O corte de gastos se faz necessário, o presidente em
exercício reduziu o número de ministérios de 31 para 23. A presidente afastada
Dilma Rousseff, não teve capacidade de dialogar, aliás, diferente do
ex-presidente Lula que era maleável ela não teve essa habilidade. O mercado
reagirá bem as medidas adotadas.
Ministério da Cultura, das comunicações, Desenvolvimento Agrário,
das mulheres, enfim, mesmo toda celeuma de nomear ministros indiciados na
lava-jato é impossível governar um país com 31 ministérios e mais de 10 mil
cargos comissionados.
Fazenda (inclui Previdência) – Henrique Meirelles
Planejamento – Romero Jucá (PMDB)
Desenvolvimento, Indústria e Comércio – Marcos Pereira
Relações Exteriores (inclui comércio exterior) – José Serra (PSDB)
Casa Civil – Eliseu Padilha (PMDB)
Secretaria de Governo – Geddel Vieira Lima (PMDB)
Secretaria de Segurança Institucional (inclui Abin) – Sérgio Etchegoyen
Educação e Cultura – Mendonça Filho (DEM)
Saúde – Ricardo Barros (PP)
Justiça e Cidadania – Alexandre de Moraes
Agricultura – Blairo Maggi (PP)
Trabalho – Ronaldo Nogueira (PTB)
Desenvolvimento Social e Agrário – Osmar Terra (PMDB)
Meio ambiente – Sarney Filho (PV)
Cidades – Bruno Araújo (PSDB)
Ciência e Tecnologia e Comunicações – Gilberto Kasssab (PSD)
Transportes – Maurício Quintella (PR)
Advocacia-Geral da União (AGU) – Fabio Medina
Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU) – Fabiano Augusto Martins Silveira
Defesa – Raul Jungmann (PPS)
Turismo – Henrique Alves (PMDB)
Esporte – Leonardo Picciani (PMDB)
Minas e Energia – Fernando Bezerra Filho (PSB)
Integração Nacional – Hélder Barbalho (PMDB)
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