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domingo, 4 de fevereiro de 2018

Reforma da Previdência dominará debates no retorno das atividades do Congresso

Brasília - O Congresso Nacional analisa e vota cinco vetos presidenciais que trancam a pauta (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O Congresso Nacional retoma as atividades nesta segunda-feira (5), com a votação da reforma da Previdência no centro dos debates. Ainda sem consenso entre os parlamentares, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 é tratada como tema prioritário do ano pelo presidente da República, Michel Temer.
Na Câmara dos Deputados, a matéria está prevista para ser lida em plenário ainda nesta segunda-feira. Segundo o ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun, outro texto deve ser apresentado pelo relator da matéria, deputado Arthur Maia (PPS-BA). Em uma tentativa de aprovar a PEC, o parlamentar tem reunido novas contribuições ao texto de setores da sociedade ainda descontentes com a proposta.
Apesar dos esforços do Planalto, a votação marcada para o dia 19 deste mês, pode não acontecer nessa data. A pauta de apreciações do plenário é atribuição do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que tem afirmado que somente colocará o tema em pauta quando tiver garantia dos votos necessários para aprovação. Segundo o ministro Carlos Marun ainda faltam entre 40 e 50 votos para alcançar os 308 votos favoráveis necessários, em dois turnos, para aprovação da proposta na Câmara. Para entrar em vigor, a medida também deve ser apreciada em dois turnos pelo Senado.
Solenidade
Regimentalmente previsto para sexta-feira (2), o início dos trabalhos do Congresso Nacional foi adiado pelo presidente da Casa, senador Eunício de Oliveira (PMDB-CE). A sessão solene do Congresso Nacional de abertura da legislatura está marcada para as 17h, no Plenário Ulysses Guimarães. O início do ano legislativo de 2018 será menos solene, já que, diferentemente dos anos ímpares, não haverá eleição dos presidentes da Câmara nem do Senado. Os chefes das duas Casas Legislativas são eleitos a cada dois anos, não podendo ser reeleitos exceto quando há mudança de uma legislatura para outra, a cada quatro anos.
Atualmente, o presidente do Senado é Eunício Oliveira, eleito em 2017 em substituição do senador Renan Calheiros (PMDB-AL). A Câmara é comandada por Rodrigo Maia (DEM-RJ), que assumiu em julho de 2016 após a queda de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Operação Lava Jato.
Durante a sessão, como ocorre todos os anos, será lida uma mensagem encaminhada pelo Poder Executivo aos parlamentares, com os projetos e as expectativas consideradas prioritárias pelo governo federal em 2018. Caso o presidente Michel Temer não compareça ao evento, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, ou algum outro membro do governo poderá representá-lo.
Câmara dos Deputados
De acordo com o deputado Rodrigo Maia, além da reforma da Previdência, as prioridades da Casa são os projetos para a modernização da Lei de Licitações; do fim das desonerações sobre a folha de pagamento e da capitalização da Petrobras. Outras propostas ainda devem ser encaminhadas pelo Executivo, como a atualização da Lei de Falências e o novo marco regulatório do saneamento básico.
A privatização da Eletrobras, proposta liberada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, na sexta-feira (2) também está prevista para ser analisada. O ministro atendeu um pedido da Câmara dos Deputados ao entender que um juiz de primeiro grau usurpou a competência do Supremo ao analisar a legalidade da MP. No dia 11 de janeiro, o juiz da 6ª Vara Federal de Pernambuco, Cláudio Kitner, suspendeu parte da medida provisória editada pelo governo federal que inclui a Eletrobras e suas subsidiárias, como Furnas, Chesf, Eletronorte, Eletrosul e CGTEE, dentro do programa de privatização.
O fim foro privilegiado para autoridades nos casos de crimes comuns é outro assunto que também deve estar na pauta da Câmara. Em texto já aprovado pelo Senado, todas as autoridades e agentes públicos hoje beneficiados pelo foro responderão a processos na Justiça comum. As únicas exceções são os chefes dos Três Poderes da União - Executivo, Legislativo e Judiciário - e o vice-presidente da República.
Senado
A análise de medidas provisórias deve tomar muito tempo dos senadores nesse retorno ao trabalho. Até agora 22 MPs aguardam análise. Dessas, oito já tiveram as respectivas comissões mistas instaladas e outras duas já passaram por essa etapa e aguardam a deliberação da Câmara dos Deputados para serem remetidas ao Senado.
Na pauta há ainda 12 MPs que aguardam a instalação das comissões mistas. Uma delas é a MP 808/2017, que altera regras da reforma trabalhista, em vigor desde novembro do ano passado.
Há ainda a 808/2017 que altera pontos polêmicos da reforma trabalhista (Lei 13.467/2017). Entre as principais mudanças está a que trata dos trabalhos intermitente e autônomo previstos na nova legislação. A MP faz parte de um acordo firmado com parlamentares de sua base, para evitar que mudanças que os senadores queriam fazer, levasse o texto para mais uma votação na Câmara.
O tema promete discussões acaloradas. Os parlamentares apresentaram 967 emendas à medida provisória, que modifica 17 artigos da reforma. Entre as alterações propostas está a que determina que as grávidas e lactantes devam ser afastadas de atividades e locais de trabalho insalubres com ou sem apresentação de atestado médico, ao contrário do que determina a nova lei.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Entenda por que a Reforma da Previdência não será aprovada neste governo!

Os políticos ainda não sentiram a pressão que será feita. No caso da reforma da previdência, Temer não poupará emendas, ministérios /cabides para que a aprovação seja feita com sucesso. Não deixe barato, pressione o deputado do seu estado, o país não aguentará esse modelo de gestão.

Deixar claro que as reformas são necessárias, a sangria não! O país que queremos urge mudanças, desde que elas sejam feitas respeitando à Constituição Federal. 

Clique e Veja os principais pontos do relatório da CPI da Previdência

domingo, 20 de agosto de 2017

Após críticas, deputados falam agora em 'semidistritão'

FOTO:DIDA SAMPAIO/ESTADÃO
RANIER BRAGON
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - É tal o nível de idas e vindas, confusão e divergência na reforma política atualmente votada pela Câmara que deputados começaram a discutir nesta quarta-feira (16) um modelo eleitoral possivelmente inédito no mundo, o "semidistritão".
Ou "distritão ligth", "distritão misto", ainda não se chegou a um acordo sobre o nome oficial da proposta.
A ideia foi discutida na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que reuniu pela manhã líderes dos principais partidos governistas e de oposição para tentar reunir apoio ao "distritão", o modelo de onde deriva o "semidistritão".
A exemplo do padrinho, o mais novo modelo já nasceu sob polêmica e uma chuva de ironias. Se o "distritão" só existe no Afeganistão, Jordânia, Vanuatu e Ilhas Pitcairn, o "semidistritão", dizem deputados, pode ser celebrado como genuína criação nacional.
Até as 18h não havia consenso nem apoio suficiente para aprovação de nenhum dos dois e a Câmara seguia no impasse: não sabia se votava ou não a alteração ainda nesta quarta.
O MODELO
Para entender a polêmica: em 2015 o Supremo Tribunal Federal proibiu as empresas de continuar a abastecer financeiramente as campanhas políticas. Dessa decisão deriva a atual reforma política, que pretende ampliar o financiamento público aos candidatos.
Apesar da troca do dinheiro empresarial por aquele saído dos cofres públicos, o bolo será menor. Calcula-se que metade do que os candidatos tiveram à disposição em 2014.
Por isso, o mundo político pretende enterrar o atual modelo de eleição para a Câmara, o "proporcional", que estimula os partidos a lançar o maior número de candidatos possível. Isso porque as cadeiras são distribuídas com base no total de votos recebido pela sigla ou candidatos, eleitos ou não eleitos.
Para resolver o problema, o mundo político ressuscitou o "distritão", modelo defendido pelo PMDB de Michel Temer e já rejeitado pelos deputados em 2015.
Esse sistema pressupões o lançamento de bem menos candidatos, pois são eleitos os mais votados. Os votos dados aos não eleitos e aqueles direcionados em excesso aos eleitos são jogados no lixo, não contam pra nada -seriam mais de 60% dos votos em São Paulo, por exemplo, se o "distritão" estivesse em vigor em 2014.
Como falta apoio (uma emenda à Constituição, como é o caso, precisa do voto de pelo menos 308 dos atuais 513 deputados), surgiu na manhã dessa quarta a tentativa do meio-termo: o "semidistritão", ou "distritão ligth", ou "distritão misto".
Por esse novo modelo, seriam eleitos os mais votados, mas permaneceria a possibilidade de o eleitor votar na legenda. Os votos dados ao partido seriam distribuído igualitariamente entre todos os candidatos da sigla.
BIRUTA DE AEROPORTO
O debate sobre o novo modelo eleitoral é só um dos indicativos do grau de confusão e improviso em que a atual reforma política é debatida.
Três comissões da Câmara discutem o assunto, com prazo curto de deliberação, já que tudo tem que estar aprovado na Câmara e Senado até setembro para valer nas eleições de 2018.
Votações e sessões são marcadas e desmarcadas em questão de minutos. Os relatórios do deputado Vicente Cândido (PT-SP) são alterados diariamente ao sabor das polêmicas surgidas (como a que queria evitar por oito meses a prisão de candidatos) ou dos acordos feitos e desfeitos.
Originalmente ele era a favor do sistema de listas fechadas (um parente do "proporcional", "distritão" e afins). Depois, por falta de apoio, optou pela manutenção do atual. Agora, discute o distritão e a sua variação.
Há três relatórios atualmente em debate. Um de Vicente Cândido sobre alterações constitucionais. Outro de alterações de leis ordinárias e um terceiro, da deputada Shéridan (PSDB-RR), também com mudanças na Constituição. Não há consenso em torno de nenhum deles.
Nem mesmo sobre a criação de mais um fundo público, de R$ 3,6 bilhões, para abastecer as campanhas. Nesta quarta, depois do desgaste político provocado, os deputados resolveram patrocinar mais um recuo. Tiraram o indicador que resultaria nos R$ 3,6 bilhões em 2018. O Congresso irá discutir o valor até lá. Pode ser até maior. "Tudo é possível, mas espero que se aplique o limite do razoável", afirma Cândido.

Fonte: Folha Press via Yahoo Notícias

terça-feira, 11 de julho de 2017

Senado aprova texto-base da reforma trabalhista

Marcelo Camargo/Agência Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil
BRASÍLIA (Reuters) - O Senado aprovou nesta terça-feira por 50 votos contra 26, o texto-base da reforma trabalhista, proposta do governo que altera CLT em mais de cem pontos, e passa agora a analisar destaques que podem alterar o conteúdo final do texto, o que obrigaria que a matéria voltasse para a Câmara dos Deputados.
A votação da proposta foi adiada por quase sete horas devido a um protesto de senadoras que ocuparam a Mesa Diretora do Senado pedindo alterações no texto. O governo do presidente Michel Temer não quer que a matéria seja alterada para evitar que retorne à Câmara, que atualmente está às voltas com a análise da denúncia de corrupção passiva contra Temer.
(Reportagem de Ricardo Brito)
Fonte: Reuters/Yahoo Notícias

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Além de banir os corruptos, que fazer para retomar o crescimento do país?

Além de banir os corruptos, que fazer para retomar o crescimento do país?
Resultado de imagem para reforma política
Não que seja apenas um problema dos partidos, os desmandos e desvios. O país nunca deixou de ser rico, mas, nunca deixou der ter “ladrões.” O título apresenta algumas sugestões para a retomada de crescimento do Brasil, pra isso, é necessário que esta informação chegue ao maior número de brasileiros, sem reformas, impossível governar este país com este congresso caro e corrupto. São elas:

·         Reduzir o número de ministérios para 15;
·         PEC redução no número de Deputados Federais e Senadores;
·         Fim do fundo partidário;
·         Fim do foro privilegiado, direitos iguais e condenação em segunda instância para políticos;
·         Fim de cotas parlamentar, auxílio paletó, moradia, passagens aéreas e outras mordomias; verbas publicitárias com erário público;
·         Meritocracia: Concurso público para juízes no STF;
·         Fim da reeleição para Presidente, Governo, Prefeito, limitar no máximo dois mandatos para deputado e mandato único para Senador;
·         Fim do cartão corporativo;
·         PEC uso dos políticos/filhos utilizando os serviços públicos, educação, saúde e transporte público;
·         PEC da Redução em 30 por cento em contratações e cargos comissionados;
·         Fim das aposentadorias vitalícias para políticos;
·         Reforma Tributária; (imposto unificado)
·         Reforma política;
·         Reforma no judiciário;
Em resumo, compartilhe em seus whatsapp, redes sociais e repassem informações que serão úteis para tirar o país das cinzas, vamos fazer nossa parte.
Matéria: A Voz do Povo, permitida a reprodução com os devidos créditos a este blog. 

Créditos imagem: Jornal Correio do Brasil

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Reforma política: você apoia o voto facultativo? Quais as vantagens? E as desvantagens?

Resultado de imagem para voto facultativoO artigo a seguir merece uma análise de todos os brasileiros. Um dito Estado Democrático não pode obrigar a seus cidadãos exercer o “direito” ou dever do sufrágio do voto. O texto a seguir está em PDF e norteará para que possamos convencer nossos políticos que é preciso mudar essa forma de fazer política. Na conjuntura atual o que prevalece numa eleição são as compras de mandatos. Concorda? Clique AQUI e deixei seu recado, leia até o fim, é importante para todos nós. 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

TEMER COMEÇA COM REFORMA MINISTERIAL E NOMEANDO INDICIADOS NA LAVA A JATO!

Temer toma posse 12mai2016

O corte de gastos se faz necessário, o presidente em exercício reduziu o número de ministérios de 31 para 23. A presidente afastada Dilma Rousseff, não teve capacidade de dialogar, aliás, diferente do ex-presidente Lula que era maleável ela não teve essa habilidade. O mercado reagirá bem as medidas adotadas.
Ministério da Cultura, das comunicações, Desenvolvimento Agrário, das mulheres, enfim, mesmo toda celeuma de nomear ministros indiciados na lava-jato é impossível governar um país com 31 ministérios e mais de 10 mil cargos comissionados. 
Fazenda (inclui Previdência) – Henrique Meirelles
Planejamento – Romero Jucá (PMDB)
Desenvolvimento, Indústria e Comércio – Marcos Pereira
Relações Exteriores (inclui comércio exterior) – José Serra (PSDB)
Casa Civil – Eliseu Padilha (PMDB)
Secretaria de Governo – Geddel Vieira Lima (PMDB)
Secretaria de Segurança Institucional (inclui Abin) – Sérgio Etchegoyen
Educação e Cultura – Mendonça Filho (DEM)
Saúde – Ricardo Barros (PP)
Justiça e Cidadania – Alexandre de Moraes
Agricultura – Blairo Maggi (PP)
Trabalho – Ronaldo Nogueira (PTB)
Desenvolvimento Social e Agrário – Osmar Terra (PMDB)
Meio ambiente – Sarney Filho (PV)
Cidades – Bruno Araújo (PSDB)
Ciência e Tecnologia e Comunicações – Gilberto Kasssab (PSD)
Transportes – Maurício Quintella (PR)
Advocacia-Geral da União (AGU) – Fabio Medina
Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU) – Fabiano Augusto Martins Silveira
Defesa – Raul Jungmann (PPS)
Turismo – Henrique Alves (PMDB)
Esporte – Leonardo Picciani (PMDB)
Minas e Energia – Fernando Bezerra Filho (PSB)
Integração Nacional – Hélder Barbalho (PMDB)
Leia também HELDER MOURA

quinta-feira, 7 de abril de 2016

SENADOR PAULO PAIM (PT): PEC 15/2016 REFORMA POLÍTICA, CURTA E COMPARTILHE!



Antes de comentar sobre a PEC 15/2016 sobre à Reforma Política, é pertinente afirmar sobre a personalidade e integridade do homem público, do pai e agente político, o senador Paulo Paim (PT-RS). Digo isto pelo fato de o mesmo ter a chance de trocar de partido e, com muita serenidade decidiu ficar no PT, mesmo diante de um quadro turbulento, nebuloso e um estado de cleptocracia generalizado, suprapartidário e intersetorial que transformou o país num governo de ladrões (em todas as esferas).
Essa é uma forma de combater à corrupção e todas as suas nuances e meandros, dessa forma, buscar o entendimento entre governantes e governados é uma maneira de soerguer este país envolto por escândalos, desvios e desmandos. Clique AQUI (link) e leia na íntegra o Projeto de Emenda Constitucional, PEC 15/2016.

Do blog: precisamos que mais homens e mulheres de bem se junte e apoie as medidas, combater à corrupção é uma força-tarefa que exige dos governantes e governados união em prol de um país mais rico e sustentável. 

Foto: Créditos Fan Page FACEBOOK 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

VANTAGENS DE TER UM MÉDICO PREFEITO: CONSTRUTURA HB INICIARÁ OBRA DE AMPLIAÇÃO DO POSTO DE SAÚDE DA RAJADA!


Dr. Sérgio Eduardo, Diva, esposa de Zé da Olaria e Humberto, construtura HB.

O prefeito Dr. Sérgio Eduardo esteve visitando nesta manhã (04) o Posto de Saúde da Rajada aonde passará por uma reforma e ampliação. A ampliação faz parte do projeto do Ministério da Saúde do Programa “Requalifica” e terá um investimento de 114 mil reais com contrapartida do município de 30 mil reais. Vale lembrar que o terreno foi uma doação do Empresário José da Olaria. A obra terá início esta semana. Sem dúvida, essa é a vantagem de ter um gestor honesto e médico que tem a sensibilidade de trabalhar em prol do povo Carnaubense fazendo valer o slongan, “Cidade de todos”. 



Sérgio Eduardo com Humberto de João Cândido, construtura HB. 


55 mil hectares de terra para reforma agrária e territórios quilombolas

Foto: Paulo H. Carvalho/MDA
Dilma assina decretos que destinam terra para reforma agrária e territórios quilombolas
A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta sexta-feira (1º), a destinação de 55 mil hectares de terra para reforma agrária (34 mil hectares) e comunidades quilombolas (21 mil hectares). A medida deve beneficiar 1.844 famílias, sendo 680 de remanescentes de escravos e 1.164 de trabalhadores rurais sem terra. "Esses decretos representam mais do que o acesso à terra. São um esforço para diminuir a desigualdade", disse Rousseff. 
Durante o seu discurso, a presidenta destacou os avanços na reforma agrária e na agricultura familiar. Segundo ela, o crescimento da produção nos assentamentos se deve aos programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e de Alimentação Escolar, que compram parte do que é produzido pelos agricultores familiares.
A presidenta Dilma Rousseff ressaltou que a reforma agrária precisa ser focada na agroindustrialização, para colocar os produtos da agricultura familiar num mercado cada vez mais competitivo.  “Nós estamos falando de uma reforma agrária que coloque o agricultor familiar no centro do mundo, não estamos falando de uma reforma agrária qualquer”, disse ao destacar a alta qualidade dos produtos da agricultura familiar.
As 21 áreas desapropriadas para reforma agrária estão em 13 estados: sendo três em Goiás, uma em Pernambuco, três no Maranhão, uma em Minas Gerais, uma em Tocantins, uma no Rio Grande do Norte, uma no Pará, três no Ceará, uma em Mato Grosso do Sul, duas em Sergipe, uma na Paraíba, duas na Bahia e uma no Paraná.
As comunidades quilombolas beneficiadas com a desapropriação são:
Comunidade Quilombola Caraíbas
Onde fica: municípios de Amparo de São Francisco, Aquidabã, Canhoba, Cedro de São João e Telha.
Estado: Sergipe
Comunidade Quilombola de Gurupá
Onde fica: município de Cachoeira do Arari 
Estado: Pará
Comunidade Quilombola Macambira
Onde fica: municípios de Bodó, Lagoa Nova e Santana do Matos
Estado: Rio Grande do Norte
Comunidade Quilombola Monge Belo
Onde fica: municípios de Anajatuba e Itapecuru Mirim/MA

Mais moradias no campo
Ainda nesta semana, o governo anunciou a construção de 35 mil unidades do Minha Casa Minha Vida Rural em 2016. Serão beneficiados trabalhadores do campo que se encaixam na faixa 1 do programa, com renda de R$ 1,8 mil.
Segundo o anúncio feito pela presidenta Dilma Rousseff, o meio rural terá o mesmo número de contratações da área urbana - outras 35 mil moradias. O restante - 40 mil - serão as unidades produzidas com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). A meta do programa MCMV para este ano, será a contratação de 110 mil unidades habitacionais na faixa 1. A prioridade do MDA é levar habitação para os novos assentamentos rurais.

Adolfo Brito
Ascom/MDA
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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

É HORA DE SITUAÇÃO E OPOSIÇÃO BUSCAR UM ENTENDIMENTO, IMPEACHMENTÉ GOLPE!

Sem dúvida, as “pedaladas” do governo Dilma e a insistência em não fazer uma reforma ministerial e medidas impopulares vem levando o país ao caos. Entretanto, é necessário buscar um entendimento e uma discussão suprapartidária em busca de um entendimento. O país é rico, autossuficiente, mas, desigual. O IMPEACHMENT é golpe arquitetado por alguns políticos do PSDB e de outros partidos. Vivemos um estado de corrupção generalizada e não tirando a presidente, diga-se de passagem eleita pelo povo que resolverá um problema estruturante. À crise não é do tamanho que à mídia mostra, embora os escândalos não são factoides, é preciso lutar juntos contra essa pandemia e continuar acreditando no país. 

domingo, 15 de março de 2015

REFORMA POLÍTICA: FIM DA REELEIÇÃO E MANDATO DE 6 ANOS ATÉ 2018

Quando o assunto é Reforma Política, a maioria dos gestores municipais são contrários à reeleição. Para eles, o mandato deve ser de seis anos e o voto no Brasil deve continuar a ser obrigatório. A maior parte pede a coincidência de mandatos e a alteração da data de posse dos eleitos. Esses foram resultados de uma pesquisa aplicada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) para saber a opinião dos municipalistas em relação a doze propostas que compõem a Reforma Política.
Em relação ao sistema de votos, o preferido é o distrital. O financiamento de campanha eleito é o público, a candidatura avulsa foi rejeitada juntamente com o recall. Para a maioria, os parlamentares precisam ter um limite de reeleições e o suplente de senador deve ser votado e nominado.
Na opinião dos pesquisados, deve ser convocado um plebiscito junto à população sobre esses temas. Ao todo, 674, entre eles 622 prefeitos e prefeitas, responderam ao questionário.Portanto,os vereadores,prefeitos que estão em pleno exercício do mandato só concorrerão em novas eleições em 2018,quado unifica as eleições de :Vereador,prefeito,deputado estadual,deputado federal,governador,senador,presidente da república.
Extraído do blog Montanhas em Ação

terça-feira, 3 de março de 2015

Na reforma política, PSB lutará pelo fim da reeleição, diz Capiberibe


SENADO CAPIBERIBE 2
O senador João Capiberibe (PSB-AP) disse que os seis senadores do seu partido lutarão pelo fim da reeleição nos cargos do Executivo e pelo fim do financiamento empresarial das campanhas. Na terça-feira, no colégio de lideres, ele pedirá prioridade para a votação da PEC 32/2014, da senadora Lídice da Mata (PSB-BA). A Agência Senado informou que a proposta exclui do ordenamento jurídico a possibilidade de reeleição para governadores, prefeitos e presidente da República.
De acordo com Capiberibe, a possibilidade de reeleição trouxe muitas distorções para a democracia porque alianças são feitas considerando o tempo de TV e rádio da campanha eleitoral seguinte. Além disso, há o comprometimento das contas públicas durante vários anos.
“A reeleição foi um dos erros que cometemos, e trouxe muitas distorções na democracia. Ela mudou completamente a forma de governar no país”, disse o senador João Capiberibe.  Segundo o senador, antes da possibilidade de reeleição, governava-se para mostrar serviço e melhoria da qualidade de vida das pessoas, e não visando à perpetuação no poder.
FONTE: EXTRAÍDO DO BLOG MARCOS DANTAS

quinta-feira, 1 de maio de 2014

ANTÔNIO CÂNDIDO APROVOU MAIS UM ARTIGO NO 6º SIMPÓSIO DE REFORMA AGRÁRIA E QUESTÕES RURAIS QUE SERÁ APRESENTADO EM ARARAQUARA, SP




















Mais uma vez o estudante de Agroecologia do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba e morador de Carnaúba dos Dantas, Antônio Cândido Filho, aprovou um artigo no 6º SIMPÓSIO DE REFORMA AGRARIA E QUESTÕES RURAIS a ser realizado nos dias 28/29/30 e 31 de maio de 2014, organizado no Centro Universitário Uniara em Araraquara/SP, o evento tem o apoio do MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, o artigo aprovado intitulado: BASE ALIMENTAR HUMANA COM O USO DA PALMA FORRAGEIRA. “ O ESTUDO DA ARTE”, tem como finalidade mostrar como a palma forrageira pode ser transformada em uma alimentação saudável e com um poder proteico muito grande que chega a superar muitas de nossas hortaliças e que a mesma pode ser incluída como um complemento alimentar na merenda escolar, gerando assim qualidade proteica e gerando renda para os pequenos agricultores que sobrevivem da Agricultura Familiar. O trabalho tem a participação do Professor Frederico Campos do IFPB e da Professora Anny Kelly Vasconcelos de Oliveira Lima da UFCG.

Enviado por Antônio Cândido

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

ELEIÇÕES LIMPAS, ASSINE O ABAIXO ASSINADO E COMPARTILHE



É preciso assinar para que tenhamos uma política limpa. A Reforma Política é necessária, leva pouco tempo para assinar o abaixo-assinado. Clique AQUI. Por um país melhor, cada um de nós devemos fazer nossa parte. 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Henrique Eduardo Alves: Reforma Política deve ser decidida em consulta popular

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, afirmou na noite desta terça-feira (25) que o Congresso Nacional deverá elaborar uma proposta com questões sobre reforma política que serão submetidas à população brasileira. "Seriam as questões polêmicas da reforma política, as questões pontuais mais importantes, para que o povo se manifeste sobre elas", disse Henrique Eduardo Alves, depois de retornar de reunião no Palácio do Planalto com a presidente da República, Dilma Rousseff; o vice-presidente da República, Michel Temer; e o presidente do Senado, Renan Calheiros.
Ficou acertado no encontro que a presidente irá encaminhar ao Congresso as sugestões que considera mais importantes para os sistemas político e eleitoral brasileiros. Após analisar as propostas da presidenta e adicionar outras já em discussão na Câmara e no Senado, os congressistas deverão formular as perguntas que serão respondidas pelos eleitores e aprovar um decreto legislativo convocando a população para o plebiscito.
De acordo com a proposta, haveria uma rápida campanha de esclarecimento feita pelo Tribunal Superior Eleitoral sobre as questões em discussão. "Após a manifestações popular, nós traríamos o resultado para esta Casa e formularíamos o projeto de reforma política", afirmou o presidente da Câmara, afirmando ainda que a regulamentação das decisões tomadas pela população no plebiscito poderia ser feita tanto na forma de leis quanto na forma de emendas constitucionais.

Assessoria de Imprensa
Presidência da Câmara dos Deputados

twitter: @HenriqueEAlves
 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

ORGANIZAÇÕES BUSCAM 1,5 MILHÃO DE ASSINATURAS EM PROL DA REFORMA POLÍTICA


Do blog: É preciso que o povo colabore, sabe aquele clichê que diz "A Soberania emana do povo." Mas, infelizmente o povo parece ignorar e simplesmente não usa a força que tem. O voto, por exemplo é uma forma de banir políticos inescrupulosos, mas o que vimos em várias cidades foi um povo desinformado e ganancioso a ponto de trocar o voto por barganhas, nem os índios de Cabral foram tão ingênuos! Bem, sigo fazendo minha parte, fomentando cidadania e mostrando aos cidadãos que despertem e façam valer a força que cada um tem.

Foto: ORGANIZAÇÕES BUSCAM 1,5 MILHÃO DE ASSINATURAS EM PROL DA REFORMA POLÍTICA - Fóruns, redes e organizações que fazem parte de uma mobilização nacional pela Reforma do Sistema Político querem conseguir 1,5 milhão de assinaturas para a proposta de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma do Sistema Político, assim como foi feito com o projeto Ficha Limpa. As organizações fazem parte  da Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político e do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE).  Amanhã (17/10), a partir das 8h30, o grupo estará lançando, em Café da Manhã na Câmara dos Deputados, uma série de materiais da campanha “Para Mudar, Reforma Política Já!". Uma cartilha e dois vídeos irão informar e formar a população sobre os argumentos que permeiam a defesa de um novo sistema político no Brasil. O evento dará o pontapé inicial para uma nova fase de divulgação da Lei de Iniciativa Popular. http://tinyurl.com/c6v5amv


Confere a matéria na íntegra clicando AQUI.

Fóruns, redes e organizações que fazem parte de uma mobilização nacional pela Reforma do Sistema Político querem conseguir 1,5 milhão de assinaturas para a proposta
 de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma do Sistema Político, assim como foi feito com o projeto Ficha Limpa. As organizações fazem parte da Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político e do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE). Amanhã (17/10), a partir das 8h30, o grupo estará lançando, em Café da Manhã na Câmara dos Deputados, uma série de materiais da campanha “Para Mudar, Reforma Política Já!". Uma cartilha e dois vídeos irão informar e formar a população sobre os argumentos que permeiam a defesa de um novo sistema político no Brasil. O evento dará o pontapé inicial para uma nova fase de divulgação da Lei de Iniciativa Popular

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Reforma Protestante e Martinho Lutero


Graças a Martinho Lutero, hoje podemos dizer que vivemos a liberdade de expressão, sobretudo o direito livre de escolher qual religião a seguir. E graças a ele a própria Igreja Católica se reorganizou e expulsou os padres e bispos corruptos, através da contra-reforma. 

No mundo de hoje não há mais espaço para discriminação e desrespeito, afinal todos somos livres para seguir o caminho que quiser, para escolhermos os credos, seitas e religiões. Vivemos num país democrático onde se vive literalmente em paz, Budistas, Mulçumanos, Judeus, Católicos e Evangélicos de várias religiões, onde a própria constituição garante o direito e liberdade de crença. 

A única coisa que se deve combater é a corrupção nas igrejas é o mercantilismo e banalização da fé, onde parece que algumas Igrejas estão cometendo o mesmo erro da Igreja Católica, vendendo literalmente a salvação e curas. E foge completamente os princípios básicos do Cristianismo, sobretudo, longe dos ensinamentos dos primeiros Apóstolos.

Deus é bom, a religião é boa, mais existem os espertalhões que sobrevivem literalmente da palavra de Deus, usando de forma ilícita em benefício próprio. 

Que cada um analise se Jesus é o primeiro na sua vida e onde você congrega, ou se alguém usa de má fé para esplorar o bem maior que é que exposto a venda, Jesus não está interessado em curar dor de cabeça ele quer saber de sua verdadeira conversão e isto não está associada a mudança de religião, de placa de igreja, mas a mudança de vida. 

Não se deixe enganar pelos exploradores da fé, mais também não deixe de viver a sua espiritualidade, pois há um só Senhor e uma só fé, há um Deus que está acima de qualquer credo esperando por você, e a nossa luta é contra as drogas, a corrupção, o mal que cerca as nossas famílias, não é contra o ser humano. Respeito e tolerância...Sempre.