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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

O Projeto Living and Learning no Caldeirão do Hulk

A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e atividades ao ar livre

O que é e como originou? Na verdade o início de tudo isso começo com um desses sonhos absurdos e aos olhos dos incrédulos, impossível. Tinha um sonho de aprender inglês, desde criança era fissurado em escutar rádios internacionais, imitava em Inglês, Francês, Italiano e Espanhol, cantava músicas, coisas de criança. 

Em 1986 através de um rádio modelo Sânio comecei a sintonizar as Ondas Curtas, SW (SHORT WAVES STATION) hábito que continuei com o ritual até 2011. Rádio do Alabama e BBC de Londres. 

A fluência veio com estrangeiros em 2003 através da Agência Temática Expedições e conheci guias como Margarete, Nilton (Poliglota), Glades, dentre outros que me ensinaram muito, afinal o que fazia era entender mal e aprendi muito com eles. 

Quando e por que surgiu o projeto? Em 2004 incentivados por Nonato, Quinho, João Maria, Solange, Cida de João da Banda, Chiquinho de Telma,  Airon, Cacá de Cirilo,  dentre outros amigos. O objetivo era o mesmo, incentivar e popularizar o ensino do idioma. As crianças,, hoje rapazes tinham 07 a 09 anos. 

Por que levar o projeto para Luciano Hulk? Buscar parceiros, empresas que apostem e amplie criando núcleos, Espaço Cidadão para oferecer de forma gratuita (aos alunos de baixa renda) acesso ao idioma aproveitando os aplicativos e sites que ensinam gratuitamente. Professora Elen Fernandes, do Expert School Online, renomada professora vem apoiando com material que é trabalhado Inglês em Vancouver. Dessa forma, também buscamos padrinhos para o projeto, como ajudar carlosrn31@yahoo.com.br (84) 9 8844-3297. Compartilhe e faça chegar em mãos do próprio Luciano. 

Padrinhos e patrocinadores do projeto 

Damião Carlos Dantas

Agência 1106-1
Conta Corrente 106003-1

Banco do Brasil. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Como ser parceiro do projeto Living and Learning?


A imagem pode conter: Carlinhos de Cabano e Maik Medeiros
Desde 2004 quando foi criado tem como objetivo incentivar jovens, crianças, adultos sobretudo jovens de classe baixa sem condições financeiras de pagar um bom curso. Incentivar o self-studying (o estudo por contra própria, self-taught, autodidatas), curiosos e afins.
Quem desejar apoiar o projeto, basta ser parceiro, no caso do comércio tem a logomarca e produto inserido. O último lançamento do projeto aconteceu em 02/2017 e relançado em 2018.
Para maiores informações Whatsapp (84) 9 8844-3297 Carlinhos, idealizador do projeto.

domingo, 17 de junho de 2018

Projeto de Lei 580, presos poderão pagar suas despesas

A imagem pode conter: texto



Presos poderão ser obrigados a ressarcir o Estado pelos custos de sua permanência nos sistemas prisionais. A proposta é do senador Waldemir Moka (PMDB-MS), autor do Projeto de Lei do Senado (PLS) 580/2015. Na visão dos advogados, a proposta deve prejudicar os mais pobres.
O projeto altera a Lei de Execução Penal (Lei 7.210/1984) para determinar que cada preso contribua com o Estado para custeio de suas despesas no estabelecimento prisional. Caso não possua recursos próprios para o ressarcimento, o preso deverá trabalhar para compensá-los.
O PL está em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde sera será votado em decisão terminativa. Ou seja, se aprovada e não houver recursos para sua apreciação em Plenário, seguirá direto para a Câmara dos Deputados.
Dados do Grupo de Estudos Carcerários Aplicados da Universidade de São Paulo (USP) calculam que um preso custa à administração pública R$ 1,5 mil por mês, em média. Esse valor pode triplicar em caso de o preso estar em presídio federal.
Em uma consulta popular no site do Senado com cerca de 29 mil manifestações, 97% dos participantes afirmaram ser favoráveis à aprovação da matéria.
Para Moka, a grave situação do sistema prisional brasileiro decorre, principalmente, da falta de recursos para mantê-lo. A contribuição dos presos para as despesas com assistência material poderia ampliar esses recursos e melhorar o sistema.
De acordo com o último levantamento feito pelo Ministério da Justiça, concluído em 2014, o Brasil tem a quarta maior população carcerária do mundo. São 622 mil presos — número de presos menor apenas que os dos Estados Unidos (2,2 milhões), da China (1,6 milhão) e da Rússia (644 mil).
Waldemir Moka destaca que a própria Lei de Execução Penal, no artigo 29, já prevê que a remuneração do trabalho do preso se destine ao ressarcimento ao Estado das despesas realizadas com sua manutenção, sem prejuízo de outras destinações, como a indenização dos danos causados pelo crime, a assistência à família e pequenas despesas pessoais. O trabalho deve ser feito na medida das aptidões e capacidade do preso, com jornada de seis a oito horas e direito a descanso nos domingos e feriados.
"Somente transferindo para o preso o custo de sua manutenção no presídio é que o sistema penitenciário poderá melhorar e, ao mesmo tempo, por via oblíqua, proporcionar destinação de mais recursos para outras áreas, como os serviços públicos de saúde e educação", defendeu o senador na justificação do projeto.
Inconstitucionalidade

Segundo o advogado criminalista e constitucionalista Adib Abdouni, para que a proposta alcance seus objetivos, o Estado deve implementar medidas efetivas que viabilizem a operacionalização do trabalho do preso.

“Vale observar que, se for transformada em lei, a medida atingirá apenas pequena parcela dos encarcerados, posto que a população dos presídios é composta, em sua esmagadora maioria, por pessoas cuja renda ou patrimônio são manifestamente insuficientes para fazer frente a esse ressarcimento”, argumenta Abdouni. “A solução imediata para o investimento, custeio e manutenção das unidades prisionais deve ter como fonte a receita própria da arrecadação do Estado, e contar, definitivamente, com a vontade política dos governantes. ”
De acordo com o criminalista Fernando Augusto Fernandes, a proposta do senador Waldemir Moka é parcialmente inconstitucional, porque o artigo  150, inciso II, veda tratamento desigual ao contribuinte na criação de taxas, e o artigo 5, inciso XLVII da Constituição Federal (CF), proíbe o trabalho forçado, mas o permite para fins educacionais e produtivo.
“Desta forma, nenhum preso pode ser obrigado a trabalhar para pagar pelo cumprimento de pena. Embora o artigo 145, inciso II, estabeleça a possibilidade da criação de taxa pela utilização do serviço público e a cobrança àqueles que podem contribuir”, diz. “Todavia, a proposta está longe de resolver o problema do sistema prisional. A massa carcerária é composta de pobres que não têm condições de arcar com suas despesas, e o artigo 144 da CF define segurança como dever do Estado”.
O advogado Marcus Vinicius Macedo Pessanha, do Nelson Wilians e Advogados Associados, especializado em Direito Constitucional e Administrativo, também vê a inconstitucionalidade da medida. “Além disso, nosso país é signatário de diversos tratados internacionais que vedam a execução de trabalho forçado ou obrigatório. Como o Pacto de San José da Costa Rica”, explica. “E os tratados internacionais que protegem os direitos humanos e da dignidade da pessoa humana são recepcionados com força de dispositivo constitucional, na ordem jurídica brasileira.”
O criminalista Daniel Bialski, sócio do Bialski Advogados Associados, destaca que a imposição de trabalho já acontece, “inclusive, possibilita redução da pena — 3 dias trabalhados correspondem a 1 dia de pena. “O termo técnico jurídico para isso é remição. Querem acelerar o andamento do projeto, por conta da pressão exercida no calor dos acontecimentos, porém, não se pode pular etapas sem nenhum estudo prévio e adequado”, afirma.
“Existem pontos importantes a serem analisados, como: quem atribui valor; se será prisão pública, privada ou mista; se terá concorrência; se poderá escolher o local para cumprir sua reprimenda, e, por fim, se todas as garantias pessoais previstas na Constituição Federal — assistência nas diversas modalidades — serão preservadas.”
Para a advogada constitucionalista Vera Chemim, há uma abundante fonte desses recursos, conforme dispõe o artigo 2º, e a Lei de Execução Penal prevê que o produto da remuneração pelo trabalho do preso deverá atender, entre outros, à indenização dos danos causados pelo crime, desde que determinados judicialmente e não reparados por outros meios.
“Se as medidas previstas quanto à aplicação dos recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) fossem levadas a sério, muitos dos problemas de segurança interna nos presídios poderiam ter sido contidos, e principalmente evitados”, argumenta a advogada. “Portanto, é de se refletir inicialmente sobre o que já existe sobre o tema, em matéria de legislação e pressionar os Poderes Públicos envolvidos para que efetivem tudo aquilo que já está previsto e, posteriormente, criem mais dispositivos legais apenas para aperfeiçoar o sistema prisional, no que se refere à necessidade de o preso pagar pelas suas despesas ao Estado”.
Para ela, vale lembrar que o Funpen vem, na sua maioria, da sociedade civil em forma de multas, custas judiciais, fianças, loterias, doações de instituições nacionais e internacionais e outros, “o que equivale a reforçar o fato de que o Estado tem o dever de retribuir com ações afirmativas na direção aqui proposta”.
“A lógica indica que quanto mais o Estado se propõe a criminalizar, mais se propõe a gastar com gente presa”, afirma o criminalista Fabrício de Oliveira Campos, do escritório Oliveira Campos & Giori Advogados. Segundo ele, as causas dos custos de um preso não envolvem só a conduta do condenado.
“É óbvio que quem cometeu o crime é responsável pelo fato de ser punido, mas a coisa vai além: o Estado também escolheu prender em vez de usar outra forma de punição; o Estado também não se propôs a implementar mecanismos preventivos; a sociedade em geral, de alguma forma, também deixou de lado uma série de outros mecanismos de controle até chegar-se ao ponto da ocorrência do crime. Se for para fazer a conta, na ponta do lápis, tem mais gente para pagar a fatura. Não só o condenado.” Com informações da Agência Senado.
Clique aqui para ler o Projeto de Lei.
Com informações, AGÊNCIA SENADO/CONSULTÓRIO JURIDICO
Extraída do Blog Republiquetas de Bananas

terça-feira, 5 de junho de 2018

Projeto Capacitar Brasil realizará cursos em Carnaúba dos Dantas

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Atenção #CarnaubaDosDantas, chegou a hora de se qualificar para o Mercado de Trabalho 👊🏽Inscrição nesta quarta(06) na Secretaria de Cultura e Turismo, das 08 as 17 horas. E os cursos no Centro de Turismo, nesta quinta e nesta sexta(07 e 08)😉 #ProjetoCapacitarBrasil#AquiOFuturoAcontece 

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Projeto quer conceder salário mínimo para detentos

quinta-feira, 1 de março de 2018

Câmara aprova projeto que dá poder a municípios para regulamentar Uber

ANGELA BOLDRINI E DANIEL CARVALHO
Resultado de imagem para uberBRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS0 - A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (28) uma versão pró-Uber do projeto de regulamentação de aplicativos de transportes.
O texto derrubou definitivamente uma série de exigências cogitadas inicialmente e que poderiam assemelhar aos táxis os serviços de empresas como Uber, Cabify e 99.
Por outro lado, houve uma mudança em relação à proposta aprovada no Senado, prevendo desta vez que as prefeituras possam regulamentar os aplicativos —e impor exigências específicas.
O projeto foi comemorado pelas empresas do setor e criticado por alguns representantes de taxistas —em São Paulo, parte deles considerou satisfatório, por manter a regulamentação municipal. Ele vai para a sanção do presidente Michel Temer (MDB).
O plenário votou emendas feitas pelo Senado em outubro de 2017. Nessa data, os senadores haviam retirado do texto aprovado inicialmente pelos deputados quatro pontos: obrigação de placa vermelha, exigência de que os motoristas fossem proprietários dos carros, possibilidade de regulamentação pelas prefeituras e restrição de atuação só nos municípios em que os veículos estão registrados.
Por terem sido feitas modificações ao projeto, ele retornou à Casa de origem para análise das mudanças. A única emenda derrubada foi a que retirava poder de regulamentação pelos municípios.
Pelo aprovado no Senado, as prefeituras e o Distrito Federal não poderiam mais regulamentar os aplicativos, mas só realizar a fiscalização. Assim, as regulamentações feitas por algumas cidades, como São Paulo e Brasília, perderiam a validade.
Na prática, portanto, a lei agora não muda o que já é feito: uma regulamentação a critério do município.
As outras medidas tidas como anti-Uber ficaram de fora do texto final. Assim, caberá a cada município deliberar sobre a exigência de autorização ou definir se haverá, por exemplo, limite de motoristas para o aplicativo. Um dos pontos retirados do texto exigia autorização prévia para que os motoristas circulassem.
Polêmico, o projeto foi alvo de protestos tanto de taxistas como de motoristas de aplicativos, que se aglomeraram nas galerias do plenário.
“[Se as emendas fossem derrubadas] você teria 500 mil pessoas de um dia pro outro sem estar trabalhando, e aí seria uma preocupação”, afirmou o relator do projeto favorável aos aplicativos, Daniel Coelho (PSDB-PE).
O resultado final não agradou alguns parlamentares defensores da posição dos taxistas. Tentou-se na sessão um acordo no plenário, mas as emendas acabaram votadas uma a uma. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o texto aprovado garante equilíbrio na disputa pelo mercado.
“O mais importante ficou garantido, que a regulamentação dos aplicativos será feita pelos municípios, garantindo que cada cidade vai criar sua regra”, disse Maia.
Ele deixou a Câmara com reforço na segurança e teve que desviar a rota de saída para evitar os manifestantes que aguardavam os parlamentares na escadaria de acesso ao Salão Verde. Ainda dentro do plenário, taxistas xingaram deputados.
No caso de São Paulo a reação foi diferente. "O jogo ficou zero a zero. Para nós de São Paulo, que temos a regulamentação, está satisfatório", disse Antonio Matias, presidente do Simtetaxis ( Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores nas Empresas de Táxi).
A Uber afirmou que o “texto aprovado pela Câmara ouviu a voz dos 20 milhões de usuários”. “Em vez de proibir, o texto regulamenta a atividade dos motoristas parceiros e organiza critérios para os aplicativos operarem”, diz.
Já a Cabify considerou a redação final equilibrada. “A mobilidade urbana foi assegurada com a aprovação das emendas que retiraram diversas determinações que inviabilizam o setor”, disse.

Fonte: Folha Press

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Conheça o Projeto Reinserir, Carnaúba dos Dantas



O Projeto de Integração Local para Reinserção Social do Usuário de Drogas (Projeto Reinserir) foi estruturado no ano de 2015, na 4ª Região Geoadministrativa da Paraíba, surgindo da necessidade de trabalhar a reinserção por meio de um trabalho em rede nos pequenos municípios que enfrentam problemas relacionados ao crack e outras drogas. Carnaúba dos Dantas, único município participante do Rio Grande do Norte, fez a pactuação em 2017, desenvolvendo atividades que incentivaram a integração das redes de assistência social, saúde, educação, bem como os trabalhos sociais desenvolvidos pela comunidade, promovendo a reinserção social de dependentes químicos em tratamento, bem como a prevenção ao uso de drogas. O Projeto Reinserir foi executado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com apoio financeiro da União Europeia.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Seminário detalha resultados do Reinserir, Carnaúba está inserido!

Ao final, representando a presidência da CNM e o Movimento de Mulheres Municipalistas, Tânia Ziulkoski parabenizou todos envolvidos. “Eu só posso agradecer, não tem como não nos emocionarmos com tudo o que ouvimos hoje. Vocês vão ficar na história como o primeiro estado do Brasil que conseguiu implantar e desenvolver um Projeto dessa magnitude”, concluiu.  

Continuidade

Com o fim do financiamento da União Europeia, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) dará continuidade ao Projeto com uma estrutura reduzida para apoiar os Municípios que tenham interesse em reaplicar a metodologia. 

O Projeto Reinserir


O Projeto Integração Local para Reinserção Social do Usuário de Drogas (Reinserir) foi executado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com apoio financeiro da União Europeia. A iniciativa foi desenvolvida de 2015 a 2017 na 4ª Região Geoadministrativa da Paraíba e conta com a participação de seus 12 Municípios, mais Olivedos (PB) e Carnaúba dos Dantas (RN). O Projeto atuou com o objetivo de fomentar o trabalho integrado das redes de educação, saúde e assistência social em conjunto com a sociedade civil para gerar oportunidades de reinserção social e econômica dos usuários de drogas.
Fonte: CNM

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Living and learning, um misto de bullying e caso de sucesso! Parte I

A imagem pode conter: uma ou mais pessoasImagine alguém colocar na cabeça em aprender inglês (a entender ouvindo um rádio). Essa história existiu em Carnaúba dos Dantas tornando-se conhecida em todo país 18 anos com o documentário, Pedro de Zé Maria, um Carnaubense Cabra da Peste.
O autor principal da façanha tinha apenas 15 anos quando iniciou ouvindo a BBC de Londres (SW, Short Waves, Ondas Curtas) através do rádio de pilha, um Sony. Durou pelo menos 14 anos até o atentado do World Trade Center, das torres gêmeas. Nesta época era por demais atrasada, não havia celulares, notebooks, computadores, internet.

Uma história que poderia ter um fim trágico, afinal não era tão simples assim conviver com bullhying, insultos e outras humilhações que não cabe nestas poucas linhas, mas, que tudo tem um objetivo nesta vida e se transformou num final feliz. A história continua na parte dois até entender que alguns dos sonhos foram torando realidade. Era um sonho que toda criança e adolescente falasse fluente....Terminar os estudos na Universidade de Havard, USA. O projeto Living and Learning surgiu de toda história narrada neste artigo, fique ligado que tem mais. 

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O rádio que iniciei meus estudos....Março/2010

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas

Com o ex-prefeito dr. Sérgio Eduardo (vice-prefeito em 2010), Desterro estava secretária de Educação naquela época. 

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Projeto Roda Comunitária foi classificado na 1ª etapa do prêmio municiência!

Nenhum texto alternativo automático disponível.É com imensa satisfação que vimos a público socializar nossa classificação na 1ª etapa do "Prêmio Municiência - Municípios Inovadores", que é uma iniciativa da Confederação Nacional dos Município (CNM) para identificar, reconhecer e reaplicar práticas inovadoras em gestões municipais. Estamos concorrendo ao prêmio com o Projeto "Roda Comunitária - Cidadania nos Bairros", e entre as 252 propostas cadastradas, obtivemos a classificação entre as 30 vagas da primeira fase, o que muito nos orgulha e felicita, por apontar que estamos no caminho certo! Nos alegramos em obter reconhecimento de um projeto feito por tantas mãos, e também por sermos representantes do nosso povo e do RN nessa importante premiação.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Projeto aumenta penas e condiciona liberdade de estuprador à castração química

bolsonaro 25092013A Câmara analisa o Projeto de Lei 5398/13, do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que estabelece a castração química como condição para o condenado por estupro voltar à vida em sociedade. A proposta também altera a Lei de Crimes Hediondos (8.072/90) para incluir essa obrigatoriedade na progressão do regime.
Atualmente, o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) estabelece que o condenado por crime doloso com violência ou grave ameaça, como o estupro, só pode ser solto se ficar comprovada a intenção de não mais cometer o crime.
Segundo Bolsonaro, países como Estados Unidos, Inglaterra, Itália e Polônia têm leis que estabelecem a castração química com resultados positivos. “Tais medidas, por si só, já inibem a ocorrência de crimes do gênero em maior quantidade nesses países”, afirmou. De acordo com ele, há uma tendência mundial de mobilização contra a violência sexual, em especial sobre a reincidência em crimes de estupro.
Penas maiores
O projeto também aumenta as penas para estupro e estupro de menores de 18 anos. Pela proposta, a pena mínima para estupro sobe de 6 para 9 anos; e a máxima vai de 10 para 15 anos.

Nos casos de estupro de adolescente entre 14 e 18 anos, a pena deve variar entre 12 e 18 anos, e não mais de 8 a 12 anos, como atualmente. Para estupro em que a vítima morre, a pena mínima sobe de 12 para 18 anos.
Nos casos de estupro de menor de 14 anos, a pena subirá de 8 a 15 anos para 12 a 22 anos. Se a vítima ficar gravemente ferida, a pena passa de 10 a 20 anos para 15 a 25 anos. Quando a criança ou adolescente morrer, a pena mínima será de 18 e não mais 12 anos.
Tramitação
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, depois, seguirá para o Plenário.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Projeto Living and Learning foi lançado em Carnaúba dos Dantas!

A noite de ontem (02) de fevereiro, foi lançado o projeto “Living and Learning com a participação de nossos jovens que participarão do grupo de estudo. O projeto é completamente gratuito e tem dado frutos, foi iniciado em 2004 e continua com o mesmo formato. Idealizado por mim, o projeto objetivo fortalecer políticas públicas de prevenção e enfrentamento às drogas, incentivar os alunos na prática da Língua Inglesa.
Lembrando que buscamos parceiros para o projeto e doadores voluntários. Agradecimentos especiais a prefeitura municipal de Carnaúba e à Filarmônica 11 de dezembro, parte dos alunos fazem parte do belo projeto. A professora Elen Fernandes do Expert School Online que gentilmente sedeu o material que será trabalhado com os alunos. 




Saiba como ajudar
Divulgaremos sua empresa, em troca, você ajuda o projeto.
Damião Carlos (Coordenador e idealizador do projeto)
Agência: 4197-1

Conta corrente: 6003-8

Telefone (84)98844-3297 Whatsapp
E-mail: carlosrn31@yahoo.com.br

Material da professora ELEN FERNANDES http://expertschoolonline.com.br/ 
Acesse e coloquem o e-mail. 

CLIQUE AQUI (Canal Elen Fernandes) e receba dicas gratuitas. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

ALUNOS DO COLÉGIO EDUCANDÁRIO JESUS MENINO REALIZOU AULA DE CAMPO NO GEOSSÍTIO XIQUE-XIQUE I!

A manhã de hoje, (24) foi reservada aos alunos do 3º, 4º e 5º anos do colégio Educandário Jesus Menino, Currais Novos, RN. Foi um momento de descontração e aprendizado. Acompanhado dos guias Dean carvalho e Carlinhos os alunos aprenderam um pouco mais sobre os aspectos econômico, geológico, arqueológico e cultural de Carnaúba dos Dantas. As imagens não deixam nenhuma dúvida sobre o grau de satisfação. Em nome da coordenadora pedagógica, Márcia, agradecemos a todos os professores e diretores que fazem a renomada instituição de ensino. 
Para agendamento ligue (84) 98844-3297/Carlinhos ou 98882-0302 Haniere contato@maresertao.com.br FACEBOOK: MAR E SERTÃO 


Subida para o sítio Xique-Xique I 
Sol causticante
Ao fundo o abrigo sobre rocha, Xique-Xique I
Explanação de Dean Carvalho
Descanso, parada para tomar água e explicação

Fila indiana

Início da caminhada


domingo, 20 de novembro de 2016

Projeto quer reduzir pena de detentos no ES por meio da leitura

Presídio de Xuri: equipamentos serão usados para aumentar a segurança (Foto: Carlos Alberto Silva/ A Gazeta)Presídio de Xuri (Foto: Carlos Alberto Silva/
A Gazeta)
Um projeto da Defensoria Pública da União no Espírito Santo (DPU-ES) propõe a redução da pena de detentos por meio da leitura de livros. O objetivo é ressocializar e educar os presidiários para que não voltem para o mundo do crime.
O detento vai ter até quatro dias a menos na pena a cada livro lido. Para provar, ele precisa fazer uma resenha, corrigida por alunos e professores universitários e homologada por um juiz da Vara de Execuções Penais.
A defensora pública Karina Rocha Mitleg Bayerl é idealizadora de uma campanha chamada ‘Remir pela leitura’, que prevê arrecadar livros para os presídios do estado.
Segundo ela, a inspiração veio de ideias semelhantes em outros estados e em uma penitenciária de São Mateus, no Norte do Espírito Santo, onde o projeto já existe, por iniciativa da direção.
"Eu vejo a remissão da leitura não apenas como uma forma para reduzir a pena, mas para fazer um trabalho integrado com a psicologia e assistência social, para se fazer um perfil desse interno e trabalhar melhor a ressocialização dele”, analisou a defensora.
Próximos passos
A defensora explica que junto à arrecadação dos livros é realizada uma conversa com o governo do estado, para que um projeto de lei seja levado à apreciação dos deputados na Assembleia Legislativa para formalizar a remissão das penas.

A doação dos livros que serão levados para os presídios já pode ser feita por qualquer pessoa na sede da Defensoria Pública da União, no Bairro Santa Lúcia, em Vitória, até março de 2017.
Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça disse que ainda não foi procurada para discutir a proposta de remissão pela leitura, mas foi convidada para um evento nesta segunda-feira (20) para tratar do assunto.
A secretaria disse que existem, hoje, 2,6 mil internos trabalhando e 2,5 estudando e oferecerá 6 mil vagas em cursos de qualificação profissional até o final do ano.
Fonte: G1/ES

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Vereadores fazem moção de repúdio contra Jean Wyllys por projeto que não existe

Uma sessão da Câmara Municipal da cidade de Feira de Santana (BA) chamou a atenção na última semana em função dos discursos inflamados contra um projeto de lei que, no fim das contas, não passa de um boato de internet. 
De acordo com a coluna do jornalista Lauro Jardim, no jornal O Globo, os parlamentares proferiram uma série de declarações negativas por causa de uma história a respeito de um projeto do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), que supostamente retiraria da Bíblia textos considerados homofóbicos – como se isso não fosse motivo suficiente para suspeitar da veracidade da informação. 
Mesmo assim, os vereadores baianos não consideraram que um deputado brasileiro não dispõe de poder para mudar as escrituras consideradas sagradas, muito menos checaram na internet se a informação, que percorre redes sociais e celulares alheios há mais de ano, não passa de boataria. 
“Quero parabenizar por essa abordagem nesta manhã. É um projeto natimorto, não tem Congresso que aprove, porque não foi o Congresso que estabeleceu a Bíblia”, disse o vereador Justiniano França (DEM), sem considerar que as suas próprias declarações são indícios de que tal história é questionável. 
Edvaldo Lima (PP) ainda alegou que fará uma “moção de repúdio” a Jean Wyllys. Em sua página oficial no Facebook, o deputado do PSOL se manifestou. "Inacreditável!“, publicou. "Como se fosse para esse tipo de palhaçadas que os vereadores recebem dinheiro público." 
Foto: Agência Brasil/Yahoo Notícias

terça-feira, 28 de junho de 2016

O município de Carnaúba participa do projeto Cidades Digitais


A prefeitura de Carnaúba dos Dantas, através da secretaria municipal de turismo participou do projeto “Cidades Digitais”. O município já mapeou os pontos inteligentes, vale lembrar que já está na fase de catalogação.
O Ministério das Comunicações publicou hoje a portaria que abre o processo de seleção dos munícipios para o Minha Cidade Inteligente, uma evolução do programa Cidades Digitais. As prefeituras interessadas poderão concorrer em três grupos, de acordo com o tamanho de sua população.
O Minha Cidade Inteligente tem como objetivo modernizar a gestão das prefeituras contempladas. Para isso, levará aos municípios uma infraestrutura de rede de fibra óptica de alta capacidade conectando os órgãos públicos locais, além de pontos públicos de acesso gratuito à internet pela população e capacitação aos servidores.
O programa também prevê ações na área de internet das coisas. Para isso, haverá implantação de infraestrutura e utilização de tecnologia para monitorar serviços como iluminação, trânsito e segurança. O objetivo é obter dados que permitam uma gestão mais eficiente desses setores por parte das prefeituras.
A seleção dos municípios será feita em três diferentes categorias: pequeno (menos de 100 mil habitantes); médio (entre 100 mil e 1 milhão de habitantes) e grande (mais de 1 milhão de habitantes). Preferencialmente, 60% dos municípios selecionados em cada grupo deverão ser das regiões Norte e Nordeste.
o prazo de inscrição das propostas terá início no dia 1º de junho e se estenderá até o dia 30 de junho. Em seguida, haverá a análise e seleção dos municípios. A previsão é de que a divulgação dos municípios selecionados ocorra em agosto.

De acordo com a portaria, o Minha Cidade Inteligente será implementado com recursos do Orçamento Geral da União para o exercício de 2016.
Imagem, créditos: Jornal EL PAÍS

Edição brasileira do El País destaca projeto de Rogério Marinho


Um dos maiores jornais da Europa, o espanhol El País destacou em sua edição brasileira projeto apresentado pelo deputado federal Rogério Marinho (PSDB) na Câmara dos Deputados. Segundo a proposta do parlamentar, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) passaria a ser analisada obrigatoriamente pelo Congresso Nacional antes de ser posta em prática pelo Ministério da Educação (MEC).

O jornal abordou a disputa ideológica que existe no país atualmente, destacando que a mesma já domina também os debates na educação. A mesma matéria também destaca as discussões em torno do projeto Escola Sem Partido, que visa combater a doutrinação ideológica dentro de sala de aula. O deputado Rogério Marinho também possui proposta semelhante, que criminaliza o assédio ideológico no ensino brasileiro.

Em entrevista ao El País, Rogério Marinho afirmou que o Brasil forma educadores de "viés ideológico". Para o tucano, no processo de consulta pública do BNCC, feito pelo MEC, não é possível saber se houve uma "triagem" e se só foram consideradas as opiniões que eram parecidas com às do Ministério, gerido até então pelo PT. 

"As famílias e seus representantes têm que ser consultados. Não há órgão mais representativo para a sociedade brasileira, queiramos ou não, do que o Congresso Nacional", ressalta Rogério. O projeto ganhou um relator na Comissão de Educação da Câmara na semana passada e a perspectiva é que possa ir à votação no colegiado ainda este semestre.

A BNCC determinará o que cada aluno deverá aprender, ano a ano, e o que se espera que ele saiba, exatamente, ao final daquele período letivo, estabelecendo uma base educacional única para todo o país. Até agora, já foram apresentadas duas versões da Base, ambas recheadas de visões ideológicas, na opinião de Rogério Marinho.

Confira a matéria da versão brasileira do jornal El País completa neste linkhttp://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/22/politica/1466631380_123983.html.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Delegado Federal do MDA no RN e o Coordenador do Projeto Dom Hélder Câmara vão participar de reunião em PARAU

A secretaria de Agricultura e Pesca de Parau, em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores rurais do município, junto com a coordenação do conselho do RN Sustentável e outras instituições estão organizando os preparativos para a realização de uma reunião que vai discutir a 2ª. fase do Projeto Dom Hélder Câmara/Ministério do Desenvolvimento Agrário no Estado do Rio Grande do Norte com a ampliação do atendimento de municípios no território Sertão do Apodi.
Reunião terá presença do Coordenador do PDHC, Gonçalo Filho e o Delegado Federal do MDA, Caramurú Paiva.
Segundo informou Neném do Gás secretário de Agricultura e Pesca, a reunião será realizada dia 8 de abril, na Câmara de Vereadores, a partir das 14;00h e contará com a presença do Coordenador do Projeto Dom Hélder Câmara, Gonçalo Filho e o Delegado Federal do MDA no RN, Caramurú Paiva.

Prefeito Antônio de Narciso, confirmou presença em reunião

Neném do Gás, informou ainda que já está sendo feita a mobilização de todos os representantes das Associações Rurais, Conselhos Municipais e outras instituições que tem atuação no fortalecimento da agricultura no município.

Nenen do Gás:“Era uma reivindicação antiga  do Fórum das Associações".
 “Com a chegada do PDHC em Parau, os agricultores familiares beneficiados receberão assistência técnica permanente e capacitação que vai fortalecer todo processo de produção e comercialização”, esclareceu Neném do Gás. “Era uma reivindicação antiga de todo nosso movimento social”, completou o secretário.

Fonte: BLOG FOCOELHO