terça-feira, 11 de outubro de 2022
Gilson Dantas mais cem prefeitos declaram apoio a Bolsonaro no segundo turno
quinta-feira, 8 de setembro de 2022
Desfile, multidão, atos políticos, multidão maracarão dia 07 de setembro, 200 anos da independência
O rsultado de tudo isso, comprova na mega-manifestação de apoio ao presidente Bolsonaro, desfa forma legimitmando o direito da oposição que há inteligência além dessa polarização. 200 anos, não apenas da independência, mas, chega de uso e abuso de fundo especial e práticas corruptivas. Já deu, quem está quebrando a cara é a velha política, a mídia marrom e sem princípios que tenta empurrar números que não coincide com a realidade, isso é fato.
sexta-feira, 20 de agosto de 2021
URGENTE: Bolsonaro decide vetar totalmente artigo que previa fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões
O presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar totalmente o artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que definia regras para formação do Fundo Eleitoral. O artigo previa que o fundo seria financiado com base em 25% do orçamento da Justiça Eleitoral deste e do próximo ano.
Cálculos de analistas do Congresso indicavam que, por essa regra, o valor poderia ficar em R$ 5,7 bilhões.
O novo valor do fundo será definido na votação do Orçamento Geral da União. A equipe econômica defende um valor de R$ 2,1 bilhões, que seria a correção do último valor pela inflação.
Bolsonaro ainda não oficializou a decisão de vetar o artigo sobre o fundo eleitoral. O prazo final para sancionar ou vetar é esta sexta-feira (20).
Fonte: Blog do Gustavo Negreiros
terça-feira, 10 de agosto de 2021
Como derrota do voto impresso poderia enfraquecer governo, mas fortalecer Bolsonaro
A proposta de emenda constitucional (PEC) do voto impresso deverá ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados na terça-feira (10/8), no mesmo dia em que um desfile militar sem precedentes ocorreu em Brasília.
A expectativa é que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), paute a matéria mesmo após ela ter sido derrotada em uma comissão especial, como ele já havia prometido fazer.
Foi em parte um afago de Lira a Jair Bolsonaro (sem partido) — os dois são aliados, e a proposta do voto impresso é uma pauta especialmente cara ao presidente da República — e em parte também um cálculo político do presidente da Câmara.
No entanto, a PEC enfrenta a oposição da maioria dos partidos e, por isso, a expectativa é que seja rejeitada mais uma vez.
Caso se confirme, esse resultado pode por um lado evidenciar ainda mais a fragilidade política do governo federal, segundo cientistas políticos ouvidos pela BBC News Brasil.
Um eventual revés evidenciaria os limites da aliança que Bolsonaro vem costurando com o Centrão, bloco informal de partidos que garante sua sustentação política e do qual Lira e o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PI-PP), são dois expoentes.
Mas, ao mesmo tempo, o saldo pode ser positivo para o presidente junto à sua base, porque o veto do Congresso ao voto impresso poderia ser usado por ele para reforçar seu discurso de que ele está sendo perseguido e impedido de promover as mudanças que prometeu.
Bolsonaro quer mudar votação, mas não tem apoio no Congresso
Bolsonaro vem lançando dúvidas sobre a lisura da votação eletrônica, sem apresentar provas de que eleições passadas tenham sido fraudadas.
Na verdade, como mostrou a BBC News Brasil, análises matemáticas da votação em 2014 afastam a hipótese de que tenha ocorrido uma suposta manipulação, como alega o presidente.
Bolsonaro tem usado esse argumento para fazer campanha pelo voto impresso, alegando que um comprovante em papel permitiria que o resultado fosse auditado.
Mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já se manifestou mais de uma vez contra esse discurso, afirmando que uma série de procedimentos e verificações garantem a segurança e revisão do pleito.
Alguns analistas indicam que Bolsonaro tem feito essa campanha como uma forma de preparar o terreno para contestar a eleição caso seja derrotado, como fez o ex-presidente americano Donald Trump.
Mas a proposta de mudança na votação não tem encontrado apoio no Congresso. Presidentes de 11 partidos (PP, DEM, PL, Republicanos, Solidariedade, PSL, Cidadania, MDB, PSD, PSDB e Avante) assinaram uma nota conjunta contra a mudança. Legendas de esquerda, como PT, PSB e PSOL, também são contrárias.
Um levantamento feito pelo jornal O Globo apontou que 15 dos 24 partidos com representantes na Câmara hoje são contra a PEC. Eles somam 330 deputados. São necessários ao menos 308 votos dos 513 deputados para aprovar uma proposta que altere a Constituição.
Fonte: Rafael Barifouse - Da BBC News Brasil em São Paulo
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
COM BOLSONARO, BRASIL ATINGE O MENOR NÍVEL DE DESIGUALDADE SOCIAL DA HISTÓRIA, DISSE O DEP, CORONEL AZEVEDO!
terça-feira, 28 de julho de 2020
O QUE SIGNIFICA A PALAVRA GENOCÍDIO?

domingo, 5 de abril de 2020
Bolsonaro segue firme, 59 por cento dos Brasileiros são contra sua renúncia
sexta-feira, 20 de março de 2020
Para os oportunistas, cassar Bolsonaro é mais importante do que o Virus Chinês
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