal de Campina Grande (PB) e sócio da THC - Execução e Projetos de Engenharia Ltda.
"Professor Carlão", como é chamado pelos familiares e amigos é filho do casal Carlos P. Medeiros (Carlos Rufino) - in memoriam - e Maria P. Azevedo (Dona Mozinha), é responsável pelos conceituados blogs: PROFESSOR CARLOS FERNANDES SÓ BIOGRAFIAS.
A renda obtida com a  venda dos exemplares será revertida em prol do Abrigo Dispensário São Judas Tadeu, da cidade de Jardim do Seridó.

 

sábado, 13 de abril de 2013

DEPUTADO HENRIQUE EDUARDO ALVES LANÇA LIVRO EM MOSSORÓ MOSSORÓ (RN)







                                  Fotos, créditos: Carlos Costa

A Estação das Artes Elizeu Ventania, cenário de tantos eventos culturais de Mossoró, recebeu na noite desta sexta-feira (12), o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, para o lançamento do seu livro “O que eu não quero esquecer”.  A noite de autógrafos reuniu políticos locais e da região, intelectuais e membros da Academia Mossoroense de Letras e do Instituto Cultural do Oeste Potiguar.
O médico oncologista, José Cury, fez a apresentação da obra, cuja renda será destinada a Liga de Combate ao Câncer de Mossoró, responsável pela obra do Hospital da Solidariedade que está em fase de conclusão. “Sempre que recorremos a Henrique Alves, o deputado nunca nos faltou. O presidente da Câmara é um exemplo de história política para o Rio Grande do Norte e para o Brasil e de vida parlamentar para todos nós”, disse o médico.
O livro “O que eu não quero esquecer” é uma coletânea de pronunciamento que Henrique Eduardo fez ao longo de 11 mandatos consecutivos representando o povo potiguar na Câmara Federal. A obra registra a trajetória pública e humana de mais de 40 anos de trabalho de um político que defende o Brasil e, em especial, o Rio Grande do Norte.
Ao agradecer a presença de tantos convidados, Henrique Alves lembrou a influência que recebeu do pai, Aluizio Alves, e de outros políticos que marcaram a vida pública brasileira, entre eles, Tancredo Neves e Ulysses Guimarães. O deputado também disse que muitas páginas do livro estão diretamente relacionadas a Mossoró, cidade que sempre contribuiu de forma decisiva  para suas vitórias e que faz parte de sua  vida pública.
Assessoria de Imprensa