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sábado, 19 de agosto de 2017

Personagem de Juliana Paes em novela vira 'nome de maconha'

Atriz comenta sobre a polêmica com seu trabalho na TV (Reprodução/instagram.com)
A personagem Bibi, vivida pela atriz Juliana Paes, 38, na novela “A Força do Querer”,está dando o que falar. Tanto é, que o nome da mulher que se tornou uma criminosa na trama das 21 horas da TV Globo virou estampa de pacotes de maconha vendidos em alguns locais do Rio de Janeiro.
Questionada pelo portal “UOL” sobre esse assunto, Juliana comentou que isso é o resultado da força da Bibi. “Acho que é um reflexo do sucesso da novela, do alcance, não vimos com humor e nem com alarde, mas sempre digo que novela não tem a função de educar, a questão primordial de uma novela é o entretenimento, mas se por acaso a gente consegue promover um debate, diálogo dentro de casa, ótimo”, declarou ela.

Por conta do trabalho, a famosa falou que passa mais tempo nas comunidades cariocas do que nos estúdios da emissora. “Estou totalmente ambientada, entro, tomo cafezinho na casa de um, já conheço as pessoas pelo nome. Troco de roupa na casa de outro, as pessoas me chamam para comer bolo, são pessoas calorosas e como estamos retratando a vida dela de maneira real, acho que estão gostando. Tenho um dia de estúdio e o resto são as externas na Tijuca, comunidade ou baile funk”, explicou.
Fonte: Redação Vida e Estilo

quinta-feira, 28 de abril de 2016

'Em caso de violação, reclamar na boca': Polícia carioca investiga 'maconha olímpica'

Ver as imagens
A polícia do Rio de Janeiro está investigando a origem de imagens divulgadas na internet que mostram quadrados de maconha embalados com o símbolo das Olimpíadas 2016. As informações são do jornal local O Dia.
Segundo a publicação, é possível identificar nas embalagens e nos rótulos símbolos dos Jogos Olímpicos e uma mensagem: “Qualquer violação reclamar na boca”.  
Há também uma identificação da origem da substância, “Complexo do PL/PG”, e uma classificação do tipo da erva: “hidropônica”.
Outra foto que circula pelas redes sociais traz até uma propaganda de uma Lan House local. De acordo com o jornal, os policiais estão apreendendo drogas com essa embalagem desde o começo do mês de março.
Os entorpecentes seriam comercializados em locais dominados pelo tráfico.  
Foto: Reprodução
FONTE: YAHOO NOTÍCIAS 

sábado, 24 de outubro de 2015

Foto postada por Luciano Huck tem cigarro que parece maconha

O apresentadora rapidamente apagou a imagem do Instagram (Reprodução/ Instagram)

Luciano Huck usou o Instagram para compartilhar com os seguidores uma foto em que aparece no cabeleireiro, tendo as madeixas paradas pelo badalado Celso Kamura. A imagem seria mais uma selfie comum no perfil do apresentador se não fosse por um detalhe que foi rapidamente notado pelos seguidores.

No balcão do salão, que aparece na foto, há um cigarro que parece ser de maconha. “Esqueceu de tirar o baseado ali do canto esquerdo da foto na mesa, né?”, questionou um seguidor. “Fuma, fuma, fuma, fuma maconha, seu viciado”, comentou outro.
Leia mais:

Ao perceber a gafe, Luciano Huck rapidamente apagou a foto do Instagram. “Vir de SP, só pra dar um trato no telhado do amigo que tava mega descabelado é firmeza total. Obrigado querido @ckamura. E de quebra ainda assisto a #regradojogo”, era a legenda da imagem apagada.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

10 doenças sobre as quais a maconha medicinal pode ter um impacto

maconha medicinal
A psiquiatra Suzanne Sisley tem notado uma tendência inesperada entre seus pacientes. Ela trabalha com veteranos de guerra que lutam com transtorno de estresse pós-traumático, também conhecido como TEPT. Muitos não gostam de como eles se sentem quando estão tomando todos os remédios que usam para controlar sua ansiedade, insônia, depressão e os flashbacks do conflito.
“Há poucos medicamentos no mercado que funcionam e mesmo estes podem ser inadequados”, afirma Sisley. “Eles acabam ficando presos em oito, dez, doze medicamentos diferentes, e depois de tomar tantos, de repente, são como zumbis”.

Alguns destes pacientes, porém, estavam começando a se sentir melhor. Eles também pareciam muito mais presentes. Quando ela os questionou sobre o que estava fazendo a diferença, veio a resposta: eles encontraram uma alternativa para todos os medicamentos e estavam se automedicando com maconha. “Eu estava realmente surpresa e mais e mais pacientes estavam saindo das sombras e revelando a mim que estavam tendo algumas experiências úteis com a planta da maconha”, disse Sisley.
Ainda que gostasse do progresso que seus pacientes disseram que estavam tendo, como qualquer bom cientista ela quer mais do que apenas algumas experiências bem-sucedidas. Ela quer provas documentadas, ensaios clínicos de grandes populações de pacientes que sejam executados no padrão de ouro de um jornal revisado por pares, de que a maconha é a abordagem correta para o tratamento de TEPT – ou qualquer outra doença. Pessoas já a usam para tratar uma variedade de problemas médicos, como a esclerose múltipla, artrite, epilepsia, glaucoma, HIV, dor crônica, doença de Alzheimer, câncer e outros.
Com a legalidade da maconha medicinal em quase metade dos estados dos Estados Unidos e em outros lugares do mundo, mais médicos estão se perguntando qual impacto esta droga realmente tem sobre as pessoas. Eles querem informações sobre a dosagem e o seu impacto a longo prazo em pacientes.

Barreira burocrática

Sisley procurou respostas para estas perguntas na pesquisa médica, mas não encontrou muita coisa. Quando decidiu fazer os estudos por conta própria e os submeteu para aprovação federal, foi recebida com quilômetros e quilômetros de burocracia e resistência – como muitos outros pesquisadores antes dela.
Isso porque a maconha é uma das substâncias mais rigorosamente controladas nos termos da legislação federal dos Estados Unidos. O governo do país considera que é uma droga de Classe I, ou seja, a Divisão de Controle de Narcóticos considera que ela não tem nenhum valor medicinal. Na lista, ela figura na mesma posição que a heroína e o LSD. Para fazer pesquisas sobre a maconha, os cientistas precisam de aprovação de vários departamentos federais, o que acontece apenas raramente.
Aqui no Brasil, desde janeiro deste ano, está liberado o uso de um componente da maconha para uso medicinal, o canabidiol (CBD). Estudos apontam que o CBD ajuda pacientes com doenças neurológicas, como epilepsia e esclerose múltipla. Ele pode ser útil até mesmo em crianças, reduzindo a frequência de convulsões.
A maioria dos estudos sobre a maconha se concentram nos danos causados ​​pela planta. Os estudos sobre suas qualidades medicinais são pequenos e ainda estão em estágios primários ou observacionais, na melhor das hipóteses. “Médicos tradicionais não vão chegar nem perto deste material, mesmo que tenham ouvido falar que funciona, porque sem a pesquisa, sem ele ser aprovado em orientações práticas legítimas, eles vão se preocupar com a sua licença e seu profissionalismo”, explica Sisley. “É por isso que é fundamental ter estudos controlados para que isso funcione”.
Um projeto de lei bipartidário chamado de Compassionate Access, Research Expansion, and Respect States Act (Ato Estatal para o Acesso Compassivo, Expansão de Pesquisa e Respeito, em tradução livre) foi introduzido no Senado norte-americano em março deste ano e deveria aliviar algumas dessas restrições e tornar mais fácil de estudar a droga. Contudo, a legislação está em comissão no momento. Se este ato for aprovado algum dia e os cientistas puderem começar a estudar a droga a sério, existem várias áreas que podem ser alvo destas pesquisas, além do TEPT.
Aqui estão 10 delas, com base nas doenças que as pessoas normalmente tratam com maconha medicinal. Mais uma vez, como a pesquisa acerca deste tema é tão limitada, estas áreas são baseadas em resultados que a maioria dos meios de comunicação normalmente não noticiam, porque os trabalhos estão em um estágio muito precoce para saber se eles realmente funcionam. Mas esse é justamente o argumento de alguns médicos e pesquisadores da medicina.

10. AIDS / HIV

Em um estudo humano de 10 fumantes de maconha HIV-positivos, os cientistas descobriram que pessoas que fumavam maconha se alimentavam melhor, dormiam melhor e tinham um humor melhor. Outro pequeno estudo com 50 pessoas descobriu que pacientes que fumavam cannabis sofriam menos dor neuropática – sensação dolorosa que ocorre em uma ou mais partes do corpo e é associada a doenças que afetam o Sistema Nervoso Central, ou seja, os nervos periféricos, a medula espinhal ou o cérebro.

9. Alzheimer

A maconha medicinal e alguns dos produtos químicos da planta têm sido usados ​​para ajudar aqueles que sofrem com Alzheimer a ganhar peso, e uma pesquisa descobriu que ela diminui a incidência do comportamento agitado que os pacientes podem apresentar. Num estudo celular, os investigadores descobriram que a maconha retardava o progresso de depósitos de proteína no cérebro. Os cientistas acreditam que estas proteínas podem ser parte do que faz com o Alzheimer surja, embora ninguém saiba, até hoje, o que causa a doença.

8. Artrite

Um estudo com 58 pacientes usando derivados de maconha descobriu que eles sentiam menos as dores da artrite e dormiam melhor. Outra revisão de estudos concluiu que a maconha pode ajudar a combater a inflamação que causa dor.

7. Asma

Os estudos são contraditórios, mas alguns trabalhos iniciais sugerem que a maconha reduz a asma induzida pelo exercício. Outros estudos com células mostraram que fumar maconha poderia dilatar vias respiratórias humanas, facilitando a passagem do ar. Entretanto, alguns pacientes experimentaram uma sensação de aperto no peito e na garganta. Um estudo realizado em ratos de laboratório encontrou resultados semelhantes.

6. Câncer

Estudos em animais mostraram que alguns extratos de maconha podem matar algumas células cancerosas. Outros estudos celulares mostram que ela pode parar o crescimento do câncer e, em camundongos, o THC, o ingrediente psicoativo da maconha, melhorou o impacto da radiação sobre as células cancerosas. A maconha também pode evitar a náusea que geralmente acompanha a quimioterapia, extremamente agressiva e de amplo espectro, usada para tratar o câncer.

5. Dor crônica

Alguns estudos em seres humanos e animais pequenos mostram que os canabinoides pode ter um “efeito analgésico substancial”. Em meados do século XIX, pessoas os utilizavam amplamente para o alívio da dor. Alguns medicamentos à base de cannabis como Sativex estão sendo testados em pacientes com esclerose múltipla e usados para tratar a dor do câncer. O medicamento foi aprovado no Canadá e em alguns países europeus, mas, por mais que possa ser importado sob condições especiais, ainda não pode ser vendido no Brasil. Em outro teste envolvendo 56 pacientes humanos, os cientistas observaram uma redução de 30% na dor em indivíduos que fumavam maconha.

4. Doença de Crohn

Em um pequeno estudo piloto de 13 pacientes assistidos por mais de três meses, os pesquisadores descobriram que inalar a cannabis melhorou a vida de pessoas que sofrem de colite ulcerativa e doença de Crohn – ambas doenças inflamatórias intestinais. Ajudou a aliviar a dor que os pacientes sentiam, além de limitar a frequência de diarreia e ajudar com o ganho de peso.

3. Epilepsia

Os primeiros testes feitos com o extrato da maconha medicinal do Centro Médico Langone da Universidade de Nova York mostraram uma redução de 50% na frequência de certas convulsões em crianças e adultos. Ao todo, 213 pacientes estiveram envolvidos nesta pesquisa recente.

2. Glaucoma

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira. Os cientistas analisaram o impacto do THC sobre esta doença no nervo óptico e descobriram que ele pode reduzir a pressão ocular, mas também pode reduzir a pressão arterial, o que pode prejudicar o nervo óptico devido a um fornecimento de sangue reduzido. Um pequeno estudo descobriu que o THC também pode ajudar a preservar os nervos.

1. Esclerose Múltipla

Usar a maconha ou alguns dos produtos químicos da planta pode ajudar a prevenir espasmos musculares, dores, tremores e rigidez, de acordo com estudos em estágio inicial e principalmente observacionais envolvendo animais, testes de laboratório e um pequeno número de pacientes humanos. A desvantagem é que, de acordo com um pequeno estudo com 20 pacientes, a substância também pode prejudicar a memória.
Depois disso tudo, não precisamos nem dizer que os grandes prejudicados pelas restrições impostas à pesquisa científica com a maconha são os pacientes. É aquele bom e velho medo do desconhecido, que assola a raça humana desde que o mundo é mundo – e contra o qual a ciência luta constantemente. Fica a torcida para que consigamos nos aprofundar nos estudos da maconha medicinal e, possivelmente, beneficiar milhares de doentes no mundo todo. [CNNGizmodoPfeizer]

Fonte: Hypescience

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

REPÓRTER TV ENTREVISTA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE SOBRE PROJETO QUE PREVER A LIBERAÇÃO DA MACONHA, VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA?


A matéria expõe um tema polêmico sobre à liberação da maconha com finalidades recreativas. Confira a entrevista com o Senador Cristovam Buarque proponente do projeto de Lei. A maconha foi liberada na Holanda desde 1976 e em vários países. O Estado do Colorado foi o primeiro Estado dos Estados Unidos a liberar à Cannabis. Foi constatado que à saúde, a criminalidade, a economia tem melhorado consideravelmente. Alasca e Oregon serão os próximos a legalizar à cannabis. Entretanto, o Senador recomenda cautela. A substância derivada da Canabis, Canabidiol já foi liberada, liberar à maconha é questão de tempo. 

Fontes: EBC/ Texto em Inglês, baseado no resumo que traduzi INDEPENDENT SENADO EM FOCO


terça-feira, 24 de junho de 2014

Empresa lança lubrificante íntimo feminino feito com maconha medicinal


Um novo lubrificante íntimo, desenvolvido apenas para mulheres, tem em sua composição um ingrediente inusitado: maconha medicinal. Criado por Mathew Gersons, da empresa Foria, uma das funções do produtos é deixar a mulher mais relaxada. As informações são do jornal The Examiner.
Uma pequena garrafa do lubrificante, com apenas 30 ml, custará US$ 88 (cerca de R$ 196). O produto também terá como ingrediente óleo de coco e ajudará a prevenir infecções causadas por fungos. Além disso, terá seu uso pemitido junto a vibradores e outros “brinquedinhos”.
De acordo com o seu criador, um dos principais efeitos do lubrificante é criar um sentimento anti-stress, que ajudará as mulheres a chegar ao orgasmo mais facilmente. “As mulheres relatam uma sensação de realização, uma sensação de cair em uma relação sexual mais completa”, explica Gersons.


Leia mais: EXTRA GLOBO

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Maconha deve ser legalizada, e traficantes da droga, anistiados

Legalizar a cannabis e acabar com a guerra às drogas não é somente uma questão de liberdades individuais. É também uma questão de segurança pública e de direitos humanos.
A guerra às drogas está dizimando a juventude mais pobre das periferias, que morre vítima das lutas de facções, da repressão ao tráfico, da violência policial e das milícias. Ou é encarcerada pelo comércio ilegal de drogas ou, em muitos casos, pelo uso delas.
Dependendo da cor e da classe social, a mesma quantidade de substância pode ser considerada para uso ou para tráfico, e a pessoa pode ir parar em presídios superlotados, que são verdadeiros infernos e escolas do crime. 
Por isso, o projeto de lei 7270/2014, que protocolei na Câmara dos Deputados, faz muito mais do que legalizar a maconha: ele propõe uma série de mudanças radicais na política de drogas do Brasil.
A legalização tem sido o aspecto mais comentado do projeto, tanto por aqueles que são a favor quanto por aqueles que se opõem, mas a proposta vai além. Entre a lei e sua justificativa, são 60 páginas que recomendo ler a quem quiser criticá-lo. E neste artigo quero falar sobre um ponto do projeto em particular: a anistia.
Números
Mas antes disso, como diz o mestre Eugênio Raul Zaffaroni (jurista argentino), "vamos ouvir a palavra dos mortos". De acordo com o Ministério da Saúde, o uso de drogas matou 40.692 pessoas entre 2006 e 2010. Desse total, 34.573 (84,9%), morreram em decorrência do abuso (não confundir com o uso) do álcool, e 4625 (11,3%), do tabaco.
Quer dizer: 96,2% das mortes diretamente relacionadas ao uso de drogas foram causadas por duas substâncias que, na atualidade, são lícitas. A droga cujo abuso mais mata, o álcool, não só é comercializada legalmente, como também tem propaganda na televisão — feita até por deputados!
E a maconha? No relatório, ela sequer é mencionada porque é raro alguém morrer por overdose de cannabis, que, no entanto, é ilegal. Vejam que contradição! Mas tem uma série de dados em que os números se invertem: quando falamos das mortes decorrentes do tráfico ilegal e da guerra às drogas. 
Fonte: Notícias Uol

terça-feira, 20 de maio de 2014

Menino de 5 anos leva maconha de presente para professora em MS

FONTE: G1 MS
Menino de 5 anos leva maconhe de presente para professora em MS (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Droga estava enrolada em folha de caderno e foi apreendida pela polícia (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Um menino de 5 anos entregou uma porção de maconha de presente para a professora em uma escola municipal na Vila Alves Pereira, em Campo Grande. Segundo a titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Regina Márcia Rodrigues, o Conselho Tutelar foi acionado pela direção do colégio, e o caso, que ocorreu na segunda-feira (19), está sendo investigado pela Polícia Civil.
A direção da instituição acionou a Guarda Municipal, que confirmou que a porção se tratava de maconha. Após o Conselho Tutelar ter sido acionado, o menino foi levado a um abrigo, onde foi ouvido por psicólogos e assistentes sociais. Segundo Regina Márcia, o menino confirmou que pegou o entorpecente em casa.O conselheiro tutelar Benedito Carlos disse aoG1 que a criança chegou à escola com a droga e quis presentear a professora, alegando que uma tia usava todos os dias e gostava.
Equipes de conselheiros tutelares e policiais civis foram até a residência do garoto e, de acordo com Carlos, a situação no local era de abandono e sujeira. Na casa, estavam um menino de 2 anos e uma adolescente de 14, irmãos do menino, e outra adolescente de 17 anos com o filho, um bebê. Todos estavam sem documentos e também foram encaminhados ao abrigo.
A mãe das crianças não foi localizada, e o pai está preso por tráfico de drogas. A maconha que estava com o garoto foi apreendida e encaminhada à Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar).

As crianças e adolescentes vão passar por acompanhamento psicossocial e devem permanecer no abrigo como medida de proteção. A suspeita é que uma das adolescentes seja usuária de drogas.

Segundo a delegada, a polícia investiga se as crianças também faziam uso da substância. O caso está sendo investigado a partir da denúncia da escola, mas nenhum boletim de ocorrência foi registrado. De acordo com Regina, testemunhas ainda serão ouvidas.
G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura de Campo Grande, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Empresa cria camisinha sabor maconha

Empresa cria camisinha sabor maconha
Uma empresa criou uma camisinha para quem pensa em sexo protegido com um gosto diferente. O preservativo com sabor de maconha, além de prometer reproduzir o sabor da planta, ainda tem uma cor especial. Quer saber mais? Leia na Coluna Saúde.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Senado estuda proposta de legalização da maconha

Senadores vão discutir se transformam em projeto de lei sugestão enviada ao Senado com o apoio de 20 mil internautas. Texto prevê liberação da droga para uso recreativo, medicinal e industrial


Pela primeira vez, o Senado brasileiro começa a discutir a possibilidade de legalizar a maconha. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) pediu à Consultoria Legislativa da Casa um estudo sobre a viabilidade de transformar em projeto de lei uma proposta que libera o uso recreativo, medicinal ou industrial da droga. A sugestão chegou ao Senado por meio do Portal e-Cidadania e recebeu mais de 20 mil manifestações de apoio. Como relator da proposta, Cristovam terá de apresentar um parecer, opinando pela sua rejeição ou por sua transformação em projeto de lei.
A conclusão do senador será apresentada à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, que decidirá o destino da ideia. O texto sugerido aos senadores prevê que o uso da maconha seja regulamentado, a exemplo do que ocorre hoje com bebidas alcoólicas e cigarros. Estabelece, ainda, que seja considerado legal “o cultivo caseiro, o registro de clubes de cultivadores, o licenciamento de estabelecimentos de cultivo e de venda de maconha no atacado e no varejo e a regularização do uso medicinal”.
Cristovam quer saber dos consultores como estão os processos de legalização da maconha em outros países, quais são os impactos científicos e econômicos da medida, seus benefícios e custos. O estudo solicitado pelo senador também deve indicar se a liberação contribui para o aumento ou diminuição do consumo da droga.

Em dezembro do ano passado, o Senado uruguaio aprovou a legalização da produção, distribuição e venda da maconha sob controle do Estado. Pela lei uruguaia, o usuário pode comprar até 40 gramas de maconha por mês, em farmácias, e cultivar até seis pés da erva individualmente. Esse número sobe para 99 plantas caso os usuários se reúnam em clubes com 15 a 45 integrantes. O governo do país vizinho defende a medida como forma de reduzir o poder do narcotráfico e a dependência dos uruguaios de drogas mais pesadas.
Foto: Jorge Luiz/Ag. Senado

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Maconha: primeiros "coffee shops" nos Estados Unidos

Uma lei aprovada em novembro prevê nos dois estados a abertura dos primeiros "coffee shops", onde os consumidores poderão comprar até 28 gramas de maconhaOs usuários de maconha nos Estados Unidos poderão, a partir de 1º de janeiro, consumir o produto legalmente com fins recreativos no estado do Colorado e dentro de seis meses do estado de Washington.
Uma lei aprovada em novembro prevê nos dois estados a abertura dos primeiros "coffee shops", onde os consumidores poderão comprar até 28 gramas de maconha a cada vez de forma legal, desde que tenham pelo menos 21 anos.
A lei é uma novidade no continente americano, onde até pouco tempo imperava uma combinação de proibição e repressão aos consumidores, além de um combate armado aos produtores e traficantes, sobretudo nas Américas Central e do Sul.
Mas as coisas estão mudando. Em maio, a Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgou um documento no qual incentiva a análise de uma eventual legalização da maconha como forma de luta contra o narcotráfico.
E em 10 de dezembro, o Senado uruguaio aprovou a legalização da produção e venda da maconha no país, sob controle do Estado.
Na América do Norte, o México, que trava uma batalha violenta contra o narcotráfico, também estuda a possibilidade, enquanto o Canadá, até agora muito repressivo, flexibilizou sua política e considera aplicar uma simples multa aos consumidores de maconha, ao invés de um processo.
Nos Estados Unidos, uma pesquisa recente mostrou que menos de 40% dos alunos que cursam o último ano do ensino médio consideram a maconha perigosa, contra 44% um ano antes. No total, 23% admitiram ter fumado maconha no mês anterior à pesquisa, número que sobe a 36% quando considerados os últimos 12 meses.
A partir desta quarta-feira, os maiores de 21 anos poderão consumir maconha abertamente nos estados de Washington e Colorado.
Novo caminho
Aqueles que plantam maconha comemoram a medida e desejam mostra o caminho para outros estados, enquanto as autoridades aguardam a arrecadação de impostos com a nova atividade comercial.
"A novidade em si basta para atrair pessoas de todas as partes", afirma Adam Raleigh, diretor da empresa produtora de maconha Telluride Bud Company, do Colorado.
"Sei de pessoas que virão de carro do Texas, Arizona e Utah".
"Nos últimos meses, recebi todos os dias entre quatro e seis e-mails, entre cinco e 10 ligações telefônicas de pessoas que pedem detalhes sobre a lei e sobre a melhor data para organizar viagens que combinem esqui e maconha", contou à AFP.
O consumo de maconha com fins terapêuticos já é legal e está regulamentado em 19 estados do país. E na maioria destes, o consumo com fins recreativos não é considerado um delito.
Mas Colorado e Washington deram um passo adiante ao com a implementação de um sistema no qual as autoridades locais supervisionarão o cultivo, a distribuição e o marketing da maconha, dando ao oeste americano um ar de Holanda com seus "coffee shops".
O mercado é gigantesco: segundo a empresa ArcView Market Research, as vendas legais de maconha aumentarão 64% entre 2013 e 2014, passando de 1,4 bilhão a 2,34 bilhões de dólares.
No Colorado, as autoridades concederam licenças a 348 lojas, enquanto o estado de Washington recebeu 3.746 pedidos de licença, sendo 867 para lojas, segundo o jornal Seattle Times, que pediu prudência.
"A legalização da maconha é um terremoto na política de controle das drogas, talvez o mais importante desde o fim da lei seca", afirma o jornal, em referência aos 13 anos (1920-1933) de vigência da proibição de bebidas alcoólicas nos Estados Unidos.
"Tanto os defensores como os detratores não têm outro remédio a não ser conter o fôlego".
FONTE: AFP

sábado, 21 de dezembro de 2013

Polícia apreende cerca de uma tonelada de maconha e bandido morre

Fotos e reportagem: Portal BO
A polícia realizou uma operação e apreendeu aproximadamente uma tonelada de maconha no bairro Nova Esperança, em Parnamirim. Durante a abordagem, três homens estavam em uma casa e um deles teria tentado fugir, sendo baleado e morto ainda dentro da residência.
O suspeito morto foi identificado até o momento apenas pelo apelido de Dinho. Além dele, outro homem foi baleado na perna e teve que ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os policiais também prenderam um terceiro suspeito que estava na residência.
No local, foram encontrados vários tabletes de maconha e, de acordo com informações preliminares, a quantidade de droga é superior a uma tonelada. O flagrante foi feito na rua Parque das Candeias, próximo ao IFRN de Parnamirim.
Um morador do local disse para a reportagem do Portal BO que as pessoas que moravam nessa casa costumavam sempre chegar em carros diferentes.
Créditos Portal BO

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cliente acha cigarro de maconha dentro de lanche nos EUA

Foto: Reprodução / TMZ

Uma funcionária da rede de restaurantes Wendy’s foi demitida e presa após um cliente ter encontrado nada menos que um cigarro de maconha dentro de um lanche. Segundo o site TMZ, o caso ocorreu no último dia 1º de novembro na cidade de Lovejoy, na Georgia.
De acordo com o departamento de polícia local, Amy Seiber, de 32 anos, foi detida após o cliente acionar a polícia logo depois de encontrar o cigarro no sanduíche.

(Foto: Reprodução / TMZ)
O cigarro de maconha foi recolhido como prova contra Amy, que admitiu ter deixado-o dentro do lanche por engano. Em entrevista ao site, o cliente que consumiu o lanche afirma que chegou a passar mal e ainda que foi hospitalizado.
Em nota oficial, o restaurante afirma que a funcionária quebrou as regras de conduta e não seguiu o protocolo de manuseio dos alimentos. “Estamos profundamente abatidos com o incidente”, continuou. A rede prometeu ainda bancar o tratamento médico do cliente.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Maconha na Nutella vira batalha judicial por pirataria de marca



Italiana Ferrero dona da famosa marca de creme de chocolate com avelã quer evitar confusão do seu produto com imitação americana que contém óleo de haxixe


SÃO PAULO - A multinacional italiana Ferrero, fabricante do creme de avelã Nutella, informou que vai tomar providências legais para proteger sua marca contra imitações.

A empresa quer evitar a vinculação do seu produto com o de uma companhia californiana que lançou a Nugtella, creme que mistura chocolate com maconha medicinal.

A Nugtella  é uma imitação da marca original criada em 1964 por Michele Ferrero. Na sua composição, ela contém óleo de haxixe, substância extraída da folha da maconha. 



Comunicado. "A Ferrero, o fabricante do creme de avelã Nutella, não tem qualquer filiação ou de nenhuma forma sancionou o  produto vendido pela Organicares - Folha de Açúcar Comestíveis sob o nome de Nugtella", afirma o comunicado da companhia italiana.

A empresa destaca que Nutella é uma marca registrada, mas evita detalhar quais são as providências legais que pretende tomar contra a empresa americana.

"A Ferrero tomará as medidas necessárias para proteger os seus direitos e não permitir que exista confusão ou semelhança com o seu celebrado creme de avelã", acrescenta o comunicado.

Segundo a Ferrero, a Nutella é um dos mais conhecidos e vendidos cremes de avelã com cacau do mundo, disponível em mais de 75 países e desde 2005 no Brasil.

Fonte: Estadão Economia

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Senado deverá votar medida apoiada por presidente no final do ano; apenas uruguaios poderão consumir droga

Reuters

A Câmara dos Deputados do Uruguai aprovou na noite de quarta-feira (31) a criação de um órgão do governo para controlar o cultivo e a venda de maconha e permitir que os residentes plantem em casa ou em clubes de fumantes. O uso da maconha já é legalizado no país, mas a venda e o cultivo não são.
AP
Homem fuma maconha do lado de fora do Congresso, onde deputados debatiam legalização da venda da droga

Após horas de debate acirrado, 50 parlamentares votaram a favor do projeto e 46 contra. O Senado deve votar a medida apoiada pelo presidente José Mujica no final deste ano.
Mujica, ex-guerrilheiro de esquerda, diz que a lei vai controlar o comércio de maconha sob diretrizes rigorosas, ajudar a combater as quadrilhas de tráfico de drogas e enfrentar pequenos crimes.
Para evitar tornar o país um destino de turismo de drogas, apenas os uruguaios seriam autorizados a usar maconha.
Os críticos dizem que a medida corre o risco de contribuir para atrair os uruguaios para drogas mais pesadas e pode irritar outros países latino-americanos que lutam contra a violência relacionada às drogas, como Colômbia e México.
O Uruguai é um dos países mais seguros da América Latina e é considerado um pioneiro na legislação liberal. Mas as pesquisas mostram que a maioria dos uruguaios se opõe à proposta.
"Estamos brincando com fogo", disse o deputado Gerardo Amarilla, membro do Partido Nacional, conservador, opositor ao projeto de lei.
A legislação prevê a criação de um Instituto Nacional de Canabis para controlar a produção e distribuição da droga, impor sanções aos infratores e formular políticas educacionais para alertar sobre os riscos do uso de maconha.
"Você pode controlar a produção e venda, o que vai ocasionar seus próprios problemas, que terão de ser abordados", disse o deputado Julio Bango, um aliado de Mujica em favor da legislação. "Ou você pode ter o que você tem agora, que é o caos."
Fonte: Último Segundo, IG

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Lanchonete na Holanda oferece maionese de maconha

Foto: Divulgação
A Holanda é conhecida em todo mundo por sua visão liberal sobre alguns tipos de drogas. O país descriminalizou a maconha e permite o uso controlado da "erva". Agora, uma rede de lanchonetes local resolveu inovar no cardápio e oferece uma maionese com sabor de maconha, segundo as informações desta matéria publicada no jornal norte-americano New York Daily.
Leia também:

Segundo Albert van Beek, o dono da cadeia de lanchonetes, a ideia surgiu por causa do cheiro da maconha vindo do coffee shop do outro lado da rua do restaurante. Por isso, o empresário resolveu criar uma maionese com o mesmo gosto da maconha para acompanhar o peixe com fritas servido por seu estabelecimento.
De acordo com van Beek, ele sempre tenta inovar nos molhos e queria algo diferente para substituir o ketchup e o vinagre nos pratos do restaurante Mannekken Pis. Mas calma, a maionese não tem tetrahidrocarbinol, o princípio ativo da maconha. Ou seja, a maionese holandesa não "dá barato". Você provaria?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Marcha da Maconha distribuirá drogas em SP


Marcha da Maconha - Reprodução

Soa como uma piada de 1º de abril, mas é verdade. O coletivo Marcha da Maconha SP está organizando um ato no qual fará "distribuição gratuita de drogas" em protesto ao Projeto de Lei 7663/10, que propõe uma série de mudanças na Lei 11.343/2006, que institui o Sistema Nacional de Política Sobre Drogas (Sisnad). A ação está marcada para a próxima terça-feira (2), às 16h20, no viaduto do Chá, centro de São Paulo. A organização do protesto não revela quais drogas serão distribuídas e se são lícitas ou ilícitas.

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"Realmente haverá a distribuição de uma variedade de drogas para que possamos chamar a atenção de quem estiver passando na rua no momento. Por ser no centro de São Paulo acreditamos que várias pessoas verão a manifestação", afirma Renato Filev, integrante do coletivo e um dos responsáveis pelo contato com a imprensa.

O Projeto de Lei, de autoria do deputado Osmar Terra (PMDB-RS), propõe que seja obrigatória uma nova classificação das drogas com base em sua capacidade de criar dependência, vinculando essa característica ao endurecimento das penas de tráfico. Institui ainda a retomada da política de internação compulsória e involuntária como pilar central para o tratamento do uso abusivo de drogas e a criação de uma espécie de sistema paralelo ao Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o coletivo, por "questão de segurança", somente no início da manifestação serão reveladas quais drogas serão distribuídas. Filev acredita que cerca de 50 ativistas da Marcha da Maconha SP irão participar da distribuição  que, segundo ele, será pacífica e sem expectativa de choque com a polícia.

Fonte: YAHOO NOTÍCIAS!