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sexta-feira, 13 de maio de 2016

TEMER COMEÇA COM REFORMA MINISTERIAL E NOMEANDO INDICIADOS NA LAVA A JATO!

Temer toma posse 12mai2016

O corte de gastos se faz necessário, o presidente em exercício reduziu o número de ministérios de 31 para 23. A presidente afastada Dilma Rousseff, não teve capacidade de dialogar, aliás, diferente do ex-presidente Lula que era maleável ela não teve essa habilidade. O mercado reagirá bem as medidas adotadas.
Ministério da Cultura, das comunicações, Desenvolvimento Agrário, das mulheres, enfim, mesmo toda celeuma de nomear ministros indiciados na lava-jato é impossível governar um país com 31 ministérios e mais de 10 mil cargos comissionados. 
Fazenda (inclui Previdência) – Henrique Meirelles
Planejamento – Romero Jucá (PMDB)
Desenvolvimento, Indústria e Comércio – Marcos Pereira
Relações Exteriores (inclui comércio exterior) – José Serra (PSDB)
Casa Civil – Eliseu Padilha (PMDB)
Secretaria de Governo – Geddel Vieira Lima (PMDB)
Secretaria de Segurança Institucional (inclui Abin) – Sérgio Etchegoyen
Educação e Cultura – Mendonça Filho (DEM)
Saúde – Ricardo Barros (PP)
Justiça e Cidadania – Alexandre de Moraes
Agricultura – Blairo Maggi (PP)
Trabalho – Ronaldo Nogueira (PTB)
Desenvolvimento Social e Agrário – Osmar Terra (PMDB)
Meio ambiente – Sarney Filho (PV)
Cidades – Bruno Araújo (PSDB)
Ciência e Tecnologia e Comunicações – Gilberto Kasssab (PSD)
Transportes – Maurício Quintella (PR)
Advocacia-Geral da União (AGU) – Fabio Medina
Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU) – Fabiano Augusto Martins Silveira
Defesa – Raul Jungmann (PPS)
Turismo – Henrique Alves (PMDB)
Esporte – Leonardo Picciani (PMDB)
Minas e Energia – Fernando Bezerra Filho (PSB)
Integração Nacional – Hélder Barbalho (PMDB)
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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

É HORA DE SITUAÇÃO E OPOSIÇÃO BUSCAR UM ENTENDIMENTO, IMPEACHMENTÉ GOLPE!

Sem dúvida, as “pedaladas” do governo Dilma e a insistência em não fazer uma reforma ministerial e medidas impopulares vem levando o país ao caos. Entretanto, é necessário buscar um entendimento e uma discussão suprapartidária em busca de um entendimento. O país é rico, autossuficiente, mas, desigual. O IMPEACHMENT é golpe arquitetado por alguns políticos do PSDB e de outros partidos. Vivemos um estado de corrupção generalizada e não tirando a presidente, diga-se de passagem eleita pelo povo que resolverá um problema estruturante. À crise não é do tamanho que à mídia mostra, embora os escândalos não são factoides, é preciso lutar juntos contra essa pandemia e continuar acreditando no país.